LIVE ESPECIAL 5K INSCRITOS – 07/10/2017

Pessoal, foi muito rápido! No começo do ano estávamos comemorando os 1k inscritos e agora, em outubro já chegamos à incrível marca de 5000 inscritos. Devemos tudo isso a vocês. E para comemorar, vamos embora nessa live de longa duração onde o Junião e o Marcel vão jogar algumas coisas no Xbox e conversar com o pessoal. Venha comemorar com a gente!

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Jogando: Zombi (PS4/XBOX one)

Eu joguei esse game no lançamento do Wii U em 2012. Meu review dele, da época, está aqui. Eu me lembro dele ter me causado medo real em diversos momentos e que o conceito de morte permanente, que eu teria que levar meu novo sobrevivente até meu velho sobrevivente que havia sido zumbificado, matá-lo, e aí recuperar o conteúdo da mochila que eu desesperadamente precisava para sobreviver, era enervante e muito muito refrescante. Eu me lembro também de não pensar que ele era fantástico.

Agora, com a Ubisoft querendo se recuperar das terríveis vendas do Wii U e do investimento feito para levar vários dos seus jogos para a plataforma, o game foi relançado para o XBOX One e o PS4.

Seria que eu deveria chamá-lo de Zombone ou Zomps? Zombi… sem o U… parece tão… tão…

Comum?

E quão comum será que Zombi ficou, quase 3 anos depois de seu lançamento, num mercado que já tem expoentes como Dying Light e State of Decay? Quão melhor, ou pior, sua experiência se tornou?

Igual, me vem a mente. Mas seria mentira. Sem o Wii U Game Pad Zombi se torna uma mera sombra do que foi outrora. Um corpo sem alma, sem nada do que verdadeiramente o tornava individual, forçado a se levantar de seu descanso por forças além de seu controle. O nome do game não poderia estar mais correto em determinar exatamente o que ele se tornou nos novos consoles: Um Zumbi.

E para entender porque a experiência ficou fraca é necessário entender alguns pontos. Zumbi, assim como Zumbi U, não é um jogo feio – mas está a léguas de distância de ser considerado um jogo bonito. E com a nova geração bailando suavemente, com seus mundos abertos, suas iluminações dinâmicas e suas texturas de altíssima resolução, Zumbi ficou graficamente relegado aos últimos meninos que são escolhidos na educação física.

Gráficos meramente servis

A arquitetura é notavelmente last gen. Alguns novos truques de iluminação foram implementados ao motor visual, cortesia das máquinas consideravelmente mais poderosas que estão rodando o game, mas nada que vá levar você ao nirvana das experiências gráficas. Sem falar que as texturas continuam basicamente as mesmas, e, com quase nada de névoa, e com a névoa com um efeito correto de semi transparência, fica ainda mais evidente que este jogo não estava exatamente tentando ser o próximo Crysis.

Se o gráfico não encantou o som faz um serviço muito melhor. As músicas são bem escolhidas e passam bem a sensação de isolamento e de medo constante, enquanto os sons dos infectados vão realmente te deixar amedrontado. Os efeitos sonoros e o som direcional são usados com maestria no game e ajudam um bocado a você constantemente se sentir oprimido. Some a tudo isso o fato que os Zumbis são rapidamente atraídos por sons e você tem um bela receita para paranoia.

Infelizmente é no gameplay e no controle, na verdade na interação de um com o outro, que o avi”ao que é Zumbi perde os dois motores. E a cabine do piloto. E explode. Enquanto carrega uma carga de Trinitrotulueno (TNT).

Sabe aquela tela no meio do controle? Então… ela só existe no Wii U!

Zombi U foi desenhado desde o início para ser um jogo para o Wii U. Ele foi desenhado para ser usado com um controle que tinha uma tela no meio – de forma que toda vez que você fosse usar seu inventário, você tinha que tirar os olhos da tela e perder preciosos segundos olhando para o próprio colo. Não só isso mas o aparato também era usado para escanear telas, como sensor de movimento e como controle de diversos maquinários e das mesas de melhorias pelo jogo – todas ações que também resultavam na necessidade constante do balanço entre prestar atenção as coisas a sua volta e ou, fazer o que era necessário para prosseguir/sobreviver. Abrir a mochila de forma a conseguir recarregar a pistola ou mudar de arma era uma situação tensa, pois exigia perder a atenção e se abrir a um ataque de um Zumbi. Usar uma mesa de melhoria para incrementar uma shotgun aumentava sua chance de sobrevivência, mas gerava barulho e fazia você tirar os olhos da tela.

Esse ecossistema bem balanceado era a vida e alma de ZombiU. E isso se perdeu em Zombi.

Os controles funcionam bem no PS4? Claro que funcionam. Eles lembram uma versão mais dura e menos otimizada de Dying Light, mas, com a inclusão de duas novas armas melee, funcionam bem. Mas um mapa enorme no canto inferior da tela, que pode ter um detector de movimentos ativado com um botão, sem que você tenha que tirar os olhos da tela em nenhum segundo é muito menos bacana do que a opção inicial – isso sem contar no mapa enorme, lá, facilitando seu andar e te impedindo de se perder, o tempo todo visível, como se o seu personagem estivesse usando Google Goggles. O jogo não pausa para usar o inventário – mas as bordas da tela ficam visíveis, permitindo que você continue atento a qualquer possível movimento. Eu podeira, literalmente, ficar citando pequenas diferenças que diminuem, imensamente, o charme dessa nova versão, que nem mesmo pode ser chamada de Remake, mas eu acredito que vocês já entenderam.

Gráficos melhorados? Mesmo? Onde?

Zumbi é ZumbiU fora do Wii U. E, como um peixe fora d’água, todas as vantagens que garantiam a ele prosperar em seu ambiente natural trabalham contra ele no seu novo ambiente. Sem a tela que quebre a ação e te force a prestar atenção em dois lugares ao mesmo tempo ele é simplesmente um Dying Light com uma história bizarra que se passa em ambientes pequenos e relativamente lineares. E que não tem Parkour. E nem graça.

Se você não teve como provar do game no Wii U e está curioso sobre o título, que é tão bem falado na plataforma original, o preço de quarenta dilmas parece bem apropriado. Agora, se você está esperando uma nova experiência em termos de jogos de terror para o PS4 ou no One, vá para Until Dawn e Alan Wake (do 360, via retrocompatibilidade) respectivamente.

Acuada Microsoft volta atrás com TODA a sua política de DRM e Online para o XBOX One!

Eu acho que essa é uma das melhores notícias que eu já dei no Mini até hoje. Sério! Depois de falar aos quatro ventos sobre sua política online (nada de jogos usados, aparelho tendo que se registrar no servidor da Microsoft a cada 24 horas, nada de emprestar jogos para amigos, etc…) a Microsoft se viu em uma situação um pouco complicada.

Milhares de compradores começaram a cancelar seus pacotes de pré compra (que, detalhe, custaram bem mais do que o custo final do aparelho, US$ 499, seria)  e as vendas do PS4 explodiram (a maioria das lojas americanas não aceita mais pré compras do aparelho da Sony pois a empresa não consegue confirmar mais datas de entrega).  A EB Games, uma das maiores e mais conhecidas redes de lojas de jogos dos EUA,  assim como duas franquias de supermercados simplesmente se negaram a colocar o aparelho nas suas prateleiras com o foco no online (e a restrição a jogos usados) forçadas pela Microsoft. A GameStop, forçada por contrato a continuar vendendo o aparelho, começou, em loja, a direcionar os usuários a comprarem o Wii U ou o PS4, e paralizou, pós E3, as pré vendas do XBOX One. A situação parecia desesperadora para a M$.

Mas alguém lá dentro teve uma luz, um momento de inspiração: leu os blogs, sites e foruns e disse “Ei! Eles estão reclamando da nossa política online! Por que não mudamos ela e enchemos o rabo de dinheiro como fizemos com o XBOX 360!” – Espero que esse cara seja promovido a presidente vitalício.

De qualquer forma o fundo ficou sobressaltado hoje quando Don Mattrick, presidente de entretenimento digital da Microsoft, veio a público dizer que “Estamos acompanhando de perto o feedback das reações do público a E3 e ouvimos vocês. Nós entendemos que, para vocês, a possibilidade de emprestar, vender ou comprar seus jogos, da maneira como vocês fazem hoje, carregando-os em mídias físicas, é muito importante para vocês. Dessa forma estamos, através de uma alteração de firmware a ser realizada no primeiro dia do aparelho, desativando as funções de contato constante com o servidor da MS assim como desabilitando os sistemas de controle de conteúdo.”. Fantástico!

O executivo ressaltou, no entanto, que haverão perdas decorrentes da mudança “Você não poderá mais acessar seu catálogo de jogos, online, de onde estiver. E estamos repensando diversos conceitos de processamento em nuvem que haviam sido desenhados para o console. Mas estaremos sempre prontos para atender o desejo do consumidor.”. Ou seja, terei que carregar meus discos comigo. Como eu fazia com meus cartuchos… desde os meus 6 anos de idade. Não vejo problema algum com isso.

Mas e agora? Será isso suficiente para devolver para a Microsoft sua fatia de mercado? Os exclusivos do PS4 farão o peso que tem? Só o tempo dirá!

 

Pré Vendas do PS4 triplicam depois da E3! Número de desistências do pacote XBOX One Day One passam das casas das 1200 unidades na rede Game Stop!

Ops! Parece que o público americano resolveu utilizar suas carteiras para protestar contra a posição da Microsoft de proibir jogos usados e manter seu aparelho online o tempo todo! Segundo dados da própria Game Stop, a maior rede de lojas especializados em videogames do EUA, logo depois da terça feira milhares, literalmente, milhares de desistências começaram a ocorrer relativos a pré compra do XBOX One, enquanto as pré vendas do PS4 explodiram!

A própria Sony se assustou com o súbito aumento de pré vendas. Segundo Adrewn House, diretor de vendas da empresa, “Pode ser que não tenhamos unidades no dia do lançamento para venda aberta ao público. Vamos nos esforçar para aumentar a produção e evitar gargalos e tropeços no lançamento”.

Parece que, além de aumentar as vendas da Big N a microsoft se tornou sua pior inimiga. Hora de rever os posicionamentos MS?

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E3 2013 – O projeto Spark da Microsoft e como ele pode revolucionar a produção de videogame!

Vocês conhecem Little Big Planet? Não? É um jogo exclusivo do Sony, com versões para o PS3 e o Vita, que, embora seja um senhor side scroller por si só, ainda permite que você crie seus estágios e seu estilo de jogo entre milhares de opções. O jogo criou uma comunidade forte e firme online que tem mais de 6000 estágios (Sim! 6000 estágios!!!) disponíveis para utilização, indo de versões de fases de Super Mario World e Sonic 1 para adaptações de filmes e quadrinhos famosos!

Agora a microsoft vem mostrar que, o poder debaixo do capô do XBOX One, pode melhorar esse conceito. Ela traz a vida project Spark, jogo ainda sem nome final de lançamento, que permitirá construir outros jogos, em 3D, sem limitações aparentes e com muita facilidade, com uma combinação de Kinect 2.0 + Smart Glass. O projeto/game/conceito realmente parece que vai alçar os criadores amadores a novos níveis e, talvez, desbancar o contéudo de LBP e do RPG/Game Maker.

E aí? O que acham?

E3 2013 – Microsoft dá na cara de quem não tem conexão de internet de qualidade! Na boca!

Segundo o (récem contratado) novo diretor de entretenimento da Microsoft, Don Matrick, a MS tem um produto que atende aos usuários que não tem uma boa qualidade de conexão “Nós temos um produto que atende ao público cuja a internet não acomoda as conectividades do One. Chama-se XBOX 360”.

Ouch! Sério mesmo? Você acaba de dizer para seu público pagante algo semelhante a OLHA… SE VOCÊ QUISER VOCÊ COMPRA O ONE… OU NÃO… NÃO FAZ DIFERENÇA PARA NÓS!

E o cara, provando que o fiasco de meses atrás, do antecessor dele, no twitter, não era uma coisa solta no ar, prossegue “Nós fizemos muita pesquisa de mercado, verificamos todas as possibilidades e estamos felizes com o resultado final. Nossa escolha foi a mais acertada” e ainda deu mais uma na boca dos gamers “Estamos acompanhando de perto a repercussão de nossa decisão no twitter e nos blogs e, acho, que as pessoas estão exagerando na reação. Vivemos em um mundo conectado e nosso produto é um produto conectado. O futuro é nessa direção.”

Meu Deus! Dá onde você tirá esse tanto de orgulho? Do umbigo?

Sabe como você soa? Você soa como Kaz Hirai, presidente da Sony, em 2006, dizendo: “O PS3 vai vender 500 milhões de unidades mesmo se não tiver um único jogo!”. É assim que você soa peido do capeta!

E o desgraçado não fica quieto: “Eu li uma reclamação no twitter – ei… eu estou em um submarino nuclear, eu não tenho como conseguir conexão aqui. E eu consigo ter empatia pela pessoa, mesmo não sabendo como é estar em um submarino nuclear, de que deve ser difícil ter uma conexão de internet em uma situação dessa. Mas, hey, infelizmente, se você está num submarino nuclear, ou em uma região sem boa conexão de internet, você vai ficar desapontado.”.

Eis o que vai acontecer nessa geração….

6hT5x

 

Microsoft… me desapontando num nível que eu não esperava de vocês!

E3 2013 – O que poderia ser melhor que Alan Wake? Que tal uma trama envolvendo o fim do TEMPO? Seja bem vindo a Quantum Break!

A Remedy é uma companhia fantástica, que, infelizmente, devido ao tamanho, só consegue colocar um jogo no mercado a cada, sei lá, 5 anos. E quando ela põe…. Gezuis… é animal!

E a nova brincadeira da produtora é Quantum Break, um jogo de mistério e intriga, bem ao estilo de Alan Wake, que brinca com a ideia de que o Tempo, com letra maiúscula, o tecido do tudo, esta se fragmentando. E uma intriga imensa surge da necessidade manter o tempo funcionando.

Se Alan Wake for algum indicativo, esse game será mais do que animal!

E3 2013 – Data e preço para o XBOX One – inclusive no Brasil

OK!  Vamos falar de lançamentos! O XBOX One chega ao mercado no dia 05 de Novembro, nos EUA,  desse ano pelo bagatela DE US$ 499,99. Isso é o aparelho + Kinect + Controle + 14 dias de XBOX Live. A Microsoft vai colocar um outro modelo, de venda do aparelho + Live, mas isso não estará disponível no lançamento. O aparelho sai em 21 países, entre eles o Brasil, simultaneamente. Aqui o aparelho será vendido numa caixa voltada para o público brasileiro, por, pasmem, R$ 2199,00, com tudo que vem na americana e mais um jogo, ainda não revelado (mas que provavelmente será o do Kinect novo).

Microsoft… isso é um pouco caro lá fora… e EXORBITANTEMENTE CARO aqui no Brasil. Reveja esse posicionamento de mercado! Urgente!

xbhd

E3 2013 – Mirror´s Edge 2 – Porque a gente não pode passar a vida vivendo de boatos!

Sim! Depois de milhares de boatos e mais de dois anos discutindo as repercussões financeiras a EA finalmente abre o bolso, e a alma, a continuação de um dos jogos mais legais que joguei na minha vida: Mirror´s Edge. O jogo original era fantástico e, pelo trailer, a continuação dá sinais que será ainda mais legal – dêem uma olhada…

Como diria um amigo meu… tão.. tão feliz!