XBOX One: Kinect 2.0 – mais de duas vezes melhor

O Kinect atual era uma peça de tecnologia relativamente barata e acessível usada de forma inteligente quando foi lançada. O Kinect 2.0 não é – ele é tecnologia de ponta, cara e utilizada de forma fantástica! E vai consagrar, mais ainda, a constante mudança na forma que se joga videogame.

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O salto é fantà ¡stico: Enquanto o Kinect captava imagens em 30 fps com 480p de qualidade o novo capta imagens constantes em 60 fps com 1080p de qualidade. Enquanto o Kinect anterior encontrava entre 20 e 40 pontos de articulação o novo encontra TODOS os pontos de articulação do corpo, além de ser capaz de visualizar seus dedos individualmente e perceber a direção e concentração da pupila. Enquanto o Kinect tinha dificuldades em diferenciar dois rostos e acessar a GameTag correta o novo não só faz isso instantaneamente, dentro e fora dos jogos, mas ainda sabe dizer se aquele rostos está calma, bravo, triste, etc…

N ão só capaz de detectar corpos, agora o Kinect 2.0 consegue mapear sua sala, os objetos a sua volta, em cima e embaixo, de forma a melhor orientar o jogador a se reposicionar, para evitar colisões e acidentes. Ele será capaz de lidar com até quatro jogadores ao mesmo tempo e suas lentes possuem controle de foco, o que permite utilizá-lo mesmo estando a menos de um 1m do aparelho. Além disso as câmeras infravermelhas tem, agora, resolução suficiente para permitir utilizar os recursos do Kinect, como detecção de direção dos olhos ou dos dedos, controle por movimento, entre outros, mesmo na escuridão quase total.

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E o controle por voz não fica nada atrás. O Kinect 2.0 fica ligado o tempo todo e comandos de ligar e desligar o console podem ser dados por voz – mas não acaba aí: Mudar de canal, controlar recursos da sua tv (modo de imagem, back light bright, etc…) e iniciar modos paralelos de jogos (ou recursos externos do sistema, como chat por voz) podem, entre milhares de outras coisas, ser acionados por comandos de voz. A inteligência do Kinect também melhorou, sendo capaz de entender uma voz em comandos mais longos e complexos, mesmo com a voz em questão rouca ou fraca – ex: Comandos dados dentro de contextos de conversa serão ignorados pelo sistema, a menos que sejam dados em voz mais alta que a média do som de fundo. Frases completas podem ser dadas, como em pesquisas, e você pode ordenar as utilizações, como por exemplo mandá-lo atualizar o sistema, enquanto baixa um vídeo e abre um game.

E como ele é obrigatório, nada de tentar passar ao largo. Detratores… é hora de abraçar o futuro. E ele é o Kinect!

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XBOX One: Um novo controle para um novo conceito

A Microsoft mostrou o novo controle para o One – e ele é lindo. Mais baixo, mais reto e mais ergonômico o novo controle traz todos os botões que estamos acostumados do 360 com duas adições, dois botões logo abaixo do botão com o símbolo cuja serventia ainda não foi explicada pela Microsoft “vamos falar mais disso na E3.”. Mas, se por fora as mudanças são estátiscas, por dentro as mudanças são muito maiores.

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Findo está o problema das pilhas, o novo controle usa um battery pack interno recarregável em qualquer USB da vida, com um outro cabo no topo para… algo “vamos falar mais disso na E3”. Findo está o dual shock, substituído por um force feedback setorizado, com dezenas de velocidades de resposta que serão alternados ao longo da mão para aumentar a sensação de reação de diversos trechos do controle – por exemplo: Se, no 360, você sair da pista com o carro, em Forza, do lado direito, receberá resposta tátil do lado direito do controle (por igual, na mão toda), enquanto que no novo Forza, no ONE, você receberá no topo ou na parte de baixo da mão, dependendo de qual pneu saiu, e em intensidades diferentes, dependendo de qual superfície está sendo atingida.

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E a questão da inovação no force feedback n ão acaba aí. Os gatilhos terão force feedback próprio e controle de tensão, conforme a situação – ex: Em Forza seu acelerador vai ficar mais resistente na areia (sendo mais difícil apertar o botão) e mais maleável no asfalto, armas em Call of Duty terão resistência e resposta de gatilho diferentes entre elas e, a 343 promete, haverão diversas respostas táteis as armas em Halo 5 “Você, literalmente, vai saber pelo tato que arma está disparando!”.

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No mais parece que o que já era bom vai ficar ainda melhor. Eu, pessoalmente, sempre achei que o controle do 360 é o filho bastardo do controle do XBOX clássico com o controle do Game Cube – dois controles que adoro. E com esse super force feedback tudo vai ficar ainda melhor.

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XBOX One – Achievements que evoluem e processamento por nuvem

O Mini estava certo (e as fontes dele também)! Os Achievements, as conquistas, estão sendo reinventadas para uma nova geração de usuários. E nós já demos os detalhes – eles estão bem aqui!

Mas não só as conquistas evoluíram. O conceito de dimensionamento do próprio XBOX One mudou. Segundo um porta voz da Microsoft “No passado você estava limitado em processamento, em velocidade. Estava limitado a quantos chips conseguia colocar em uma caixa. Não mais…” e ele não está brincando: O XBOX One vem preparado para computar em nuvem, ou, em linguagem menos técnica, utilizar servidores imensos via internet, passando um pedaço do processamento remotamente para eles e recebendo, de volta, apenas os dados processados. Isso abriria a porta para uma imensa quantidade de melhorias, que atrasariam o sempre curto ciclo de vida dos consoles e permitiriam a máquina da Microsoft continuar em serventia por 10, talvez 12 anos.

É claro que computação por nuvem tem um, não tão pequeno, problema: Exige constante, e de boa qualidade, conexão com a NET. Isso pode dificultar a vida de alguns usuários, mas, a longo prazo, pode ser uma saída mais vantajosa.

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Xbox One – Retrocompatibilidade, jogos usados e XBLA

No meio do muito barulho causado pela demonstração do aparelho algumas coisas não ficarão muito bem discriminadas pela Microsoft, que vem fazendo o possível para corrigir a situação. Já sabíamos, a um tempo, que o novo XBOX não seria retrocompatível com o 360 (daí o lançamento de um novo 360, por US$ 99,00, no mesmo dia do XBOX One) mas havíamos sido informados que os jogos do XBLA passariam de um console para o outro – Então…  como ficou a situação?

Ficou assim. O XBOX one NÃO, EU DISSE NÃO, tem qualquer grau de retrocompatibilidade. Ele não roda jogos de 360, mesmo aqueles comprados no “por demanda” via Live, nem os games comprados na XBLA – em qualquer grau. Isso se deve a diferenças de arquitetura (o 360 era baseado em arquitetura IBM Power  PC enquanto o XBOX One é baseado em arquitetura Intel x86), de drivers e de placa de vídeo (NVidia para ATi). A Microsoft se pronunciou dizendo que sua Live continua funcionando no 360 mesmo depois que você ativar seu GameTag no seu One, e que seus jogos continuaram funcionando normalmente – você só não vai levá-los para o One.

Então o que migra? Seu GameScore, suas conquistas e sua carteira virtual, que fica disponível nas “duas” lives. O restante da Live será compartimentalizada entre os aparelhos.

E lembra que falamos de instalação obrigatória? Então…jogos usados… serão dificultados! A partir do momento que você instalou seu jogo em um determinado hardware, ele está ligado ao seu GameTag e à aquele Hardware. Controles Parentais serão utilizados para garantir que os usuários daquela mesma máquina possam usar, indiscriminadamente, os jogos comprados, mas, para usar na casa de um amigo, por exemplo, você vai ter que estar logado na sua GameTag. Caso isso não seja possível, seu amigo terá que pagar uma taxa, que a Microsoft ainda não confirmou mas deve rodar por volta de US$ 15,00, para utilizar o game.

“Estamos trabalhando em maneiras dos jogadores poderem revender o direito digital sobre o software posteriormente. Provavelmente em micro transações na própria Live. Mas ainda não temos algo sólido sobre isso” disse um porta voz da Microsoft. Ou seja: O jogo é seu, e só seu, e para ser jogado por um amigo, você vai ter que estar lá.

Não sei se eu gosto dessa posição. E vocês?

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XBOX One – Configuração, HD, obrigatoriedade do Kinect e always on

Vamos tirar o pânico do caminho? O aparelho não é always on!

EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Não que vá fazer muita diferença, porque 99,9% das funções mais incríveis dele exigem conexão com a Internet, nem que ela não seja constante, mas, PARA A MAIOR PARTE DOS JOGOS, você não precisará de conexão constante para jogar single player – a única empresa que admitiu que todos os jogos serão ALWAYS ON, até agora, é a Eletronic Arts (embora a Bungie tenha dito que, devido ao estilo singular de gameplay MMO com mundo aberto modificável pelos jogadores, Destiny também terá que ser Always on). Então você ainda poderá utilizar a maior parte dos seus jogos sem precisar se preocupar com a qualidade da sua conexão….

…. depois de instalá-los.

É! A instalação é OBRIGATÓRIA para TODOS os jogos que serão usados no seu XBOX One. A Microsoft defende isso pela alta latência do drive de Blu Ray e por várias questões técnicas e de segurança envolvendo DRM. Então, bem vindo ao chato mundo do PS3 onde você tem que instalar jogos… fazer o que?!

Então a máquina vai ter que ter um senhor HD certo? Inicialmente o XBOX One vem com um HD de 500 Gb PROPRIETÁRIO MICROSOFT – o que significa que você vai ter que comprar os HDs da Microsoft, no preço que ela colocar. O aparelho NÃO funcionará com HDs que não sejam os específicos, que virão em uma caixinha blindada, como nos modelos de 360. Ainda não existem posições sobre a venda de HDs maiores. Embora o HD não seja monstruoso o restante da máquina é robusta:  um processador x86 – 64 bits de oito núcleos com uma placa de vídeo absurda e 8 GB de Memória RAM DDR3, com um drive de Blu Ray de 4X.

Ah… e sem essa de pular fora do Kinect 2.0! O Kinect 2.0 VEM com o aparelho e deve estar conectado O TEMPO TODO! Sério… sem ele o XBOX One não funciona! Desde o comando de ligar o aparelho a comandar os canais da sua TV poderá (e meio que será estimulado) ser feito pelo seu Kinect. Controle de músicas e vídeos SÓ serão feitos pelo Kinect. Então, fugitivos das novas tecnologias, não tem para onde se esconder mais!

 

Xbox One – Preço, Data de Lançamento e o Brasil Varonil

E é dada a largada para a torrente de informações sobre o XBOX One, que lembra vagamente o cruzamento entre uma maleta e um videocassete. E vamos começar com o mais importante: Preço e Data de Lançamento.

A Microsoft vai esperar a E3 para dar um data final mas o lançamento ocorre em Novembro, antes da Black Friday, para aproveitar do montante de vendas característico da época. O preço será “entre US$ 400,00 e US$ 450,00” segundo a própria empresa e o aparelho será lançado no mundo todo ao mesmo tempo “embora não estaremos, inicialmente em todos os países em que, hoje, o 360 é vendido, o sol nunca vai se por sobre o XBOX One, mesmo no dia de lançamento” – completou a Microsoft.

Quando consultados, pela UOL jogos, sobre o posicionamento em relação ao Brasil a MS foi direta, mas sucinta, “O Brasil é um mercado de primeira linha para a Microsoft. O 360 é fabricado localmente lá desde 2011 e temos quase 60% do market share local. Ainda não temos uma posição oficial sobre o lançamento local para informar mas, acredito, todas as suas perguntas serão respondidas na E3, em menos de 20 dias.”.

Resta saber se o aparelho será fabricado por aqui, o que diminuiria a carga tributária e o preço final, ou importado oficialmente. Agora só dá para esperar!

Jogando: Donkey Kong Country Returns 3D

Um dos melhores jogos do Wii ganha uma versão para o 3DS e todo mundo só consegue dizer “Ah! Mas é o mesmo jogo do Wii!”.

É um dos melhores DKs de todos os tempos e é uma versão melhorada de um dos melhores games já lançados para uma plataforma de mesa…

… em um portátil…

… em 3D!

Porque diabos eu não consigo ver um simples defeito nisso.

De qualquer forma, quando os dinossauros andavam pela terra e a guerra dos 16 bits estava no auge, quando o mega drive tinha o Sega cd e o Sega 32-X e os videogames de 32 bits estavam ali, virando o quarteirão, a Nintendo decidiu mostrar porque não estava preocupada em trazer ao mundo um videogame de 32 bits. Ela mostrou esse comercial:

Yes… Yes… Yes… eram os melhores gráficos que nós já tínhamos visto e estavam lá, para quem quisesse ver, em um super nes perto de você. E não só o gráfico de Donkey Kong Country era majestoso, mas os cenários eram super bem criados, a animação (seja dos inimigos, seja dos kongs, seja dos animais) era super bem feita e a música era animal.

Pouco mais de 15 anos depois, pela mão da Retro Studios, os mesmos anjos que trouxeram ao mundo a série Metroid Prime (ou seja, basicamente reinvetaram Samus para uma nova geração), reinventam para o mundo a dupla de Super macacos… and boy oh boy… que toque de Midas que a Retro tem. Donkey Kong Country Returns 3D, ou DKCR, é como sentar num dia de chuva, na casa da mãe, para comer bolinho de chuva ou klustule. Tem gosto de passado. Tem gosto das coisas boas que não voltam mais. Tem gosto de querer mais e mais.

A retro seguiu o caminho certinho e não se deixou intimidar pelos galhofeiros no caminho: É um side scroller de visão lateral, é difícil como o inferno (embora a versão do 3DS tenha o novice mode), é instigante, tem porcentagem de jogo completo e itens adquiridos e o controle é perfeito. Mas vamos por partes…

 

Graficamente o jogo é incrível. Não… não é tão bom quanto na versão do Wii, que roda a 60 fps e tem efeitos de luz e sombra mais sofisticados, mas é muito muito bonito. E faz um uso animal do 3D, com novos objetos colocados em cenários conhecidos (armadilhas que vem do fundo e se chocam com a tela, barris que vem rolando do fundo, etc…) e novas fases inteiramente desenhadas em volta disso. 3 ou 4 planos em paralaxe, com velocidades de movimento diferentes, e que por vezes fazem parte das ações de jogo, como quando os kongs tem que usar um barril para ir para um plano de fundo de tela e passar por trás de um penhasco, ou quando um chefão corre em um plano de fundo atirando no plano frontal da tela. Animações perfeitas, tanto dos inimigos quanto dos Kongs, juntam-se a um estilo de arte inovador, mas inumanamente simples e bem feito. Assim como o DKC original, daqui a 10 anos, esse game ainda vai ser lindo.

Ao lado do novo motor gráfico utilizado a Retro utilizou um sistema de física extremamente funcional. Água vai e volta com fluidez e em tempo real, objetos e colunas atingindos resistem ao impacto, tombam, caem ou se espatifam. O Kongs tem peso, assim como seus inimigos, e os barris, com diferenças de distâncias quando sãoarremessados, etc… Uma das fases que a nova física possibilitou é de tirar o fôlego, quando os Kongs devem passar por uma área carregada de meias-luas de terreno presas a tiras de couro que rodam e se movem conforme o momentum com o qual você atinge elas. Lindo e extremamente excitante.

O som do jogo é carregado de melodias bem feitas e extremamente carismáticas, você vai se pegar cantarolando elas em dois tempos. Os sons são bem feitos, mas nada que vá mudar o valor do pacote. O controle, no entanto beira a perfeição e torna muito mais simples você vencer a dificuldade insana do game. Por que? Porque como dizia nosso grande mestre e guru, Fabio Ortolan, vulgo Mahou, “Quando você erra, é culpa sua… e só sua!” ; se você errou o salto, não foi o controle, se você errou um barril não foi o controle… FOI você !!! E você vai querer tentar de novo e de novo.

Dificuldade perfeita, controle perfeito, gráficos excelentes e som encantador. O que diabos você está esperando… corra agora mesmo pegar o seu.

O dia chegou! O Xbox One está entre nós!

Não… o nome dele não é XBOX Infinity, Xbox 8 ou Xbox 720! Muito menos Durango ou  Durandal! O nome dele é XBOX One, porque ele é uma central tudo em um, e ele é sexy como o pecado!

TRAILER AQUI!

PS: Como eu estou enviando isso do meu cel (enquanto espero num serviço de saúde) alguns dos posts podem conter erros de português ou links ao invés de vídeos embed. Isso será corrigido… eventualmente!

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A Nintendo não terá apresentação na E3… ela vai levar os games aos gamers!

Essa ideia é fantástica! Nos últimos anos a E3 é fechada a imprensa especializada, com apenas segmentos dela abertos ao público. A Nintendo quer levar seus games para o público, com a comunicação de seus lançamentos e futuros produtos feitos de forma mais direta, pelos vídeos Nintendo Direct (que podem ser assistidos nos consoles e portáteis ou na Internet) e os games… bem… os games na sua mão! É isso mesmo!

Enquanto o resto das empresas vai manter seus novos games em boots na E3 a Nintendo vai levar TODOS, eu disse TODOS, os produtos em demonstração (Novo Zelda, Novo Mario, Wonderful 101, Luigi U, etc…) para as redes GameStop pertinho dos americanos e japoneses.  Dessa forma o cidadão médio, que normalmente só veria o protótipo em vídeo, vai poder testar, em mãos, o que vai chegar para ele em poucos meses (ou anos).

Se isso não roubar o trovão da E3… eu não sei o que poderia fazê-lo. Deixem suas opiniões aí embaixo!

Well played Nintendo! Well Played!

Super Luigi U – Como é que é?

Sim… é isso mesmo que você ouviu! Super Mario Bros U vai ganhar um DLC/Game Paralelo estreando o sempre incrivelmente secundário Luigi. Funciona assim: Se você já tem Super Mario Bros U, poderá pegar o DLC com fases novas, mapa e história modificado, através da Nintendo Network – por um valor mais camarada (embora ainda não confirmado) ENQUANTO QUE se não tiver Super Mario Bros U (shame on you!) e estiver interessado em ter apenas a versão com o irmão menos conhecido dos Marios (Mario Mario e Luigi Mario) poderá adquirir o game em versão física, como um game normal, por um preço premium (a Nintendo ainda não confirmou mas informações da GameStop sugerem US$ 29,99).

Luigi

Eu NUNCA esperava ver isso na vida… parece que esse, realmente, é o ano do Luigi!