Final Fantasy X/X2 HD edição limitada!

Se alguma empresa teria como fazer uma versão de colecionador de um jogo, seria a Square Enix. Agora imagine o prazer inenarrável de abrir a caixa de colecionador do seu Final Fantasy X/X2 HD, manusear o seu novíssimos (e lindíssimo) livreto capa dura de 24 páginas com arte de produção do jogo e …

… espera aí…

… cadê o jogo?

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Conte com a Square Enix também para vender uma edição especial em lojas onde os jogos terão que ser downlodados! Sim! Você compra sua edição especial e download o jogo, através de um código por voucher, quando chegar na sua casa! Isso não é incrível?

Uma edição limitada TÃO limitada que não vem nem com um disco!

Você também detesta a Origin? Pois é… a EA percebeu isso!

E já não era sem tempo. Se você já tentou usar o serviço digital da Eletronic Arts descobriu que ele é horrível: travado, desnecessariamente complicado e cheio de bugs. É tão terrível que me fez desistir de criar minha conta na primeira tentativa – que já estava passando dos 35 minutos.

E, surpreendendo a todo mundo, o novo vice presidente de distribuição digital da EA, Andrew Wilson, soltou a pérola: “Origin Sucks. At least today.” (Algo como “Origin é uma merda. Pelo menos como está hoje”).

Palavras fortes senhor Wilson (Sr Wilson!!! Quem não lembra do Dênnis gritando isso não teve infância), mas o que a EA está fazendo para mudar isso? Aparentemente muito…

Segundo Wilson novos sistemas de cadastro, mais simples e rápidos estão sendo criados, milhares de servidores estão sendo instalados no serviço (para tornar o download mais rápido), scripts de instalação estão sendo criados (para tornar mais simples para usuários sem muita experiência) e uma central de atendimento, com atendentes humanos, está sendo criada para auxiliar o usuário, pós venda.

Será que isso será suficiente para segurar a onda de abandono que vem atingindo o Origin pós fiasco de Sim City? Só o tempo dirá!

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A Ubisoft foi hackeada… mas não há motivos para pânico!

Em declaração pública da própria Ubisoft “Nós recentemente descobrimos que um de nossos sites foram explorados para ganhar acesso a alguns de nossos sistemas. Nós imediatamente tomamos medidas para fechar esse meio de acesso, investigar o acidente e restaurar integridade aos sistemas atingidos. Durante esse processo nós descobrimos que informação foi acessada de nossa base de dados, incluindo nomes de usuários, endereços eletrônicos e passwords encriptados. Notem que todos os dados de pagamento ficam armazenados em outro servidor, logo todos os dados de cartões de crédito/débito estão seguras. Por uma medida de segurança nós recomendamos que os usuários mudem seus logins e passwords. Fiquem seguros que sua segurança é nossa prioridade.”

A invasão foi detectada no final de Junho mas já vinha acontecendo, segundo fontes internas, a cerca de 20 a 30 dias. O Mini ficará atento a qualquer mudança.

Acuada Microsoft volta atrás com TODA a sua política de DRM e Online para o XBOX One!

Eu acho que essa é uma das melhores notícias que eu já dei no Mini até hoje. Sério! Depois de falar aos quatro ventos sobre sua política online (nada de jogos usados, aparelho tendo que se registrar no servidor da Microsoft a cada 24 horas, nada de emprestar jogos para amigos, etc…) a Microsoft se viu em uma situação um pouco complicada.

Milhares de compradores começaram a cancelar seus pacotes de pré compra (que, detalhe, custaram bem mais do que o custo final do aparelho, US$ 499, seria)  e as vendas do PS4 explodiram (a maioria das lojas americanas não aceita mais pré compras do aparelho da Sony pois a empresa não consegue confirmar mais datas de entrega).  A EB Games, uma das maiores e mais conhecidas redes de lojas de jogos dos EUA,  assim como duas franquias de supermercados simplesmente se negaram a colocar o aparelho nas suas prateleiras com o foco no online (e a restrição a jogos usados) forçadas pela Microsoft. A GameStop, forçada por contrato a continuar vendendo o aparelho, começou, em loja, a direcionar os usuários a comprarem o Wii U ou o PS4, e paralizou, pós E3, as pré vendas do XBOX One. A situação parecia desesperadora para a M$.

Mas alguém lá dentro teve uma luz, um momento de inspiração: leu os blogs, sites e foruns e disse “Ei! Eles estão reclamando da nossa política online! Por que não mudamos ela e enchemos o rabo de dinheiro como fizemos com o XBOX 360!” – Espero que esse cara seja promovido a presidente vitalício.

De qualquer forma o fundo ficou sobressaltado hoje quando Don Mattrick, presidente de entretenimento digital da Microsoft, veio a público dizer que “Estamos acompanhando de perto o feedback das reações do público a E3 e ouvimos vocês. Nós entendemos que, para vocês, a possibilidade de emprestar, vender ou comprar seus jogos, da maneira como vocês fazem hoje, carregando-os em mídias físicas, é muito importante para vocês. Dessa forma estamos, através de uma alteração de firmware a ser realizada no primeiro dia do aparelho, desativando as funções de contato constante com o servidor da MS assim como desabilitando os sistemas de controle de conteúdo.”. Fantástico!

O executivo ressaltou, no entanto, que haverão perdas decorrentes da mudança “Você não poderá mais acessar seu catálogo de jogos, online, de onde estiver. E estamos repensando diversos conceitos de processamento em nuvem que haviam sido desenhados para o console. Mas estaremos sempre prontos para atender o desejo do consumidor.”. Ou seja, terei que carregar meus discos comigo. Como eu fazia com meus cartuchos… desde os meus 6 anos de idade. Não vejo problema algum com isso.

Mas e agora? Será isso suficiente para devolver para a Microsoft sua fatia de mercado? Os exclusivos do PS4 farão o peso que tem? Só o tempo dirá!

 

Pré Vendas do PS4 triplicam depois da E3! Número de desistências do pacote XBOX One Day One passam das casas das 1200 unidades na rede Game Stop!

Ops! Parece que o público americano resolveu utilizar suas carteiras para protestar contra a posição da Microsoft de proibir jogos usados e manter seu aparelho online o tempo todo! Segundo dados da própria Game Stop, a maior rede de lojas especializados em videogames do EUA, logo depois da terça feira milhares, literalmente, milhares de desistências começaram a ocorrer relativos a pré compra do XBOX One, enquanto as pré vendas do PS4 explodiram!

A própria Sony se assustou com o súbito aumento de pré vendas. Segundo Adrewn House, diretor de vendas da empresa, “Pode ser que não tenhamos unidades no dia do lançamento para venda aberta ao público. Vamos nos esforçar para aumentar a produção e evitar gargalos e tropeços no lançamento”.

Parece que, além de aumentar as vendas da Big N a microsoft se tornou sua pior inimiga. Hora de rever os posicionamentos MS?

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Sony desafia Microsoft e sua proposta de ser tudo em uma máquina só!

Tava demorando! E começa a novela! Kaz Hirai, CEO da Sony, soltou uma “É claro para nós a linha que precisamos seguir. O PS4 é um aparelho direcionado a gamers. A função principal dele é jogar. O produto principal dele são games.”. Muito sábio da parte do senhor Hirai, principalmente porque em 2006 ele e sua companhia colocaram no mercado um uber monstro centro de entretenimento all-in-one em volta de um tocador de blu ray na exata mesma estratégia que… … … a Microsoft está usando agora.

Sim! O PS3 tinha a mesma proposta de um XBOX One – quase 7 anos atrás! Veja aonde isso levou o aparelho!

É claro que o executivo tem que cobrir todos os ângulos, e prossegue “Nós pensamos nele como um aparelho para games, primeiro e extensivamente. Isso não significa que ele será somente isso. Haverá milhares de fatores de valor agregado. Mas se nosso foco não estiver nos gamers e nos games, nós já começamos errado!”.

Parabéns Sr. Hirai! Concordam? Discordam? Deixem suas opiniões aí embaixo!

 

XBOX One – Incompatível com os Head Sets atuais mas com um novo Smart Glass a caminho

Em um movimento meio ousado a Microsoft comentou, casualmente, que TODOS OS ACESSÓRIOS do XBOX 360 NÃO funcionam no XBOX One. Isso inclui todos os Head Sets de mercado (a Microsoft vai ter uma nova linha para o XBOX One), volantes e outros acessórios que funcionavam via USB. Segundo a Microsoft os head sets terão que ser conectados pela nova entrada óptica do controle, que permitirá som estéreo no head set (que será importante pois os games usarão som multilocalizado – Se um parceiro de equipe falar quando o avatar dele estiver a direita do seu, você vai ouvir no ouvido direito) e terão que ter drivers específicos da MS para funcionar – ou seja, só licenciados oficiais. A própria Microsoft vai oferecer sua solução em head set, mas não na caixa básica. “Achamos que o solucionador de ruído do Kinect 2.0 resolve todos os problemas de sons ambientes se misturando as vozes em uma conversa online. Para o usuário padrão, não haverá necessidade de um head set, basta Kinect” disse um porta voz da empresa.

Há um segundo lado nessa decisão: Controle absoluto sobre o mercado de acessórios. Se somente a Microsoft (e um punhado de empresas) puder produzir acessórios para o XBOX One haverá muito dinheiro para essas (poucas) escolhidas. E a qualidade poderá ser controlada pela própria Microsoft: Para o bem ou para o mal…

De qualquer forma você não vai ter que trocar de cel para usar o novo App de Smart Glass, que terá versão para Windows Phone, IOS e Android. Basta um smart phone relativamente moderno (tipo um Galaxy S 1) e o app para contar com duas telas, multitouch e informações em tempo real sendo streamed do videogame. Em uma piadinha meio sem graça com os donos do Wii U um porta voz da Microsoft soltou que “Afinal, ninguém quer uma tela no meio do controle, sendo que todo mundo tem um smart phone”. Piadinha por piadinha… eis a minha visão do embate:

6hT5xBBBBBAAAAAMMMMM …. é o fim do PS4 e do XBOX One!

 

Eletronic Arts é considerada, pela segunda vez seguida, como a pior empresa da America! Mas Por quê?

A gigante devoradora de pequenas empresas, fabricante de enlatados sem graça e destruidora de sonhos, Eletronic Arts, a EA, foi eleita, pela segunda vez consecutiva, como a pior empresa da América – ganhando o prêmio “Golden Poo” (literalmente “Cocô Dourado”. Para esse “feito” a empresa venceu, em um pool votado via internet empresas como o Bank of America, Ticketmaster, Carnival Cruise Lines, Anheiser-Busch InBev, Facebook, AT&T, Walmart, Best Buy, American Airlines, PayPal e TODOS os provedores de Internet, telefonia e TV a Cabo americanos.

Nada mal EA… nada mal mesmo! ^_^

Segundo o editor da Consumerist’s, publicação que criou o prêmio, Chris Morran, “Depois de ser coroada como a pior companhia na América no ano passado, era esperado que a Electronic Arts entendesse a mensagem: Pare de tratar seus consumidores como cofrinhos e não coloque no mercado jogos incompletos e quebrados apenas para fazer esses mesmos consumidores pagarem extra pelo que já deviam ter recebido de cara.”

De frente a essas reclamações o senhor Peter “Eu sou um imbecil” Moore, COO da EA (Chief Operating Officer) soltou ao vento uma pergunta que eu mesmo me faço: “As árvores mais altas são as que pegam mais vento. Se somos assim tão ruins porque vendemos mais games a cada ano?”.

Verdade! Se sabemos que a EA é uma merda, dourada ou não, porque continuamos consumindo os produtos dela, cada vez em maior número? E se não consumimos, porque consideramos a empresa uma merda? E porque a Valve não explode de vender, se é considerada uma empresa excelente?

Afinal… o que faz a EA ser tão odiada?

Vamos por partes…

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Eu amo todos eles EA… não os toque!

Tranquilizando Acionistas

“É uma besteira a seleção da Consumerist. E a mesma seleção que ano passado nos considerou piores que a empresa responsável pelo maior derramamento de óleo da história.” disse Moore, relativo a produtora de óleo Champ BP, que perdeu o “prêmio” para a EA no ano passado (e não foi “eleita” para participar neste ano). Mas como funciona essa seleção?

A consumerist’s pega as empresas americanas com maior número de queixas nos maiores sites de atendimento ao consumidor assim como nos órgãos de proteção ao consumidor. Essa seleção é então colocada a disposição do público para votação no site deles e, como dizem, a voz do povo é a voz de Deus.

“Ganhar esse prêmio é uma forma dos seus consumidores te mandarem uma mensagem. Que eles não estão contentes com você, que você os desapontou e que, você merece um enorme troféu de plástico em formato de cocô.” disse Chris Morran. Peter Moore respondeu apenas que “No ano passado as pessoas estavam bravas com o final de Mass Effect 3 e nossa posição em relação ao SOPA. Neste ano foi a SOPA, de novo, e nossos problemas com Sim City.” evadindo-se totalmente da culpa.

Hora de um reality check

A questão é que a posição da EA, relativa a Mass Effect 3, SOPA ou Sim City, é errônea. Na verdade a posição de ódio, quase mítica, que a empresa vem adquirindo ao longo dos anos parece fluir de:

Constantes compras de empresas bem sucedidas menores, com a intenção de “mineirar” as melhores franquias – normalmente destruindo-as;

A retenção das principais marcas de esportes do mercado, criando um monopólio de controle que, a grosso modo, acaba sustentando a política de preço atual de software que é empurrada, goela abaixo, no mercado inteiro, pela EA;

A relação altamente tóxica e destrutiva da EA com as microtransações;

Dentro do primeiro item podemos colocar as constantes interferências sofridas pela Bioware na produção de Mass Effect 2 e Dragon Age 2, que resultaram em games muito inferiores aos primeiros, e a atrocidade que foi Mass Effect 3, muito mais voltado para a ação e para o público casual, quase não retendo nada da fórmula do game original – graças a necessidade da EA de ganhar ainda mais dinheiro com a franquia. A posição, vergonhosa da gigante em relação a Pandemic, literalmente trancando os funcionários para fora da empresa de um dia para o outro, antes mesmo da demissão dos mesmos, para evitar roubo de código fonte e lançando “Le Saboteur” antes do jogo estar completamente testado e debugado também não ajuda em nada e o fechamento de diversos estúdios após a compra, claramente voltada para a aquisição hostil de propriedade intelectual dos mesmos.

Dentro do segundo item há vozes muito muito fortes, como a Nintendo, a Valve, a Blizzard e a própria Microsoft, contra a política de preço atual do mercado de games; “Os games simplesmente ficaram caros demais. A linha da própria Microsoft é lançado em um preço de mercado mais acessível e temos tido ótimos resultados com ele.” afirmou o porta voz principal da Microsoft para assuntos relacionados ao XBOX, Major Nelson – “O problema é sempre de percepção de qualidade. Quando um jogo é precificado abaixo dos US$ 60,00, no lançamento, sem uma pesada campanha de marketing por trás dele, ele é percebido como um produto inferior, mesmo que a produtora saiba que aquele preço não era necessário. Tornou-se a normalidade.”concluiu Nelson. Até 2005, no começo da atual geração, a EA não tinha tanta força de mercado para forçar o preço do mercado, mas com marcas como Dead Space, Fifa, Mass Effect e a distribuição, para a Sony, dos jogos Valve, a empresa tem todo o peso que precisa agora.

O que nos leva ao terceiro ponto, a relação horrível da EA, através de seus produtos, com o mundo das microtransações. Afinal a empresa não lança um produto completo, que ela torna mais acessível ou diferenciado através da venda de DLCs e expansões e sim produtos incompletos, quebrados ou mal-balanceados, que ela então libera melhorias, patchs e balanceamentos dentro de DLCs pagos. Isso é inadmissível! E a conduta de “pague para ganhar”, com vantagens absurdas dadas a quem pagar com dinheiro real por elas – sem suor nenhum é um desrespeito a todos que estão tentando conquistar o jogo normalmente. E não me entendam mal, sou completamente a favor de maneiras de tornar a experiência mais acessível: A Valve utiliza algoritmos de rede neural que regulam a dificuldade do jogo conforme sua habilidade nele, a Nintendo utiliza seu “super guide” de forma a auxiliar jogadores travados, entre outras tentativas. Mas ninguém deveria ter que pagar por isso! Em nenhuma situação!

E a EA nem mesmo faz segredo de seus enormes lucros com as microtransações, “Nosso modelo de negócio vem se tornando dependente das microtransações. Nos melhoramos games e jogadores.” soltou Moore. Se fosse feito do jeito correto, Ok! Mas do jeito que a EA faz você recebe coisas que deveriam estar dentro do seu já, imensamente, caro game de US$ 60,00.

Mas o pior é que Moore acha que a culpa não é da EA.

Jogando a culpa nos outros!

“Eu serei o primeiro a admitir que temos muitos problemas. Eles vão de servidores desligados muito cedo a jogos que não atingiram as expectativas, erros no modelo de precificação e, mais recentemente, os graves e diversos problemas com Sim City. Nós devemos aos jogadores uma performance melhor do que isso.” . Quando o COO Peter Moore soltou essa frase eu, do fundo do coração, achei que a EA tinha aprendido a lição. Ele iria se demitir, um novo COO e CEO viria, e o mundo melhoraria. Não foi o que aconteceu. O que houve foi uma tentativa patética de jogar a culpa da situação nas costas de outras pessoas. Começando com Sim City.

“Muitos jogadores acham que Sim City ser always-on é parte de um elaborado sistema de gerenciamento de propriedade intelectual digital (GPID – ou DRM em inglês, de Digital Rights Management). Não é. Mas as pessoas continuam insistindo e nós não temos como ser mais claros – não é. É parte integrante de como o jogo foi criado. Ponto final” afirmou Moore. Mas, peraí… EXISTE uma forma simples e direta de ser mais claro: Desative a função. Torne o online opcional. As pessoas vão ouvir… e vão apreciar! Pare de pensar que somos todos ladrões que querem roubar seu game!

De forma a desacreditar o conceito de pior empresa da América do ano, Moore atacou outras áreas “Nós vimos listas e mais listas pedindo que as pessoas votassem na EA como a pior empresa da América meramente porque não concordavam com a nossa escola de atleta para a capa de Madden NFL. O mesmo ocorreu com FIFA” e “No ano passado recebemos milhares de e-mails e cartas protestando contra a posição da Ea de permitir aos jogadores criarem e jogarem com personagens GLTS em nossos games (GLTS – Gays, Lésbicas, Transexuais e simpatizantes). Na semana que antecedeu a votação da Consumerist nós vimos centenas de sites fundamentalistas e religiosos pedindo as pessoas que votassem na EA como pior empresa da América, simplesmente porque nós permitíamos personagens GLTS.”. Certamente uma empresa que defende a existência de personagens virtuais GLTS não pode ser assim tão ruim, né?

Infelizmente os conceitos colocados pelo Sr. Moore são mentiras. Deslavadas, inclusive. A Consumerist verificou a origem do fluxo, caso links tenham sido utilizados, para averiguar a origem dos votos dados e não localizou um ÚNICO VOTO advindo de qualquer site que tenha atacado o posicionamento da EA em relação a GLTS ou os atletas da capa de qualquer game. Pior: Uma pesquisa da Kotaku não localizou sequer um local, em qualquer site ou forum de grande porte, voltado a esportes ou videogames, que tenha menção da EA ser votada como pior empresa da América por causa do atleta de capa de um NFL, FIFA ou qualquer outro game.

Sim EA, você merece a posição de pior empresa da América por uma série, imensa, de ações que vem minando o mercado que eu amo e respeito. Você é um Michael Bay dos games, um Steve Jobs (imbecil, controlador, louco, desmiolado com um penache por grandeza) dos games. E o mercado estaria melhor sem você. Mas não aceitem a minha opinião, não. Vamos ver o que pensam outros analistas pelo mundo:
Paladriver, da Joystick

I don’t dislike EA because they are pro-LGBT. In fact I am supporter of LGBT rights. I dislike EA because they have a long standing history of anti-consumer practices. Not liking EA does not make me anti-LGBT, it makes me anti-EA.” (Eu não deixo de gostar da EA por ela ser pró GLTS. De fato eu apoio de coração os direitos de GLTS. Eu não gosto da EA pela longa história de práticas anti-consumidor que ela tem. Não gostar da EA não me faz anti GLTS, me faz anti EA).
GoodNewsJimDotCom, da Slashdot

I think it is pretty sinister for him to dredge up “US vs THEM” protesting in his “apology.” Remember, one thing EA does is to hire fake protestors to get controversy for their game! Stay classy EA. Even in your apologies, you ooze evil.” (Eu acho muito sinistro para ele (Peter Moore) utilizar o adágio do “Nós contra eles” protestando em sua “desculpa”. Só para lembrar a EA já contratou protestadores falsos só para criar controvérsia sobre um game! Mantenha a Classe EA. Mesmo em suas desculpas você vaza maldade!”

E… meu mestre e grande inspiração Ben “Yahtzee” Croshaw, da Escapist

NO EA! You do not get to Spin the story and take the Moral high ground on this shit! Don’t try to fool people by lumping these intolerant assholes with the people actually making legitimate complaints against your practices. You don’t get to try to make yourself look progressive like that.” (Não EA! Você não vai girar essa história e sair com em condições vantajosas morais desta merda! Não nos faça de tolos combinando em um mesmo lugar pessoas com reclamações reais de suas práticas e esses cuzões ignorantes. VocÇe não vai conseguir se fazer parecer progressiva assim.)

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E no final, ainda sem respeito

Videogame é uma indústria multibilionária que atrai alguns dos maiores nomes do mundo na área de entretenimento, música e esportes, mas é tratada, tanto pela mídia como pelo mundo dos negócios como um reduto de perdedores. Companhias como a EA estão mais do que felizes em alimentar o mundo com a imagem de que o gamer “médio” é um reclamão, perdedor, sem meios de sustento e sem vida social que vai a internet reclamar de qualquer coisa, na tentativa de esconder os erros de seus próprios produtos, métodos e precificação.

E aqui vai a pergunta do Mini para você, Peter Moore: Se a sua empresa está engajada na produção de algo que é tão trivial que está acima até mesmo do descrédito dado por um troféu plástico em forma de cocô, porque você continua nela?

A chapa está esquentando entre a Valve e a Xi3… produtora do suposto Valve Box

Depois que um de seus executivos falou, abertamente, que o Piston, o novo supercomputador Top-of-line, feito para gamers conectarem a TVs gigantes, séria o Valve Box, a super produtora de games veio a público dizer que “Tudo isso é uma tremenda bobagem”, nas palavras de seu CEO, Gabe Newell. Isso aparentemente feriu corações e almas na Xi3… com seu CEO, Jason A. Sullivan partindo para cima.

“Nós reafirmamos que recebemos investimentos por parte da Valve (como havíamos originalmente comentado durante a CES 2013) e o fazemos com permissão estrita da Valve. E ainda por cima construímos um produto sob as especificações estritas da Valve, visto que ambas as empresas mostraram o produto – o console Piston – em suas áreas na CES 2013. Apenas recentemente Gabe Newell veio me pedir para não tornar públicas novas informações sobre nosso relacionamento com a Valve e nós, na Xi3, estamos honrando esse pedido.”

“Por exemplo, a uma certeza por parte da mídia especializada que o Piston é a Steam Box oficial. Nenhum membro da minha equipe tem, ou teve, liberdade para oferecer essa posição em nome de nossa empresa ou da Valve. E essa posição não mudou. Mas isso não quer dizer que, porque hoje não somos o produto oficial, que não venhamos a sê-lo no futuro. O importante é que Piston vai permitir aos gamers acessarem o Steam não importando o pé em que esteja nosso relacionamento com a Valve, visto que o sistema foi criado para ser mais do que um Steam Box. É, no coração, um computador modular imensamente poderoso desenhado para rodar qualquer aplicação em arquitetura X86 em um sistema de 64 bit”

“Só para deixarmos isso bem claro. Originalmente, com o Steam passando a operar em Linux, foi colocado pela Valve que o Steam Box poderia funcionar com uma partição de Linux como OS, principalmente devo a questões ligadas a drivers proprietários e custos. Nós não acreditamos nisso. Acreditamos que é mais proveitoso para o usuário final se nosso sistema possuir uma OS de mercado, adaptada e testada para as necessidades de clientes que não sejam especialistas técnicos. Então o Piston vem de fábrica com um sistema operacional Windows, visto que a vasta maioria do games rodam nesse OS. Logo o Piston pode acessar o Steam e está completamente preparado para trabalhar com seu modo Big Picture, mas também está preparado para contatar a Origin, Gakai ou, mesmo, o Netflix. Tudo depende do usuário.”

“Fechando. O que a Valve faz ou não, decide ou não, sobre o Steam Box, é problema deles. Nosso produto está aqui e estará disponível em poucos meses. Então Gabe (Gabe Newell, CEO da Valve), a bola é sua!”

Não custa lembrar que o Piston já está em pré venda nos EUA, com a configuração mais modesta vindo com 128 Gb de memória flash, 8 Gb de memória DDR 3 de RAM, processador quad core de 3.2 Gh e um placa de vídeo ATI de IMENSA performance. Seu por suaves US$ 999,99.

E aí, o que acham disso? Dois executivos trocando farpas para se abraçarem no final e fazerem juras de amor eternas? Ou a Valve colocou o pezinho na água do mundo dos consoles, viu que estava gelada, e está tentando tirar o pé? Deixem suas opiniões aí embaixo!

Compre um 3DS e um jogo e leve mais um de graça!

Sim! Por mais incrível que seja essa promoção, se você comprar, entre 21 de Março e 30 de Abril, um Nintendo 3DS e Luigi´s Mansion: Dark Moon ou Pokemon Mistery Dungeon: Gates to Infinity, você ganha da Nintendo um destes 5 jogos:

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Para conseguir isso, tudo que você precisa é registrar o aparelho e o jogo comprado na Nintendo Club. Você recebe um código de download e pode escolher qualquer um destes jogos e downloadar no seu 3DS. Fantástico, simples e prático!

E o Vita, ó?!

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