Minicastle 7 anos – Minha primeira paixão…

Eu queria algo para fechar o mês. Algo com todo o impacto que fosse necessário para fechar o aniversário do Mini e cimentar de vez tudo o que foi escrito, visto e falado esse mês. E eu precisava do jogo certo para fazer isso.

Nós vivemos uma era de incerteza na indústria: o videogame de mesa da Nintendo vai mal, os dispositivos android parecem abocanhar cada vez mais partes do mercado, Sony e Microsoft tem quase nada de diferença para mostrar em seus novos consoles (poderosos e intimamente ligados a internet) e o que era meu hobbie, pessoal e particular numa era onde ser nerd ainda não era cool, se tornou uma indústria multi bilionária sem igual.  Nessa era de incerteza ser divertido, bem feito e graficamente apresentável não são mais diferenciais, são necessidades, e é muito fácil esquecer onde se começou ou como se começou lá atrás.

Mario começou para mim – e não posso dizer que tenha sido amor a primeira vista. Pode não parecer hoje, com minhas mãos bem mais hábeis e minha capacidade de atenção muito mais afiada, mas houve uma época onde eu não conseguia terminar o mundo 2. E que eu não sabia do warp. E que eu nem fazia ideia de que eu podia tomar dano e relar na alavanca para matar o Bowser. Aí veio Zelda e mudou tudo. Mario ficou esquecido por meses, visitado de vez em quando, mas deixado de lado em nomes de novos games e locações. E, ironia das ironias, eu invejava os donos de Master System e seu phantasy star, jogos vendidos nas lojas americanas e acessórios a dar com pau.

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“O PS4 não vai permitir usar jogos piratas nem emprestar jogos a amigos!” – Quanto disso é realmente verdade?

A Internet foi tomada de assalto essa semana por uma nova patente criada pela Sony. Segundo diversos veículos de imprensa a nova tecnologia, que seria utilizado no PS4, acabaria com a possibilidade de se utilizar um mesmo disco em diversos videogames e impediria, completamente, a revenda do jogo usado. Milhares de pessoas simplesmente surtaram soltando brados de “É o fim da Sony!” ou “Se isso acontecer eu não vou comprar um PS4!” e muito mais.

Mas isso é realmente verdade? O Mini vai a fundo e explica a situação!

Vamos começar pela patente em si. Hoje, sem recorrer a patente criada pela Sony, já existem duas formas de comprar jogos em que você não pode, depois, revender o seu produto: Compra por distribuição digital ou jogos com códigos de instalação. Em ambas as situações o jogo fica ligado a uma determinada “conta de usuário” que é o único que pode acessar o game em si. A solução é maravilhosa para games online, ou para games em equipamentos que estão constantemente online, mas, com “Crakers” e “Mods” pode ser facilmente combatido off-line. Com a questão das mídias físicas o problema é ainda pior: Não dá para se evitar que alguém use  o disco, com todo o conteúdo dele, em outro aparelho.

Onde entra a solução da Sony então? Mexer na mídia física em si!

A patente JP200030633 (A) – Disk Like Recording Medium and Apparatus and Method for reproducing the Medium é na verdade um sistema interessante que poderia, inclusive, ser aplicado no PS3, caso fosse necessário. O drive em si é um drive de Blu Ray comum que, por comando de software “pisca” o canhão, em força total, em uma determinada faixa do disco, numa espécie de código morse do código de segurança do console/computador. O disco é que é diferente; em vez de um disco Blu Ray padrão, esse novo disco possui uma faixa especial, a que é irradiada pelo canhão, que é optica-magneticamente sensível, e que seria marcada, pelo leitor, com o código acima citado. Eis a pegadinha: Uma vez marcado o disco, toda vez que ele fosse iniciado, essa faixa seria lida e o código nela contido seria comparado com o código contido no console/computador. Se o código bater o sistema é iniciado. Se o código não bater o software não inicia e o usuário recebe uma mensagem de erro.

Ou seja: O disco só funciona no primeiro aparelho que foi colocado! Sem emprestar jogos, sem comprar jogos usados! E nem precisa de internet ou checagens online! É uma versão vendável da tecnologia de discos magnéticos utilizado pelos serviços de inteligência americanos – os discos só podem ser lidos em um número limitado de máquinas.

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Então sim, se essa tecnologia fosse aplicada no PS4, seria o fim, de uma vez só, pelo menos temporariamente, da Pirataria, revenda de games e empréstimos/aluguel de games. Cada um teria que ter sua cópia e ponto final.

Só tem um detalhe que as responsáveis fontes da imprensa, muitas vezes, deixam de mencionar: A SONY NÃO DISSE, em momento nenhum, que pretende utilizar essa, ou qualquer outra tecnologia, no PS4. O Orbis (nome do projeto PS4) ainda é um enigma envolvido em uma charada, e, considerando o foco que a Sony tem dado na distribuição digital, pode nem vir a ter drive. Quanto mais utilizar essa tecnologia! Logo, ainda não temos nenhum motivo para desespero e ranger de dentes.

A Sony (assim como a Microsoft, a Nintendo, a Apple, o Google, etc….) criam centenas de patentes todos os anos, como uma forma de proteger idéias originais ou soluções interessantes que, muitas vezes, não tem a menor intenção de usar. Sem falar que mesmo a Sony, que possui respeito zero por seus usuários, consegue entender o tamanho da repercussão que isso teria entre sua base de consumo – seria desastroso.

Então, sim! A patente existe! Não, a Sony não afirmou que a mesma será utilizada no PS3, PS4 ou qualquer outro sistema – ATÉ O MOMENTO! Bom descanso e bom divertimento!

 

Halo 4 e maior promoção de todos os tempos! A Halo 4 Infinity Challenge!

A 343 Industries, responsável pelo mais do que incrível Halo4, se juntou a gigante multimídia Virgin para fazer um dos maiores torneios de videogame que já existiu. E se você ganhar, os dois primeiros prêmios são: o veículo dos sonhos, uma Pickup Ford F-150 SVT Raptor customizada com a aparência e o painel de controle de um Warthog (se você não sabe o que é um M12 Force Application Vehicle – conhecido como Warthog, some daqui) OU seu rosto em um personagem de Halo 5.

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Não… eu não to tirando sarro.

Você pode se registrar agora mesmo no site do “Infinity Challenge”, não se preocupe é gratuito, e participar. No dia 17 começarão os jogos, literalmente, tanto na modalidade War Games quanto no modo Spartan Ops. Para o War Games, onde o prêmio é a Pick Up, você simplesmente tem que jogar na lista Infinity Challenge e ir subindo na Leaderboard. A  lista vai rotacionar os jogos entre Infinity Slayer, Regicide, Dominion e Capture the Flag. Os jogadores serão rankeados em três níveis, com o pessoal do nível 1 podendo ganhar o grande prêmio. As qualificações acabam em 10 de Janeiro e a fase final começa, somente com os jogadores de nível 1, em 12 de Janeiro.

Já para o Spartan Ops, que vale seu rostinho lindo em um personagem de Halo 5, os competidores só precisam JOGAR! JOGAR MUITO! Isso mesmo, sem leaderboards, sem competição, sem scoring, é só jogar e jogar e jogar, a seguinte coleção de missões no Spartans Ops:

  • “Core” — Episode 1, Chapter 5
  • “Hacksaw” — Episode 2, Chapter 3
  • “Shootout in Valhalla” — Episode 3, Chapter 4
  • “The Didact’s Gift” — Episode 4, Chapter 5
  • “Spartan Thorne” — Episode 5, Chapter 1

Ganha quem jogar mais! Literalmente! Ganha quem passar mais tempo jogando esses episódios específicos de Spartan Ops! Considerando que os novos episódios de Spartan Ops só vem depois do final de janeiro, isso nem vai ser assim tão difícil. Mas pode ter certeza que haverão centenas de Xbox 360 queimados por aí até o final da competição.

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Eu, e o meu pelotão, vamos participar. Vejo vocês no campo de batalha!