A Nintendo lançou hoje, 20/12/2012, nos EUA, o serviço Nintendo TVii. O serviço é gratuito e oferece uma plataforma integrada entre os serviços de TV, o que você assiste, as informações que você busca na internet e como você assiste. Nos EUA você pode assistir transmissões de jogos esportivos via TV a cabo, assim como filmes e séries na Amazon Instant Video e no Hulu Plus – todos com direito a informações dos times, escalação em tempo real, dados da cena ou do filme.
Até março de 2013 os serviços Netflix e TiVo serão integrados no serviço – por enquanto você pode acessar o Netflix em seu próprio App no Wii U.
Considerando que o inferno vai congelar antes de nós termos o serviço no Brasil, ainda mais em termos de transmissões via TV a cabo. Mas vai ser legal a parte que podemos usar.
Rumores que a Valve estaria buscando uma solução em hardware para trazer o Steam para mais jogadores vinham circulando, a mais de um ano, pelas interwebs e pelas E3s da vida. Metade do universo de produtoras, tanto em hardware quanto em software, estavam convencidas que a Valve não entraria no mercado em nenhum nível ou formato, além do que ela já está inserida. Uma outra parcela de produtoras tinham reações mais alvorossadas diante dessa possibilidade, indo do diretor financeiro da Sony Entertainment Division prevendo fogo e enxofre sobre a Valve, caso ela tentasse, a empresas como a Eletronic Arts, que fez parte do consórcio 3DO, lembrando o quanto é difícil e custoso emplacar um console.
Ok! Big Picture, o sistema da Steam que permite utilizar a distribuição digital diretamente de TVs licenciadas, sem nem mesmo o uso de algum apetrecho de auxílio já estava chegando. E eu posso conectar um computador a qualquer uma das minhas TVs, aqui em casa, simplesmente pegando um cabo HDMI ou DVI ou VGA e conectando a TV. “O que eu ganho com isso?” seria a pergunta mais sensata!
“Eu acho que nossa ideia é o melhor dos mundos. Não mais você terá que pensar “O que os meus amigos estão jogando?” ou “Onde os meus amigos estão jogando?”, todos estarão unidos e terão acesso, instantâneo, ao que quer tenha sido colocado no Steam naquele minuto. E as produtoras vão descobrir que é muito mais fácil e rápido chegar em seus consumidores sem ter que passar pelo crivo de distribuidoras ou pelo demorado processo de vendas convencional. Nós acreditamos que a empresas embarcarão muito rápido.” disse o presidente da Valve, Gabe Newell, a Kotaku.
E a pergunta é: Então a Valve está lançando um videogame?
E a resposta é: Não… mas é quase.
Pelo que Gabe Newell,e os outros executivos da Valve, estão explicando a empresa registrou um contrato de manufatura com três gigantes da informática para criar um PC modificado voltado para rodar Steam. Ok, Marcel! “PC modificado voltado para rodar X sistema operacional” = Console, ok?! Não… não Ok… porque o sistema da Valve vai aceitar a instalação de peças específicas, como novas placas de vídeo ou novos sistemas de input e output, que seriam “muito complicados ou impossíveis no padrão do console normal.” afirmou a Valve.
“Quando um console chega na metade do seu círculo de vida quase tudo que é lançado para ele já tem que sofrer enormes modificações, pois a tecnologia não está mais “lá”! Código evolui muito rápido e hardware vem atrás compensando ou ampliando essa necessidade. Mas um console, hoje em dia, é uma caixa fechada que todo mundo tem que aprender a usar. A Valve não vai forçar seus parceiros a isso. A muita facilidade na flexibilidade que podemos dar as produtoras. E podemos fazer isso com módulos simples que podem ser comprados pelo usuário caso ele, ou ela, tenha necessidade de um upgrade. Sem assistência técnica. Sem jogar fora seus controles ou trocar o aparelho central da sua sala. Coloque o módulo, baixe o pacote de instalação automaticamente, sistema melhorado.”. Ora… então é um PC?
Quase isso. Parece que a Valve quer um híbrido entre a facilidade que o PC dá de upgrade e as facilidade de uso que um console dá. Compre um jogo via Steam, faça o download (ou jogue pro Streaming) e, se precisar de mais poder de fogo, compre novas placas em módulos instaláveis que podem ser colocados no seu console. Confesso que o conceito é sedutor, mas, sabendo um pouquinho, como eu sei, de como funciona arquitetura de um PC (ou de um videogame) estou realmente coçando a cabeça pensando como a Valve (ou suas parceiras) vão resolver o desafio técnico de um PC pequeno, poderoso e que possa sofrer imensos upgrades sem perder velocidade ou se tornar um algo horrendamente obtuso e desagradável na sua sala.
Considerando que, com exceção de DOTA 2, que está em fase finais de Beta, não há mais nenhum jogo da Valve no horizonte (pelo menos que nós saibamos) estaria o senhor Newell guardando munição (e considerando que estamos falando dos criadores de Half Life, Portal e Left 4 Dead – munição traçante, perfurante, anti blindado de alta velocidade) para seu próprio “console”? E esse novo amor declarado pelo Linux, que tomou a Valve de assalto? E como ficaria o mercado com Xbox 720, PS4, Wii U, Ouya e Steam Box? Deixem suas opiniões aí embaixo…
Horror de sobrevivência com bons gráficos e um estilo de jogo completamente diferente do normal, ZombiU é o exclusivo para se ter no lançamento do Wii U, né?
Não. ZombiU é um bom jogo. Muito diferente, com um estilo próprio bem peculiar mas que não é, nem de perto o jogo que a Ubisoft, e a Nintendo, querem que você acredite que ele é. Não é ruim, veja bem, mas não é assim tão bom que seja o exclusivo que vai te fazer comprar um console.
E há diversas razões para isso. Mas vamos por partes, começando pelas duas partes onde ZombiU mais se esmera: Sons e atmosfera. Das músicas aos grunhidos, do vento sobrando nas bandeiras (e fazendo aquele “flap” característico de tecido) aos alarmes longínquos de carros, o departamento sonoro de ZombiU é show – estelar mesmo. A voz do seu guia soa um pouco esquisita as vezes, assim como é difícil identificar quem está falando em alguns momentos, mas o conteúdo total é realmente muito bom!
E a atmosfera é primorosa! Auxiliada pela mecânica de jogo de que, quando você morre, você morre (e começa com um novo sobrevivente que vai fazer uso dos recursos que você levou para a safe house enquanto sai em busca do seu antigo eu, que virou um Zumbi, para pegar de volta as armas e itens que estavam com você no momento que morreu), o jogo relembra você, constantemente, que você está em risco o tempo todo. Tudo é tenso e você, mesmo com munição sobrando, vai pensar milhares de vezes antes de apertar o gatilho de uma arma por medo do que virá atrás daquele som. O universo é vívido e imensamente perigoso e você se sente, realmente, como um sobrevivente em desespero. Você sabe que vai morrer… a questão é quando e como.
Infelizmente, assim como em Red Steel, o primeiro exclusivo da Ubisoft para o Wii, ZombiU tem falhas que podem, dependendo do seu nível de exigência, estragar o jogo para você. A primeira, e mais notável delas, é no departamento gráfico. ZombiU é um jogo feio, infelizmente não tenho como disfarçar isso. Feio como? Vamos dizer que o notável Left 4 Dead 2, da Valve, um jogo com mais de 2 anos nas costas feito em um motor gráfico que existe desde de 2002 é mais bonito que ZombiU. Texturas são simples ou lavadas, animações são travadas (e, muitas vezes sofrem bugs que fazem com que os Zumbis levitem pouco acima do chão ou se movam em uma rotina de meio movimento), névoa foi usada para esconder o pequeno horizonte de visão do jogo e a constantes problemas de clipping (seu personagem atravessa portas que não estão abertas, mãos e cabeças de Zumbis atravessam superfícies – por vezes causando dano através delas! – itens e inimigos caem através do solo e ficam inacessíveis, etc…) se somam em uma massaroca bagunçada que mostra, claramente, que o jogo não está polido. Assim como o Wii U em seu lançamento, ZombiU simplesmente não estava pronto para ir ao mercado ainda e deveria ter ficado mais algum tempo sendo trabalhado e debugado para, finalmente, vir a luz.
E tudo isso só no departamento gráfico, porque o Gameplay também vai desencorajar muita gente. Primeiro o jogo é muito difícil; mesmo! Um Zumbi é um perigo enorme, 3 ou mais são uma garantia de óbito. E a batalha contra os infectados não é facilitada em nada pelo extremamente complicado e desajeitado sistema de combate de ZombiU: Usar seu taco de críquete exige paciência e aprendizado enquanto o sistema de armas de fogo, quando você tem munição para usá-las, é impreciso e tremido. A Ubisoft se defende dizendo que você está usando um civil no jogo, não um militar com extenso treinamento em combate corpo a corpo e marksmanship, mas isso não facilita em nada engolir que um jogo difícil é tornado ainda mais difícil pelo sistema de controle – e que a empresa que criou o game não se deu ao trabalho de corrigir isso. E em segundo lugar ficam os terríveis bugs, cortesia do desespero da Ubisoft de colocar ZombiU no mercado. Além das falhas de clipping que eu comentei lá em cima existem portas que se trancam mesmo quando você já havia destrancado elas com um sobrevivente anterior (e como a chave está no corpo do sobrevivente anterior adivinha o que você vai ter que fazer? Caçar outro caminho!), paredes invisíveis que impedem seu personagem de saltar pequenas muretas ou entrar por certos tuneis, ações contextuais que simplesmente não acontecem e Zumbis “mágicos”, ativados por eventos por script, que não aparecem no seu radar nem no seu detector de movimento.
Então o jogo é péssimo? Não. É um bom jogo, baseado numa ideia original, com um multiplayer local divertido (um jogador usa o Wii mote e o Nunchuck para controlar um sobrevivente enquanto o mestre dos Zumbis usa o GamePad para controlar os Zumbis, em uma visão aérea como em um RTS) que tem falhas que vão tirar do sério mesmo o mais calmo dos jogadores. É intenso, mas cansativo e chato, principalmente se você, assim como eu, gosta de jogos onde a dificuldade seja mais branda. Usar o GamePad constantemente como radar, detector, mira telescópica e mochila é diferente e agradável, mas muitas vezes criará uma distração a mais em um momento que você tinha que estar com atenção total em sobreviver. No frigir dos ovos ZombiU é um jogo legal, mas que criou um hype tão grande e no qual tínhamos tantas expectativas, que acabou se tornando medíocre ao se provar abaixo do esperado. Se você for um louco por jogos difíceis… considere pegar. Caso contrário, alugue antes – pode te salvar de uma surpresa tão chata quanto encontrar um Zumbi numa cozinha!
The Last of Us, o único jogo que eu tinha na minha lista de compras do PS3 para 2012, foi adiado para o final do ano e depois para 2013. A Naughty Dog disse que o game sairia em Fevereiro, depois em Março e agora temos uma data de lançamento oficial, confirmada pela rede de lojas Gamestop: 7 de Maio de 2013.
Se você nunca ouviu falar do jogo (o que é possível se você não tiver um PS3 e estivesse ocupado jogando XBOX 360 ou Wii) trata-se de uma dupla de sobreviventes a uma espécie de apocalipse Zumbi (causado por um fungo que ataca e devora partes específicas do cérebro humano) indo de uma cidade para a outra. Segundo os criadores do jogo os “Funbies” (Fungie Zombie) seriam um perigo constante mas não o maior de todos visto os humanos espalhados em gangues fazendo de tudo para sobreviver. O conceito de survival. Eis alguns trailers:
Eis a caixa oficial:
E se você fizer a pré compra dela em qualquer loja você ganha um código que destrava a trilha sonora, avatares dos personagens e um tema dinâmico para o Xross do PS3.
No entanto, se você fizer sua pré compra na rede GameStop, você ganha o survival pack, que vem com:
Um Bônus de XP para o multiplayer
Um boost de ataque para o multiplayer
Começa o jogo com o dobro da grana inicial
Tem opções de customização melhores do que as iniciais
E ganha duas skins novas para os personagens para usar no “New Game +”
Continuo muito impressionado com esse jogo! E considerando quão bom foram os Uncharted…. tenho razões para estar!
Isso por causa das vendas da última semana no país do Sol nascente. Na semana do dia 3 a Nintendo vendeu pouco mais de 211 mil unidades do portátil: trazendo o número de unidades vendidas, desde o lançamento do console (Fevereiro de 2011) para 8.779.378, acima dos 8,716,260 PS3 vendidos no Japão até agora (lembrando que o PS3 saiu em Novembro de 2006).
Para comparações eis os números dos aparelhos vendidos no Japão. O primeiro número foram as vendas da semana do dia 3 e o outro, entre parênteses, são as vendas totais desde o lançamento do aparelho.
Uma coisa é dançar ao som de videogame. Outra, completamente diferente, é dançar MUITO ao som de música de videogame. E é isso que o super Senhor Lego, também conhecido como Marco “Ervilha” faz! Primeiro foi um finger tutting, uma espécie de dança que usa apenas as mãos e os braços, ao som de Mining Melancholy (do grande Koji Kondo em Donkey Kong Country 2).
E aí ele resolveu que não iá detonar usando só os braços… e usou o corpo todo ao som de Tetris, em um Tutting mais do que incrível!
Fantástico! E aos interessados o rapaz tem página profissa no face – cliquem aqui!
A 343 Industries, responsável pelo mais do que incrível Halo4, se juntou a gigante multimídia Virgin para fazer um dos maiores torneios de videogame que já existiu. E se você ganhar, os dois primeiros prêmios são: o veículo dos sonhos, uma Pickup Ford F-150 SVT Raptor customizada com a aparência e o painel de controle de um Warthog (se você não sabe o que é um M12 Force Application Vehicle – conhecido como Warthog, some daqui) OU seu rosto em um personagem de Halo 5.
Não… eu não to tirando sarro.
Você pode se registrar agora mesmo no site do “Infinity Challenge”, não se preocupe é gratuito, e participar. No dia 17 começarão os jogos, literalmente, tanto na modalidade War Games quanto no modo Spartan Ops. Para o War Games, onde o prêmio é a Pick Up, você simplesmente tem que jogar na lista Infinity Challenge e ir subindo na Leaderboard. A lista vai rotacionar os jogos entre Infinity Slayer, Regicide, Dominion e Capture the Flag. Os jogadores serão rankeados em três níveis, com o pessoal do nível 1 podendo ganhar o grande prêmio. As qualificações acabam em 10 de Janeiro e a fase final começa, somente com os jogadores de nível 1, em 12 de Janeiro.
Já para o Spartan Ops, que vale seu rostinho lindo em um personagem de Halo 5, os competidores só precisam JOGAR! JOGAR MUITO! Isso mesmo, sem leaderboards, sem competição, sem scoring, é só jogar e jogar e jogar, a seguinte coleção de missões no Spartans Ops:
“Core” — Episode 1, Chapter 5
“Hacksaw” — Episode 2, Chapter 3
“Shootout in Valhalla” — Episode 3, Chapter 4
“The Didact’s Gift” — Episode 4, Chapter 5
“Spartan Thorne” — Episode 5, Chapter 1
Ganha quem jogar mais! Literalmente! Ganha quem passar mais tempo jogando esses episódios específicos de Spartan Ops! Considerando que os novos episódios de Spartan Ops só vem depois do final de janeiro, isso nem vai ser assim tão difícil. Mas pode ter certeza que haverão centenas de Xbox 360 queimados por aí até o final da competição.
Eu, e o meu pelotão, vamos participar. Vejo vocês no campo de batalha!
A impressão da minha vida, como gamer, é que sempre houve um Mario e sempre vai haver um Mario. Eu comecei jogando videogame com um Mario, tanto em seu formato Donkey Kong quanto em seu formato Mario Bros (e ambos não tem ABSOLUTAMENTE nada a ver com o reino do cogumelo) e prossegui com ele por anos e anos vindouros. Claro que houve Sonic. Claro que eu fui apresentado a Snake. E já que estamos falando de personagens a quem alguém é apresentado; eu conheci uma certa princesa com um fetiche estranho por se “transvestir” e uma tara por instrumentos musicais mágicos – que eu salvei mais de uma dúzia de vezes já!
Mas… como sempre há um bolseiro morando sob o morro… sempre a um Mario novo vindo em minha direção.
Dito isso fazia alguns anos que eu não ficava chapado com um Mario 2D. Eu ficava animado. Curtia demais. Realmente gostava. Mas aquela sensação incrível que eu tive com Super Mario 3, e que continuou, se espalhando por cada erg do meu ser com Super Mario World, simplesmente não estava lá. Até eu terminar o download do presente de Natal da minha esposa e passar o controle para ela.
Aí eramos duas crianças no Natal de 1991, abrindo nossos super nintendos e começando a jogar Super Mario World pela primeira vez. E foi tão bom!
New Super Mario Bros U é uma conquista técnica que mostra que Gameplay de qualidade não tem idade, que diversão ainda é mais importante que tudo em um game e que a Nintendo não veio para a alta resolução antes porque realmente não havia necessidade. Dos gráficos ao gameplay New Super Mario Bros U destrói virgindades anais, explode cavidades auriculares e remove, indecentemente, a tanga das meninas dos olhos de todo mundo. É a mesma sensação de surpresa, o mesmo “fator UAU” que o Super NES, e seus mega gráficos, gerou quando apresentou um Super Mario com 96 fases ao mundo.
Se você era muito novo, ou por alguma razão não chegou a ter um SNES, eu lembro para você:
Graficamente falando NSMBU é fantástico! A Nintendo havia dito que só faria um videogame com uma saída HD quando realmente visse uma necessidade nisso e, caralho, eles entregaram. Das sombras a iluminação, das texturas a animação, das cores aos efeitos de água, areia e vento – NSMBU dá um banho em Rayman, joga Brayd tão longe que não nem para enxergar ele e mostra como um clássico, com todas as letras maiúsculas tem que ser feito em HD. Isso não é New Super Mario Wii HD! Isso é um novo jogo, feito para um novo console, muito mais potente que os atuais aparelhos. E isso é denotado no gráfico do jogo.
Não custa dizer nada que o som continua com a marca clássica do incrível Koji Kondo – você vai lembrar das músicas assim que elas começarem a tocar, vai cantarolar junto e, se teve uma infância ou adolescência carregada de Mario, vai ter vívidas memórias de uma época mais simples e, talvez, mais gostosa. Principalmente a música da Ghost House (que aqui é um Ghost Ship) me faz lembrar, vividamente, de bolinho de chuva da minha vó – aqueles que vem cobertos por uma generosa camada de açúcar, canela e amor!
É claro que tudo isso não teria a menor graça se pudesse ser feito em outros consoles. É por isso que eu posso deixar minha esposa assistir um filme na sala enquanto continuo jogando, levando o jogo comigo, sem um mero slow down, na tela sensível ao toque do controle. É como ter um Gameboy HD lindo com bateria recarregável. E o alcance vai até a minha cama (jogando horas antes de ir dormir, com a tv da sala desligada).
O Gameplay continua fiel ao que Shigeru Miyamoto criou, mais de 25 anos atrás. Um botão pula, um botão corre, você pega itens como cogumelos que te deixam grande, cogumelos que te deixam pequeno, flores que te fazem lançar fogo ou gelo das mãos, capas para voar e tudo mais. Só ficou muito, muito mais difícil. Eu achei que a dificuldade voltou ao nível de Super Mario World, o que para mim, que tenho 25 anos de Mario, tá de boa. Mas venho descobrindo que a dificuldade pode ser um empecilho enorme para uma nova geração criada a leite com quick. A Nintendo também percebeu isso e colocou o Super Guide nesse jogo.
Mas o que diabos é o Super Guide? Que bom que você perguntou voz imaginária que vou ter que relatar para o meu terapeuta: O Super Guide é um botão gigante, que surge em qualquer estágio, depois de você já ter perdido 4 ou mais vidas. Batendo a cabeça do Mario nele o game pergunta se você quer deixar o Luigi jogar aquele level para você (O Super Guide só aparece jogando em single player). Se você disser que não o jogo prossegue normalmente. Se disser que sim, Mario é substituído por Luigi e você assiste o computador jogando pelo level – qualquer toque no direcional ou nos botões cancela o Super Guide e retorna o controle para você, logo o Super Guide pode ser usado só para passar por aquele buraco frustrante que te tomou 12 vidas e, em seguida, você continua seu jogo, normalmente. Se, no entanto, você deixar que Luigi termine um estágio para você, o jogo marca que você terminou o estágio com auxílio do Super Guide (que não pega as moedas gigantes, nem as moedas vermelhas, nem nenhum segredo) e não deixa você publicar nada no MiiVerse relacionado com aquele estágio. É uma maneira estranha de ajudar jogadores em problemas e eu, por alguma razão, ainda acho que o “You suck Tanooki Suit” teria sido melhor.
(Nota rápida: Em Super Mario 3D Land, ao invés do Super Guide você tinha uma roupa de Tanooki branca, que tinha mais tempo de vôo e era invencível a tudo menos buracos e lava, que era liberada após perder 5 vidas. Eu a batizei de “You suck Tanooki Suit”, ou, em bom português, Roupa de Tanooki você joga mal para caralho).
Haters gonna hate e Pìssers gonna piss mas Mario continua fenomenal e mágico, 25 anos depois e em gloriosa alta resolução. E continua unindo famílias: 3 minutos com o GamePad na mão e um amigo meu e seu filho, de 6 anos, já estavam jogando juntos. Sim, ainda é o mesmo encanador bigodudo de barriga saliente que salta sobre tartarugas! Sim, ainda é a mesma princesa que faz bolos e vai jogar baseball com seu constante nêmesis! Mas é um mundo tão incrível, e tão gostoso de jogar, que não deve, nem pode, ser mudado.
Isso mesmo! Um colecionador está se desfazendo de sua coleção (depois de criar roms perfeitas de cada um dos cartuchos) e quer a bagatela de US$ 24.999,00 pela coleção. São, ao todo, 721 jogos (todos os games de SNES lançados oficialmente nos EUA, Canadá e México), todos com capas e 84% com manuais.
Ele está aberto a ofertas (o ebay disso tudo está aqui) mas o envio para o Brasil de uma coleção dessa provavelmente custaria seu outro rim… porque o primeiro você teve que vender para comprar a coleção!
Spartan Ops, o modo de jogo cooperativo multiplayer de Halo 4, entrou em férias. Literalmente. Por 6 semanas não haverão novos episódios. E, para quem como eu está roendo as unhas, aqui vai uma palhinha do que vai acontecer no retorno da série!