A cada nova informação que eu tenho de Destiny….

… mais épico o projeto da Bungie se torna. Se for confirmado que é, realmente, um jogo de lançamento da próxima geração, serei obrigado a fazer um empréstimo!

LucasArts Fechada! Sim… infelizmente não é primeiro de Abril!

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A LucasArts, empresa de videogame de George Lucas, parte do império da LucasFilms, criada em 1982 para trabalhar com as licenças de filmes do diretor em formato interativo, acabou de fechar as portas. Depois de ser arrebatada pela Disney, junto com o restante do Império de Lucas, a empresa foi, simplesmente e na falta de uma palavra melhor, fechada as pressas por uma decisão comercial. Um porta voz da LucasFilms, empresa mãe da LucasArts, explica:

“After evaluating our position in the games market, we’ve decided to shift LucasArts from an internal development to a licensing model, minimizing the company’s risk while achieving a broader portfolio of quality Star Wars games. As a result of this change, we’ve had layoffs across the organization. We are incredibly appreciative and proud of the talented teams who have been developing our new titles.” (Depois de analizar melhor nossa posição de mercado nós decidimos por mudar o sistema de trabalho da LucasArts de desenvolvimento próprio interno para um modela por licenças, minimizando o risco para a companhia enquanto conquistamos um portfólio mais largo de jogos de Star Wars de qualidade. Como resultado dessa mudança nós tivemos dispensas maciças por toda a companhia. Nós somos incrivelmente orgulhosos e apreciativos da talentosa equipe que vinha desenvolvendo nossos novos títulos.).

O que isso significa para todos os projetos da Empresa? Morte, pura, simples e clara! StarWars 1313, o projeto mais caro da companhia, pode, ainda, conseguir sobreviver se licenciado para alguma empresa externa terminá-lo e lançá-lo, mas as chances são remotas.

Então, se você, como eu, gostava dos adventures em “SCUMM” (uma espécie de Engine para Adventures da década de 90) e de jogos inesquecíveis como Star Wars – Dark Force, meus sentimentos.

LucasArts, nós honraremos seu legado!

Injustice – Gods Among Us está fazendo muito barulho. Mas será que vale a pena?

Desde de que foi anunciado, a cerca de 1 ano e meio atrás, Injustice – Gods Among Us, o novo jogo dos dois criadores de Mortal Kombat, vem tentando, de toda forma que pode, fazer barulho sobre como vai “revolucionar os jogos de luta” e “revolucionar os jogos de super-heróis. Agora, na porta do lançamento (que ocorre dia 16), o game ainda está tentando seduzir todo mundo com mais um trailer

 

O que vocês acham? Sinceramente eu estou decepcionado o suficiente com MK vs DC para continuar decepcionado por umas 6 vidas, mas o que vocês vem nesse trailer? Será que Injustice – Gods Among Us fará justiça? Ou será apenas mais um bizarro? Deixem suas opiniões aí embaixo!

Jogando: Luigi´s Mansion: Dark Moon

Eu tenho um 3DS desde a semana do lançamento dele. E nunca, nem por um segundo, me arrependi da compra. Através dele eu passei horas e mais horas de diversão e a Big N, com o programa embaixador, mais do que me devolveu os valores mais altos que paguei em minha aquisição. Agora, quase 2 anos depois do lançamento do portátil, um dos jogos de anúncio do mesmo chega as minhas mãos.

E a Nintendo faz a mesma mágica que tem feito desde de que eu tinha 6 anos.

Se você não conhece Luigi´s Mansion, eu te apresento. Luigi´s Mansion era o jogo de lançamento do GameCube, em 2001. Nele, em gráficos absurdos para época, controle imensamente funcional e som sensacional, Luigi, o irmão não tão bem sucedido da família Mario, tenta encontrar o próprio irmão em uma mansão que ganhou em um concurso (que ele não participou). Ele rapidamente descobre que a Mansão está cheia de fantasmas e que eles aprisionaram Mario, recebendo, em seus magros e estranhos ombros, o peso de ser o herói e salvar seu irmão.

Meu Deus! Eu ainda jogo isso! E ainda é muito legal!

O jogo foi um sucesso de crítica e público, que, infelizmente, Miyamoto não quis continuar imediatamente. Foram várias idas e vindas até a Nintendo liberar uma continuação para o game, sendo anunciado no Wii (e aí cancelado) e no DS (e cancelado de novo), até, por fim, aterrissar no 3DS. Como eu disse lá em cima, era um dos jogos anunciados junto com o novo console. E levou quase 2 anos para chegar nas nossas mãos.

E valeu cada segundo.

Luigi´s Mansion: Dark Moon (Ou só Luigi´s Mansion 2 – no Oriente) não é mais do mesmo. É uma reinvenção completa do conceito do game e um dos melhores jogos disponíveis no pequeno valente da Nintendo. E isso se deve a uma mistura charmosa de simplicidade e profundidade. O controle é simples ao extremo e imensamente funcional, com Luigi contando, essencialmente, com apenas dois itens, uma lanterna (que ilumina o coração dos fantasmas, permitindo capturá-los) que pode receber um upgrade de luz negra (que mostra itens invisíveis e Boos) e o Poltergust 3000 (o aspirador-de-pó-que-suga-fantasmas). E centenas, literalmente centenas, de pequenos puzzles são desenhados a volta do uso inteligente desses dois. Sem falar que o personagem principal desta pequena aventura não é Luigi, mas a mansão em si – cada sala é como um pequeno diorama, que fica ainda melhor em 3D, com pequenos detalhes visuais chamando atenção para bônus e colecionáveis (em minha primeira passada pelo game consegui pegar menos de 50% de tudo disponível lá…) e muito muito charme. Olhar por frestas, rachaduras e janelas é ver uma piada atrás da outra envolvendo os enlouquecidos (pela Lua Negra) ajudantes fantasmais do Dr Egad tentando jogar tênis ou tomar chá. É fascinante.

Graficamente o jogo é excepcional. As texturas são ricas, a animação soberba e atmosfera perfeita. Os fantasmas tem física diferenciada (atravessando certos objetos mas não outros, deixando resíduos quando molhados ou congelados, ateando fogo em objetos próximos, etc…) conforme a “espécie” e os cenários são fantásticos. Assim como em Super Mario 3D Land e Ocarina of Time 3D, o uso do 3D é feito com cuidado e com carinho, pensado de base mesmo, deixando tudo ainda mais legal – é realmente assustador ver um fantasminha saindo do nada, em cima de você, da tela.

E se os gráficos + jogabilidade não tivessem fechado o pacote, o som com certeza faria a venda. As músicas são esparsas e imensamente bem utilizadas, com vários remixes das versões do Cube e novidades agitadas (e calmas) assinadas por ninguém menos que Totaka-Sama (o homem por trás das músicas de Animal Crossing, Mario Paint, Wii Sports e Super Smash Bros Brawl). As vozes do Dr Egad e de Luigi são imensamente bem escolhidas e não cansam nem irritam (principalmente porque Luigi fala o tempo todo com medo e não para de falar….) e os sons, tanto dos ambientes quanto dos fantasmas, são muito muito legais. Um exemplo de como usar o som em um portátil.

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Então é uma compra certa, Marcel? Com a mais absoluta certeza! Se você tem um 3DS você tem que fazer a si mesmo o favor de comprar Luigi´s Mansion: Dark Moon – é um jogo excelente, muito muito muito bem feito, e com um constante “q” de retorno as raízes do Cube. Só não é perfeito por ser compartimentalizado (no primeiro Luigi´s Mansion você podia andar livremente pela mansão – neste você é enviado a partes dela em cada missão) e porque força o uso de certos apetrechos do 3DS (como o giroscópio  por exemplo) que acabam comprometendo o 3D e dificultando a vida de quem, como eu, as vezes usa o portátil dentro de um ônibus. Isso não tira o brilho desta joia, no entanto, e você tem que tê-la em sua coleção. Bom divertimento e feliz caçada!