A Lenda de Zelda: Wind Waker HD está vindo para detonar! E nós sabemos como e quando!

O jogo chega as mãos ávidas dos fãs em 08 de Outubro de 2013 (pelo menos nos EUA) e vem com uma série enorme de modificações, que vão muito além dos incríveis gráficos refeitos para a alta resolução.

Alguns exemplos das modificações são animações mais rápidas (o grapling hook não leva mais 10 segundos de animação toda vez), os itens podem ser modificados de posições (ou usados diretamente) da tela sensível ao toque, um mapa, com possibilidades de personalização e inscrições, fica disponível para você na tela do game pad, o sistema de combate foi facilitado (com o tempo de entrada dos golpes especiais – que destroçam armaduras ou cortam armas de inimigos – aumentado) entre outras pequenas modificações para modernizar o game. Mas nem de longe essas são as mudanças mais importantes.

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O jogo foi inteiro refeito para uma nova geração de jogadores e partes dele que, segundo o diretor Aonuma “Simplesmente não faziam sentido e não acrescentavam nada para a jogabilidade”, foram modificadas para não serem mais obrigatórias. Por exemplo, se você jogou o game na versão do GameCube deve se lembrar de oito mini dungeons necessárias para conseguir 8 mapas codificados, que então você tinha que descobrir onde decodificar (na tingle island) e pagar por cada mapa decodificado – pois bem… só três mini dungeons são obrigatórias agora, sendo que 5 dos mapas podem ser conseguidos de outra forma e a tingle island, e sua função, é apresentada logo no começo da “quest” com detalhamento do processo de decodificação assim como um preço mais camarada por mapa decodificado. Além disso há uma Fast clothe (Em uma tradução leve “Vela Ligeira”) que permite viajar contra o vento e em uma velocidade 3 vezes maior que a normal, que poderá ser adquirida no bazar (não se preocupe… só tem um no jogo todo). E a Pictochart, a “câmera fotográfica” do jogo, que era usada para fotografar inimigos e personagens para transformá-los em miniaturas, está de volta com uma função de auto shoot, que permite fotografar link fazendo caras bizarras ou em situações estranhas – e todas as fotos podem ser divulgadas no Nintendo Wara Wara ou nas listas de discussões.

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Do branco e preto para o sépia… Ficou lindo!

É claro que tudo isso podia facilitar demais o jogo. Então a Nintendo resolver dar um presente também para o fã hardcore. E esse presente é o Hero Mode, que remove todas as facilidades novas dadas (maior abertura de tempo de ataques, mapa com  possibilidade de registro, Fast Clothe, etc…) e ainda remove o uso de fadas, os inimigos não derrubam corações e a energia só pode ser recuperada pelo uso de poções. Ouch Nintendo! Não precisava exagerar.

De qualquer forma, para novos ou velhos jogadores, Wind Waker HD parece estar se tornando uma necessidade. E um excelente motivo para comprar um Wii U.

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Nintendo Direct – A Lenda de Zelda: The Wind Waker HD está lindo

Simplesmente maravilhoso! Segundo Iwata, o presidente da Nintendo, o jogo vai ganhar um novo modo de dificuldade (chamado Nightmare), que trará um novo layout para as dungeons, assim como gráficos que não estão só com um filtro e um upscalling, mas completamente refeitos para funcionar em um novo hardware e em um novo formato em alta definição.

Além disso o senhor Iwata confirmou que haverá um guia interna do game, como em Earthbound, disponível para ser visualizado, a qualquer momento e sem parar o seu jogo, no Wii U Game Pad – para auxiliar marinheiros de primeira viagem. Agora não tem mais desculpa…

… para o Grande Oceano! Já!

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Minicastle 7 anos – Retroreview – A Lenda de Zelda 2: A aventura de Link

Sabem quando um cantor faz sucesso com um álbum muito muito bom e, de repente, resolve que vai lançar um single em um estilo completamente diferente? Normalmente, não importa quão bom seja esse single exótico, ele será mal visto pelos fãs; uma mancha eternamente escondida no tapete mas que você, não importa quantas vezes lave, vai saber que está lá.

Isso não quer dizer que aquele single não tenha charme ou que aquela mancha seja perceptível – ao contrário! Muitos e muitos vão dizer que seu tapete está perfeito e outros tantos vão dar louros exatamente à aquele single do artista, considerando melhor do que toda a obra combinada do cara até então. É só que é tão… estranho!

E essa é a exata situação de The Legend of Zelda: Link’s Adventure. Ele não é ruim; muito pelo contrário: É um RPG de ação por visão lateral anos a frente de seu tempo com milhares de novidades e ideias excelentes. Ele só não parece… bem… Zelda.

Vamos começar pelos gráficos que, para a época, eram majestosos – pelo menos enquanto você estivesse no side scrolling ( a visão superior, na parte dos mapas abertos, eram bem mais simplória, lembrando FF1). Os personagens e inimigos eram bem animados e havia uma qualidade/quantidade boa de cenários . O som era excepcional, como esperado de um Zelda, com uma quantidade enorme de músicas vindas do mestre Koji Kondo, sempre com aquela qualidade fantástica.

O controle funcionava muito bem, com Link respondendo rápido e de forma fluída aos comandos. O problema nessa área era o gameplay mesmo – se você jogou Castlevania no NES sabe do que eu estou falando: os inimigos levam um monte de golpes para morrer, alguns deles vem voando erraticamente pela tela (impedindo seus golpes ou fazendo com que você seja acertado, várias vezes, antes de conseguir matá-los) e muitos deles tem uma área de acerto/ameaça muito maior do que a de Link, fazendo com que você tem que entrar dentro dessa área, acertar o inimigo e, só então, correr com o rabo entre as pernas para fora dela. Não ajuda em nada a causa do game o fato dele ser EXTREMAMENTE difícil – ouço dizer que o Zelda mais difícil de todos. Então some essa dificuldade toda, com uma jogabilidade meio travada e diferenças imensas de estilo com o primeiro Zelda (e com, essencialmente, todos os que vieram depois também) e você perceberá porque esse jogo não é assim tão bem falado.

Se você se der ao trabalho, no entanto, de mergulhar no jogo, verá quão importante e incrível esse game é. Ele mostra uma Hyrule muitos anos a frente dos Zeldas futuros, com cidades batizadas com nomes de sábios de Ocarina e explica a origem do nome Zelda – dois pontos fundamentais na cronologia até aquele momento. É uma mistura bizarra de side scroller e RPG que, até hoje, seria um clássico do NES não tivesse saído com o nome “The Legend of Zelda” estampado no cartucho. Dê uma chance a esse estranho, assim como Majora’s Mask, ele vai te encantar.

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Minicastle 7 anos – Retroreview – A Lenda de Zelda (NES – 1987)

Toda jornada tem um começo…

Toda viagem tem um primeiro passo…

Toda lenda tem um início…

E esse É O início. O começo. O local onde a vida de muita gente, o que eles pensavam, esperavam, raciocinavam, sobre videogame mudou, para alguns, para sempre. Foi a partir daqui que só pular sobre gombas não era mais suficiente. Foi a partir daqui que só metralhar selvagemente os inimigos não era o que queríamos.

Nós queríamos uma aventura. Queríamos uma lenda. Algo elegante, aberto, majestoso, que desafia-se sem frustar.

Diferente de tudo que havia até então, The Legend of Zelda, lançado para o Famicon em 1986, com o nome de ゼルダの伝説, Zeruda no Densetsu (exatamente A lenda de Zelda) e para o NES em 1987, Zelda, como viria a ficar conhecido, era colossal. Não só em tamanho, mas na experiência pura que proporcionava. Você tinha 1 tela de história…

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… e literalmente era jogado, sem nada a não ser a clássica roupa verde, no campo de Hyrule, em frente a uma caverna. Se você entrasse na caverna um velhinho lhe dizia…

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… e você ganhava uma espada. E era assim sempre. Nada de mapas in-game (o manual tinha um muito simplificado e sugeria que você desenha-se o seu, marcando pontos encontrados que você precisaria retornar depois), nada de explicações de como usar os itens ou tutoriais. Como o próprio criador do jogo colocou “Zelda era um pequeno jardim que o jogador usava como bem entendesse. Ele descobria sua maneira de jogar a sua própria velocidade, de seu próprio jeito.”.

Eu, por exemplo, saindo andando para a esquerda depois de pegar a espada, e cheguei a um templo que não tinha como abrir. Tentei tudo, apertei todos os botões, dei espadadas na porta até dizer chega, mas nada ocorreu. Eu não tinha nenhuma revista a mão que me ensinasse o que fazer, logo resolvi andar pelo mapa…

… e, de certa forma, nos 26 anos desde então, venho fazendo exatamente isso. Andando pelo mapa, absorvendo cada detalhe das imensas paisagens e das possibilidades abertas para você. Muitos dos jovens alienados de hoje dizem “Bom é GTA que eu faço o que eu quero!” – tolos ignorantes. Bom é Zelda onde a história e o ambiente me fazem sentir que eu sou tão importante, tão fundamental para aquele mundinho, que eu tenho que salvar aquela princesa.

A propaganda era do Zelda do Super Famicon… mas é válida porque é animal demais!

Graficamente Zelda era um desbunde na época do NES, mas claramente o jogo sofre com a passagem para a atualidade, principalmente em tvs de alta resolução que vão mostrar cada quebra de pixel em toda a sua “glória”. Ainda assim é apaixonante da mesma forma como Super Mario Bros ainda é incrível exatamente por ser todo duro e quebradinho. Os controles são simples e trabalham exatamente da maneira como deveriam, auxiliando o jogador a se mover e a lutar contra as terríveis bestas que se escondem por toda Hyrule.

O som era simplesmente F A N T Á S T I C O !!! Alguns dizem que a melhor obra do eterno maestro Koji Kondo (eu discordo… porque o cara só foi ficando cada vez melhor – vide DK no SNES) a música de Zelda era simplesmente embasbacante! Do tema clássico que tocava na abertura e no Hyrule field ao tema obscuro, temeroso e lúgubre das dungeons, dos efeitos sonoros ao sons de caminhada, passando pelo vento e pelos uivos dos monstros e som de dor dos bosses, Zelda era uma obra prima do som. Você sabe que você tem algo fantástico nas mãos quando seu pai, com uma imensa formação musical, senta do seu lado para ouvir a música enquanto você joga – é bom assim! E a versão do NES ainda tem o pior som de todos (devido ao aparelho não ter acesso ao FM sintesizer que havia no interior do Nintendo Disk Drive, do Famicon), então, se conseguir (visto que hoje existem milhares de detonados), jogue na versão do Famicon (ou no Virtual Console do Wii/Wii U – onde o som foi restaurado).

O jogo contém Dungeons que, na época, pareciam imensas (quem está acostumado com Ocarina of Time passa por elas em minutos ^_^) e um campo aberto interconectando elas tão cheio de segredos que chega a parecer absurdo. A diversos níveis para a espada e alguns itens, grutas com fadas e milhares de segredos. Pode parecer muito bizarro hoje em dia, principalmente com a curva de aprendizado tão diferenciada e com a sensação de ser jogado, essencialmente sem preparo, no universo do jogo, mas aventureiros não tem com o que se preocupar – depois que seu cérebro entrar na marcha certa você vai mergulhar em Hyrule.

Só não sei se vai conseguir voltar. Bom divertimento!

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Segundo Aoji Aounuma, diretor atual da série Zelda “Caso consigamos criar conteúdo de qualidade, que melhore e expanda o jogo, sem danificar sua coesão ou prejudicar a história, com certeza daremos isso ao jogador.”, embora o executivo sugeriu “Preferimos demorar um pouco mais e entregar tudo num pacote só (riu).”.


O suposto Zelda de Wii U, apresentado na E3 2012

Mais uma vez a Nintendo mostra o cuidado com que trata seus clientes. Sem comentários em Microsoft?!

E3 2013 – Meu zelda favorito ganha versão HD: Eis A lenda de Zelda: Wind Waker HD!

Esqueçam os gráficos mais fofos e mergulhem na história, porque esse zelda tem uma história densa e deliciosa que não deixa nada a dever a clássicos mais soturnos como Twilight Princess e Skyward Sword. É longo, massivo, absurdamente detalhado, relaxadamente engraçado e mais do que incrível sob qualquer ângulo que se olha.

Eu sou um fã de zelda com todos, eu disse TODOS, eles terminados. E esse é, de longe, o meu favorito! Sejam bem vindos ao maravilhoso grande oceano!

Arte para fãs de Wind Waker!

Nem tudo criado para o rico universo de Hyrule figura no Hyrule Historia! No aniversário de 20 anos de Zelda uma caixa foi lançada no Japão, contendo diversos mimos e um disco especial de Wind Waker. Entre esses mimos havia um artbook com diversos sketches de personagens e lugares em fases diferentes de desenvolvimento. O site History of Hyrule tem mais informações… mas aqui estão algumas imagens.

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Sim… a Tetra e a Zelda já foram pessoas diferentes!

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Alguns designs do King of Red Lions

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Primeiras idéias para um Link Cel-Shading!

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E como eles chegaram no Chibi Link

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Primeiro Link versus um primeiro Ganondorf

6855363199_4983862a11_o-610x582Ganondorf versão primitiva

 

O Minicastle traz a Timeline oficial de Zelda para vocês!

AVISO: Durante muitos anos a Timeline da franquia Zelda foi objeto de intensa discussão por parte de fãs. Embora, em dezembro de 2011, a Nintendo tenha lançado um livro. no Japão. chamado Hyrule Historia, explicando a timeline oficial, muitos fãs não concordam com essa posição. O Mini tem um timeline dele, anterior ao lançamento do Hyrule história e de Skyward Sword, que se encontra aqui. 

AVISO 2: Por quase todos os argumentos apresentados pelo Mini em sua timeline anterior terem aparecido no livro Hyrule Historia, GRANDES trechos deste artigo são exatamente iguais aos da timeline anterior, com a óbvia entrada de Skyward Sword.

Eu sou um fã ardoroso de Zelda. Eu joguei cada um dos games em consoles Nintendo até o fim (não… nem mesmo eu consegui aguentar os Zeldas do Phillips CDI até o final) e depois de tentar muito, mas muito mesmo, encaixar a história dos games uns nos outros, acabei por aceitar a idéia que o nome “A Lenda de Zelda” representava perfeitamente o que o jogo era… uma lenda! Uma lenda contada de diversas maneiras, por diversos povos ao longo de milênios, sendo adaptada de tempos em tempos as novas realidades.

Aquilo me contentou até a Game Developers Conference de 2008. Lá, durante uma entrevista sobre o futuro de Zelda, Eiji Aonuma e Shigeru Miyamoto soltaram a seguinte frase:

“There is a timeline. It´s splited at Ocarina of Time but it´s there. Someday we gonna make it more simple to see.”

PARA TUDO… PARA O MUNDO QUE EU QUERO DESCER… Significa que há uma timeline? Que agora que eu estava em paz comigo e tinha parado de tentar encaixar tudo no lugar vocês me dizem que existe de fato uma timeline de Zelda.

Aquilo era o fim da picada… a gota d´água… eu iá rejogar cada Zelda, ler cada manual, mergulhar em cada detalhe… eu ia entender.

E eu entendi, e escrevi uma timeline. E muita gente gostou. E a Nintendo veio em 2011 e jogou um balde de água fria em tudo que eu pensava.

Senhoras e senhores… eis a Timeline oficial da Nintendo.

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Por razões óbvias eu não traduzi os nomes dos jogos. Quanto ao que está em Azul em não traduzi porque são os nomes dos “galhos” dessa árvore genealógica infernal. Como vocês devem ter percebido, ao contrário do que eu (e quase todo mundo) pensava, Ocarina of Time, considerado por muito críticos como o melhor jogo de todos os tempos, não dividiu a Timeline em dois pedaços, mas em 3! Mas nós vamos chegar lá, vamos a história antes disso.

Criação do mundo de Hyrule

Eras atrás, três deusas desceram de seu paraíso e construíram o mundo: Dim, Farore e Nayru. Cada uma representada por uma cor (respectivamente Vermelho, Verde e Azul) e por um elemento (poder, coragem e sabedoria). Ao terminarem e assistirem a vida começar seus primeiros  passos (uma obra de Farore) as Deusas se foram, deixando para trás uma prova de sua vinda: uma conexão direta e primal com seus poderes em uma escala que nenhum outro mortal jamais veria. Um artefato que reviveria os mortos, curaria a terra ou jogaria o mundo eternamente no julgo da escuridão. Uma mistura de presente e teste de moral as deusas deixaram para trás o maior fio de esperança e o maior causador de guerras:

A Triforce!!!

E ela repousou em uma terra dourada e perfeita, à espera de uma alma que utilizasse seus poderes.

Após isso acontecer um aspecto sombrio da criação, o demônio rei, uma espécie de Satanás do universo de Zelda, uma entidade chamada Demise, parte, com sua horda de serviçais demoníacos, em busca da Triforce e do reino dourado. Uma entidade de luz imensamente poderosa, chamada Hylia, percebe que há pouca ou nenhuma chance de vencer a horda e envia os homens (tanto os Hylians – de orelha pontuda – quanto os Hyruleans – de orelha humana) para o céu em um pedaço de terra, com a Triforce. Depois disso a Deusa retorna a terra e se junta as outras raças para vencer Demise. Mesmo exaurindo os recursos mágicos a sua disposição o máximo que o exército da luz faz é conseguir prender Demise em um selo.

Milhares de anos se passam e a terra se cura da terrível guerra. Enquanto isso os homens continuam vivendo no céu, em Skyloft.

1° ZELDA na Timeline – Skyward Sword  –  Provas:

  • Os homens ainda vivem em Skyloft tendo esquecido da terra que existe debaixo das nuvens;
  • Ainda não existe o reino de Hyrule;
  • Nenhuma das raças conhecidas são mostradas, pelo menos não em suas formas atuais;
  • Embora as formações geográficas do mapa sejam semelhantes aquelas que formarão Hyrule, muitos acontecimentos ainda não se passaram para conferir a elas a aparência que estamos acostumados;
  • Zelda explica a origem dos próprios poderes e do selo de Demise. Ela é parte de um plano de duas partes da deusa Hylia que, para poder usar completamente os poderes da Triforce, abdicou de sua forma imortal para reencarnar como uma mortal. Link seria a outra parte do plano, o herói sagrado que usaria a arma para banir o mal e destruiria Demise definitivamente.
  • Demise cria Ganondorf e outros Lordes Demônios, como Ghirahim (que, aliás, é a espada dele).
  • A origem da roupa verde é mostrada aqui: ela é a roupa dos cavaleiros do céu;
  • A origem do pássaro no escudo de Hyrule é mostrado aqui: é seu Wing Loft;
  • A origem da tecnologia presente em muitos templos, como em Wind Waker ou Twilight Princess é mostrada aqui;
  • A origem da cidade dos céus, mostrada em Twilight Princess, é mostrada aqui: era um entreposto comercial;
  • Este Link e está Zelda se conhecem e se amam. Eles se casam e criam o reino de Hyrule. Vamos chamá-los de Zelda 1 e Link 1
  • E um dos fatores mais importantes. Aqui é mostrada a origem da espada mística que será a base de todas menos a Master Sword: A Goddess Sword.

Aliás alcançamos nosso primeiro percalço: A espada mestre! Segundo Skyward Sword a Goddess Sword (espada da deusa) é energizada pelas 3 chamas sagradas e se torna a Master Sword (espada mestre). Mas nenhum dos 2 jogos seguintes listam a espada mestre como existindo naquele universo, mas sim a White Sword, que provavelmente é a Goddess Sword (visto que é dito que ela veio do céu, em Minish Cap). O livro, Hyrule Historia, diz que a espada mestre é forjada quando as raças se unem na Hyrule Unification War (guerra da unificação de Hyrule). Por questões de consistência com a história vamos ficar com a versão contada no livro e seguir em frente!

2°  ZELDA na Timeline – The Minish Cap – PROVAS:

  • Link estuda para ser ferreiro e idealiza o herói dos homens, que usou a roupa verde dos soldados da Realeza e combateu com a Picori Sword. Se você prestar atenção, os soldados de elite do Rei neste game, assim como os oficiais de Hyrule nos games posteriores, possuem partes verdes em suas roupas e armaduras, como em uma versão estilizada da roupa verde do herói.
  • Este herói, que usou a Picori Sword, tem nome… Gustaf! É o único momento na série em que não só se afirma que um herói sempre se veste de verde mas se cita o nome do primeiro deles… Gustaf!!! Ele provavelmente está falando do Link original, que trancou as hordas negras com o selo de Demise.
  • O game explica a origem dos monstros em Hyrule. O primeiro herói capturou todos os monstros que atormentavam o mundo e os trancou em uma caixa, que foi selada com a Picori Sword. Esse evento foi chamado de Guerra da bolsa/guerra do baú. Mas pode ser só uma alegoria para o aprisionamento de Demise.
  • Esse Link e essa Zelda já se conhecem e são amigos, chegando ao ponto de ela ir buscá-lo no mestre ferreiro no começo do jogo. Vamos chamá-lo de Zelda 2 e Link 2.
  • Quando o feitiço que prendia Ezlo em forma de chapéu-ave é quebrado, ele sugere que os heróis do futuro deveriam sempre usar um chapéu como aquele “Porque cai bem!”. Embora a forma original da roupa de cavaleiro dos céus tinham um capuz, Gustaff não é mostrado usando um. Pode ser que, depois disso, todos os heróis tenham resolvido adotar um.
  • O vilão é Vaati, nem os Gerudos e nem Ganondorf, e portanto Ganon, são citados.
  • Tanto os Zoras como os Goron são apenas citados, e como estrangeiros amedrontadores, sugerindo que o reino de Hyrule ainda não é do tamanho que será no futuro.
  • O mapa é muito próximo do mapa da Hyrule de antes da inundação, embora as aventuras fiquem mais restritas a um trecho central.
  • Não há qualquer citação à Master Sword, significando que a guerra da unificação ainda não havia acontecido e que os povos não haviam se unido para manufaturá-la.
  • Embora os monstros não são todos recapturados, Vaati é PRESO, não morto (puxa… que puta boa ideia, né?!) na 4 Swords/White Sword.
  • Link usa a Smith´s Sword até o momento onde a conserta a fragmentada Picori Sword, quando ela vira a White Sword (4 Swords)… aí ele passa a usar a última… o que nos leva ao….

3° Zelda – The 4 Swords

  • De novo nada de Ganondorf ou Ganon. Os Gerudos não são citados. A Master Sword ainda não existe. Vaati é novamente o vilão.
  • Zelda e Link se conhecem e se lembram da batalha com Vaati, logo ainda são o mesmo Link e a mesma Zelda do Minish Cap – Zelda 2 e Link 2.
  • Neste game apenas Zelda 2 e Link 2 estão preocupados com o enfraquecimento do Selo. Não há outras donzelas (porque ainda não há sábios e portanto não há descendentes) místicas, embora diversas donzelas tem sido capturadas por Vaati depois que ele escapou e levadas ao castelo dele. Vaati captura a princesa Zelda no momento em que o Selo se enfraquece. O Selo era mantido pela 4 Swords/White Sword.

Descoberta da Triforce

Em algum momento após a libertação e o reaprisionamento de Vaati, a família real, e alguns outros grupos pelos reinos de Hyrule (e fora dele), encontram/redescobrem a lenda da Triforce:

In a realm beyond sight,
the sky shines gold, not blue.
There, the Triforce’s might,
makes mortal dreams come true.

Num reino além da visão

Onde o céu brilha dourado, não azul

Ali a Triforce pode

Fazer  verdadeiro os sonhos dos mortais

E chegamos aos nosso segundo percalço: Pela história contada em The Legend of Zelda: Adventure of Link  o príncipe de Hyrule ficou sabendo, através de seu mago real, que sua irmã, a princesa Zelda, saberia (ou poderia ajudar a descobrir) a localização de artefatos que levariam ao reino dourado (pode ser que eles estivesse falando da Picori Sword/White Sword) e portanto a Triforce. Como a irmã se negou a ajudá-lo, o príncipe pediu que o mago real jogasse sobre ela o mais poderoso feitiço que conseguisse. O mago rogou uma maldição extremamente poderosa sobre a princesa, tão poderosa que o consumiu, matando-o, e jogando a jovem donzela em um torpor (uma espécie de coma) do qual nada podia tirá-la. Sem o mago para desfazer o feitiço e amaldiçoado por seu pesar o príncipe, ao virar rei, deu seu primeiro mandato: Que a partir daquele momento, toda menina nascida na família real deveria se chamar Zelda. Considerando que a primeira guerra pela posse da Triforce ocorre aqui, e que o jogo cita que a princesa adormecida é origem do nome de todas as primogênitas a partir daquele ponto, este seria o principal ponto de encaixe para essa Zelda. No entanto, segundo o livro Hyrule Historia isso não acontece aqui. Logo vamos ignorar essa história toda de princesa adormecida e seguir em frente.

Hyrule Unification War/Guerra da Unificação de Hyrule

Ocarina of Time, Twilight Princess e A Link to the Past falam que houve uma grande guerra pela Triforce em um determinado ponto do passado. Um  grande líder de um povo nômade uniu um exército sem fim de criaturas malignas para destruir os povos de Hyrule e tomar-lhes a força a relíquia sagrada. Os Hylians/Hyruleans se uniram aos Zoras, protetores dos Rios e das águas, aos Gorons, protetores das montanhas, e aos Kokiris, protetores das florestas, para construírem um artefato capaz de selar o mal e fechar permanentemente o portal entre o mundo físico e a terra dourada onde a Triforce repousa.

Eles construíram a Master Sword!

O herói do tempo se levanta pela primeira vez e utilizando a lâmina para banir o mal vence a tribo nômade, que foi banida, dividida entre aqueles que foram para o deserto sem fim além das terras civilizadas e aqueles que foram enviados para o Twilight através do uso do espelho do espírito. Para facilitar o banimento o espelho foi levado para o templo da deusa da Areia (que considerando o número de chamas pelo templo e de estátuas da deusa segurando chamas, deve ser Din) no deserto para o qual os nômades fugiram.

Mas o tempo apagou as chamas da guerra e um tratado de paz foi feito. Os soldados de Hyrule abandonaram o deserto para os nômades e um templo foi construído para proteger a espada que era a passagem e a chave para se chegar ao reino dourado: O templo do tempo!

Como parte da garantia que ninguém nunca mais tentaria utilizar a Triforce o salão onde a Master Sword ficava no templo do tempo foi selado por uma porta que só poderia ser aberta de posse da Safira dos Zoras, do Rubi dos Gorons, da esmeralda dos Kokiri e da Ocarina do tempo, um memento da família real.

4° Zelda – Ocarina of Time

  • O game fala da Guerra da unificação acontecendo um período de tempo antes (parece ter sido um período bastante longo). Durante o conflito uma Hylian, imensamente ferida, levando consigo seu filho, cujo o pai era um cavaleiro de Hyrule, alcança as Lost Woods, um local considerado pelos habitantes como amaldiçoado. Temendo pela segurança de seu filho a mulher adentra a floresta e alcança a Deku Tree, o espírito protetor da floresta, deixando o filho aos pés da última e implorando que a mesma a protegesse. Quando a Deku Tree aceita proteger o garoto, sentindo nele o herói do tempo, a mulher falece. Considerando que as pessoas não envelhecem depois de uma determinada idade nas Lost Woods o herói pode ter permanecido lá por muito tempo.
  • As raças que formaram o pacto que construiu a Master Sword e o templo do tempo mantêm relações, ainda que desgastadas pelo passar dos anos.
  • Ganondorf aparece aqui pela primeira vez, tentando se apoderar da Triforce enquanto oferece uma aliança ao rei de Hyrule. Ele ataca de forma velada os inimigos do rei enquanto faz cara de amigos na corte de Hyrule.
  • Saria, Darunia, Rauru, Ruto, Impa e Nabooru, os outros seis sábios (o sétimo é a princesa Zelda) passam a nomear cidades e fortalezas depois de Ocarina of Time, mas nunca são citados mais para trás na Timeline.
  • Não havia lenda sobre os sábios antes desse ponto na história de Hyrule. Os sábios só são “juntados” nesse ponto, para auxiliar Hyrule a derrotar um inimigo que esteja de posse de uma parte da Triforce (e portanto seja muito, mas muito mesmo, poderoso). Na verdade, conforme é explicado por Rauru, os sábios existem desde a criação da Master Sword, na Guerra do Aprisionamento.
  • A Triforce estava inteira no reino dourado até esse momento. Em a Link to the Past comenta-se que um ladrão invadiu o reino dourado e a tocou, e por ter o coração desbalanceado e impuro ficou apenas com a parte que representava o poder – oras… ladrões e bandoleiros são basicamente o que os Gerudos são… e Ganondorf foi esse ladrão ao invadir aqui, após o descuido de Link, o reino dourado.
  • É aqui também que somos apresentados a Epona. O nome do cavalo (ou égua) do herói passa a ser meio que como o nome Zelda… e mais tarde, assim como ocorre com os Sábios, acaba virando nome de bares e cidades.
  • O Link de Ocarina of Time é o filho de um cavaleiro de Hyrule que ficou oculto sabe-se lá quanto tempo nas Lost Woods. A jovem princesa Zelda tem pouco mais de 10 anos nessa época. Novo Link (Link 3) e nova Zelda (Zelda 3).
  • Num ato de ira Ganondorf destrói a vila de Kakarico, protegida pelos Sheikas e lar do Shadow Temple, aos pés da Death Mountain. A vila é abandonada depois do ataque.
  • Ganondorf congela, com seus poderes, o reino dos Zoras. Um ataque que ele convenceria Zand, o vizir do Twilight a reutilizar décadas depois em Twilight Princess.
  • A cachoeira Zora e o Rio Zora aparecem aqui e permanecem exatamente iguais em Twilight Princess. Inclusive o reino Zora no topo do rio, embaixo da cachoeira.

E aqui é o ponto onde as coisas ficam confusas. Ao derrotar Ganon/Ganondorf, Link é enviado pela princesa Zelda de volta aos seus 10 anos de idade, para que ele possa viver de novo os 7 anos que perdeu preso no templo do tempo, e crescer como uma criança normal. Só que o poder que Zelda possui não é suficiente para retirar o pedaço do poder da Triforce que se encontra com Ganon, agora banido para o vazio que era a terra dourada que ele invadiu para pegar a Triforce. Como Ganon/Ganondorf é o inimigo mais poderoso que o reino já lutou existe também a possibilidade de que Link o enfraqueça, mas acabe perecendo na luta. Isso cria três universos paralelos: Dois, chamados Link Adulto e Link Criança, onde Link venceu Ganon e um, chamado Link derrotado, no qual Link é… bem… derrotado e morto!

Link Criança – Este é o mundo para o qual Zelda retorna o Link de 17 anos para seus 10 anos de idade, com a libertação da Triforce (Zelda Lullaby, a canção tocada na Ocarina para voltar no tempo, não é poderosa o suficiente para fazer efeito em um artefato criado pelas três deusas), mas sem Ganon conseguir vencer o rei ou destruir Hyrule graças aos avisos de Zelda e Link e as provas que eles tinham nesse universo (Link tinha a Master Sword e as três gemas dos povos, Kaipora Gaepora sabia o futuro, etc…). Ganondorf é então levado ao Spirit Temple e projetado no Twilight através do espelho do Espírito (Spirit Mirror). Aqui Ganondorf não é aprisionado só porque o povo de Hyrule acha bonitinho; ele era o possuidor da Triforce of Power e não podia ser morto, nem permanentemente detido, sem a Master Sword e o único que podia usá-la não estava mais lá (Link estava em Termina nos momentos dos acontecimentos).

5° Zelda – Majora´s Mask

  • Link começa o jogo atrás de Navi, sua fada, que o deixa após concretizada a aventura de Ocarina of Time.
  • Ele chega a Termina através de um portal aberto pelos poderes do Skull Kid, na Kokiri florest. O jogo menciona que o Skull Kid era de bom coração antes de ser tomado pelos poderes da máscara de Majora. O mesmo Skull Kid que link ajudou em Ocarina of Time?
  • Ao final do jogo, após impedir a lua de esmagar Termina, Link consegue retornar a Hyrule pelo mesmo portal que veio. O Skullkid se torna uma espécie de aprendiz/amigo do vendedor de máscaras.
  • Link trouxe vários itens mágicos poderosos de Termina de volta a Hyrule.
  • É incerto se Link conseguiu Navi de volta. Mas é certo que ele teve descendência. Como, você se pergunta? Link de Majora´s Mask é o mesmo Link de Ocarina of Time (Link 3) e ele tinha vários pretendentes, mas apenas uma delas não era da realeza e não virou uma sábia. Malon!!! Sim, Malon não virou uma sábia, tinha uma linda conexão com o jovem Link, ambos eram Hylians (portanto seu filho também seria) e tinham longas (não imortais, mas longas… umas boas duas ou três centúrias) vidas e seu filho…

6° Zelda – Twilight Princess

  • … é o nosso herói em Twilight Princess! Pense, Link 4A (vamos chamá-lo de Link 4A, ok?!) é um vaqueiro com um jeito todo especial com animais (olha a mamãe aí gente). Ele vive em uma pequena vila onde toma conta de uma fazenda, possui um cavalo que chama com trechos da Malon Song (ensinada ao seu pai pela Malon adolescente e com certeza a música do casal) e possui uma conexão inicial com a Triforce (provavelmente passada do pai para ele).
  • Essa definitivamente não é a mesma Zelda de Ocarina of Time. Vamos chamá-la de Zelda 4A.
  • Além disso Link 4A é treinado diversas vezes no jogo, em técnicas antigas que seu pai possuía, por um antigo herói do tempo!!! Trata-se de um Stalfo em armadura, carregando a Guilded Sword e o Mirror Shield, AMBOS itens mágicos trazidos de Termina – ONDE SE PASSOU MAJORA´S MASK!!! Além disso, suas últimas palavras para Link, quando ele ensina a última técnica são: “Go, and do not falter, my child!” (algo como “Vá e não falhe, minha criança/meu filho!”).
  • A Geografia do game é IDENTICA a de Ocarina of Time. Foi espelhada no Wii, o que estragou um pouco a percepção, mas no GameCube é perfeito. Eis os mapas para comparação:
  • Você encontra a Kakariko abandonada depois de ter sido queimada por Ganondorf e seus lacaios em Ocarina of time. A nova Kakariko fica um pouco para baixo da antiga. Os Sheikas ainda usam a antiga Kakariko como base, assim como os Sheikas protegiam o povo da velha Kakariko em Ocarina of Time aos pés da Death Mountain.
  • Os Gerudos não são vistos no game (embora alguns personagens, como Telma, parecem muito ter descendência). Tendo em vista que o jogo descreve que Ganondorf tentou um ataque usando seu povo e foi punido com o banimento para o Twilight, pode-se claramente pensar que ao ser expulso de Hyrule, quando seu plano foi mostrado pela jovem princesa e pelo herói do tempo em versão tampinha, o vilão convenceu seu povo (lembrem-se… ele é o rei dos Gerudos) a atacar o reino de Hyrule na esperança de conseguir pegar a Triforce a força. Com os laços de diplomacia entre os povos restaurados pelos atos de Link os exércitos do reino colocaram as Gerudos para correr e perseguiram as (lembrem-se… um homem a cada 100 anos) pelo deserto, destruindo seus fortes (as diversas ruínas encontradas pelo Gerudo Desert) e transformando o templo do espírito em uma prisão, onde o espelho do Twilight seria guardado (para ser usado em prisioneiros que o rei não queria manter nas masmorras mas não queria matar – aparentemente Hyrule não tem pena de morte).
  • Lembra do povo que foi preso no Twilight lá na guerra do aprisionamento? São eles que são os “vilões” da estória… após construírem uma sociedade para si e passarem a se chamar de Twilis!

7° Zelda – Four Swords Adventures

  • Ganon usa um fragmento do espelho do espírito, quebrado por Midna lá no Twilight Princess, para criar um portal para o Twilight World e criar Shadow Link, provando que Ganon possuía o conhecimento dos poderes e capacidades dos fragmentos do espelho.
  • Zelda manda buscar Link e explica a ele sobre o enfraquecimento do selo da 4 Sword. Eles já se conhecem e confiam um no outro – ou seja o mesmo Link de Twilight Princess (um pouco mais velho – Link 4A) e a mesma Zelda (Zelda 4A).
  • Visto que não conseguiu a Triforce e com sua forma humana já bastante debilitada (atravessado pela Master Sword, em Ocarina of Time, atravessado pela espada de um dos sábios em Twilight Prince, atravessado pela Master Sword em Twilight Princess), Ganondorf/Ganon tenta alcançar um poderoso Tridente místico que lhe permitiria controlar raios, entre outras coisas. É a primeira aparição de Ganon com o Tridente e a forma humana é abandonada.
  • Nada mostra que a espada mestre não exista neste game. Apenas que a Four Swords/White Sword tenha sido a arma mais próxima da mão no momento que Link teve que lutar com Shadow Link e acidentalmente permitiu a Vaati  fugir da prisão no selo que a espada mantinha.
  • A primeira menção às sete donzelas, descendentes dos sete sábios, ocorre em a Link to the Past, mas é aqui que é mostrado que as sete possuem poderes místicos e têm responsabilidades para com o reino de Hyrule, assim como seus antepassados; neste caso proteger/manter o selo que mantém Vaati aprisionado.

Link Adulto – Este é o mundo que continuou, sete anos depois da quebra do selo da Master Sword no templo do tempo. Zelda mandou o herói do tempo de volta a sua infância e a linha de sucessão foi temporariamente quebrada.

5° Zelda – Wind Waker

  • Ganon foi banido para a Golden Land, agora vazia, já que a Triforce tinha sido despedaçada e se encontrava na mão de Zelda, Ganon e Link. Lá ele permanece por muito tempo, recuperando suas forças para finalmente atacar novamente Hyrule. Mas o herói do tempo não mais existe, ele foi enviado de volta aos seus 10 anos de idade, avisou o Rei das ações de Ganon e criou um universo alternativo onde o ataque nunca ocorreu. Link simplesmente NÃO EXISTE nesse momento, nesse universo. Ganon retorna e sem um herói para proteger Hyrule o povo começa a sofrer penúrias nas mãos de Ganon e seus lacaios – e clamar pelo auxílio das deusas. As deusas se apiedam dos mortais e decidem cobrir Hyrule de água no objetivo de atrasar os planos de conquista de Ganon… pelo menos até a chegada de um novo heroí.
  • Os Kokiris estão aqui… sobre a proteção da Deku Sprout que virou a nova Deku Tree, tão grande e poderosa que suas raízes estão no fundo do oceano mas ainda assim ela forma uma ilha, eles viraram os Koroks. Os Gorons abandonaram a Death Mountain, agora Dragon Roost Island, e se tornaram mercadores. Os Zoras… bem os Zoras… dividem opiniões… como Medli (uma Rito, uma espécie de povo pássaro) é a reencarnação de Laruto (uma sábia que era Zora) alguns gamers acham que os Ritos são uma evolução dos Zoras – mas considerando que seria muito mais fácil os Zoras, exímios homens peixes de água doce, se adaptarem e se tornarem exímios homens peixes de água salgada ao invés de… bem… pássaros… mas Eiji Aonuma, o diretor de Wind Waker, falou isso… e bem.. por mais que eu não gosto sou forçado a aceitar. Então as três raças de Ocarina of Time ainda estão aqui.
  • Acredito que cada uma das Gerudos morreu afogada. Elas moravam num deserto e não parecem o tipo que conseguiria se adaptar para viver do mar.
  • Este Ganondorf é bem mais ardiloso e mais cuidadoso do que sua versão mais jovem de Ocarina of Time. Sua primeira medida é imediatamente matar os sábios da época, para paralisar as orações que mantém o poder da Master Sword. Em seguida ele foi atrás de maneiras de paralisar, atrapalhar ou destruir os três espíritos protetores, Lorde Valoo (Volvagia de Ocarina of Time), a Deku Tree e Lorde Jabun (Lorde Jabu Jabu de Ocarina of Time). Por último ele enviou seu mais poderoso lacaio, a ave bestial Helmaroc King, para raptar todas as Hylians de cabelo loiro que ele pudesse encontrar. As ações mostram um Ganondorf mais prático e mais experiente, graças a derrota em Ocarina of Time.
  • A Hyrule debaixo d´água é perfeitamente igual a da época de Ocarina of Time, com direito a ver a base da Death Mountain sumindo no teto de água lá em cima (e formando a Dragon Roost Island), com a única diferença sendo que, com a destruição do castelo e do templo do tempo por Ganondorf, logo que a espada foi retornada a seu devido lugar, o novo castelo foi construído sobre o tabernáculo da Master Sword.
  • No salão do tabernáculo da Master Sword vitrais retratam Ganondorf em seu cavalo, Ganon em sua forma bestial e os seis sábios Saria, Darunia, Rauru, Ruto, Impa e Nabooru, como eles apareciam em Ocarina of Time.
  • Um novo Link nasceu de pais desconhecidos e foi criado pela avó em companhia de sua irmã Aryl. Ele e Zelda não se conhecem e vamos chamá-los, respectivamente de Link 4B e Zelda 4B.

6° Zelda – Phantom Hourglass

  • Mesmo Link (Link 4B) e mesma Zelda/Tetra (Zelda 4B). Já se conhecem e confiam um no outro.
  • O Grande Oceano e o conceito de que Link e Tetra/Zelda estavam em busca de uma nova Hyrule continua aqui. O jogo todo ocorre no mundo paralelo do pesadelo do Peixe Deus – GodFish – que os dois adentraram quando subiram no navio fantasma.

7° Zelda – Spirits Tracks

  • Novo Link (Link 5B) e nova Zelda (Zelda 5B). Nunca se viram antes e a história se passa 100 anos depois de Phanton Hourglass.
  • Um novo mal foi descoberto assim que eles chegaram a essa nova terra: O Lorde demônio Malladus, que foi preso com a construção de algemas espirituais (as estradas de ferro chamadas Spirits Tracks) e uma torre, chamada Spirit Tower.
  • O estilo de arte é o mesmo de Phantom Hourglass.
  • Francamente, além da Nintendo dizer que isso fica aqui… não temos muitas outras provas!

Link Derrotado – Nesta linha de tempo Link enfraquece Ganon mas não consegue vencê-lo. Ele é morto pela terrível forma demoníaco de Ganondorf enquanto o 7 sábios rapidamente entram em ação. Eles prendem Ganondorf  no que sobrou da Golden Land, agora deturpada pela presença do próprio Ganondorf, e transformada no Dark World/Twilight World.

5° Zelda – A Link to the past

  • Um fragmento do espelho do espírito, aparentemente quebrado mesmo sem a existência de Midna, é o Spirit Mirror deste jogo. É ele que permite chegar ao Twilight (Dark World). Assim como o Link de Twilight Princess, este link vira um animal no começo quando ainda não protegido pelos poderes da Triforce/Master Sword. Aparentemente é o mesmo Dark Mirror de Four Swords Adventures.
  • No começo do jogo a princesa Zelda se identifica para um Link semi adormecido…

“Help me…
“Please help me. I am a prisoner in the dungeon of the castle. My name is Zelda. The wizard, Agahnim, has done… something to the other missing girls. Now only I remain… Agahnim has seized control of the castle and is now trying to seven wise men’s seal. … …I am in the dungeon of the castle. Please help me…”
“Ajude-me….
Por favor me ajude. Eu sou uma prisioneira nos calabouços do castelo. Meu nome é Zelda. O feiticeiro Agahnim fez algo… alguma coisa com as outras garotas desaparecidas. Agora só resta eu… Agahnim tem o controle do castelo e agora está tentando romper o selo dos setes sábios… Eu estou no calabouço do castelo. Por favor me ajude…”

  • … o que mostra que eles não se conhecem; natural para uma história se passa muito tempo depois de 4 Swords Adventures (são novas donzelas, Kakariko cresceu o suficiente para se juntar a velha Kakariko, etc…). Vamos chamá-los de Zelda 4C e Link 4C .
  • De novo o mapa é muito similar ao de Ocarina of Time e Twilight Princess, mas simplificado, dada as limitações de software da época. Os Gorons não são citados na história, mas a Death Mountain também não tem grande participação na história. Alguns Zoras se tornaram selvagens por viverem distantes de seu reino por muito tempo, mas o rei Zora ainda existe e ainda protege a nascente do Zora River na cachoeira dos Zoras.
  • A Master Sword está em um tabernáculo no meio das Lost Woods. Esse fenômeno ocorre ainda em Twilight Princess quando o templo do tempo foi abandonado em descuido e a floresta começou a engoli-lo. Só sobrou o tabernáculo e a espada.
  • Os sete sábios de Ocarina of Time são citados aqui e suas descendentes, as sete donzelas, são utilizadas por Agahnim, o feiticeiro, em uma tentativa de libertar Ganon do Twilight (ou Dark World), onde ele está preso. A condição do Dark World também dá a entender que Ganon (o espírito maligno) dominou o Twilight depois de ser banido novamente para lá ao final de 4 Swords Adventure.
  • Ganon morre nesse game. ELE MORRE. SEM MEIAS PALAVRAS. LINK MATA-O USANDO A FLECHA DE PRATA E É O FIM!!! KAPUT… MORTO… NÃO PRESO… SEM SELO… SEM FRESCURA. A Triforce do poder sai das mãos de Ganon enquanto a Triforce da sabedoria abandona Zelda e a da coragem deixa Link para formarem, uma vez mais a Triforce. Link tranca o artefato sagrado, após desejar o que o mal de Ganon seja desfeito, em um templo na terra dourada e se vai, até ser chamado pela própria Triforce.

6° Zelda – Oracle of Seasons/Oracle of Ages

  • Em Ocarina of Time é contado que o rei Gerudo Ganondorf foi criado por duas feiticeiras do deserto (ou mais especificamente uma super-mega-power entidade maligna da feitiçaria que é absurdamente gostosa quando está junta, mas que se separa em duas velhas esquisitas e desdentadas – ou seja Twinrova vira Koume e Kotake) Koume e Kotake. Pois bem são as duas que estão tentando trazer o “filho” de volta a vida aqui. LEMBRE-SE GANON/GANONDORF MORREU EM “A Link to the Past”  pela ação da flecha de prata. No primeiro cartucho em que você jogar, seja OoS ou OoA, Koume ou Kotake, aparecem sobre a forma de uma velhinha que se assegura, diversas vezes no jogo que você vá atrás de Veran ou Onox. Apenas quando você já derrotou um dos vilões é que a velha se apresenta como uma das feiticeiras e conta que uma das tochas necessárias para ressuscitar Ganon (Flame of Sorrow no caso de Veran e Flame of Destruction no caso de Onox) foi acesa com a derrota do vilão e que em breve elas poderão trazer seu filho a vida. Colocado em um beco sem saída Link se vê entre deixar um vilão menor dominar Hyrule ou livrar-se dele e ter que se preocupar com Ganon de novo.
  • Se ambos os games são terminados, no momento em que você terminar o segundo deles, derrotando Onox ou Veran, você lutará com um Ganon ressuscitado, sem a Triforce do poder mas armado de seu Tridente do poder. Esse Ganon é aparentemente irracional (ou está irracional como um subproduto da ressurreição, não dá para saber) e aparentemente não tem planos imediatos além da destruição de tudo em seu caminho.
  • A Triforce começa e termina os games em segurança no templo dedicado a ela na GoldenLand. Ambos os vilões, Veran e Onox ameaçam perseguir o artefato, mas nada é visto em jogo. Um fato interessante é que a própria Triforce é quem chama Link e o teleporta, seja para Labryna (em Oracle of Ages, OoA), seja para Holodrum (em Oracle of Seasons, OoS).
  • A Master Sword também começa e termina os games em seu lugar de repouso – não tendo muita importância no jogo.
  • A princesa Zelda aparece, na segunda jogada com o sistema de lincagem e considerando que Link não se surpreende ao ser convocado ao templo da relíquia sagrada pela própria relíquia, acredito que trata-se do mesmo  Link que a colocou lá. Ou seja o herói de A Link to the Past/Link´s Awakening, Link 4C.
  • No final do jogo, qualquer um deles, você vê Link partindo em um barco…

7° Zelda – Link´s Awakening

  • … exatamente o mesmo barco que naufraga com Link aqui.
  • A história (e o manual do jogo) falam que trata-se do mesmo Link de A Link to the Past, que se perde em meio a uma viagem de navio surpreendido por uma tempestade que o deixa a deriva. A história se passa em um sonho… embora mostre, talvez, uma janela para a realidade paralela que surgiu pela divisão do tempo de Ocarina of Time. Ou seja Link 4C. 
  • Ademais isso o jogo se passa diretamente após Oracle of Seasons/Oracle of Ages.
  • Ganondorf não é mostrado, mas, de novo, a história é um sonho. Zelda também não é mostrada, o que é estranho visto o nome do game ser “The Legend of Zelda: Link´s Awakening”…

Segundo a Nintendo a partir daqui a família real de Hyrule passa a ativamente usar a Triforce no processo de governar a terra – criando uma era dourada de fraternidade e benesses. Infelizmente, quando um rei envelhecido vê que seu filho não seria capaz de lidar com o imenso poder da Triforce sem ser completamente corrompido, ele esconde-a, revelando as pistas de sua localização apenas a sua filha: A princesa Zelda. O livro e os jogos apresentam informações contraditórias aqui também – Hyrule History diz que o rei escondeu a Triforce inteira, enquanto o jogo diz que o rei escondeu apenas a Triforce da Coragem. A versão do jogo faz mais sentido, visto que em Legend of Zelda, o primeiro game, você estava atrás da Triforce da Sabedoria (que estava quebrada em 8 pedaços) e removeu a Triforce do poder de Ganon no final do jogo.

8° Zelda – The Legend of Zelda

  • Novo Link, com a história se passando centenas de anos depois de Link´s Awakening. O Reino de Hyrule é enorme e governado por uma linhagem de governantes acostumados a utilizar os poderes da Triforce  – o que significa uma nova Zelda sequestrada por Ganon. Ou seja Link 5C e Zelda 5C.
  • Ganondorf foi ressuscitado de alguma forma, talvez como parte do plano Koume e Kotake.
  • Ganon morre, de novo,  nesse game. ELE MORRE. SEM MEIAS PALAVRAS. LINK MATA-O USANDO A FLECHA DE PRATA E É O FIM!!! KAPUT… MORTO… NÃO PRESO… SEM SELO… SEM FRESCURA. A Triforce do poder sai das mãos de Ganon enquanto a Triforce da sabedoria abandona Zelda e a da coragem deixa Link para formarem, uma vez mais a Triforce.
  • Neste Game várias regiões, florestas e cidades tem nomes de sábios de Ocarina of Time!
  • Este Link possui uma marca na mão… mas NÃO possui a Triforce da Coragem. Ela continuou escondida.

9° Zelda – The Adventure of Link

  • … quando Link vai até o castelo da Zelda 5C conversar com a princesa e com Impa (lembram-se dos Sheikas lá de Ocarina of Time que juraram proteger a família real… ó eles aí, ó!) sobre uma marca estranha que apareceu na parte de cima de sua mão. Impa conta então a lenda da Zelda adormecida.
  • Mesmo Link 5C de The Legend of Zelda. O jogo passa-se apenas alguns anos depois do outro. A zelda do game, no entanto, não é a Zelda 5C, mas sim a Zelda amaldiçoada, citada no trecho logo acima (aquele em roxo, logo ali, vai lá… a gente espera), que foi colocada para dormir por um terrível feitiço e só pode ser acordada pelo poder da Triforce.
  • Os serviçais de Ganon desejam matar Link, cremá-lo e espalhar suas cinzas sobre o sepulcro de Ganon em uma tentativa de revivê-lo.
  • O vilão do jogo é … Dark Link! A última vez que Link enfrentou sua contraparte malvada foi nas profundezas do templo da água no lago Zora em Ocarina of Time. Por que Dark Link estaria aqui e desejando ressuscitar Ganon é um completo mistério.

Curiosidades:

O povo de Hyrule tentou alguns artifícios bastante estranhos para manter a paz. Primeiro eles promoveram um aprisionamento massivo de todas as criaturas que eles consideravam monstros. Depois quando estas criaturas estavam libertas e, com razão, putas da vida, elas se juntaram ao exército dos inimigos de Hyrule, na guerra do aprisionamento (morte do primeiro vilão, provavelmente o primeiro Ganondorf, com certeza, pelas informações de Wind Waker e Ocarina, um Gerudo) e com o fim da Guerra sofrem um Genocídio pelas tropas vencedoras que as forçam a bater em retirada e se esconder nos confins do mundo. Os Hylians, a família real de orelha pontuda, constroem então um segundo sistema para forçar a paz e a felicidade em Hyrule – ELES FIZERAM A PORRA DE UMA MASMORRA QUE CONCENTRARIA TODA A MALDADE, A GANÂNCIA, A VIOLÊNCIA E COBIÇA DAS TERRAS DE HYRULE. Além de não funcionar muito bem (talvez porque estava vazando) você acaba tendo que visitar o inferno criado por essa concentração de energias malignas… o Shadow Temple em Ocarina of Time.

Pode parecer meio bobo para quem não é assim tão fã mas, The Legend of Zelda: 4 Swords e The Legend of Zelda: 4 Swords Adventure são dois games diferentes, com história, personagens e gameplays distintos.

A espada de Demise é o Lorde Demônio Ghirahim. Ela também é a contra parte da Master Sword: uma espada demoníaca, imensamente poderosa e que, aparentemente, é passada, assim como a Master Sword, de vilão em vilão pelas gerações. Veja a espada utilizada pelo Demise:

Demise_Artwork

Agora veja a espada utilizada pela forma mortal de seu servo Ganon, Ganondorf:

1GanondorfREG

Percebeu a semelhança? Agora preste atenção em como o cabo da espada vai diminuindo, o punho dela subindo em direção a lâmina, mas o formato geral ficando mais ou menos o mesmo:

Ganon_Artwork_(Ocarina_of_Time)

Até chegarmos a arma final do senhor Ganon. A arma que ele tinha quando a maior parte de nós o enfrentou pela primeira vez!

classicganon

Aparentemente é a mesma arma! Ficando cada vez mais curta! Com a capacidade de controlar raios, trovões e tornados! Aparentemente Ghirahim estava lá o tempo todo… só não sabíamos onde olhar!

Embora alguns games deem a impressão que a Goddess Sword virá a Master Sword (ou que a White Sword vire a Master Sword) as armas parecem ter famílias completamente diferentes. A uma remota possibilidade (se a Nintendo criar um jogo que explique isso muito bem) que a Goddess Sword tenha sido reforjada na forma da Master Sword. Mas mesmo isso é aberto a questionamentos, visto que em Legend of Zelda, o primeiro game, você consegue a White Sword (é a segunda espada) mas não a Master Sword. E a Piccori Blade é a White Sword, mas não a Master Sword. Logo há muita confusão no assunto. Eis um quadro que talvez ajude (ou confunda de vez…):

zelda-swords-half

Seja por um problema de localização ou por um problema de entendimento mesmo, vários vilões de Zelda são colocados no mesmo nível, sejam eles quais forem. Isso cria um problema grave em ver quem é o que e qual o nível de poder dele. De forma simplificar um pouco as coisas a Nintendo colocou alguns pontos interessantes no Hyrule Historia. Primeiro ponto… o vilão fodão, senhor da cocada preta, mestre pirocudo do universo é Demise (que em japonês chamasse (名) 空虚; 無意味 – que pode ser traduzido como “Vazio” embora o termo correto seria Emptiness). Ele é chamado no livro como Akuma (um demônio mesmo – no mesmo sentido do Satanás cristão – um ser de pura maldade) e é o senhor dos outros lordes demônios que aparecem nos jogos posteriores. Acho que o melhor termo que pode ser usado para ele é o que é aplicado no começo da luta final com ele “King Demon – Demise” (literalmente “Demônio Rei – Demise).

Já Malladus, Ghirahim, Bellum e o próprio Ganon são descritos como Onis (manifestações físicas de um poder espiritual que pode ser bom ou mal). Eles são servos de Demise/criações dele e tem vastos poderes, mas não podem utilizar a Triforce diretamente. Eles tem que criar um Avatar (Ganondorf) ou possuir alguém (Zant/Agahim) para conseguir usar o artefato.

Por fim você tem Agahim, Vaati e Zant que são descritos, de novo no Hyrule Historia, como Shugenja (que pode ser traduzido como feiticeiro… mas a palavra mais correta não existe em português… é Warlock). Eles são mortais que tem enormes poderes místicos, advindos de alguma raça de Hyrule (Agahim é um Hyrulean, Vaati um Minish e Zant um Twili) ou do Twilight que podem OU NÃO fazer acordo com os Onis (como os três fazem com Ganon).

Com essas novas informações a linha de poder fica mais clara: Demise > Ganon/Bellum/Ghirahim/Malladus > Agahim/Vaati/Zant.

E esse é o presente de feliz ano novo do Mini! Feliz ano novo pessoal!