Minicastle 7 anos – A Lenda de Zelda: Um elo com o passado

O que eu poderia dizer sobre A Link To The Past? Um jogo com que eu tenho uma relação especial.

A começar pelo fato de ter sido o primeiro Zelda que eu joguei, e também pelo fato de ter a mesma idade que eu (sim, sou de 91).

Quando um amigo apareceu com um Game Boy, jogando Links Awakening DX, e eu ví aquele elfinho que pegava sua espada na praia e ia atrás de uma maneira de sair daquela ilha, e tinha todo um mundo livre pra ser explorado (que o permitia mais do que ir para frente e para trás), encontrando fadas, amigos e monstros pelo caminho. Pensei comigo: “Eu preciso jogar isso”.

Na época, eu tinha um Super Nintendo –  quebrei o cofrinho, juntei todas as moedas e uns dias depois meu pai chegou com aquela caixa com detalhes dourados, um escudo e uma espada que parecia ter passado por muitas batalhas. Poucas vezes me senti tão eufórico.

Ao ligar o jogo, foi impossível não mergulhar no universo, pois os gráficos 16-bits eram maravilhosos e a música que tocava enquanto a chuva caia e eu ia atender ao chamado da princesa me deixava em estado de tensão (a trilha sonora era tão maravilhosa que, em alguns momentos, eu podia fechar os olhos e me sentir em Hyrule).

Depois de resgatar a princesa dos calabouços, um mundo inteiro se abriu para mim, eu tinha o mapa todo para explorar e o tema de Hyrule Field me encorajava a feitos heroicos.

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Mas acho que a maior surpresa foi, depois de pecorrer o reino todo, ao derrotar o Agahnim, um novo mundo apareceu, uma versão corrompida deste belo reino que eu havia me aventurado, pois a aventura não estaria completa enquanto eu não resgatasse as nove donzelas e derrotasse Ganon.

Enfim, Zelda A Link To The Past é um jogo que merece nota 10 em todos os quesitos (acho que isso não é novidade para ninguém). Cativante desde a primeira cena, trilha sonora perfeitamente elaborada, história envolvente, puzzles intrigantes e um belo mundo para ser explorado, não é atoa que Zelda ALTTP é considerado por muitos o melhor jogo de SNES.

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Além de tudo isso aí em cima Marco Sartorato encontra tempo para namorar, dividir os Zeldas do mês de aniversário do Mini comigo e, de vez em quando, destruir em Just Dance e Dance Central.

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Ultra Street Fighter 4 a caminho dos consoles e arcades em 2014!

E não… eu não estou zoando! É Ultra SF 4 mesmo! Ultra!

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O que está vindo? Ultra Street Fighter 4 Turbo dash? Enfim…

O novo jogo saíra para PS3, XBOX 360 e PC, com uma versão Arcade utilizando NESiCa – com duas versões desse “novo” jogo: por atualização de conteúdo, como SSFIV para Super Street Fighter IV Arcade Edition (por US$ 14,99) ou a versão definitiva, que será vendida em mídia física ou por download (por US$ 39,99). A versão definitiva contará com TODOS os DLCs e roupas lançadas para o game, mais de US$ 40,00 de conteúdo – Nada mal!

Tá! Mas o que mudou, de fato? Para começar são 5 novos personagens (Elena (Street Fighter III), Hugo (Final Fight / Street Fighter III), Rolento (Final Fight / Street Fighter Alpha 2), Poison (Final Fight / Street Fighter X Tekken) e um lutador misterioso que nunca esteve em um SF antes – segundo o Junião, do http://www.streetfighter.com.br, pode ser Mike Haggar, o prefeito cheio de esteroides de Metro City! Além disso 6 novos estágios,  transportados de Street Fighter X Tekken (Half Pipe, Cosmic Elevator, Mad Gear Hideout, Jurassic Era Research Facility, Blast Furnace e Pitstop 109) e balanceamento entre os personagens baseado em opiniões de jogadores.  Nada mal para o que é, essencialmente, um Hyper Street Fighter 4.

A uma série de mudanças táticas envolvidas nessa balanceamento de personagens que, com toda a certeza, mudarão muito o estilo de jogo em SF4 (elas são mostradas e enumeradas aqui) mas, no mais, é mais SF4 – o que nunca é ruim!

Se você já tem o game, faça o upgrade. Se você não tem o game… essa é a hora! Shouryuken!!!

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