Ladrão que rouba Ladrão tem cem anos de perdão!!! Os assessores que roubaram 36 mil dólares da Activision não vão cumprir pena!

A executiva de ações públicas da Activision Europa Kathryn Kirton e seu assistente Jamie Kave, desviaram de sua “honesta” empresa, algo próximo de 36 mil doletas… e foram pegos. Kathryn desviou £18,963 para pagar por uma festa de noivada, despedida de solteiro do novio e em mobilar um flat (pouco menos de US$ 29.000,00) enquanto seu comparsa gastou  £5,000 EM UMA TARDE em um violento e incontrolável ataque de compras (algo em torno de US$ 7.600,00). Esse movimento imenso é que chamou a atenção da Activision.

Segundo um porta voz da empresa “Ambos (Kirton and Kaye) confirmaram que são culpados de fraude” mas a justiça britânica que está julgando o caso vai deixar os dois em liberdade após o pagamento da multa indenizatória à Activision no valor de cinco mil libras. Ou seja… a EA ainda perde uns US$ 30.000,00.

O caso é chato e todo ladrão deve ser punido… mas sendo a Activision a atingida, não consigo evitar uma risada!

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Com esse rosto não é a toa que ELA teve que pagar por todos os custos do casório!!! ^_^

 

Capcom corta pela metade expectativa de lucro do ano!

E culpa o excesso de terceirização!

Como é que é? A empresa escolhe passar suas principais franquias (como DMC ou Resident Evil) para serem desenvolvidas fora de casa e aí solta um comunicado culpando o “excesso de terceirização” por saber que não vai conseguir alcançar as expectativas de lucro repassadas aos acionistas?

Quem diabos ela quer culpar? É como assinar um atestado de incompetência!

Agora a capcom pretende “Restruturar a companhia”: “Pretendemos restruturar a companhia toda. Antigamente desenvolvíamos nossas PI (Propriedades intelectuais) internamente e criávamos novas conforme as idéias iam surgindo. Infelizmente isso morreu conforme a empresa foi crescendo. Agora temos uma nova chance de começar com essa metodologia para uma nova geração de videogames. Não vamos deixar como está.” disse um porta voz da empresa. Então deixa eu ver se eu entendi. Vocês mandam embora o criador de Mega Man, cortam a Capcom Fênix, seu principal estúdio interno, mandam embora seu time “V” que criava propriedades intelectuais – tudo em nome do dinheiro – e agora vão fazer exatamente o que faziam anos atrás quando eram bem sucedidos?

Quem dirige essa empresa? O Pateta?

A Capcom agora espera recuperar as baixas vendas de “DMC” e “RE6” com “Remember Me” e “Monster Hunter 4” na atual geração e “Deep Down” na próxima. Vamos ver se funciona.

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Metal Gear Legacy a caminho do PS3!

E o que diabos é Metal Gear Legacy? Bom… é uma caixa especial contendo Metal Gear Solid 1 + Virtual Missions (do PS1), Metal Gear Solid 2: Substance HD (do PS3), Metal Gear Solid 3: Subsistance HD (do Ps3), Metal Gear Solid: Peace Walker HD (do Ps3), Metal Gear Solid 4 (do PS3), Metal Gear (do MSX) e Metal Gear 2 (do MSX) mais um porrilhão de documentários, propagandas e materiais extras da produção de todos os games.

Por razões óbvias (MGS 4) a caixa ficará exclusiva ao PS3 e será vendida, a partir de Julho.

Se você estava esperando uma razão para mergulhar em MGS… ei-lá!

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Jogando: Gears of War Judgement – Take 1 – Por Felipe Bannwart Perina

“Gears of War”, franquia exclusiva da Microsoft, anteriormente desenvolvida pela “Epic”, agora está nas mãos da “People can Fly”, e a empresa que nos deu “Bulletstorm” realmente não desapontou.

Seguindo a mesma estratégia da “Bungie” com “Halo” (que também transicionou a franquia para outra equipe, a “343”, com o game “Halo: Reach” antes de lançar seu “Halo 4”), “Gears of War: Judgment” foi visivelmente concebido para não ser uma sequência. Ele não é “Gears of War 4”, e isso é interessantíssimo por vários fatores.

Primeiramente, havia uma chance (remota) do jogo não estar à altura dos anteriores, mas mais do que isso, “People can Fly” adotou um ritmo e um fluxo diferente para o jogo. O jogo apresenta-se e tem o feel dos “Gears of War”, com anabolizantes.

A campanha passa-se antes dos outros games da série, o que é uma boa desculpa para novos jogadores entrarem na festa. As primeiras remessas do “Gears of War: Judgment” trazem até um código a ser resgatado pela XBOX Live em troca do primeiro jogo da série, em versão digital sob demanda.

“Gears of War: Judgment” apresenta alguns novos personagens, e alguns já conhecidos dos fãs da série, mas, por ser um “prequel”, novos jogadores não ficarão perdidos, e veteranos são presenteados com vários “easter eggs” pelo caminho. Bônus: existe uma campanha ‘extra’, que se passa durante o “Gears of War 3”!

Seguindo a estrutura de “Gears of War 3”, a campanha pode ser jogada em modo cooperativo com até 3 amigos. A inteligência artificial é decente, mas o jogo brilha ao ser jogado com outras pessoas (como é tradição com a série).

O modo multiplayer é, na minha opinião, o melhor que a série já ofereceu. Construído sobre os alicerces firmes da série, com pequenas melhorias nos modos de jogo, no equilíbrio das armas e na agilidade para encontrar jogos, “Gears of War: Judgment” nos oferece uma experiência fluida e consistente, tão rara no mercado nos últimos anos (Battlefield3, eu estou olhando para você furiosamente).

Praticamente tudo no jogo transpira competição, desafio e recompensas: Mini recompensas, e mega recompensas. As fases da campanha são divididas BEM claramente. A primeira reação que eu tive foi uma quebra no fluxo de jogo. Mas… o que acontece é outra coisa: o jogo adota uma fórmula “3 estrelas” (pense: “ANGRY BIRDS”). Cada fase tem uma série de objetivos opcionais (que a deixam mais difícil). Tudo que você faz na fase, quantos monstros mata, como mata, quais armas usa, contam pontos para essas estrelas. De quebra, você ainda vê um placar com teus amigos da Live.

Além disso, muitas recompensas são dadas em forma de “caixas”, todas com presentes aleatórios, divididos em categorias. Caixas podem ter de presentes simples como pontos de experiência (sim, como já é de praxe nos shooters da atualidade, existe uma progressão de níveis no jogo, números usados para equilibrar as partidas), até presentes mais “épicos” como skins para armas, personagens novos e MUITOS PONTOS DE EXPERIÊNCIA.

Ainda falando do multiplayer, existem três novos modos, além dos já conhecidos pelos jogadores veteranos: temos Overrun (baseado em classes, onde um time de COGs e um time de Locust se revezam para defender e destruir um reator), Survival (que é basicamente Overrun com seus amigos, defendendo seu Reator contra ondas de Locust controlados pelo computador), e Master at Arms (adicionado em um DLC, é um Free For All, onde cada jogador começa com uma arma, e vai ganhando outra, mais poderosa, a cada morte, até matar com todas as armas do jogo).

Como ponto negativo, tenho a dizer que não existe o modo
“Horda” neste jogo. Espero que isso seja incluído em algum DLC futuro.

Pra quem gosta da série: compre este jogo.
Pra quem não conhece a série, mas gostaria de conhecer: compre este jogo. De preferência LOGO, pra garantir seu “Gears of War” clássico.

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Esse review foi feito pelo senhor Felipe Banwart Perina, gamer, entusiasta do mercado, amante de gatos, fã de Baconeze (aliás… quem não é) e, em um presente aos fãs do Mini e a ele mesmo, fazendo aniversário hoje! Parabéns Fozzimus!

Dossiê 720 – Relaxe! Sua Gamer Tag vai com você para o seu 720!

O Mini inaugura uma nova coluninha que deve durar até 21 de Maio deste ano, quando a Microsoft vai finalmente mostrar o seu console – enquanto isso nós vamos reunir todas as informações possíveis e imagináveis para trazer para vocês um pouco do novo monstro que está, aparentemente, surgindo no horizonte para morder a bunda do PS4.

E uma das notícias mais legais é que seu Gamer Tag, aquela identidade de jogador que tem quais games você jogou, seu gamer score, e tudo mais, vai com você para seu próximo videogame. A Microsoft confirmou que os Gamer Tags serão transferidas integralmente para o 720 e modernizadas, sem perderem as funcionalidades atuais no XBOX 360. Ou seja: duas fontes de achievements funcionando em paralelo!

Preciso comprar um criança chinesa para jogar meu 360 quando o 720 chegar!

Não só isso mas seu Gamer Score não vai zerar, embora qualquer um vendo sua pontuação verá o quanto foi gerado no 720 e o quanto veio do 360. E isso é muito muito bom!

Microsoft… faça de mim um crédulo!

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Dossiê 720 – Os novos achievements

A apresentação do aparelho ao mundo será no dia 21 de Maio mas a Microsoft não consegue mais segurar a boca fechada sobre seu novíssimo destruidor de mundos. E depois de confirmar que você poderá levar seu GameTag intacto, com seus achievements para o seu 720, ela confirma como funcionarão os achievements no novo aparelho.

O novo “teto” oficial de Achievements por jogo será de 2000 Gamer points (ao contrário dos atuais 1200 – prevejo milhares de jogos explodindo de achievements) e os DLCs terão um novo “teto” de 1000 Gamer Points. Só que os tetos são só para o lançamento! Sim! Agora as empresas poderão colocar achievements diariamente/semanalmente/mensalmente conforme acharem necessário! Por exemplo, se um desenvolvedor perceber que certas áreas do jogo dele não são visitadas ou que certas armas não são utilizadas ele pode, on fly, incluir um achievement visando aquilo, como “Use um caminho tal para chegar a tal lugar – 10 G” ou “Mate 50 inimigos com a arma H – 25 G”. Os jogadores receberão uma mensagem não intrusiva, quando acessarem o game, que novos achievements foram disponibilizados para aquele game.

Fantástico! Mas ainda mais fantástico são os cross achievements!

O que são cross achievements Tio Marcel?

Que bom que você perguntou criança de voz irritante que mora na minha cabeça! Cross achievements são achievements feitos com partes em dois ou mais jogos da mesma companhia! Por exemplo: A Ubisoft lança “Assassin´s Creed 4: Black Flag” e “Splinter Cell: Black List” – pode existir um cross achievement que diga “Mate 50 inimigos usando uma pistola de pederneira em Black Flag e mais 50 em Splinter Cell – 25 G” ou a companhia pode te dar um achievement por continuar uma determinada franquia; comprando Assassin´s Creed 5 depois de ter jogado o 4 você já ganha um achievement chamado, sei lá, “Continuando a história – 10 G”.

E então? Revolucionário ou só mais um jeito de nos deixar viciados? Deixem suas posições aí embaixo!

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Nintendo não vai estar na E3!!!

Calma! Calma! Eu explico! Pela primeira vez desde a criação da feira a Nintendo não terá uma apresentação (press conference show) como no modo dos outros anos. Segundo a própria big N a empresa se concentrara em eventos japoneses e americanos menores e mais direcionados, assim como em manter uma linha direta com seu público através do Nintendo Direct.

Então… pela primeira vez na história, nós não teremos uma apresentação da Nintendo. Teremos boots, demonstrações de produtos e tudo mais, mas não uma apresentação deles. Em discussão com o Mahou (nosso colaborador), nós do Mini achamos isso um erro brutal, no nível do Nintendo 64 usar cartuchos: A E3 É o espetáculo de games do planeta! É o lugar para mostrar o que se está fazendo e porque é legal gastar no seu console! E estando fora de lá a Big N pode perder espaço em mídia em um momento que ela, por causa do Wii U, desesperadamente precisa!

Mas, no passado, a Nintendo sempre tomou decisões bizarras que acabaram se provando corretas – como lançar um videogame com um controle que  parecia um controle de tv. Resta saber se essa mais uma das sacadas de gênio…

… ou mais um virtual boy.

Deixem suas opiniões aí embaixo!