Mais 10 coisas que ninguém sabia sobre New Super Mario Worlds

E não… não estamos falando de uma nova roupa ou de mais gatinhos!

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Jogando: Mario & Luigi: Dream Team

Se você tem um coração e um senso de humor, tente algum dos RPGs da série “Mario & Luigi”, que começou como um sucessor espiritual do sensacional Super Mario RPG, de SNES, e acabou virando uma das mais cultuadas e engraçadas séries de RPGs de todos os tempos. E o novo jogo, que acaba de chegar ao 3DS, não deixa a peteca cair e, ainda por cima, imagescomemora o ano do Luigi em grande estilo.

A história não poderia ser mais legal: Os irmãos Mario e a princesa Peach estão visitando um reino vizinho, que tem como habitantes um povo travesseiro (eu juro que eu não estou inventando isso) e um ser maligno local, Antasma, um pesadelo físico, sequestra a princesa e a leva para o mundo dos sonhos. Os irmãos tentam segui-lo mas acabam falhando em lutar contra todo o poder de Antasma… até o momento onde eles descobrem que Luigi, sim, O Luigi, é um Dream Shaper. Uma lenda local, uma espécie de ser super poderoso que consegue manipular o universo dos sonhos enquanto estiver dormindo, dando a ele propriedades ao seu comando. Então, no mundo real, Luigi está dormindo, levando Mario, e uma cópia de si mesmo, para o mundo dos sonhos para lutar contra Antasma e resgatar Peach.

Só que você tem que resolver problemas no mundo físico também, causado pelo ataque de Antasma, além do fato que o alcance do Dream Shaper é limitado pelo ponto físico onde ele dorme no travesseiro místico. Logo, metade do jogo se passa no mundo dos sonhos e metade no mundo real do reino de Pii’Llo (sendo que as partes que se passam no mundo dos sonhos são em side scroller com visão lateral e as partes no reino físico são em visão 3/4 superior). Tudo vai indo bem até o momento onde Bowser descobre do sequestro e parte atrás dos irmãos PORQUE ELE É O ÚNICO QUE PODE SEQUESTRAR A PRINCESA. O resto é ainda mais hilário, e ainda mais original. Acredite em mim… a história é engraçada demais e fantasticamente bem escrita.

Os controles são fantásticos. Um botão controla todas as ações de Mario enquanto outro controla as ações de Luigi, com o sistema de jogo mudando entre o mundo real e o imaginário – no mundo real o combate ocorre por turnos mal definidos e envolve os ataques padrões dos irmãos. No mundo imaginário o cenário pode ser distorcido por coisas feitas com Luigi enquanto ele dorme (puxar um bigode para criar uma ponte, bater no nariz para criar um terremoto, puxar as pálpebras para deixar entrar luz em uma sala, etc…): Você faz as alterações você mesmo, com a Stylus, no rosto de Luigi, na tela sensível ao toque, enquanto o mundo dos sonhos é alterado na tela de cima. É genial e incrivelmente bem feito.

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O som é bom, principalmente o trabalho do sempre genial Totaka (a Totaka song tá por aí pessoal… vamos procurar), com vozes esparsas (e muito, muito mesmo, italianês – uma mistura bizarra de inglês e italiano – por parte dos irmãos) e bem utilizadas – mas não é sensacional. Os gráficos são muito bons, mesmo com o 3D completamente desligado (como eu tenho utilizado), com uma sensação de profundidade interessante e um estilo gráfico caprichadíssimo, com polígonos texturizados em um Cel shadding lindo que parecem um desenho animado. Acreditem… as imagens estáticas não fazem jus…

Somando uma história leve e divertida, com gráficos incríveis, controles animais e uma total mudança do paradigma de controle utilizado nos games até então, Mario & Luigi: Dream Team vem com tudo para se não reinventar a roda, pelo menos melhorá-la muito. O game é altamente recomendado! Peguem agora mesmo!

 

 

Minicastle 7 anos – Minha primeira paixão…

Eu queria algo para fechar o mês. Algo com todo o impacto que fosse necessário para fechar o aniversário do Mini e cimentar de vez tudo o que foi escrito, visto e falado esse mês. E eu precisava do jogo certo para fazer isso.

Nós vivemos uma era de incerteza na indústria: o videogame de mesa da Nintendo vai mal, os dispositivos android parecem abocanhar cada vez mais partes do mercado, Sony e Microsoft tem quase nada de diferença para mostrar em seus novos consoles (poderosos e intimamente ligados a internet) e o que era meu hobbie, pessoal e particular numa era onde ser nerd ainda não era cool, se tornou uma indústria multi bilionária sem igual.  Nessa era de incerteza ser divertido, bem feito e graficamente apresentável não são mais diferenciais, são necessidades, e é muito fácil esquecer onde se começou ou como se começou lá atrás.

Mario começou para mim – e não posso dizer que tenha sido amor a primeira vista. Pode não parecer hoje, com minhas mãos bem mais hábeis e minha capacidade de atenção muito mais afiada, mas houve uma época onde eu não conseguia terminar o mundo 2. E que eu não sabia do warp. E que eu nem fazia ideia de que eu podia tomar dano e relar na alavanca para matar o Bowser. Aí veio Zelda e mudou tudo. Mario ficou esquecido por meses, visitado de vez em quando, mas deixado de lado em nomes de novos games e locações. E, ironia das ironias, eu invejava os donos de Master System e seu phantasy star, jogos vendidos nas lojas americanas e acessórios a dar com pau.

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O Mini merece ver meu presente do dia dos namorados!

Matéria atrasadíssima devido a problemas de tempo hábil envolvendo a E3 ter caído na mesma semana do meu níver e do dia dos namorados… mas antes tarde do que nunca!

E, fazendo um Merchan para a mulher fantástica que me deu isso, se você estiver querendo saber um pouquinho do que se passa no universo da moda atualmente, dê um pulo no blog dela: http://aldeiadoglamour.blogspot.com.br/