Wonderful 101 não terá DLCs!

E a pergunta do criador, em um tweet, é “Para que?”. “Nosso jogo está sendo feito com toda a alma e todo o coração. Estamos colocando tudo de nós lá.” e continuou em outro tweet “A história tem começo meio e fim. Esperamos que os jogadores gostem dela.” – disse Hideki Kamiya.

Parece estar havendo uma certa resistência dos criadores e produtores japoneses com relação aos DLCs. Espero que continue assim. DLCs são legais, mas hoje viraram muleta para microtransações. De qualquer forma, o game aterrissa, aqui e no Japão, até o final do ano.

Nova atualização de firmware do Wii U liberada! E mais delas a caminho!

Mais uma atualização de firmware foi liberado para o console de mesa da Big N. Nomeado versão 3.1.0 o novo update diminui ainda mais o tempo de load de apps e canais, melhora a estabilidade geral do console (fala sério… ainda não consegui travar meu Wii U desde a última – e eu tenho me esforçado para isso ^_^) e permite o stand by mode, onde o console, mesmo desligado, se conecta a internet sozinho, baixa atualizações, demos e canais, instala-os e deixa uma pequena lista de modificações no seu log, que são apresentadas a você quando você liga o console a próxima vez.

Então nada mais de chegar para usar o Nintendo E-shop e descobrir, em cima da hora, que você tem que baixar uma atualização! Uhay!

Além disso a Big N já informou que uma outra atualização, essa bem grande, está sendo marcada para “final de setembro ou começo de outubro”. Segundo a Nintendo a nova atualização trará novas funcionalidades ao console e “atenderá pedidos da comunidade”.

Fim da trava de região? Jogos de Gamecube ou DS? Deixem suas ideias aí embaixo!

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Minicastle 7 anos – Retroreview – A Lenda de Zelda 2: A aventura de Link

Sabem quando um cantor faz sucesso com um álbum muito muito bom e, de repente, resolve que vai lançar um single em um estilo completamente diferente? Normalmente, não importa quão bom seja esse single exótico, ele será mal visto pelos fãs; uma mancha eternamente escondida no tapete mas que você, não importa quantas vezes lave, vai saber que está lá.

Isso não quer dizer que aquele single não tenha charme ou que aquela mancha seja perceptível – ao contrário! Muitos e muitos vão dizer que seu tapete está perfeito e outros tantos vão dar louros exatamente à aquele single do artista, considerando melhor do que toda a obra combinada do cara até então. É só que é tão… estranho!

E essa é a exata situação de The Legend of Zelda: Link’s Adventure. Ele não é ruim; muito pelo contrário: É um RPG de ação por visão lateral anos a frente de seu tempo com milhares de novidades e ideias excelentes. Ele só não parece… bem… Zelda.

Vamos começar pelos gráficos que, para a época, eram majestosos – pelo menos enquanto você estivesse no side scrolling ( a visão superior, na parte dos mapas abertos, eram bem mais simplória, lembrando FF1). Os personagens e inimigos eram bem animados e havia uma qualidade/quantidade boa de cenários . O som era excepcional, como esperado de um Zelda, com uma quantidade enorme de músicas vindas do mestre Koji Kondo, sempre com aquela qualidade fantástica.

O controle funcionava muito bem, com Link respondendo rápido e de forma fluída aos comandos. O problema nessa área era o gameplay mesmo – se você jogou Castlevania no NES sabe do que eu estou falando: os inimigos levam um monte de golpes para morrer, alguns deles vem voando erraticamente pela tela (impedindo seus golpes ou fazendo com que você seja acertado, várias vezes, antes de conseguir matá-los) e muitos deles tem uma área de acerto/ameaça muito maior do que a de Link, fazendo com que você tem que entrar dentro dessa área, acertar o inimigo e, só então, correr com o rabo entre as pernas para fora dela. Não ajuda em nada a causa do game o fato dele ser EXTREMAMENTE difícil – ouço dizer que o Zelda mais difícil de todos. Então some essa dificuldade toda, com uma jogabilidade meio travada e diferenças imensas de estilo com o primeiro Zelda (e com, essencialmente, todos os que vieram depois também) e você perceberá porque esse jogo não é assim tão bem falado.

Se você se der ao trabalho, no entanto, de mergulhar no jogo, verá quão importante e incrível esse game é. Ele mostra uma Hyrule muitos anos a frente dos Zeldas futuros, com cidades batizadas com nomes de sábios de Ocarina e explica a origem do nome Zelda – dois pontos fundamentais na cronologia até aquele momento. É uma mistura bizarra de side scroller e RPG que, até hoje, seria um clássico do NES não tivesse saído com o nome “The Legend of Zelda” estampado no cartucho. Dê uma chance a esse estranho, assim como Majora’s Mask, ele vai te encantar.

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Para quem ainda não viu o Gameplay de Destiny – eis mais uma chance!

Algumas pessoas (uma pá delas) estão me mandando recadinhos no face, e-mails e outras coisitas me perguntando desse tal de “Destiny” que eu não paro de falar. Bom… “Destiny” é o novo IP da Bungie, criadores de Halo e Oni, que, pelo menos para mim, do lado de “Titan Fall” e “Watch Dogs”, deve roubar todo o tempo livre de 2013 meu…

E aí? O que acham? Deixem suas impressões aí embaixo!

Jogando: State of Decay

A primeira vez que ouvi falar de State of Decay, que chamarei de SoD (Há! se você entendeu o trocadilho!) fiquei bem interessado na promessa de um jogo que misturasse a mecânica de um sandbox, como a da serie GTA, com métodos de sobrevivência em um apocalipse zumbi. E devo dizer que no mês passado eu baixei a demo para ter o primeiro contato com o game e, já que é o primeiro jogo da produtora, achei que poderia não gostar do que veria. Como eu estava enganado.

A Undead Labs, criadora e produtora do game, não me decepcionou. O jogo trás toda a liberdade esperada de um sandbox, como pegar carros abandonados na rua ou ingnorar o objetivo atual e ir para o lado oposto que ele está pedindo, com uma grande adição: os prédios do jogo são acessíveis, com pouquíssimas exceções. É claro que o ambiente do jogo é uma daquelas cidades americanas bem pequenas, cujo o maior prédio tem 3 andares mas ainda sim é muuuito bacana poder olhar para uma casa qualquer e falar: ”Ei! Que casa bonita! Vou ver o que tem de legal nela!” É muito provável que você encontre zumbis, e muitos deles. Junte isso a táticas de sobrevivência que vão desde a busca de mantimentos até o resgate de outros sobreviventes.

Fazendo uma ótima mistura desses dois fatores o gameplay do jogo funciona da seguinte maneira: você faz parte de um grupo de sobreviventes (o que é bacana porque não há um personagem principal, qualquer personagem que estiver na casa pode ser controlado) que estão “entocados” em um prédio que oferece uma maior proteção contra as hordas zumbis do que outros prédios, que posteriormente pode ser mudado para outro lugar com mais espaço, e que precisa sair para coletar recursos como remédios, munição, materiais de construção (que servem para você dar upgrades na sua fortaleza) e combustível (que serve apenas para a criação de armas, o que eu acho uma pena – imagina você no meio do mato e a gasolina acaba?).  Tudo isso unido com missões que dão continuidade a da historia. E quando mais você usa um personagem mais os atributos dele vão melhorando.

Controles

Os controles são simples e seguem padrões já conhecidos. Para usar armas de fogo você deve primeiro mirar com o gatilho esquerdo e então atirar. Para armas brancas bastas usar o “x” mas quando usando elas é mais fácil derrubar os zumbis e então usar um movimento especial ativado apertando o “y” e o gatilho superior direito. Há também um sprint usando apenas o gatilho superior direito que irá gastar a Stamina do personagem. Os controles dos veículos são os padrões usados nos outros jogos, se acelera com o gatilho esquerdo e freia com o gatilho esquerdo mas controlar os veículos em si é um pouco difícil por causa da própria mecânica do game.

Gráficos

Os gráficos do jogo também impressionam, principalmente por ele se tratar de um jogo Arcade da Live, com belas texturas e ótimo jogo de luz. Os inimigos são bem desenhados, sempre com alguma parte do corpo faltando ou manchado de sangue mas mesmo assim acabam por ficar repetitivos e parecendo um exercito de clones, não que isso estrague a diversão. Há também pequenas falhas no frame com colunas brancas aparecendo rapidamente e personagens atravessando paredes mas de novo nada que estrague o game.

Conclusão

No final SoD é uma ótima opção para quem quer experimentar a ação de passar por uma horda zumbi com uma Caminhonete cabine dupla e a tensão de não ter mais munição enquanto explora a cidade infestada pelos mortos vivos, tudo isso enquanto se resolve os problemas de relacionamentos que surgem com o pessoal no seu refúgio.

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Sobre o escritor:

Esse texto foi escrito pelo super Bruno Brandão, jogador de videogame, destruidor de Zumbis, tomador de Whiskies cowboy e homem da lei na fronteira. Eis ele mesmo se descrevendo para vocês:

Howy leitores do Mini! É a primeira vez que eu escrevo pra vocês e espero que gostem. Sou gamer de longa data, começando com um Dynavision, Super Nintendo, PS2 (grande salto, nunca tive um PSone) e agora me divirto com o XBox. Os games preferidos são muitos de de todas as gerações mas no memento Mass Effect e Halo ocupam o primeiro lugar. Bom é isso, espero que gostem do material que pretendo criar para o Mini! See ya!

Final Fantasy X/X2 HD edição limitada!

Se alguma empresa teria como fazer uma versão de colecionador de um jogo, seria a Square Enix. Agora imagine o prazer inenarrável de abrir a caixa de colecionador do seu Final Fantasy X/X2 HD, manusear o seu novíssimos (e lindíssimo) livreto capa dura de 24 páginas com arte de produção do jogo e …

… espera aí…

… cadê o jogo?

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Conte com a Square Enix também para vender uma edição especial em lojas onde os jogos terão que ser downlodados! Sim! Você compra sua edição especial e download o jogo, através de um código por voucher, quando chegar na sua casa! Isso não é incrível?

Uma edição limitada TÃO limitada que não vem nem com um disco!

Você não gosta de digitar seus códigos no XBOX? Ainda bem que seu Kinect 2.0 vai ler seus códigos para você!

Isso mesmo! Se você sofre de um IMENSO problema de preguiça e tem um escorpião no bolso que te impede de comprar um mini teclado que vai no controle, seus problemas estão acabados no Xbox One.

Por que sua super câmera de power resolução é só apontar o papel (ou celular) onde está o código para a tela e Bam… código instantaneamente colocado na sua conta.

Vou dizer viu… vai revolucionar o mundo!

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Vamos a batalha dos games?

A batalha dos games (link aqui http://www.batalhadosgames.com.br/) promete ser o maior evento de videogame já feito em solo brasileiro. Será um mega campeonato, rolando nos dias 24 e 25 de Agosto, nos espaço Apas em Sampa (aos que trabalham, relaxem, é sábado e domingo).

Para quem, como eu, vem de fora de São Paulo, vai rolar transporte free do metrô Vila Madalena até o evento (ida e volta) e a Batalha dos Games em si vai ser o campeonato com 14 arenas de batalha. Nem todos os jogos já foram escolhidos (até hoje só estão confirmados Mortal Kombat 9FIFA 2013 e Just Dance 4) mas o evento vai rolar o dia todo, com prêmios em dinheiro, games e consoles para os vencedores ( e também para os cosplayers).

Ingressos estão sendo vendidos aqui (http://www.batalhadosgames.com.br/ingressos/ ) e o Mini espera ver todo mundo lá!

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