Atrasados – Vale a pena comprar um console da atual geração agora?

Eu recebo essa pergunta de colegas de serviço, de pessoas em lojas e no mini, o tempo todo: Vale a pena comprar um Wii/XBOX 360/PS3 agora?

A resposta é: Se você não tem nenhum deles ou se seu último videogame foi um PS2, definitivamente vale a pena.

Mas só essa resposta é muito curta e cada caso é um caso. Então vamos dar uma olhada na condição atual dos consoles.

XBOX 360

O 360 tem uma base instalada enorme e serviços online em português que aceitam pagamento com cartões de crédito locais. Isso já um pusta ponto a favor dele. Além disso ele tem um ENORME acervo de jogos a disposição, games sendo vendidos em mega stores, lançamentos simultâneos com o exterior e muitos games com legendas, ou mesmo dublados, para atender o público brasileiro.  Além disso, se você quer algo diferente (ou quer cansar seus filhos monstruosamente para colocá-los para dormir) existe o Kinect.

A pergunta então é: Bacana, mas qual XBOX comprar? A resposta: Depende do que vai fazer com ele.

Se você, adulto responsável, que gosta de jogos de esporte e quer um tiroteio ou outro para quebrar suas seções de Fifa, não pretende downlodar games ou utilizar pesadamente os recursos online, você pode comprar a versão simples do console, que vem com 4 Gb de memória interna e um controle – custo final, sem jogo nenhum, por volta de R$ 700/750.  Se você disser, no entanto, que gostaria do Kinect (seja porque quer malhar em casa, dançar ou porque tem filhos) mas que NÃO vai fazer uso dos serviços online nem downloadar games, pegue a versão 4 Gb + Kinect – custo final, já com um jogo de Kinect na caixa, por volta de R$ 900/1100. Se, no entanto, você sabe que vai usar downloads, vai usar serviços online e vai utilizar da praticidade de downloadar games e outros serviços online, opte pelo mais parrudo e robusto 250 Gb + Kinect – o preço do Kinect acaba diluído no aparelho mais caro e você sai com um bom custo/benefício, no raio dos R$ 1350/1500.

Os games podem ser comprados novos ou usados em lojas do ramo, variando entre R$ 39,99 a R$ 200,00 (por edições normais, edições especiais vão custar muito muito mais). Os jogos podem ser comprados ainda em mega stores, como a saraiva, fnac, cultura ou americanas, com valores rodando entre R$ 69,00 e R$ 169,00 (mas não espere achar títulos mais obscuros). Existe ainda a opção de downloadar os jogos direto da XBOX live, online, e deixá-los salvos no seu HD – não se preocupe se tiver que apagar, eles podem ser redownloadados gratuitamente, sem número de vezes, depois que você compra o jogo – com preços mais camaradas, indo de R$ 19,00 a R$ 159,00 (mega lançamentos).

Veredicto: Nas condições atuais vale a pena pegar um XBOX 360, ainda mais com a versão slim slim aparecendo por aí. É um console com grande aceitação de mercado, que deve ter jogos novos sendo lançados até final de 2014/começo de 2015. Só pechinche bastante no departamento preço e prepare-se para pagar pelos serviços online, a XBOX Live, que é taxada.

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PS3

O PS3 tem uma boa base instalada no Brasil e muitas e muitas lojas tem áreas extensas dedicadas a ele (visto que a pirataria afetou muito menos o console da Sony do que os dos rivais), com games em mega stores,  lançamentos simultâneos com o exterior e muitos games com legendas, ou mesmo dublados, para atender o público brasileiro. Só esqueça a parte online: a PSN não aceita cartões brasileiros, não aceita pagamentos por Pay Pal e não está disponível em português. Se você não se amedrontar com a língua estrangeira e estiver disposto a pagar por cartões de valor para colocar esses códigos no PS3, você terá acesso a uma vasta biblioteca de games de Arcade e PS1, que inclui gemas como a melhor versão de Street Fighter 3 e uma versão completa e linda de Castlevania: Simphony of the Night – mas espere por gargalos, tropeços, dificuldades de download e quedas da conexão.

Caso você queira se exercitar, dançar ou tenha crianças, sinto muito… a Sony apresenta para você o PS Move – um conjunto de dildos luminosos que, supostamente, fariam a mesma coisa que o Wii mote, do Wii, mas que, na prática, só servem para fazer uma leita tosca e xexelenta de movimentos e não lê o corpo todo do usuário. É sério, se for considerar comprar um videogame para usar controle por movimento, fique com o Wii.

A maior parte das lojas só vai estar trabalhando, hoje, com o modelo slim slim ou super slim ou slim² – uma versão com tampa mecânica e bem simplificado do PS3. Ele faz o trabalho direitinho, funciona bem e tem menos partes para quebrar – mas é um pouco mais barulhento que as versões anteriores. Ele vem, padrão, com um HD de 250 Gb, o que vai resolver todos os problemas iniciais, mesmo que você opte por downloadar todos os seus games na porca e mal utilizada PSN – caso comece a faltar espaço você pode trocar o HD externo por qualquer HD de lap top, limitado a 1 Tb. Existem versões especiais, como a vermelha, que vem com o último God of War e 500 Gb de HD, que podem sair um pouco mais caras, mas, em média, você vai pagar R$ 900,00 pelo seu PS3.

Os games podem ser comprados, novos ou usados, em lojas do ramo e mega stores, como a saraiva, fnac, cultura ou americanas, variando entre R$ 39,99 a R$ 200,00 (por edições normais, edições especiais vão custar muito muito mais).  Existe ainda a opção de downloadar os jogos direto da PSN, a playstation network, mas é um processo tão chato e normalmente demorado, que a maior parte das pessoas desiste (principalmente pela necessidade de comprar um cartão de valores e aí colocar os códigos e aí escolher o produto e aí esperar a boa vontade da PSN, etc…) – mas a possibilidade existe – os preços são bem legais online, baratos mesmo, com jogos indo de R$ 7,99 a 169,99 (mega lançamentos).

Veredicto: Pelo preço atual e todos os exclusivos de qualidade, como God of War, Uncharted e, o melhor jogo de 2013 até agora, Last of Us, o PS3 vale muito a pena. Ainda assim, considerando a dificuldade de utilizar a PS Store (a loja virtual do PS3), os serviços online terem uma qualidade pior que a da Live (que é paga) e os valores serem taxados em dólar, ainda acho o XBOX 360 uma opção melhor. Vale a pena pesar aqui se você irá utilizar os serviços online com constância o suficiente para pagar o preço da Live assim como o peso dos exclusivos da Sony.ps3

Wii

E chegamos ao console Nintendo da última geração e o mais vendido console de mesa da última geração. O Wii já era o mais barato dos aparelhos no lançamento dele, lá em 2006, e revolucionou o mundo com seus controles por movimento e ótimo controle para FPS com um pointer na tela. Com a extensão de controle Wii motion plus (que agora vem embutida nos Wii mote) lançada em 2009 a situação ficou ainda melhor – total reconhecimento de movimento em todas as áreas com transferência em 1:1. O Wii sempre serviu também como um videogame mais tradicional, com um foco grande no multiplayer local (até 4 jogadores na mesma sala) ao invés de foco no multiplayer online – área na qual a infraestrutura do Wii é uma piada.

No caso de você querer se exercitar, ou se você tiver crianças que precisam ser cansadas, o Wii é o seu paraíso – quase todos os jogos usam algo nível de controle por movimento e há títulos especialmente feitos para exercitar diversas idades, como Wii Fit e Wii Sports Resort, além de jogos voltados para movimentar o público infantil. Além disso o console conta com uma ampla biblioteca de clássicos Nintendo e SEGA, que, com absoluta certeza vão encantar a todas as idades.

A questão de preço, no entanto, esconde uma questão oculta mais profunda. Até onde vale a pena comprar um Wii? Hoje, com o sucessor do Wii, o Wii U, já no mercado, rodando todos os jogos do Wii, além dos jogos do próprio Wii U, e com melhorias gráficas aos jogos de Wii rodados no Wii U, não seria melhor comprar o Wii U direto?

Sim… e não.

Se você for comprar um videogame para ser seu centro de entretenimento e quer ter jogos novos, saindo para ele, por mais algum tempo, vá para o Wii U – você vai pagar um pouco mais caro, R$ 950/1200 , mas terá total tranquilidade de que novos jogos serão lançados para o aparelho por anos além de contar com todo o catálogo de jogos do Wii e um robusto sistema online para comprar games completos, arcades e jogos de plataformas passadas, que funciona em dólares, mas aceita cartões brasileiros. Se, por outro lado, você não estiver tão preocupado com jogos novos e não se preocupar em curtir um catalógo de jogos construído, com carinho, nos últimos 6 anos, vá no Wii  sem medo, você vai pagar apenas R$ 500/600 por ele.

Os jogos estão bem disseminados e são vendidos em lojas especializadas, mega stores e, até, hiper mercados. Novos, eles variam entre R$ 49 e R$ 169, e podem ser encontrados por preços ainda mais amigáveis se comprados usados. Além disso o Wii/Wii U conta com o Virtual Console, uma ENORME biblioteca de jogos, advindos de consoles antigos, como o Master System, Mega Drive, NES, SNES, Nintendo 64, TurboGrafx, Neo Geo e Arcades, com games lançados desde 1985 até 2000 – variando em preço de US$ 5,00 (para sistemas 8 bits), US$ 8,00 (para sistemas 16 bits), US$ 9,00 (para Arcades, TurboGrafx e Neo Geo) e US$ 10,00 (Nintendo 64). Esses jogos podem ser comprados online e salvos na memória interna do videogame ou em cartões SD simples, iguais os que podem ser comprados em qualquer papelaria.

Veredicto: Um aparelho muito barato, com um estilo de jogabilidade totalmente novo e muitos títulos com a inesquecível qualidade Nintendo, entre eles Super Paper Mario, Mario Galaxy 2, The Legend of Zelda: Skyward Sword e, para os brasileiros aficcionados por futebol, Mario Stryker Charged. O aparelho vale muito a pena, mas, pelo preço atual, compensa tirar o escorpião do bolso e investir em um Wii U, principalmente se você for usar em uma TV de LCD/Plasma/LED, de mais de 30 polegadas.

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Soul Calibur 2 HD está a caminho…

… mas sem Link nem Spawn.

Sim. Como o game só terá uma versão, que sairá para download para o 360, Ps3, PC e Wii U Link, o eterno herói da Lenda de Zelda e personagem exclusivo da versão do Cube do game, e Spawn, que era exclusivo de XBOX, não estarão no game, que será uma versão HD do jogo como ele foi lançado no PS2, com Heihashi.

O jogo ainda não tem data de lançamento mas deve chegar aos consoles antes do fim do ano.

Jogando: Last of Us

Eu jogo muito videogame – isso não é surpresa para ninguém. E, portanto, muitas experiências se tornam repetitivas para mim. Diferente da maior parte das pessoas eu não consigo jogar o mesmo shooter um milhão de vezes (sim… eu estou olhando para você Call of Duty), nem mesmo se colocarem veículos nele e um senhor escopo (desculpe Battlefield 3, eu juro que eu tentei). Com o tempo, e depois de tentar Fuse, Gears e Halo eu entendi um ponto.

Meu problema não é só com o Grinding constante da experiência multiplayer (o que me aborrecia até o tédio mortal em MMO Rpgs como WOW)… é com ao vazio contextual da experiência multiplayer. Por que eu estou fazendo aquilo? O que está em jogo aqui? Quem são os lados? O que eu melhoro ou pioro nesse conflito com meu ganho/derrota?

Ou seja: Não há uma história para segurar  o multiplayer… e isso sempre me irritou.

Talvez por isso eu goste tanto de Heist (da Valve), Left 4 Dead (também da Valve) e do modo “Spartan Ops” de Halo 4. Eles me dão uma história, um contexto, sobre o qual juntar meus amigos e me divertir. Mesmo assim o multiplayer nunca foi minha parte favorita de video games. E eu fui quase que abençoado, nesse mês de junho, com duas experiências que me lembraram o porque: Last of Us e Animal Crossing.

Last of Us não é só um jogo triplo A focado no single player (embora ele tenha um multiplayer bem divertido, ainda que desnecessário). Ele é uma história incrível, imensamente sombria, completamente fantástica e totalmente crível, com um foco imensamente humano e, para meu total deleite, com todas as explicações que um chato, como eu, exigiria. E você escolhe como jogar: quer recolher cada peça do quebra cabeça e saber exatamente como a infecção começou e o que houve, vá em frente; quer ir direto, atirando em todo mundo, sem dar nem duas olhadas no fantástico mundo criado pela Naughty Dog, você pode fazer isso também. O jogo é seu e  você usa como quiser.

Mas você vai parar para olhar – porque o universo de Last of Us é lindo! Lindo! Maravilhosamente bem feito  e  lindo de olhar o mundo dá uma ideia de  abandono tão nítida e extrema, tão forte e completa, que não dá nem para colocar em palavras. Imagine que o mundo seja abandonado, as pressas, e a natureza, ao curso de 30 anos, retome  tudo que um dia foi abandonado por ela – é exatamente isso. Sem falar que tudo é tão bem feito, tão belo, que dá uma maravilhosa sensação  de solidão no todo.

O som é simplesmente colossal. Uma obra de arte. Você vai se sentir empolgado com as fanfarras na hora da ação e vai andar nas pontas dos pés quando o som ficar mais lúgubre e obscuro.  E os clikers, os contaminados completamente tomados pelo fungo, que são cegos e se conduzem por sinalização sonora, fazendo um “click” agudo e ouvindo a reverberação dele – são ainda mais assustadores. Você vai ouvir os cliques muito tempo antes de ver um deles e, acredite em mim, ou você tem bolas de aço, cú de ferro ou vai ser borrar inteiro. E vai ficando pior a cada vez.

E se tudo isso ainda não te deixou encantando com o jogo. A jogabilidade vai fazê-lo. O game é frenético mas passivo, quase como um petit gateau: Uma parte é quente, outra é fria, as vezes é mais frio, as vezes é mais quente, as vezes vem combinado e as vezes vem tudo solto – e é sempre delicioso. A munição é super escassa, o sistema de combate é super realista (acredite… se você tentar encarar um grupo armado vai descobrir quão rápido Elie e Joel NÃO SÃO personagens de Uncharted) mas toda a dificuldade é deixado ao ser cargo: Seja cuidadoso e, principalmente, silencioso, e tudo fica bem mais tranquilo e fácil de lidar. O jogo não faz truques sujos, nem contra, nem a seu favor (diferente de MGS onde tem certas condições em que você obrigatoriamente fica visível e que os inimigos te esquecem quando você sai da sala) mas é justo. E os contaminados são realmente assustadores – uma mordida ou rasgo maior e já era: Game Over.

Eu não gosto muito do PS3 (aliás… não gosto muito da Sony embora estou pensando com carinho no PS4) mas este jogo é simplesmente fantástico – uma obra prima. E junto a Animal Crossing ele me lembrou uma coisa muito simples: Eu não jogo videogame para fazer pontos, ganhar conquistas ou repetir os mesmos atos de multi player de novo e de novo. Eu também não jogo por grinding, níveis ou coisas desse tipo. Eu jogo por história, por ambiente, por contexto – para ser outra pessoa em outro lugar e passar os apuro que ela passa, do conforto e da segurança do sofá da minha sala. Coçando a cabeça dos meus cachorros.

E se você é um jogador que gosta de boas história, jogos longos e de boas mecânicas de jogo e, assim como eu, está cansado da mesmice, de uma chance a Last of Us. Você não vai se desapontar.

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“O PS4 não vai permitir usar jogos piratas nem emprestar jogos a amigos!” – Quanto disso é realmente verdade?

A Internet foi tomada de assalto essa semana por uma nova patente criada pela Sony. Segundo diversos veículos de imprensa a nova tecnologia, que seria utilizado no PS4, acabaria com a possibilidade de se utilizar um mesmo disco em diversos videogames e impediria, completamente, a revenda do jogo usado. Milhares de pessoas simplesmente surtaram soltando brados de “É o fim da Sony!” ou “Se isso acontecer eu não vou comprar um PS4!” e muito mais.

Mas isso é realmente verdade? O Mini vai a fundo e explica a situação!

Vamos começar pela patente em si. Hoje, sem recorrer a patente criada pela Sony, já existem duas formas de comprar jogos em que você não pode, depois, revender o seu produto: Compra por distribuição digital ou jogos com códigos de instalação. Em ambas as situações o jogo fica ligado a uma determinada “conta de usuário” que é o único que pode acessar o game em si. A solução é maravilhosa para games online, ou para games em equipamentos que estão constantemente online, mas, com “Crakers” e “Mods” pode ser facilmente combatido off-line. Com a questão das mídias físicas o problema é ainda pior: Não dá para se evitar que alguém use  o disco, com todo o conteúdo dele, em outro aparelho.

Onde entra a solução da Sony então? Mexer na mídia física em si!

A patente JP200030633 (A) – Disk Like Recording Medium and Apparatus and Method for reproducing the Medium é na verdade um sistema interessante que poderia, inclusive, ser aplicado no PS3, caso fosse necessário. O drive em si é um drive de Blu Ray comum que, por comando de software “pisca” o canhão, em força total, em uma determinada faixa do disco, numa espécie de código morse do código de segurança do console/computador. O disco é que é diferente; em vez de um disco Blu Ray padrão, esse novo disco possui uma faixa especial, a que é irradiada pelo canhão, que é optica-magneticamente sensível, e que seria marcada, pelo leitor, com o código acima citado. Eis a pegadinha: Uma vez marcado o disco, toda vez que ele fosse iniciado, essa faixa seria lida e o código nela contido seria comparado com o código contido no console/computador. Se o código bater o sistema é iniciado. Se o código não bater o software não inicia e o usuário recebe uma mensagem de erro.

Ou seja: O disco só funciona no primeiro aparelho que foi colocado! Sem emprestar jogos, sem comprar jogos usados! E nem precisa de internet ou checagens online! É uma versão vendável da tecnologia de discos magnéticos utilizado pelos serviços de inteligência americanos – os discos só podem ser lidos em um número limitado de máquinas.

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Então sim, se essa tecnologia fosse aplicada no PS4, seria o fim, de uma vez só, pelo menos temporariamente, da Pirataria, revenda de games e empréstimos/aluguel de games. Cada um teria que ter sua cópia e ponto final.

Só tem um detalhe que as responsáveis fontes da imprensa, muitas vezes, deixam de mencionar: A SONY NÃO DISSE, em momento nenhum, que pretende utilizar essa, ou qualquer outra tecnologia, no PS4. O Orbis (nome do projeto PS4) ainda é um enigma envolvido em uma charada, e, considerando o foco que a Sony tem dado na distribuição digital, pode nem vir a ter drive. Quanto mais utilizar essa tecnologia! Logo, ainda não temos nenhum motivo para desespero e ranger de dentes.

A Sony (assim como a Microsoft, a Nintendo, a Apple, o Google, etc….) criam centenas de patentes todos os anos, como uma forma de proteger idéias originais ou soluções interessantes que, muitas vezes, não tem a menor intenção de usar. Sem falar que mesmo a Sony, que possui respeito zero por seus usuários, consegue entender o tamanho da repercussão que isso teria entre sua base de consumo – seria desastroso.

Então, sim! A patente existe! Não, a Sony não afirmou que a mesma será utilizada no PS3, PS4 ou qualquer outro sistema – ATÉ O MOMENTO! Bom descanso e bom divertimento!

 

The Last of Us tem data de lançamento, preço e edição especial na Gamestop!

The Last of Us, o único jogo que eu tinha na minha lista de compras do PS3 para 2012, foi adiado para o final do ano e depois para 2013. A Naughty Dog disse que o game sairia em Fevereiro, depois em Março e agora temos uma data de lançamento oficial, confirmada pela rede de lojas Gamestop: 7 de Maio de 2013.

Se você nunca ouviu falar do jogo (o que é possível se você não tiver um PS3 e estivesse ocupado jogando XBOX 360 ou Wii) trata-se de uma dupla de sobreviventes a uma espécie de apocalipse Zumbi (causado por um fungo que ataca e devora partes específicas do cérebro humano) indo de uma cidade para a outra. Segundo os criadores do jogo os “Funbies” (Fungie Zombie) seriam um perigo constante mas não o maior de todos visto os humanos espalhados em gangues fazendo de tudo para sobreviver. O conceito de survival. Eis alguns trailers:

 

 

Eis a caixa oficial:

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E se você fizer a pré compra dela em qualquer loja você ganha um código que destrava a trilha sonora, avatares dos personagens e um tema dinâmico para o Xross do PS3.

No entanto, se você fizer sua pré compra na rede GameStop, você ganha o survival pack, que vem com:

  • Um Bônus de XP para o multiplayer
  • Um boost de ataque para o multiplayer
  • Começa o jogo com o dobro da grana inicial
  • Tem opções de customização melhores do que as iniciais
  • E ganha duas skins novas para os personagens para usar no “New Game +”

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Continuo muito impressionado com esse jogo! E considerando quão bom foram os Uncharted…. tenho razões para estar!

Em menos de 2 anos 3DS explode o PS3…

… pelo menos no Japão!

Isso por causa das vendas da última semana no país do Sol nascente. Na semana do dia 3 a Nintendo vendeu pouco mais de 211 mil unidades do portátil: trazendo o número de unidades vendidas, desde o lançamento do console (Fevereiro de 2011) para 8.779.378, acima dos 8,716,260 PS3 vendidos no Japão até agora (lembrando que o PS3 saiu em Novembro de 2006).

Para comparações eis os números dos aparelhos vendidos no Japão. O primeiro número foram as vendas da semana do dia 3 e o outro, entre parênteses, são as vendas totais desde o lançamento do aparelho.

Wii U: 308,142 (308,142)

3DS: 211,499 (8,799,378)

PS3: 36,994 (8,716,260)

PSP: 19,637 (19,488,236)

PS Vita: 11,039 (1,074,621)

Wii: 6,714 (12,608,700)

Xbox 360: 1,216 (1,608,399)

PS2: 904 (21,829,112)

DS: 424 (32,875,469)

UAU!  Estou oficialmente impressionado!

Você compraria um controle desse para o seu PS3?

A Sony patentou uma gozada mistura entre PS Move e Dualshock 3 na semana passada. As imagens abaixo, assim como os croquis, mostram do que eu estou falando:

New Dualshock Move

 

Ou seja… é um controle Dualshock 3 com as “bolas’ e o sistema interno do Move que podem ser usados separadamente (como o move) ou juntos em um controle “normal”. Segundo a descrição registrada na patente as duas metades do controle ficariam unidas por imãs relativamente poderosos e cada parte teria sua própria bateria de lítio e seria recarregada em seu próprio cabo.

OK! Eu nem bem sei o que dizer disso… e vocês?

Comparando a semana da Black Friday – Que as lutas comecem!

A principal semana de vendas de eletrônicos nos EUA terminou e, como sempre, serve de termômetro da recepção pública dos consoles. Os números abaixo consistem as vendas realizadas entre 18 e 24 de Novembro de 2012.

Nintendo

A Big N teve uma boa semana, não excepcional, mas nada ruim. Segundo dados da Nintendo cerca de 400 mil unidades do Wii U foram vendidos no período da pesquisa (visto que o lançamento do aparelho era no dia 18). Para efeitos de comparação o Wii original vendeu cerca de 600 mil unidades na semana de lançamento dele, em 2006. O 3DS vendeu cerca de 250.000 unidades, sendo um pouco ultrapassado por seu irmãos mais velho (e mais barato) o DS, que vendeu 275.000 unidades. A surpresa para todos foi o Wii, que na semana de lançamento de seu sucessor, conseguiu vender cerca de 300.000 unidades.

Microsoft

A Microsoft teve uma semana exemplar, acima do que seus próprios executivos esperavam: Um porta voz da empresa chegou a afirmar que “os números chegaram a ser assustadores”. Foram 750.000 unidades vendidas, 150.000 a menos que no mesmo período do ano passado, mas nada mal considerando que o aparelho está no mercado desde 2005 e estava concorrendo com um PS3 mais barato que ele e com um videogame novo em folha. Halo 4 entrou no top chart de vendas das lojas no lançamento (em 06 de Novembro), ficou lá o mês inteiro e explodiu na semana da Black Friday. Parabéns Microsoft… Parabéns….

Sony

Segundo um porta voz da empresa, a gigante dos eletrônicos japonesa considerou a semana de 18 a 24 de Novembro como um “retumbante sucesso!”. A empresa vendeu cerca de 525.000 unidades do PS3, sendo ultrapassada pela Microsoft mas roubando o trovão do Wii U na semana de lançamento dele! A empresa vendeu ainda a pífia quantidade de 160.000 PS Vita… uma diferença de 90.000 unidades para o 3DS e 115.000 para o DS – parece que o mercado de portáteis vai continuar na mão de apenas uma empresa. A Sony revelou ainda um dado interessante: ela vendeu 295% mais assinaturas de PSN plus durante essa semana do que durante o ano passado todo… vai entender!

 

E aí fãs? Felizes com o desempenho de sua empresa? Coloque seus comentários abaixo!