A Nintendo confirmou que está trazendo, em números limitados, assim como o 3DS XL do Pikachu, um Bundle de 3DS XL limitado mais o jogo Animal Crossing: New Leaf. O Bundle chega as lojas no mesmo dia que o game: 09 de Junho.
Lembrando a todos que meu aniversário é em Junho e o do Mini é em Julho… e estamos aceitando presentes!
Agora é oficial! A Nintendo confirmou que a versão oficial do Pikachu do 3DS XL será oficialmente lançado nos EUA no dia 24 de Março e continuará a venda “enquanto durarem os estoques”. O aparelho virá se nenhum game em si e com um cartão SD de 4GB, além de recarregador padrão.
E é lindo!
O melhor é que o portátil ainda participa da promoção do jogo gratuito, que falamos alguns dias atrás. Então, se você estava esperando uma razão para colocar a mão em um 3DS… pegue agora!
Deus Ex 3: Human Revolution, claro! Embora a Nintendo e a Square tenham tentando desconversar e encobertar a situação, o ESRB Australiano, orgão do governo de lá que faz controle de censura, idade mínima, entre outras coisas, confirmou o jogo ao liberar a classificação indicativa dele.
Que fora, hein!
De qualquer forma o Wii U vai ganhar um dos melhores jogos de ficção científica do planeta em uma versão melhorada e com todos os DLCs. Que venha mais Cyberpunk… e mais Deus Ex!
Na forma da sensacional Pokemon TV – um novo App para o iOS. O App é gratuito e permite que os usuários assistam a 50 episódios da série animada toda semana, com os episódios sendo constantemente trocados, advindos de diversos períodos das mais de 15 temporadas do Anime (que agora já tem mais de 700 episódios). Em um futuro próximo a Nintendo disponibilizará também os filmes do seriado, eventos especiais e trailers.
Parece que não vai ser o iPhone que vai conquistar o 3DS. Vai ser ao contrário…
Nossa Tank! Tank! Tank! é um jogo muito estranho. Muito muito estranho! Tank! Tank! Tank! (ou TTT, como vou passar a chamar) é um port de um Arcade japonês extremamente famoso de 2009, que essencialmente põe você é um contexto bem japonês: algum desastre aconteceu e você tem que salvar a cidade usando um tanque.
Sim! A cidade é atacada por aranhas espaciais, ou por um gorila cibernético gigante, ou por um imenso polvo mecânico e você (e talvez seus amigos, se for co-op) tem que salvar a cidade destruindo tudo com tanques! Simples assim, mas divertidíssimo… por umas duas horas.
Graficamente TTT não impressiona. Os modelos dos tanques são claramente caricatos e os monstros são tipicamente não ofensivos. Prédios e construções tem um visual desenhado e, embora todo mundo esperasse que essa menor necessidade de realismo gerasse uma maior variedade gráfica ou mais velocidade, o jogo roda travado nos 30 FPS. O som também não é nada para se escrever para a mãe – funciona, e por vezes é bonitinho, mas não é nada incrível.
A jogabilidade do game exige aprendizado. Funciona bem e, depois que você parou de duelar com os analógicos, é divertida, mas o gameplay é um pouco massante. Como eu falei lá em cima, como todo doce muito doce, TTT enjoa depois de algumas poucas horas. Você inicia um estágio com um tanque simples, destrói tudo que puder, fazendo o maior número possível de pontos, que rendem medalhas, que servem como moedas para você comprar novos tanques e destravar novos estágios. Parece interessante, mas visto que ademais as mudanças visuais e algumas poucas alterações de habilidades (alguns tanques são mais fortes, outros mais rápidos, etc…), você mais ou menos está fazendo a mesma coisa de novo e de novo e de novo, fica difícil ficar empolgado depois de algum tempo. Além disso você destrava um novo estágio, entra nele, ganha medalhas, compra um novo tanque e tem que voltar no estágio anterior para usar o tanque novo e destravar ainda mais medalhas para liberar o próximo estágio e conseguir mais um tanque novo. É repetitivo, divertido de início, mas rapidamente perde o tesão.
E considerando a oportunidade perdida pela Nintendo e a Namco de um multiplayer online aqui, a coisa ficou complicada. Você tem um multiplayer, inclusive pode até utilizar a câmera do Wii U Gamepad para colocar uma foto que represente o jogador em cada tanque, mas isso é uma imbecilidade, visto que todos eles terão que estar na sua sala, de qualquer maneira, para jogar – NÃO HÁ MULTIPLAYER ONLINE. Um jogo advindo de um Arcade japonês, FAMOSO POR FUNCIONAR EM 4 MÁQUINAS LINKADAS, NÃO TEM MULTIPLAYER ONLINE?! O que diabos ocorreu Namco/Nintendo? Do que adianta eu colocar minha cara no tanque se todos os meus adversários/amigos estão na sala e a tela está divida em 4? Ridículo. E ainda mais ridículo o fato de que, como a Nintendo ainda não permite o transporte da conta da Nintendo Network entre aparelhos, se seus amigos tiverem TTT e desbloquearam vários tanques e armas especiais, eles, ainda assim, tem que jogar com o tanque inicial, no multiplayer. Só o jogador linkado a conta original consegue utilizar os tanques atualizados. Isso é ridículo.
O único modo multiplayer que vale a pena é o “My Kong mode” onde o usuário do Game Pad tira uma foto do próprio rosto, coloca a imagem na cabeça de um gorila de 50 metros de altura e destrói a cidade enquanto o resto dos jogadores tentam pará-lo. É bem mais interessante que o resto dos modos multiplayer e tem a vantagem de alguém ser um Kong.
Em suma Tank! Tank! Tank! é um jogo legal. Mas não tão legal que vale uma compra. Vale uma locação e só. Mas é divertido nas primeiras duas horas. Tente… quem sabe você realmente curte!
O novo side scroller de Rayman, exclusivo do Wii U, vai chegar as lojas no dia 26 de Fevereiro, mundialmente. Uma demo do game estará disponível na Nintendo e-shop a partir do dia 13 de Dezembro.
Como a confusão impera solta no vasto reino da internet sobre quais HDs externos realmente funcionam no Wii U e como eles funcionam o pessoal do Mini resolveu fazer um teste. Como colocamos no vídeo de Unboxing compramos um HDD externo de 500 Gb da Seagate com uma USB 3.0 – conectamos ele ao Wii com ele desligado (como deve sempre ser feito!) e esperamos terminar a formatação (lembrando sempre que o HD formatado no padrão do Wii U só pode ser usado no Wii U, tendo que ser reformatado completamente para ser usado em PCs… mas um detalhe é que o Wii U não aceita particionamento nenhum no disco rígido). Ao termino da formatação, no entanto, o HD sumiu! Pasmos… tentamos de novo… e a mesma coisa ocorreu novamente.
Ficamos intrigados e fomos buscar uma solução, e para nossa surpresa descobrimos que os HDs com USBs 3.0 requerem mais energia do que suas contra partes de USBs 2.0. Uma solução apresentada seria conectar o HD a um cabo Y, dividindo um USB em dois USBs, um de dados e força e outro só de força. Compramos o tal cabo… ainda sem sucesso.
Decidimos por trocar o HD então. Fomos a loja onde o mesmo foi adquirido e explicamos a situação, pedindo, conforme o recomendado pela Nintendo, um HD externo com fonte própria. Infelizmente, conforme o técnico da loja nos explicou, HDs externos pessoais tem vindo apenas com USBs, sem fontes externas, devido a maior praticidade. Ele, no entanto, se ofereceu para trocar o HD com uma USB 3.0 por um com uma HD 2.0 de forma a testarmos se funcionaria.
Chegamos em casa e colocamos o novo HD em funcionamento. Ele foi detectado pela máquina e começou funcionando normalmente. Achamos que conseguiríamos utilizar o aparelho normalmente, mesmo tendo apenas uma USB conectada no Wii U mas após cerca de 25 minutos de fervoroso New Super Mario U tivemos uma tela de erro: Error 150-1093.
Ao verificar o erro qual não foi minha surpresa mas saber que o Wii fora incapaz de ler o HD por alguns segundos, logo… o erro. E que esse erro era comumente ocasionado por HDs sem fonte externa conectados a USB do console. Novamente tentamos conectar o HD com o cabo em Y – sem sucesso! Assim que o aparelho era resetado, no entanto, o material contido no HD voltava a surgir na tela inicial, o que significa que a situação está um pouco melhor, mas, de forma nenhuma, resolvida.
Como todo dono de Wii U vai, eventualmente, precisar de mais memória, recomendamos comprar imediatamente um HD externo com fonte, com saída USB 2.0. Assim vocês resolvem o problema de espaço interno e ainda ficam tranquilos com relação a possíveis erros 150-1093. Qualquer mudança nessa situação o Mini avisará.
O Wii U chegou… eis algumas impressões nossas (Os vídeos tem pouco mais de 20 minutos somados):
Coisas que não falamos nos vídeos para que eles não ficassem ainda mais longos:
1) O Game Pad é pareado com a sua TV e consegue controlar volume e canais diretamente nele, se tornando uma espécie de mini controle remoto universal.
2) Os serviços que vieram instalados, como Hulu, Netflix e Amazon Vídeos funcionam exatamente igual suas versões para Tablet, com a diferença que no Wii U você pode escolher entre assistir na tela do GamePad ou da TV.
3) A transferência de dados do Wii para o Wii U é um processo surpreendentemente fácil e rápido, demorou, considerando todas as etapas, menos de 30 minutos para ser terminado – todo os detalhes aqui.
4) Como eu falei nos vídeos é possível comprar jogos no e-shop usando cartões pré pagos (cartões de crédito internacionais não funcionam por questão de endereço – como você coloca um Zip para criar um endereço americano a Nintendo confronta isso com os dados do cartão… logo, para usar o cartão brasileiro, mesmo internacional, tem que esperar a e-shop Brazuca estar funcionando). Você pode dar a volta nisso comprando cartões de pontos em lojas como a Play Asia, como eu fiz. DEFINITIVAMENTE não é o melhor dos mundos… mas é uma saída!
5) A Nintendo levou MUITO a sério a ideia de manter o Mii Verse (do qual a Wara Wara Plaza faz parte), sua charmosa mistura de twitter e XBOX Live (não funciona perfeito… mas é charmosa) family-friended! Palavrões em inglês, francês, espanhol, português e japonês são localizados pelo sistema e cortados de frases que seriam publicadas no Wara Wara Plaza. Fez por outra você até consegue achar um fuck, cunt ou bitch nas mensagens de post… mas, via de regra, é bem mais “limpo” que a Live. Jogadores denunciados por Bulling ou por execrações verbais podem ter a conta suspensa por tempo limitado. Não sei não Nintendo… acho que essa é uma guerra que você vai perder. Ou as crianças catarrentas e boca-suja de 13 anos vão todos migrar para a Live.
Em suma é isso. É um aparelho muito, muito resistente, com uma qualidade impar, mas cheio de pequenos probleminhas irritantes. Quase como namorar uma super modelo que cozinha super bem mas tem bafo, ri estranho e tem voz grossa. Até mais pessoal!