A Nintendo lança uma Pokedex para o… o… o… Iphone?! Que tipo de feitiçaria é essa?

Oh…

Meu…

Deus…

A Nintendo lançou um produto para o IOS. Não é um game, graças aos céus, mas uma versão extremamente interessante da Pokedex, o controle de dados de Pokemons que comumente é utilizado pelos treinadores. O App custa US$ 2,00 e  vem com todos os dados dos monstros da série Black e White – ou seja, os Pokemons da região Unova.

Caso você queira os monstros da gerações anteriores, no entanto, tem que comprá-los separadamente: US$ 5,99 cada geração (eu fiz a conta, o preço final fica em US$ 26,00 – bem carinho, se me perguntar!).  Só para comparação a Pokedex Pro, do 3DS, custa só US$ 15,00, e vem com todos os Pokemons e em 3D.

Vale a pena? Depende. Se você for um fã absurdo dos monstrinhos de bolso, e não tiver um 3Ds, até vale. Mas eu ainda recomendaria comprar um 3DS XL e a Pokedex Pro.

Tratando o online com carinho? Jogos com salvamento em nuvem? Extensões de jogos via IOS? O que diabos aconteceu com a Nintendo?

pokedex

Quem ganhou a VGA?

Eis os campeões da Video Game Awards:

 

  • Jogo do ano: The Walking Dead: The Game
  • Estúdio do ano: Telltale Games
  • Melhor jogo de XBOX 360: Halo 4
  • Melhor jogo de PS3: Journey
  • Melhor jogo de Wii U: New Super Mario Bros. U
  • Melhor jogo de PC: XCOM: Enemy Unknown
  • Melhor Shooter: Borderlands 2
  • Melhor Adventure: Dishonored
  • Melhor RPG: Mass Effect 3
  • Melhor Multiplayer: Borderlands 2
  • Melhor jogo de esporte individual: SSX
  • Melhor jogo de esporte em equipe: NBA 2K13
  • Melhor jogo de corrida: Need for Speed Most Wanted
  • Melhor canção em um jogo: “Cities” by Beck (Sound Shapes)
  • Melhor trilha sonora original: Journey
  • Melhor gráfico: Halo 4
  • Melhor jogo independente: Journey
  • Melhor jogo de luta: Persona 4 Arena
  • Melhor jogo para portáteis: Sound Shapes
  • Melhor performance por atriz: Melissa Hutchinson as Clementine (The Walking Dead: The Game)
  • Melhor performance por ator: Dameon Clarke as Handsome Jack (Borderlands 2)
  • Melhor jogo adaptado de filme/TV: The Walking Dead: The Game
  • Melhor DLC: Dawnguard (The Elder Scrolls V: Skyrim)
  • Melhor jogo por download: The Walking Dead: The Game
  • Melhor jogo social: You Don’t Know Jack

Se você não surtar com Megaman X Street Fighter você está legalmente morto!

Seow Zong Hui, desenvolvedor indie, se aproximou do Vice presidente senior da Capcom, senhor Christian Svensson, durante a EVO 2012, armado de um lap top. Enquanto o executivo tentava escapar o desenvolvedor pediu a eles 5 minutos. Abriu o lap top e mostrou 5 minutos de um jogo que vinha desenvolvendo para comemorar os 25 anos das duas franquias mais importantes da Capcom: Street Fighter e Megaman.

Christian Svensson ficou tão impressionado com o trabalho e o talento do desenvolvedor que reuniu um grupo de fãs fervorosos e, como medida de controle, trouxe o diretor de mídias sociais Brett Elston para a reunião. Das idéias dadas ali o senhor Svensson tirou apenas uma conclusão: os fãs precisavam de um megaman.

Rápido!

E de graça!

A Capcom colocou então uma equipe de desenvolvimento pequena e quase completamente composta de fãs para trabalhar sob Hui. Em menos de 6 meses um jogo estava completo e o lançamento irá acontecer, no dia 17 de Dezembro, inicialmente apenas para PC (“Estamos trabalhando para trazer o jogo para os consoles.” afirmou Svensson “Mas devido a dificuldades de licenciamento o software provavelmente não será gratuito. Estamos adiantados na negociação com a Nintendo, mas nada impede o jogo de surgir em XBLA ou PSN antes do final de 2013.”.

Então é isso! Dia 17 de Dezembro vá para a página www.capcom-unity.com/mega_man e download um jogo que promete muito… muito mesmo!

Um mistério de primeira: Phantom Pain seria um novo (e segundo) Metal Gear?

O trailer abaixo abriu a Video Game Awards 2012. Mas sem o trailer, no entanto, não temos como prosseguir nossa discussão, logo… ei-lo:

A primeira vista parece alguma espécie de híbrido entre ação e terror criado por uma companhia sueca desconhecida, a Moby Dick Studio. Eu nem teria ido atrás de nada mais em relação a esse trailer se não fosse por três razões:

1) O homem nas chamas aos 2:24 do trailer. As pernas, as roupas… esse desgraçado é o Volgin de Metal Gear Solid 3. Eu joguei aquele jogo literalmente até queimar dois canhões de PS2!

2) O helicóptero parece ser devorado por uma baleia as 2:36… mas eu já vi aquela boca e aquelas aletas laterais. Parece, muito muito muito mesmo, com um Metal Gear Ray – de MGS2. Apenas para propósitos de comparação… eis uma imagem do Ray:

Metal_Gear_Ray

3) E essa foi para bater direto na cabeça de qualquer fã! Aos 2:56 Psico Mantis (Sabe o sujeito que lia seu memory card e dizia o que você tinha andado jogando… esse mesmo!) aparece flutuando no fundo da tela do lado do guarda. Para quem não conseguiu ver… porque é muito… muito… rápido, eis uma colher de chá:

Mantis ali ó!

Bem mais fácil agora, né?!

Mas, espere aí, Metal Gear Solid já tem um novo jogo anunciado! Chama-se Metal Gear Solid: Ghost Heroes e é o primeiro jogo feito pela Kojima Productions que não é dirigido por Hideo Kojima! Então que diabos é isso? Kojima está trabalhando, segundo o site da Konami, em um projeto interno chamado “Ogre”. O Mini foi atrás de todas as fontes de informação que ele pudesse encontrar, começando pelo site da empresa produtora do jogo. O site é muito simples e tem apenas um projeto, Phantom Pain, que está, supostamente, programado para sair para PS3 e Xbox 360 (não sei porque… mas os gráficos e a movimentação me parecem “Next-Gen” demais para PS3 e 360… enfim). Abrindo as informações de domínio do site dá para descobrir que ele é bem novo e que não tem muitas informações mais reveladoras lá:

domain

Mais alguma pesquisa e descobrimos que o nome do CEO da Moby Dick e diretor do jogo é Joakim Mogren… posso estar imaginando coisas aqui… mas vamos comigo:

J   O   A   K   I   M  –  Anagrama simples –  K   O   J   I   M   A

M O G R E N   – Corta o M e o N –   O G R E

OK, Marcel! Anagramas, visões de personagens de apenas um segundo, acho que está na hora de você parar de jogar videogame e tomar um pouco de ar fresco! Eu até concordaria… se não fosse por um Tweet de um gamer, que estava na VGA, dizendo isso:

rubens

(Tem gente na área VIP reservada da Konami usando camisetas de Phatom Pain e da Moby Dick Studios)

Como as áreas VIPs são fechadas e reservadas apenas as próprias companhias (as vezes, decisões de última hora colocam ou tiram trailers da VGA, e essas decisões são feitas nessas áreas VIPs), meu narizinho me diz que não existe Moby Dick Studios… apenas a Kojima Productions tentando dar um olé na gente!

Insatisfeito com minha própria posição voltei ao Youtube e assisti, de novo, o maravilhoso trailer de Metal Gear Solid: Ground Heroes. Qual não foi minha surpresa ao perceber que os soldados, em ambos os trailers, usam as mesmas roupas, “armaduras” e equipamentos…

Comparação de roupas

… e que existe uma frase no primeiro trailer, que não fazia muito sentido na época, mas agora faz total sentido:

“From Fox, two Phantoms were born” (Da raposa, nasceram dois fantasmas/espectros).

Só dois homens foram chamados “Fox” no universo de Metal Gear Solid: Grey Fox e o próprio Big Boss. Ora, Big Boss é clonado, dando origem a dois filhos, Solid Snake (David) e Liquid Snake (cujo o nome eu nunca encontrei). E um deles perde a mão!

ODDEUSSANTOPADINHOCÍCEROESSEJOGOTEMAPORRADOLIQUIDSNAKECOMOPROTAGONISTAAFUCKKOJIMASEUPUTOAGORAQUEEUNÃOVOUCONSEGUIRDORMIRMESMOSEUDESGRAÇADOINVOCADODOCAPETA!

LIQUID SNAKE PERDE A MÃO! No final de Metal Gear Solid! E embora a pessoa machucado do trailer parece ter perdido também um olho, uma possível alusão a Big Boss, eu acredito que, como o pano que cobre o olho não parece, de nenhuma forma, manchado de sangue ou qualquer outro fluído, tem sido colocado ali exatamente para completar a barba e os outros itens de aparência que poderiam configurar a imediata semelhança entre Big Boss e o cara visto aos 2:54/2:55 caído no chão (supostamente Liquid).

E como se tudo isso não bastasse o pessoal na Kotaku resolveu completar as estranhas lacunas que sobraram no nome do jogo:


Pura

Olhem que legal!

Com gelo!

Seria mesmo Phantom Pain um MGS? Talvez o quinto jogo? A continuação da história de Liquid? Mas Liquid não está morto, sua personalidade entranhada no braço que foi colocado em Ocelot? Teria eu viajado muito?

Deixem suas respostas aí embaixo!

Dragon Quest X vai te levar as nuvens! E aproveitar para salvar o jogo por lá!

O novo, e lindo MMO, da Square- Enix está chegando. E ao que tudo parece ninguém vai ter problemas em utilizá-lo, mesmo quem, como eu, foi forçado a adquirir a versão básica do Wii U. O presidente da Nintendo, Satoru Iwata, tranquilizou os dãs dizendo que, em conversa com a Square, ambas as empresas decidiram por salvar personagens, itens e outras necessidades do sistema para Dragon Quest X em nuvem.

Isso não significa, no entanto, que você será capaz de utilizar seu personagem que outro console que não o seu, nada foi dito sobre isso, mas que os jogadores não precisarão se preocupar com ter um único mega de espaço livre em suas memórias flash ou HDs.

O jogo está a caminho para 2013… sem data específica ainda. Eis o super trailer:

Google Maps a caminho do Wii U!

Eis uma coisa que eu nunca achei que fosse sair para um videogame. O Presidente da Nintendo do Japão, senhor Satoru Iwata confirmou que Google Maps está a caminho do Wii U, com direito ao “Panorama View” (que nos chamamos de Google street).

Funcionará assim: A TV, na sua frente, ficará com a visão aérea do Google Maps, enquanto o Wii U Game Pad ficará com a visão de solo – ruas, prédios, etc… . O presidente Iwata até recomendou que os fãs fizessem uma visita virtual ao prédio da Nintendo em Kyoto.

O Google Maps será gratuito e estará aberto para download em Janeiro na e-shop Japonesas, ficando disponível no segundo trimestre de 2013 na e-shop americana. O “Panorama View”, no entanto, terá que ser comprado – haverá um demo do software disponível , logo após o lançamento do Google Maps, para aqueles que quiserem testar antes de gastar seu dinheiro.

Fiquei confuso… em um celular o Google Maps é super útil. Em um console que não sai da minha casa….

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Primeiros detalhes sobre Wii Fit U!

O jogo sairá no primeiro semestre de 2013 em duas versões: Uma caixa completa com a Wii Balance Board e bateria recarregável e uma caixa simples só com o game para todos que já tem a Balance Board. O game terá 77 atividades que estarão divididas em 8 tipos de rotinas diferentes, como Yoga, Cardio, Dance, etc…

Essa última é bem interessante visto que Just Dance 4 também pode fazer uso do Balance Board… muitos gamers vão pegar só por isso!

Qualquer outra notícia o Mini traz para vocês!

Jogando: Paper Mario: Sticker Star

Finalmente! Com muito, MUITO, atraso, por causa da alfândega, meu Paper Mario finalmente chegou. E sabem o que aconteceu? Eu fui, de novo, envolvido naquela magia absurdamente divertida da série de RPGs Paper Mario! O jogo é divertidíssimo e te faz rir o tempo todo… mas é bom? Vamos descobrir!

Graficamente falando Paper Mario: Sticker Star é uma nova história postada sobre os gráficos da versão do Cube, Paper Mario: The Thousand Year Door. Eu acredito que existe um limite do que poderia ser feito em termos de gráfico para que os cenários parecessem recortes de papel e papelão e ainda tivessem um certo reconhecimento. Logo não estamos falando de uma enorme diversidade gráfica ou de um cenário que, realmente, vai lhe trazer lágrimas aos olhos. A animação do personagens é interessante e os trejeitos básicos foram bem criados, heróis e vilões tem uma caracterização bem feita mas, mais uma vez, não há muito no componente gráfico do jogo que vai vendê-lo para você. E o som vai pelo mesmo caminho. Mario não fala, nem tem falas (os inimigos e amigos falam por ele – ele diz coisas como “Há!” “Hey” “It´s Me!” e gesticula… muito!”) e os inimigos não tem vozes, só grunhidos. Há vários sons engraçados e bastante característicos da série, assim como músicas que vieram transplantadas de episódios anteriores da franquia, que são bem feitos e interessantes, mas sua experiência sonora não será, exatamente fantástica!

O sistema de combate sofreu mudanças drásticas: As badges e os poderes vão embora e Mario e companheiros usam stickers para lutar. Sim! Stickers! Em vez de ter um ataque em que Mario chuta um casco em alguém, você usa um Sticker com um casco. Em vez de colocar um badge que melhoraria o poder de chutar o casco você pega um Sticker de casco melhor – e vai por aí. E os Sticker só podem ser usados uma vez! Uma comparação facilitadora seria pensar em uma estratégia como a de um Deck de Magic: The Gathering, o jogo de cartas colecionáveis – quase todas as cartas só podem ser usadas uma vez e vão para o cemitério. Ou seja, você, como jogador tem que ficar resuprindo  Mario o tempo todo com Stickers, que você acha derrotando inimigos, olhando embaixo de pedras e conversando com toads, toupeiras e outros personagens da versão “papel” do reino do cogumelo. É BEM menos complexo do que a versão do Cube e parece muito que foi feita para trazer novos jogadores a franquia (visto que o sistema dá um monte de colheres de chá para você) mas não vai atrapalhar o seu jogo. Infelizmente um outro aspecto dos Stickers vai… os “Thing Stickers”.

Eu explico. A dois tipos de Stickers no jogo: Combat Stickers e Thing Stickers. Combat Stickers são auto explicativos, e acabamos de falar deles. Thing Stickers são, essencialmente, coisas, indo de ventiladores gigantes a pontes, que foram removidos dos lugares onde estariam (ou viriam a ser necessários), miniaturizados e deixados por aí. E para prosseguir na sua aventura você precisa achá-los, uma tarefa bastante difícil se você considerar que alguns deles exigem side quests, olhar em cada canto dos diversos estágios do jogo ou cumprir tarefas específicas em uma determinada ordem.  O que torna a situação ainda pior é que os chefões das “Dungeons” (os locais onde os pedaços da Sticker Star estão guardados… o que? Que cara é essa de surpresa? Por um segundo você achou mesmo que você não ia sair recolhendo pedaços de alguma coisa em um Paper Mario?) exigem um Sticker específico cada um, para que ele seja derrotado – E ESTE STICKER PODE, OU NÃO, ESTAR DENTRO DA DUNGEON. Normalmente, se o Sticker necessário não estiver na Dungeon o jogo lhe dará vários avisos (“Fulano é indestrutível! Só a bruxa do pântano tem o que necessário para acabar com ele!”,  e na porta da Dungeon tem um aviso “Você já viu a bruxa do pântano hoje?” – coisas desse tipo. Não dá para dar exemplos in-game sem estragar a história!) mas como, mesmo se você tiver o Sticker certo, o jogo não lhe avisa quando, nem como, usá-lo, na primeira vez que você chega ao Chefão, você acaba, na maior parte das vezes, morrendo a primeira, e talvez  a segunda batalha contra ele, para que um aviso do jogo diga qual o Sticker e como usar. Fica mais fácil com o tempo e as diversas dungeons porque você, meio que, se acostuma com a cabeça dos criadores, mas não é simples sob nenhum aspecto e pode ser extremamente frustrante para um jogador casual.

Mas a maior parte dos usuários não estão aqui por gráfico, som ou gameplay. Estão aqui pela fantástica história e seu soberbo uso do humor. E fiquem tranqüilos… esse aspecto continua perfeito. As histórias continuam absurdamente engraçadas, os vilões tolos e as aventuras atrás dos pedaços da Sticker Star, partida durante uma tentativa de roubo por Rei Bowser, hilárias. É um jogo que vai dar aquela deliciosa sensação de jogar só mais uns 10 minutos para ver o próximo estágio e a próxima piada… e que continua engraçado na segunda, terceira e demais jogadas.

Conseguimos sintetizar dizendo que Paper Mario: Sticker star é um bom jogo. Não é um marco em termos de RPGs para sistema Nintendo como Super Mario RPG ou Paper Mario: Thousand Year Door mas é um bom jogo, que, após o período de aclimatação, vai trazer diversas gargalhadas para você. Talvez na tentativa de evitar uma possível mesmice a Nintendo tenha modificado coisas demais na atual versão e tenha criado alguns “gargalhos” que engasgam o Gameplay mas nada que vai matar mais essa adição a biblioteca do 3DS. Só não vá com muita sede ao pote!

O novo (e provavelmente último) DLC de Mass Effect 3 promete te fazer chorar!

A Bioware trouxe TODO mundo de volta para o que deve ser o maior DLC da história do videogame. A equipe de dublagem inteira está de volta (ao contrário do DLC “Omega” onde você mal via o pessoal da sua equipe) fazendo as vozes que os consagraram, os escritores de Mass Effect 1, 2 e 3 foram colocados para trabalhar junto (sim… inclusive os que haviam sido demitidos!) e o responsável pelas músicas do primeiro game, Sam Hulik, está chefiando a criação sonora do DLC! Se isso não deixar você animado, cheque a sua pulsação!

Segundo Casey Hudson, diretor da franquia e do último jogo, “We are all hands in deck! (Todos estão abordo!). Nunca um DLC teve uma equipe tão grande e nunca tanto dinheiro foi colocado em material de Mass Effect. Questionado pelo pessoal da 1Up se o novo DLC modificaria o final de alguma forma Hudson foi evasivo “You will have to play it!” (Vocês terão que jogá-lo!).

Seria isso a Bioware fechando com chave de ouro a franquia? Ou os fãs já estão tão amedrontados que é melhor não mexer no que já conhecemos? Deixem suas respostas aí embaixo!

Mass-Effect-3-Leviathan-DLC