Playstation 4 tem data de lançamento e sala de jogos!

O novo console da Sony aterrissa na sua sala de estar (caso você tenha feito a pré compra) no dia 15 de Novembro deste ano. O console será lançado em 32 países, contra 13 do XBOX One, e já passou de um milhão de unidades vendidas na pré-compra. E ele vem, pré instalado, com um software/jogo, bem interessante.

A Play Room.

Tudo bem que você vai ter que desembolsar 100 doletas (ou umas 450 dilmas aqui nas terras tupiniquins) pela PS4 Eye, o “Kinect” do PS4, para fazer isso funcionar. Mas é bem legal mesmo assim.

A Play Room  é essencialmente uma mistura de “Your Shape – Fitness Evolved” (do Kinect) com “Wii Sports Resort” (do Wii) e “Magical Book” (do Move de PS3). É uma série de minijogos que forçam os jogadores a se levantarem, fazerem movimentos e serem colocados em ambientes e situações através de AR (Augmented Reality – algo como Realidade Aumentada)…

Mais fácil mostrar que falar

Isso acaba com o mistério sobre a data e lançamento de um dos concorrentes do Wii U. Your move… Microsoft!

 

Borderlands 2 está comendo muito tempo da sua vida? Que tal levar ele com você por onde for?

Se você respondeu sim a essas duas respostas prepare-se para comprar um PS Vita. Borderlands 2 vai aterrissar no portátil da Sony este ano em uma versão que será, essencialmente, IDÊNTICA, ao do console “Pai”. E essa não é a única notícia legal. Se você estiver jogando em um PS3, você poderá carregar seus saves na nuvem e baixá-los no seu VITA, fazendo o caminho inverso quando chegar a sua casa, sem nunca precisar parar de jogar com seus personagens, dando upgrades e subidas de nível mesmo no banheiro da casa da namorada ou naquela reunião chata no trabalho.

Borderlands 2… Porque WOW precisava de um concorrente!

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Todos os jogos disponíveis no lançamento do XBOX One! A lista completa! Bem aqui!

Esses são os games que estarão a sua disposição no lançamento do novo console da Microsoft. No primeiro dia!

  • Assassin’s Creed IV Black Flag (Ubisoft, Ubisoft)
  • Battlefield 4 (DICE, Electronic Arts)
  • Call of Duty: Ghosts (Infinity Ward, Activision)
  • Crimson Dragon (Grounding/Land Ho!, Microsoft Studios)
  • Dead Rising 3 (Capcom Vancouver, Microsoft)
  • FIFA 14 (EA Sports, Electronic Arts)
  • Fighter Within (AMA Ltd., Ubisoft)
  • Forza Motorsport 5 (Turn 10 Studios, Microsoft Studios)
  • Just Dance 2014 (Ubisoft Paris, Ubisoft)
  • Killer Instinct (Double Helix, Microsoft Studios)
  • LEGO Marvel Super Heroes (TT Games, Warner Bros. Interactive)
  • Lococycle (Twisted Pixel, Microsoft Studios)
  • Madden NFL 25 (EA Sports, Electronic Arts)
  • NBA 2K14 (Visual Concepts, 2K Sports)
  • NBA Live 14 (EA Sports, Electronic Arts)
  • Need for Speed: Rivals (Ghost Games, Electronic Arts)
  • Peggle 2 (Popcap, Electronic Arts)
  • Powerstar Golf (Zoe Mode, Microsoft Studios)
  • Ryse: Son of Rome (Crytek, Microsoft Studios)
  • Skylanders: Swap Force (Vicarious Visions, Activision)
  • Watch Dogs (Ubisoft Montreal, Ubisoft)
  • Zoo Tycoon (Frontier Developments Ltd., Microsoft Studios)
  • Zumba Fitness: World Party (Zoë Mode, Majesco)

Considerando a data de lançamento do PS4 (15 de Novembro deste ano), espere pelo seu XBOX One por volta da mesma semana ou, talvez, no mesmo dia.

Killer Instinct, e seu lançamento em partes, é finalmente explicado

Você lembra de Killer Instinct?

 

Killer Instinct era um jogo de luta desenvolvido para a Nintendo pela RARE, que possuía uma jogabilidade totalmente específica, com combos imensos e gráficos fantásticos. Em 2002, quando a RARE foi comprada pela Microsoft, a licença pelo jogo ficou presa em uma briga judicial que durou até 2008, quando a Nintendo vendeu seus direitos a RARE (e sua dona, a Microsoft). O jogo, no entanto, nunca chegou ao XBOX 360. E foi anunciado no XBOX One… o que levou a galera ao delírio.

Até todo mundo descobrir que o jogo era free-to-play, apenas por download e que ele vinha apenas com o Jago.

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Ken Lobb, o homem responsável por Goldeneye 007, no Nintendo 64, e, portanto, um Deus entre os homens, diretor do atual remake de KI, veio a público explicar o lançamento do game. “Nós lançaremos entre Fevereiro e Março, no modelo gratuito, como demonstrado na E3. Você poderá comprar qualquer personagem que quiser, no momento do lançamento ou mais tarde, por US$ 5,00 ou o equivalente Europeu. Caso você queira comprar mais personagens os preços deles vão ficando progressivamente mais baixos. Ninguém vai gastar mais do que US$ 20,00 para ter todos eles.” explicou o executivo, que voltou a cata depois divulgando os outros métodos de lançamento “Haverá ainda a edição de vinte doláres, que virá com os 8 personagens mais skins alternativas para todos eles, algumas delas que deixam os personagens realmente diferentes. Haverá ainda um bundle de US$ 40,00 que terá Skin exclusivas além de uma versão emulada de Killer Instinct Arcade, sem funções online. Estamos tentando, mas sem sucesso.”.

Ok. Isso é estranho mas a gente consegue entender. Mas calma. Porque fica mais estranho ainda! “Isso são os planos para 2014. Mais tarde teremos uma nova leva de personagens e modos, tudo no molde do que fizemos e para o mesmo jogos. Será uma espécie de Killer Instinct Season 2. De novo no mesmo sistema de preços.”.

Pode ser que eu esteja ficando velho, mas eu me lembro de uma época onde um jogo de luta chegava completo nas minhas mãos… mesmo com os personagens estranhos e grotescos que quase ninguém usava. Anyway… vamos ver como o mercado reage a mais essa empreitada da Microsoft. Eu.. bem… eu estou feliz que Killer Instinct esteja de volta. Mas acho que vou continuar a jogá-lo no Nintendo 64.

 

Jogando: Mario & Luigi: Dream Team

Se você tem um coração e um senso de humor, tente algum dos RPGs da série “Mario & Luigi”, que começou como um sucessor espiritual do sensacional Super Mario RPG, de SNES, e acabou virando uma das mais cultuadas e engraçadas séries de RPGs de todos os tempos. E o novo jogo, que acaba de chegar ao 3DS, não deixa a peteca cair e, ainda por cima, imagescomemora o ano do Luigi em grande estilo.

A história não poderia ser mais legal: Os irmãos Mario e a princesa Peach estão visitando um reino vizinho, que tem como habitantes um povo travesseiro (eu juro que eu não estou inventando isso) e um ser maligno local, Antasma, um pesadelo físico, sequestra a princesa e a leva para o mundo dos sonhos. Os irmãos tentam segui-lo mas acabam falhando em lutar contra todo o poder de Antasma… até o momento onde eles descobrem que Luigi, sim, O Luigi, é um Dream Shaper. Uma lenda local, uma espécie de ser super poderoso que consegue manipular o universo dos sonhos enquanto estiver dormindo, dando a ele propriedades ao seu comando. Então, no mundo real, Luigi está dormindo, levando Mario, e uma cópia de si mesmo, para o mundo dos sonhos para lutar contra Antasma e resgatar Peach.

Só que você tem que resolver problemas no mundo físico também, causado pelo ataque de Antasma, além do fato que o alcance do Dream Shaper é limitado pelo ponto físico onde ele dorme no travesseiro místico. Logo, metade do jogo se passa no mundo dos sonhos e metade no mundo real do reino de Pii’Llo (sendo que as partes que se passam no mundo dos sonhos são em side scroller com visão lateral e as partes no reino físico são em visão 3/4 superior). Tudo vai indo bem até o momento onde Bowser descobre do sequestro e parte atrás dos irmãos PORQUE ELE É O ÚNICO QUE PODE SEQUESTRAR A PRINCESA. O resto é ainda mais hilário, e ainda mais original. Acredite em mim… a história é engraçada demais e fantasticamente bem escrita.

Os controles são fantásticos. Um botão controla todas as ações de Mario enquanto outro controla as ações de Luigi, com o sistema de jogo mudando entre o mundo real e o imaginário – no mundo real o combate ocorre por turnos mal definidos e envolve os ataques padrões dos irmãos. No mundo imaginário o cenário pode ser distorcido por coisas feitas com Luigi enquanto ele dorme (puxar um bigode para criar uma ponte, bater no nariz para criar um terremoto, puxar as pálpebras para deixar entrar luz em uma sala, etc…): Você faz as alterações você mesmo, com a Stylus, no rosto de Luigi, na tela sensível ao toque, enquanto o mundo dos sonhos é alterado na tela de cima. É genial e incrivelmente bem feito.

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O som é bom, principalmente o trabalho do sempre genial Totaka (a Totaka song tá por aí pessoal… vamos procurar), com vozes esparsas (e muito, muito mesmo, italianês – uma mistura bizarra de inglês e italiano – por parte dos irmãos) e bem utilizadas – mas não é sensacional. Os gráficos são muito bons, mesmo com o 3D completamente desligado (como eu tenho utilizado), com uma sensação de profundidade interessante e um estilo gráfico caprichadíssimo, com polígonos texturizados em um Cel shadding lindo que parecem um desenho animado. Acreditem… as imagens estáticas não fazem jus…

Somando uma história leve e divertida, com gráficos incríveis, controles animais e uma total mudança do paradigma de controle utilizado nos games até então, Mario & Luigi: Dream Team vem com tudo para se não reinventar a roda, pelo menos melhorá-la muito. O game é altamente recomendado! Peguem agora mesmo!

 

 

Você gosta de Pokemon? Que tal assitir um anime baseado nos games? Mas baseado mesmo!!!

É isso que a Pokemon Corp está fazendo com você. Um novo anime, chamado 【公式】『ポケットモンスター ジ・オリジン』紹介映像 ou Pokemon: The Origin (Pokemon: A Origem), vai trazer a história da caminhada do jovem treinador Red, contra seu rival, passando pelos ginásios, escolhendo Pokemons pelo caminho e lutando para se tornar o melhor treinador de todos.

E ver o Brock, de verdade, com Pokemons de pedra, é o máximo!

O primeiro Trailer está aqui e o anime chega até o final do ano no mercado japonês!

Jogando: Duck Tales Remastered

Antes desse review começar eu preciso perguntar uma coisa: Isso significa algo para você?

Se significa, e você não tinha um Master System na década de 80, isso significa que você teve contato com dois jogos criados pela mesma equipe, e com a mesma engine, de Mega Man: Duck Tales e Duck Tales 2 para o NES.

Tá… você tinha o Master System?! Sem problemas. Pense em Castle of Ilusion mas bem maior, com mais movimentos e com a possibilidade de usar um pula pula. Era isso.

E agora, mais de vinte anos depois, a Capcom junta mãos com a Way Foward, especialista em jogos 2D com sprites, para trazer um remake mais brilhante que a moedinha número um do tio Patinhas! Tudo nesse jogo é novo… TUDO… mas ao mesmo tempo tudo é completamente familiar. As fases ainda são as mesmas do NES, com quase os mesmos estágios, mas com gráficos tão incríveis e cheios de personalidade que fica até difícil falar sobre eles…

… é quase como controlar um episódio do desenho de TV.

E o som? Ah! O som! O jogo traz o casting inteiro (com exceção da voz do Pato Donald) do desenho original de volta aos seus papéis (mais de vinte anos depois! Memorável!!!) e conta com as músicas originais do desenho assim como um sortimento fantástico de musicas com qualidade Disney.  E o controle funciona ainda melhor do que funcionava no NES!!! Um botão pula e um botão ataca; aperte o botão de pulo e de ataque e Tio Patinhas dá um golpe no ar (ele não fazia isso no NES) o que facilita muito, MUITO, a jogabilidade. Aperte pulo e aperte pulo de novo no ar e ele coloca a bengala para baixo e usa como um pula-pula, causando danos nos inimigos quando os atinge e saltando mais alto no “ricochete” (além de desenterrar itens escondidos) – no NES você tinha que apertar e segurar para baixo, o que as vezes fazia o golpe falhar e você tomar dano… o que também tornou a jogabilidade da nova versão um tanto mais fácil.

A jogabilidade continua a mesma: salte sobre os inimigos, ou jogue objetos neles, para destruí-los e colete milhares de joias, moedas, sorvetes e bolos para sobreviver e enriquecer o Tio Patinhas. Saltar pelas plataformas ainda é complicado, mesmo com o novo sistema de controle e alguns inimigos estão posicionados de um jeito, ou surgem de um jeito, que dificulta muito a vida – não é nem um décimo da dificuldade que era no NES, mas é bem mais difícil do que plataformers atuais, como Mark of the Ninja e Shank. E exige exploração para conseguir o melhor final. E os chefões são meio apelões.

Uma das melhores músicas da minha infância – ainda melhor

DuckTales Remastered é uma demonstração de carinho pelo desenho, pelo game original e pelos fãs. É a Capcom trazendo uma empresa de fora para fazer um remake de verdade, de qualidade e trazer uns dos melhores jogos da minha infância para uma nova geração de jogadores. Se você gosta de plataformers e tem um Wii U, considere seriamente comprar. Se você gosta de plataformers e NÃO TEM um Wii U, e portanto não tem acesso a Mario, essa compra se torna OBRIGATÓRIA. Compre agora mesmo…

… e venha com corrida e avião! ^_ ^

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Jill Valentine + Chun Li + Morrigan + Roupas de Samurai/Ninjas = Awesome Overloaded

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Se você gosta de personagens Capcom você não pode perder essa matéria da Kotaku, onde eles trazem imagens de um jogo de cartas colecionáveis via celular, disponível apenas no Japão (Cartas colecionáveis no Cel… que saudade de Magic:The Gathering), chamado Onimusha Soul, que contém, além dos personagens clássicos da série Onimusha, personagens de outros universos Capcom, como Residente Evil e Street Fighter, em versões camponeses, Ninjas e Samurais.

Vale muito, muito a pena!

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Sábado Retro – Alex Kidd in Shinobi World

No aniversário do Mini nós convidamos os leitores a participarem do site com reviews de jogos que marcaram demais suas vidas ou que estavam jogando quando tinham 7 anos. Embora o número de textos recebidos nem tenha sido nem perto do que eu esperava, vi que existe um contato muito grande e amoroso com o material retro citado no Mini.

E é hora desse material ganhar um pouco mais de espaço.

E para isso vamos começar um sábado retro. E com um Alex Kidd. De Master System. E não só um Alex Kidd qualquer… o melhor deles. Revisto e comentado pelo mestre do Master System e o senhor dos RPGs  8 Bits… Sir Kao. Para quem não conhece o Sir Kao, ele mantinha o site Retro Fantasy, é um especialista em games da era 8 e 16 bits e ama Parodius e Terranigma.

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Em um belo dia de céu azul e límpido, as flores quadradas eram numerosas e cobriam os vastos campos verdes, enquanto as montanhas triangulares enfeitavam o horizonte. Mas nenhum aglomerado de pixels era mais belo do que a namorada do macaco antropomórfico, de nome Alex Kidd.

Lá estavam eles papeando como se não houvesse amanhã, e quando Alex pensa em partir pra ação carnal, a Sega lembra-o que sexo é proibido para os heróis, então o céu torna-se negro e raios violentos cortam as nuvens. Drasticamente, um ser amendrotador com cara de fuinha e nariz de palhaço desde dos céus girando, e com um simples abraço rapta a loirinha das mãos do macaquinho, e este, numa épica demonstração heróica, ajoelha-se e começa a chorar.

Eis que surge um ninja dos céus, e explica ao chorão que aquela fuinha é na verdade o  Ninja Negro, o mesmo que foi banido há 10 mil anos atrás (um ninja de Jericó provavelmente), e retornou com sede de raptar sua garota para conseguir o poder final, e enquanto você fica chorando ele vai fazendo bom proveito dela, da forma que sua mente suja quiser imaginar.

Alex Kidd in Shinobi World é um jogo que chegou para nós em meados da década 1990, nas mãos da Tec Toy. O joguinho não foi somente uma paródia do clássico Shinobi, mas simplesmente tornou-se um dos maiores petardos desse aparelho de 8-bit que faz mais sucesso em terras tuipiniquins do que no resto do mundo, o meu amado Master System.

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Basicamente, você controla o macaquinho ninja em um curta aventura de 4 estágios em versões fofinhas do Shinobi, sendo que cada um deles é dividido em três estágios. Para te auxiliar, além da sua poderosa katana, você também terá dardos (shurikens são pra mocinhas) e uma esfera em que poderá transformar-se num furacão e devastar a tela. Também é possível utilizar habilidades ninjas, por exemplo, agarrando-se em postes e barras de metal, é possível girar até transformar-se numa bola de fogo e então detonar tudo que estiver no caminho; puxa, isso realmente me impressionou na época, e até hoje acho animal! Ah, claro, você também pode escalar paredes estilo Samus Aran e andar sobre a água como Jesus.

A controle é bem fluído e com rápida resposta,  e a jogabilidade não é nem de longe comparável com a dificuldade do infernal Miracle World, porém, a característica de não ter continues foi mantida, e se você não se contentar com isso, então vai jogar coisa mais nova, ué, isso é 8-bit meu amigo.

Os gráficos são outro ponto forte do joguinho, cheios de cores e ricos em detalhes por todos os lados, eles alcançam o auge do aparelho. Tudo tem um tom de fofinho e humorístico convivendo em perfeita harmonia. Hoje pode parecer tão simplório, mas lembro de como meus olhos de pivete brilhavam ao contemplar essa pequena obra-prima.

Além de tudo, as músicas são muito boas e memoráveis, tanto que enquanto escrevia esse review mal-acabado e sem vergonha, a todo momento elas vinham na minha cabeça. Apesar das melodias serem originadas de Shinobi, a remixagem de Alex Kidd in Shinobi World deu um toque muito mais vívido a obra. O compositor original, Yasuhiro Kawakami, que apesar de não muito conhecido, é o mesmo de outra trilha sonora que adoro, Final Fantasy Mystic Quest (apesar do jogo ser um dejeto).

Bom, apesar de nunca aparecer no ranking dos melhores jogos da geração pixelizada, eu considero Alex Kidd in Shinobi World um clássico injustiçado, tamanha qualidade e diversão que esse jogo possuia pros padrões da época, só ficando a desejar na duração, claro, nada que nos impeça de jogar novamente. Para a maioria dos fãs da série, esse foi o jogo que mais fez jus ao nosso querido porém falecido mascote, Alex Kidd.

Curiosidades (que quase todo mundo sabe):

– O jogo era para ser lançado como Shinobi Kid.

– O primeiro chefe seria chamado Mari-Oh, numa explícita alfinetada ao mascote da Nintendo, porém foi mudado para Kabuto. Fora isso, o seu bigode foi retirado, mas ele lança bolas de fogo e ao invés de aumentar, encolhe.

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– Em um dos pôsteres da Tec Toy que costumavam acompanhar os jogos, é mostrada uma tela do jogo que na verdade era do protótipo Shinobi Kid. Esse erro é famoso e discutido em fóruns internacionais, além de ser uma das várias trapalhadas da Tec Toy que deixavam a Sega furiosa.

– A abertura do jogo é claramente inspirada (pra não dizer clonada) de outro jogo da própria Sega, Dynamite Dux. Compare e tire suas próprias conclusões.

Ultra Street Fighter IV NÃO chegará ao Wii U!!!

Quando perguntando por um fã, eu seu Twitter, o atual responsável pela série SF, o senhor Yoshinori Ono, respondeu que não existem plano para USFIV, ou qualquer outro SF, chegar ao console de mesa da Nintendo.

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Considerando que versões estão sendo criadas para o PC, XBOX 360 e PS3, além de PCBs de Arcade, não se trata de um problema de poder de processamento, mas sim um posicionamento de mercado onde a Capcom vê pouca vantagem em trazer o game para um console que não tem uma base instalada realmente ampla. É muito chato pensar que a última iteração do jogo em consoles Nintendo tenha sido no 3DS, em 2011, com Super Street Fighter 4, e que o jogo só tenha a penetração e a fama que tem hoje devido a versão do SNES de 1992.

Isso foi frio Capcom… muito… muito frio!