EA no Wii U = Conta na Origin

É isso mesmo! Para jogar qualquer game da Eletronic Arts no seu Wii U você terá que ter uma conta na Origin, que vai funcionar para os usuários de consoles na mesma medida da UPlay da Ubisoft e também como sistema de controle de acesso ao servidor. O registro é mandatory (obrigatório) e é requisitado assim que você colocar o jogo para rodar no console.

“As informações de seu Wii U ID serão transferidas automaticamente para a criação de uma conta na Origin. Isso não incluirá seus dados financeiros nem outros dados (saves, logs, etc…) relativos a jogos não produzidos pela EA.” diz a seção 3 do documento  “Information Provided To EA By Third Parties – Wii U” (Informações prestadas a EA por produtoras parceiras – Wii U). Isso parece colocar o Wii U em linha com o PS3/Ps4 e Xbox 360/720 que também precisam autenticar jogos EA na Origin.

O que você, consumidor, acha disso? Solte a voz aí embaixo!

Jogando: Forza: Horizon

Eu normalmente mando muito mal em jogos de corrida. Some a falta de um volante a uma física avançada e minha natural inabilidade de manter qualquer coisa em uma pista (reta… eu não quero nem tecer comentários sobre minha relação com curvas) e vocês entenderão porque eu não tenho carteira de motorista (não… eu não dirijo!). Out Run (e seus filhotes Out Runners, Roadsters, etc…) tem sido a salvação da lavoura para mim: divertidos e jogáveis.

Dito tudo isso eu gosto muito da série Forza, principalmente de Forza Motorsport 4. Não o suficiente para gastar R$ 169,00 e comprar o jogo, claro, mas o suficiente para alugá-lo duas vezes. Auxílio de direção, demonstração de caminho na pista, inteligência artificial dos oponentes relativa a suas capacidades – Forza 4 estava na metade do caminho entre um arcade de corrida e um simulador e tentava trazer o melhor dos dois mundos. Eu ainda não era bom, mas pelo menos estava me divertindo.

Forza Horizon é meu novo favorito na franquia Forza. Não só por ser muito mais voltado para o Arcade, mas por ser uma obra prima do novo estúdio da Microsoft, o Playground Games, que foi formado com especialistas em jogos de corrida como a CodeMasters (da série Dirt), Criterion (da série BurnOut) e Bizarre (das séries Test Drive e Test Drive unlimited ). E tudo no jogo mostra o pedigree das escolas que trouxeram alguns dos melhores Racers da história do videogame.

A jogabilidade de Horizon é definitivamente aparentada com a de Forza 4, mas por default todas as opções que facilitam sua vida no simulador estão automaticamente ligadas nesta belezinha aqui: Auto centralização, frenagem automática, indicação de ponto de pista, indicação de troca de marcha, etc.. Você pode desligar todas essas facilidades, tornando o jogo muito mais difícil, se você for um louco por castigos, mas elas dão um sabor todo especial a Horizon, fazendo com que você consiga se concentrar em dirigir de forma enlouquecida por lindos vales e estradas desertas rachadas pelo sol.

E falando em cenários… pela tanga explosiva da tia Petúnia!!! Normalmente estamos acostumados a sacrificar conteúdo por gráfico ou vice-versa; aceitamos gráficos apenas medianos de “BurnOut Paradise” em troca daquela cidade enorme e aberta, assim como aceitamos a coleção apenas medíocre de pistas e modos de Dirt 3 em troca dos gráficos “fodásticos” que nos foram apresentados. Normalmente os jogos de corrida funcionam assim. Mas algum tipo de macumba programatoria foi utilizada para criar Horizon, que é enorme, imenso e cheio de vias e estradas sem deixar de ser um dos jogos mais lindos que eu tive o prazer de rodar no meu 360 (aliás… instale o game, diminui MUITO o loading!). Certamente o jogo de corrida mais bonito que eu já vi!

O controle é muito bom e foi construído de baixo para cima com a certeza que o jogador não teria um volante a mão: é fácil de aprender, gostoso de usar e permite que você se sinta um ás do volante com pouco tempo de treino (isso, claro, se você não tiver sido um imbecil teimoso que gosta de desafios e tenha desligado todos aqueles auxílios que eu listei lá em cima). O som foi muito bem trabalhado, com músicas suaves enquanto você passeia pela feira ou anda para cima e para baixo, em estradinhas bucólicas, procurando desafios, e vem para cima, cheio de metal, quando o negócio enlouquece de vez e vários carangas absurdas estão arrancando tinta da sua porta! Para melhorar isso tudo você ainda pode usar suas músicas no Pen Drive ou escolher qualquer uma das centenas de músicas disponíveis no próprio game – e elas são bem ecléticas! As vozes são bem usadas, combinam bem com os personagens e não entram no caminho da diversão – mais um ponto positivo.

O mapa é gigante e cheio de variação; embora o modo “Find a Ride” em que você vai para fazendas ou outros lugares remotos encontrar um carro todo detonado, gasta seus créditos (que você ganha ao fazer desafios e vencer corridas) consertando ele para, enfim, colocá-lo  na pista seja um pouco chato. No mais você pode melhorar seu carro com centenas de tipos de modificações (variando de carro para carro), enquanto tenta achar aquele equilíbrio delicado entre potência e capacidade de manobra. O jogo traz um ótimo nível de dificuldade padrão e uma curva de aprendizado que vai colocar novatos no nível dos veteranos em poucos dias – Veteranos… nós estamos chegando!

No mais Forza: Horizon é incrível! Certamente vale uma compra por ser capaz de divertir até quem é muito ruim em jogos de corrida. É tecnicamente muito impressionante, tem um controle extremamente competente e faz as meninas do seus olhos perderem a vergonha de tão bonito! Não perca esse game por nada!

Comunicação por voz no Wii U – Complicado demais?

A Nintendo já mostrou, em seus vídeos, que será possível usar a câmera e o microfone do GamePad para as conversas entre os jogadores, mas a ação do jogo vai ficar barata nesse meio tempo – uma pausa completamente impossível em jogos online. Desse modo todo mundo ficou imaginando que o Microfone poderia ser utilizado em tempo real durante as partidas online de forma que não seria necessário um headset. Certo?

Errado!

Então a Nintendo vai vender um Headset oficial do Wii, né?

Errado, Errado! Nariz de Palhaço! ^_^

Infelizmente as fábricas da Nintendo estão completamente comprometidas em gerar a maior quantidade possível de Wii U, GamePads e Pro controllers até o lançamento do aparelho (e nos primeiros meses… para conseguir suprir a demanda). Logo não há, em linha visível, nenhum Headset oficial da Nintendo vindo. A sugestão, da própria Nintendo, é que o jogador compre o Headset de Wii U e 3DS da Turtle Beach (que cobrimos aqui) conseguindo assim utilizar chat por voz durante o jogo.

Nossa! Esse deve ser a maneira menos intuitiva e mais imbecil de se conseguir o que já é básico em termos de comunicação online!!! Nintendo… qual a dificuldade de incluir um pedaço de plástico vagabundo com um auto falante do tamanho de um dedal e um microfone xexelento na caixa? A Microsoft faz isso desde 2005 – pelo amor de Deus!!!

E os problemas não acabam por aí! Se você quiser utilizar o Pro Controller sua situação fica uma bagunça ainda mais excepcional, visto que o Pro NÃO TEM entrada para o Headset! Ou seja, você tem que deixar o Pad ligado do seu lado, com o Headset nele, mesmo que esteja jogando no Pro Controller, caso queira utilizar o chat por voz durante as partidas. Isso é um absurdo!!! E a bateria comendo solta no sofá!

Porra Nintendo! Te adoro mas se dificulta minha vida pacas…

Mass Effect 4 não terá Sheppard!

A menos que você faça um no editor de aparência do personagem! Segundo Fabrice Condominas, Produtor Executivo da Bioware Montreal, o heroico (ou infame, dependendo das suas escolhas) herói da primeira trilogia Mass Effect não terá parte nenhuma na nova trama: “O universo que criamos é vasto e muito empolgante. Ainda estamos juntando ideias sobre como faremos, onde faremos e, mais importante que tudo, quando faremos. Mas temos a certeza de que, embora seus saves influenciarão a nova trilogia, comandante Shepard, e sua participação extensiva naquele universo, está fora da prancheta de projeto.” confirmou  Condominas.

Então… Quem será o herói da nova trilogia? Só o futuro dirá!

A histórica edição de 25 anos de Street Fighter!

Eu ADORO Street Fighter (e Fighters da Capcom em geral ^_^) mas não sou um meste neles. Eu jogo relativamente bem mas, aqui em casa, quem manda no departamento de fighters é a patroa. Entrar online em fighters então… é se submeter a uma lição imediata, e meio trágica, de humildade. Logo eu me sinto muito pouco a vontade em falar da caixa definitiva de Street Fighter. Ainda bem que um grande amigo meu, o Junião do site Street Fighter.com.br tem uma… e ele vai falar dela para nós! Sem mais delongas…

 

Bom gente, depois de um mês após o lançamento oficial da caixa comemorativa, ela chegou em minhas mãos. Não foi do jeito melhor possível, tive que pagar um imposto ferrenho para resgatar o pacote aqui na agência dos correios local. Bem, como essa matéria tem a pretensão de revelar o maior número de detalhes possíveis, vamos aos valores. O produto foi importado através de pré-compra pela Capcom Store pelo valor de US$ 149.99. O valor do imposto foi R$ 237,00, incluindo uma taxa diária de R$ 3,00 por ter “ocupado” o armário dos Correios um dia a mais do que o permitido. O fato é que o aviso de entrega demorou a chegar em minhas mãos mas isso já é outra conversa. Sem problemas, o importante foi conseguir a tão sonhada caixa nessa última sexta-feira. Maravilha, estou com a caixa dos sonhos nas mãos. Bem, para os mais controlados em relação a dinheiro devem estar fazendo as contas do valor total do produto em reais. Junião ajuda, vamos lá! O preço total com o frete foi US$ 164.99 adotando um frete comum de US$ 15.00. Bom, pela cotação atual daria algo em torno de R$ 334,56. Se você tiver sorte, vai ser esse o preço. Agora, se tiver com azar, como eu, deve pagar cerca de R$ 234,00 de imposto, o que daria o valor total de R$ 568,56. Um tanto salgado não? Mas se você for fã da série e tiver o valor pra “investir” numa maravilha dessas o Junião te recomenda extremamente a compra. O valor mais barato que eu vi noMercado Livre foi de R$ 649,89, então talvez seria uma boa idéia importar mesmo! Bom, agora vamos ao brinquedo em si: Quando eu fui pegar a minha caixa nos Correios ela obviamente veio embalada em uma caixa de papelão com uma porção de etiquetas, sendo que uma me chamou a atenção em especial. Ela estava avisando para o produto ir a exibição na loja antes de sua abertura, na data de lançamento, pois trata-se de um novo produto.

Reparem na etiqueta vermelha na quina da caixa, ela atenta para a exibição na loja antes da abertura da mesma, na data prevista para lançamento. Vamos poder ver isso melhor se dermos um zoom na etiqueta. Vejamos:

Eu não sei quanto a vocês, mas eu sempre acho uma experiência ótima abrir uma caixa de um produto nesse nível. O ato de saborear cada momento de desembalar o produto normalmente é uma coisa que fascina os mais aficionados e os colecionadores em geral. Bom, quando rompemos a fita superior da caixa, imediatamente já nos deparamos uma embalagem externa preta com o kanji do akuma desenhado em branco.

Ao tirar a embalagem preta da caixa de papelão, temos a caixa plastificada com a co-embalagem externa de papel em volta.


Tirando a embalagem de papel, enfim temos a caixa com o plástico de fábrica.

Pronto, a hora chegou! Removendo plástico e abrindo o baú da felicidade, encontramos todo o conteúdo bonitinho e organizado dentro da caixa. São eles: Uma cordinha de crachá da Capcom com os personagens de S.F. se enfrentando em suas versões 8 bits, em batalhas aleatórias. Uma linda estátua do Ryu aplicando um Shoryuken ( que acende!! yay! 😀 ). 11 CD’s de música, incluindo trilhas sonoras oficiais dos principais jogos e alguns remixes feitos por fãs. Um disco de filmes intitulado: “An Anniversary Film Collection”. Dois discos de jogos sendo eles: Street Fighter X Tekken e Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Um Voucher contento Dois jogos completos: Super Street Fighter II HD Remix e Street Fighter III 3rd Strike. A faixa preta de karatê que Ryu usa, uma réplica em tamanho real. Conteúdos adicionais para download do Super Street Fighter IV: AE e Street Fighter X Tekken incluindo roupas adicionais e personagens extras (e diz a lenda que os donos da versão PS3 também poderão baixar os jogos da série Alpha via PS classics na PS Store). Um certificado único e exclusivo de colecionador assinado pelo cabeça atual da série, Yoshinori Ono. E pra terminar, um belo livro de artworks feitos por fãs ao redor do globo.

Agora vamos a uma imagem mais aprofundada do interior da caixa:

E agora uma olhada melhor no certificado de colecionador, com as palavras do sr. Ono.

Bom, agora vamos focar às fotos detalhadas de cada pedaço da coletânea que ainda não foram mostradas.

Fiz questão de colocar essa imagem da estátua do Ryu em tamanho colossal para vocês poderem ver os detalhes da estátua melhor. Eu acho de longe a parte mais legal da coleção. Ainda que o tamanho dela, na minha imaginação, seria maior, ainda sim é uma bela estátua. O detalhe da parte azul da base da estátua, como se fosse o vento ou a energia gerada pela potência do Shoryuken acende com duas pilhas AA. Genial! Dá até um toque de destaque para a peça na sua sala por mais sofisticada que seja sua mobília.

Aqui temos as 3 coisas que dizem respeito aos jogos em si. Um disco de vídeo contendo: “I am Street Fighter”, o documentário, “Street Fighter II The Animated Movie”, “Street Fighter IV: The Ties That Bind”, “Super Street Fighter IV: Original Film”, “Street Fighter – The Animated Series”. Na outra caixa temos Street Fighter X Tekken e Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Na extrema direita, o voucher com os DLC’s a que o colecionador terá direito, os quais eu já cite mais acima.

Aqui a faixa original, réplica da faixa preta de karatê do Ryu! Outro item bem interessante de se ter. Reparem que eu fiquei com dó de desenrolar ela. Se eu lutasse karatê e fosse faixa preta, eu usaria ela nos meus treinos. Show de bola!

Uma cordinha de crachá! Essa eu poderia usar, se não fosse o sistema rígido e corporativista da empresa que eu trabalho! Quem sabe pra carregar o crachá de imprensa da Brasil Game Show de 2013! 😀

O primeiro dos dois discos de músicas por fãs. Nesse caso, músicas originais interpretadas por fãs.

O segundo disco, agora com remixes feito por fãs. Ainda não cheguei a escutar as músicas.

Esses dois discos com a trilha sonora oficial de Street Fighter X Tekken.

Trilha sonora oficinal do Super Street Fighter IV: Arcade Edition.

Trilha sonora oficial de Street Fighter III: Third Strike. Discos 1 e 2.

Dois discos de trilha sonora oficial do Street Fighter Alpha 3.

Super Street Fighter II Turbo trilha sonora original.

E pra terminar com as trilhas, Street Fighter, o original.


O livro de artwork de 25 anos. Um tributo dos fãs à série. Contém ilustrações feitas por fãs. Na foto, a capa do livro. Reparem os detalhes prateados no logo e na escrita. Muito bonito!

Uma foto do interior do livro. Do lado direiro podemos ter uma idéia sobre o desenho do brasileiro José Carlos Salvio Pereira Junior, de São Paulo (http://www.zecarlos.deviantart.com).

Resumindo a história toda, é uma baita de uma coleção! Se você ainda não tem e é um verdadeiro fã compensa e muito. Espero ter ajudado a tirar alguma dúvida que ainda possa ter sobre o conteúdo da caixa. Qualquer dúvida podem mandar comentários, dúvidas ou qualquer outra coisa e terei prazer em ajudar! Até a próxima e como diria o sr. Ono, Shoryuken!!!

 

Ademar “Junião” Seco Jr é um dos sócios colaboradores/fundadores do site www.streetfigher.com.br e um dos nomes em Street Fighter no país. Ele é um super colecionador de games que gosta de retrô, incenso e Resident Evil. Por vezes ele trabalha na mesma empresa que eu! Material utilizado sob autorização do criador.

Como seriam os Pokemons no mundo real? Realmente legais…

… ou pelo menos é assim que o artista RJ Palmer os faz. Esse artista de São Francisco tem dezenas de imagens baseadas em videogames em seu portifólio que você pode ver deviant, no tumbler e na página pessoal do cara. Eis alguns que nós pegamos só para vocês!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E meu Pokemon favorito! Morram mamíferos!

 

PS: Todo mundo notou os Dittos no chão? Alguém consegue explicar porque eles estão aí? (É uma pergunta retórica… eu sei a resposta… mas quero ver vocês me falando: é hora das teorias de conspiração de Pokemon!)

Sony demite mais de 10.000 pessoas!

Há algum tempo nós colocamos uma matéria aqui no Mini falando da condição financeira precária que a Sony estava, e que ela deveria demitir uma quantidade massiva de empregados. Pois é… e vai ser em uma tacada só! A Sony vai demitir 6% da companhia, pouco mais de 10.000 pessoas espalhadas entre Japão, Europa e EUA. O objetivo da empresa é “recuperar competitividade global”.

O plano teve início em 10 de outubro e continuará até março de 2013. A Sony cortará um quinto dos funcionários do sua base japonesa (pouco mais de 2000 pessoas), e fechará fábricas japonesas de celulares e lentes de câmeras (cerca de 2000 trabalhadores). Além disso, 1800 funcionários serão perdidos em subsidiárias que estão sendo entregues pela Sony a bancos japoneses, e mais 2000 colaboradores devem ser demitidos com o fechamento das operações da Sony Erickson na Europa.

Antes desta reestruturação massiva, a companhia havia reportado uma perda de 2 bilhões de dólares – embora as coisas estejam um pouco melhores agora, visto que a companhia “sangrou” apenas 312 milhões de dólares em agosto, mostrando que talvez as coisas não estejam assim tão perdidas para a produtora. Segundo a assessoria financeira da Sony, a empresa deve economizar 378,6 milhões de dólares no próximo ano fiscal com as demissões realizadas, fazendo com que a companhia volte a ficar no positivo.

O Mini deseja a melhor sorte do mundo para os funcionários demitidos e espera que a transição entre empregos para estes profissionais seja a mais tranquila possível!

 

Disney leva você de volta para a Ilusão! A continuação de Castle of Illusion vem aí!

Como parte do pacotão Epic Mickey 2 a Disney/??? está trazendo Epic Mickey: Power of Illusion para o 3DS. O game promete ser uma continuação espiritual do clássico game de 16 bits Mickey Mouse Castle of Illusion, com direito a uma linda paleta aquarelada, os mesmos sons quando os inimigos são mortos ou quando Mickey é atingido e uma história ligada a malvada Mirzabel, a bruxa que queria roubar a beleza de Minnie no primeiro game.

Mas qual não foi a minha surpresa ao ir a duas lojas de games no centro de Campinas, duas lojas grandes, famosas e bem equipadas de games, e perguntar se eles já tinham pré venda da continuação de Castle of Illusion apenas para receber uma cara de lhama com ponto de interrogação! “Castelo do quê?”, “Vai ter um jogo novo do Mickey no 360. É esse!” e “Como assim continuação espiritual?” foram várias das frases que me foram devolvidas entre olhares de indignação e dúvida – Seus sacripantas! Respeitem seus ancestrais! E já que a nova geração, aparentemente, não conhece o clássico – o Mini vai lembrar todos vocês!

Castle of Illusion é um side scroller com o típico posicionamento de câmera lateral em que o personagem anda da esquerda para a direita, com a capacidade de voltar para trás e tentar novos caminhos. Os inimigos são dispostos pelo caminho com rotinas de movimentação sem variações nem surpresas: se um inimigo atacar pulando e mordendo, todas as suas cópias farão exatamente o mesmo movimento, no mesmo tempo, com o mesmo dano.

Os cenários eram lindos na época, e continuam encantadores mais de 20 anos depois! O mesmo pode ser dito da animação – soberba sobre todos os aspectos (levando em conta as limitações de Hardware): Mickey “rebola”, coça a cabeça e tem expressões extremamente comunicativas. Os inimigos tem sorrisos ou “olhinhos” e tudo que quer te destruir parece fofinho e inofensivo. Mesmo quando Mickey morre tudo que acontece com ele é que ele “caí” para fora da tela… acompanhado de uma musiquinha que essencialmente diz: “Vamos lá… você quase conseguiu!”.

Aliás… falando em música, as de Castle of Illusion são sensacionais! Considerando a fraca placa de som do Mega Drive/Genesis (em comparação coma fantástica SCPH 7000 do SNES) a Disney fez miséria com as músicas deste game. Algumas das melhores melodias do 16 bits da SEGA estão nesse jogo… e eu garanto para você que depois de uns 10 minutos jogando você vai estar cantarolando elas ^_^!!!

O jogo tem cinco “portas” que são os diferentes estágios, que tem dezenas de subestágios, todos temáticos (embora eu nunca entendi porque o mundo dos doces fica dentro da biblioteca!): doces, livros, floresta, torre do relógio e por aí vai! Quando você termina os 5 estágios vai para a luta final contra a terrível Mirzabel… que era bonitona…

No mais era um super jogo, 20 anos atrás. Ainda é bem divertido se você conseguir um Mega Drive e rodar o jogo (ele não está no virtual console), mas não use em emuladores: sem o controle do Mega nem a placa correta de som o jogo perde grande parte da magia. Bom divertimento!