Jogando Gears of Wars 4 (Xbox One) [Madrugatina] Live de 13/01/2019

Aqueles tiros da madrugada que você já estava sentindo falta!

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A Microsoft quer você na live Gold!!! Tipo… realmente quer….

O XBOX One terá uma câmera, obrigatória, voltada para você que grava imagens em 30 frames e em 720P. Quer usá-la para colocar um vídeo seu no Youtube? Claro – pague a assinatura Gold da Live! Que tal usar seu Netflix para relaxar entre suas partidas single player ? Sem dúvida – Pague sua assinatura da XBOX Live Gold!

Hulu – Live Gold. Last Fm – Live Gold. Rdio – Live Gold. Não importa se você já paga pelo serviço, para acessá-lo no XBOX One VOCÊ TERÁ QUE PAGAR A LIVE GOLD! Sem saída!

O que vocês acham disso? Certo? Errado? Grotesco? Deixe suas idéias aí embaixo!

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E3 2013 – Data e preço para o XBOX One – inclusive no Brasil

OK!  Vamos falar de lançamentos! O XBOX One chega ao mercado no dia 05 de Novembro, nos EUA,  desse ano pelo bagatela DE US$ 499,99. Isso é o aparelho + Kinect + Controle + 14 dias de XBOX Live. A Microsoft vai colocar um outro modelo, de venda do aparelho + Live, mas isso não estará disponível no lançamento. O aparelho sai em 21 países, entre eles o Brasil, simultaneamente. Aqui o aparelho será vendido numa caixa voltada para o público brasileiro, por, pasmem, R$ 2199,00, com tudo que vem na americana e mais um jogo, ainda não revelado (mas que provavelmente será o do Kinect novo).

Microsoft… isso é um pouco caro lá fora… e EXORBITANTEMENTE CARO aqui no Brasil. Reveja esse posicionamento de mercado! Urgente!

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E3 2013 – Dois jogos de graça, por mês, para usuários Gold da XBOX Live

Por mais estranho que possa parecer! Começando em julho e continuando até o lançamento do Xbox One, a Microsoft vai dar, dar, de graça, sem nenhum custo, dois jogos gratuitos, por mês, para os usuários da XBOX Live Gold.

E esses jogos são seus. Para você manter. Para sempre. Seus… seus mesmos… sem truques.

Eu acho isso uma senhora demonstração de respeito aos usuários que fizera, a plataforma deles dar certo. E vocês…  o que acham?

 

Dossiê 720: sem retrocompatibilidade e novas notícias sobre “estar sempre online”

Segundo mais documentação da Microsoft vazada por desenvolvedores o novo 360, tristemente, não terá retrocompatibilidade total. Ainda se espera uma posição final da Microsoft do que isso pode significar mas, ao que parece, certos títulos do console, se adquiridos via Xbox Live em formato digital, poderão ter alguns recursos utilizados. Mas a notícia é que você terá que manter seu velho 360 com você, caso queira continuar detonando aquelas partidas de Halo 4 e Forza 4. Ainda não há um posicionamento oficial sobre os games disponíveis como “Arcade Titles” da Xbox Live, mas tudo indica que continuarão jogáveis normalmente no seu 720.

Agora, vamos tirar o elefante branco do meio da sala, “Always ON”! O medo que está atingindo 11 em cada 10 usuários do Xbox 360 e que pode, em muitas regiões do país, realmente acabar com a sua diversão. Internet no Brasil é cara, lenta e, muito, instável, o que poderia impedir o uso do 720. Com relação a isso a microsoft soltou, através de seu sempre simpático Major Nelson, um posicionamento para que o mercado relaxe. “A opção de always on será deixada na mão dos desenvolvedores.” disse a Microsoft em nota a imprensa, onde prossegue “O aparelho é muito mais rico e foi desenhado para funcionar online o tempo todo. Sabemos que nem sempre isso é possível, mas a questões tecnológicas e de design ligados a essa questão. Certos desenvolvedores exigirão uma conexão constante e firme para o uso de seus produtos. Outros seguirão o padrão atual.” finalizou.

Então… relaxem! Teremos mais informações até o dia 21 desse mês, mas, aparentemente, não será o fim do mundo como todos pensavam. Embora a EA já tenha, como o Império Maligno que é, confirmado que SEUS games serão, todos, Always On, na próxima geração!

 

Dossiê 720 – Preço e método de pagamento

São mais de 15 fontes diferentes com a mesma posição, da Kotaku a Joystick, passando pelo Times e o Nykei. Gostemos ou não, só haverá um modelo de 720 no lançamento… mas 2 modos de pagar por ele!

Como assim, você pergunta?

Você pode optar por pagar o aparelho completo, Stand off, com o novo Kinect e um controle, pela bagatela de US$ 499,99, e depois se preocupar com Xbox Live ou qualquer outra coisa assim  OU  você pagar US$ 299,99 MAIS US$ 14,99 por mês por 2 aninhos – isso já com um contrato de XBOX Live incluído nesse preço mensal. Caso você desista da Live durante esse período uma multa contratual terá que ser paga.

É…

… 

… igualzinho um celular?!

Sim… é o mesmo método de venda de um celular. Subsidia-se o aparelho e ganha-se dinheiro com os produtos e serviços que vão rodar em volta daquele aparelho. A SEGA fez algo parecido com o Genesis nos EUA em 1991, para encarar o SNES: Vendia-se com prejuízo o console e ganhava-se de volta no lucro com controles, acessórios, etc…

Para os americanos pode ser uma opção muita boa (para nós também… mas não sabemos se a Microsoft vai trazer essa opção a terras tupiniquins): mesmo o preço total saindo mais caro que o modelo stand off (659,99 contra 619,97 do aparelho Stand Off mais dois anos de Live considerando um aumento de preço – sugerido – de 6 doletas) você gasta menos no momento da aquisição e pode comprar mais jogos a curto prazo; ou um segundo controle; ou contratar alguém para aumentar a sua sala para que você possa usar o kinect, etc…

E aí? Qual a opinião de vocês?

Jogando: Gears of War Judgement – Take 1 – Por Felipe Bannwart Perina

“Gears of War”, franquia exclusiva da Microsoft, anteriormente desenvolvida pela “Epic”, agora está nas mãos da “People can Fly”, e a empresa que nos deu “Bulletstorm” realmente não desapontou.

Seguindo a mesma estratégia da “Bungie” com “Halo” (que também transicionou a franquia para outra equipe, a “343”, com o game “Halo: Reach” antes de lançar seu “Halo 4”), “Gears of War: Judgment” foi visivelmente concebido para não ser uma sequência. Ele não é “Gears of War 4”, e isso é interessantíssimo por vários fatores.

Primeiramente, havia uma chance (remota) do jogo não estar à altura dos anteriores, mas mais do que isso, “People can Fly” adotou um ritmo e um fluxo diferente para o jogo. O jogo apresenta-se e tem o feel dos “Gears of War”, com anabolizantes.

A campanha passa-se antes dos outros games da série, o que é uma boa desculpa para novos jogadores entrarem na festa. As primeiras remessas do “Gears of War: Judgment” trazem até um código a ser resgatado pela XBOX Live em troca do primeiro jogo da série, em versão digital sob demanda.

“Gears of War: Judgment” apresenta alguns novos personagens, e alguns já conhecidos dos fãs da série, mas, por ser um “prequel”, novos jogadores não ficarão perdidos, e veteranos são presenteados com vários “easter eggs” pelo caminho. Bônus: existe uma campanha ‘extra’, que se passa durante o “Gears of War 3”!

Seguindo a estrutura de “Gears of War 3”, a campanha pode ser jogada em modo cooperativo com até 3 amigos. A inteligência artificial é decente, mas o jogo brilha ao ser jogado com outras pessoas (como é tradição com a série).

O modo multiplayer é, na minha opinião, o melhor que a série já ofereceu. Construído sobre os alicerces firmes da série, com pequenas melhorias nos modos de jogo, no equilíbrio das armas e na agilidade para encontrar jogos, “Gears of War: Judgment” nos oferece uma experiência fluida e consistente, tão rara no mercado nos últimos anos (Battlefield3, eu estou olhando para você furiosamente).

Praticamente tudo no jogo transpira competição, desafio e recompensas: Mini recompensas, e mega recompensas. As fases da campanha são divididas BEM claramente. A primeira reação que eu tive foi uma quebra no fluxo de jogo. Mas… o que acontece é outra coisa: o jogo adota uma fórmula “3 estrelas” (pense: “ANGRY BIRDS”). Cada fase tem uma série de objetivos opcionais (que a deixam mais difícil). Tudo que você faz na fase, quantos monstros mata, como mata, quais armas usa, contam pontos para essas estrelas. De quebra, você ainda vê um placar com teus amigos da Live.

Além disso, muitas recompensas são dadas em forma de “caixas”, todas com presentes aleatórios, divididos em categorias. Caixas podem ter de presentes simples como pontos de experiência (sim, como já é de praxe nos shooters da atualidade, existe uma progressão de níveis no jogo, números usados para equilibrar as partidas), até presentes mais “épicos” como skins para armas, personagens novos e MUITOS PONTOS DE EXPERIÊNCIA.

Ainda falando do multiplayer, existem três novos modos, além dos já conhecidos pelos jogadores veteranos: temos Overrun (baseado em classes, onde um time de COGs e um time de Locust se revezam para defender e destruir um reator), Survival (que é basicamente Overrun com seus amigos, defendendo seu Reator contra ondas de Locust controlados pelo computador), e Master at Arms (adicionado em um DLC, é um Free For All, onde cada jogador começa com uma arma, e vai ganhando outra, mais poderosa, a cada morte, até matar com todas as armas do jogo).

Como ponto negativo, tenho a dizer que não existe o modo
“Horda” neste jogo. Espero que isso seja incluído em algum DLC futuro.

Pra quem gosta da série: compre este jogo.
Pra quem não conhece a série, mas gostaria de conhecer: compre este jogo. De preferência LOGO, pra garantir seu “Gears of War” clássico.

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Esse review foi feito pelo senhor Felipe Banwart Perina, gamer, entusiasta do mercado, amante de gatos, fã de Baconeze (aliás… quem não é) e, em um presente aos fãs do Mini e a ele mesmo, fazendo aniversário hoje! Parabéns Fozzimus!

Quer mudar a região da sua Xbox Live? Vai ficar facinho… facinho!

Se você tentou, recentemente, trocar sua Xbox Live gringa por uma brasileira, deu de cara com um muro: A Microsoft não estava permitindo a migração entre regiões devido a uma “organização interna”.

Ora… parece que essa organização interna terminou. E, segundo a M$, um app vai ser lançado para Xbox Live que permitirá fazer a migração de forma e extremamente segura até o final de janeiro.

E a PSN, ó?!