Capcom anuncia demissões!

No mesmo dia em que abriu a EVO 2013, o maior e mais importante campeonato internacional de jogos de luta do mundo, a Capcom deu uma triste notícia: a empresa está sofrendo uma enorme restruturação.

Que deve resultar em mais de 300 desempregados em estúdios pelo mundo!

“Iremos retornar ao desenvolvimento interno, em grupos menores e com maior comunicação. E centralizaremos o desenvolvimento na central japonesa da firma, com pequenos time de marketing e localização espalhados pelo  mundo.” disse um porta voz da empresa a IGN e a Gamespot. Quando perguntando sobre o espectro de jogos da Capcom ser, possivelmente, diminuído pela ausência de desenvolvedores externos ocidentais o executivo respondeu “Novas franquias, desenvolvidas por estúdios externos nossos, como Remember me, falharam em alcançar seu público. Mesmo reinvenções ocidentais de velhas franquias tiveram uma recepção apenas morna, como no caso de DMC, pelo público. A questão não é mais estúdio interno versus estúdio interno, ocidental versus oriental. A questão são bons jogos.”.

Bacana Capcom. Com isso podemos esperar um retorno as raízes de RE e, talvez, só talvez, um Mega Man descente side scrolling com gráficos atuais?

Por favor?

Capcom.personPS: O Mini deseja toda a sorte do mundo aos profissionais atingidos pela mudança!

 

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Quer algo bem diferente para decorar a casa mais não quer importar? Tenta aqui….

Na obba tem vários artigos envolvendo games e, principalmente, universo Nintendo e Atari. De toalhas a capachos, passando por chaveiros e protetores de celular não custa dar uma passeada pelo material dos caras.

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Wonderful 101 não terá DLCs!

E a pergunta do criador, em um tweet, é “Para que?”. “Nosso jogo está sendo feito com toda a alma e todo o coração. Estamos colocando tudo de nós lá.” e continuou em outro tweet “A história tem começo meio e fim. Esperamos que os jogadores gostem dela.” – disse Hideki Kamiya.

Parece estar havendo uma certa resistência dos criadores e produtores japoneses com relação aos DLCs. Espero que continue assim. DLCs são legais, mas hoje viraram muleta para microtransações. De qualquer forma, o game aterrissa, aqui e no Japão, até o final do ano.

Nova atualização de firmware do Wii U liberada! E mais delas a caminho!

Mais uma atualização de firmware foi liberado para o console de mesa da Big N. Nomeado versão 3.1.0 o novo update diminui ainda mais o tempo de load de apps e canais, melhora a estabilidade geral do console (fala sério… ainda não consegui travar meu Wii U desde a última – e eu tenho me esforçado para isso ^_^) e permite o stand by mode, onde o console, mesmo desligado, se conecta a internet sozinho, baixa atualizações, demos e canais, instala-os e deixa uma pequena lista de modificações no seu log, que são apresentadas a você quando você liga o console a próxima vez.

Então nada mais de chegar para usar o Nintendo E-shop e descobrir, em cima da hora, que você tem que baixar uma atualização! Uhay!

Além disso a Big N já informou que uma outra atualização, essa bem grande, está sendo marcada para “final de setembro ou começo de outubro”. Segundo a Nintendo a nova atualização trará novas funcionalidades ao console e “atenderá pedidos da comunidade”.

Fim da trava de região? Jogos de Gamecube ou DS? Deixem suas ideias aí embaixo!

ZaCaJrm

Minicastle 7 anos – Retroreview – A Lenda de Zelda 2: A aventura de Link

Sabem quando um cantor faz sucesso com um álbum muito muito bom e, de repente, resolve que vai lançar um single em um estilo completamente diferente? Normalmente, não importa quão bom seja esse single exótico, ele será mal visto pelos fãs; uma mancha eternamente escondida no tapete mas que você, não importa quantas vezes lave, vai saber que está lá.

Isso não quer dizer que aquele single não tenha charme ou que aquela mancha seja perceptível – ao contrário! Muitos e muitos vão dizer que seu tapete está perfeito e outros tantos vão dar louros exatamente à aquele single do artista, considerando melhor do que toda a obra combinada do cara até então. É só que é tão… estranho!

E essa é a exata situação de The Legend of Zelda: Link’s Adventure. Ele não é ruim; muito pelo contrário: É um RPG de ação por visão lateral anos a frente de seu tempo com milhares de novidades e ideias excelentes. Ele só não parece… bem… Zelda.

Vamos começar pelos gráficos que, para a época, eram majestosos – pelo menos enquanto você estivesse no side scrolling ( a visão superior, na parte dos mapas abertos, eram bem mais simplória, lembrando FF1). Os personagens e inimigos eram bem animados e havia uma qualidade/quantidade boa de cenários . O som era excepcional, como esperado de um Zelda, com uma quantidade enorme de músicas vindas do mestre Koji Kondo, sempre com aquela qualidade fantástica.

O controle funcionava muito bem, com Link respondendo rápido e de forma fluída aos comandos. O problema nessa área era o gameplay mesmo – se você jogou Castlevania no NES sabe do que eu estou falando: os inimigos levam um monte de golpes para morrer, alguns deles vem voando erraticamente pela tela (impedindo seus golpes ou fazendo com que você seja acertado, várias vezes, antes de conseguir matá-los) e muitos deles tem uma área de acerto/ameaça muito maior do que a de Link, fazendo com que você tem que entrar dentro dessa área, acertar o inimigo e, só então, correr com o rabo entre as pernas para fora dela. Não ajuda em nada a causa do game o fato dele ser EXTREMAMENTE difícil – ouço dizer que o Zelda mais difícil de todos. Então some essa dificuldade toda, com uma jogabilidade meio travada e diferenças imensas de estilo com o primeiro Zelda (e com, essencialmente, todos os que vieram depois também) e você perceberá porque esse jogo não é assim tão bem falado.

Se você se der ao trabalho, no entanto, de mergulhar no jogo, verá quão importante e incrível esse game é. Ele mostra uma Hyrule muitos anos a frente dos Zeldas futuros, com cidades batizadas com nomes de sábios de Ocarina e explica a origem do nome Zelda – dois pontos fundamentais na cronologia até aquele momento. É uma mistura bizarra de side scroller e RPG que, até hoje, seria um clássico do NES não tivesse saído com o nome “The Legend of Zelda” estampado no cartucho. Dê uma chance a esse estranho, assim como Majora’s Mask, ele vai te encantar.

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