Earthbound finalmente chegou

Se você quer ter um Earthbound para chamar de seu, um dos mais excêntricos e diferentes RPGs de videogame de todos os tempos, que conta a história de um grupo de pré-adolescentes que tem que atravessar um mundo povoado por pessoas bizarras para impedir o nascimento de uma criatura Eidritiana que vai, essencialmente, ser o Overlord maligno do universo no futuro, você tem duas saídas: Gastar mais de US$ 500,00 dólares em um cartucho de SNES ou comprar um Wii U.

Porque o virtual console do Wii U acaba de ganhar a adição desse fantástico RPG na linha dele, depois de mais 15 anos dos fãs pedindo por um relançamento. E não é só isso: o game chega com filtros gráficos que permitem utilizá-lo numa boa, sem distorção ou quebras de Pixels, em TVs de alta resolução assim como um guia de jogo (acreditem em mim – o game é power difícil) que pode ser acessado com facilidade na tela do Wii U Gamepad (sem precisar parar seu jogo na tela da TV) – o guia chega ao nível de facilidade de detectar seu ponto no jogo e abrir no trecho ou capítulo correto.

Então, se você estava esperando uma desculpa para jogar um dos games mais inventivos de todos os tempos… jogue-o agora… em sua melhor versão. Compre um Wii U.

Minicastle 7 anos – A Lenda de Zelda: Um elo com o passado

O que eu poderia dizer sobre A Link To The Past? Um jogo com que eu tenho uma relação especial.

A começar pelo fato de ter sido o primeiro Zelda que eu joguei, e também pelo fato de ter a mesma idade que eu (sim, sou de 91).

Quando um amigo apareceu com um Game Boy, jogando Links Awakening DX, e eu ví aquele elfinho que pegava sua espada na praia e ia atrás de uma maneira de sair daquela ilha, e tinha todo um mundo livre pra ser explorado (que o permitia mais do que ir para frente e para trás), encontrando fadas, amigos e monstros pelo caminho. Pensei comigo: “Eu preciso jogar isso”.

Na época, eu tinha um Super Nintendo –  quebrei o cofrinho, juntei todas as moedas e uns dias depois meu pai chegou com aquela caixa com detalhes dourados, um escudo e uma espada que parecia ter passado por muitas batalhas. Poucas vezes me senti tão eufórico.

Ao ligar o jogo, foi impossível não mergulhar no universo, pois os gráficos 16-bits eram maravilhosos e a música que tocava enquanto a chuva caia e eu ia atender ao chamado da princesa me deixava em estado de tensão (a trilha sonora era tão maravilhosa que, em alguns momentos, eu podia fechar os olhos e me sentir em Hyrule).

Depois de resgatar a princesa dos calabouços, um mundo inteiro se abriu para mim, eu tinha o mapa todo para explorar e o tema de Hyrule Field me encorajava a feitos heroicos.

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Mas acho que a maior surpresa foi, depois de pecorrer o reino todo, ao derrotar o Agahnim, um novo mundo apareceu, uma versão corrompida deste belo reino que eu havia me aventurado, pois a aventura não estaria completa enquanto eu não resgatasse as nove donzelas e derrotasse Ganon.

Enfim, Zelda A Link To The Past é um jogo que merece nota 10 em todos os quesitos (acho que isso não é novidade para ninguém). Cativante desde a primeira cena, trilha sonora perfeitamente elaborada, história envolvente, puzzles intrigantes e um belo mundo para ser explorado, não é atoa que Zelda ALTTP é considerado por muitos o melhor jogo de SNES.

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Além de tudo isso aí em cima Marco Sartorato encontra tempo para namorar, dividir os Zeldas do mês de aniversário do Mini comigo e, de vez em quando, destruir em Just Dance e Dance Central.

Minicastle 7 anos – Retroreview – A Lenda de Zelda 2: A aventura de Link

Sabem quando um cantor faz sucesso com um álbum muito muito bom e, de repente, resolve que vai lançar um single em um estilo completamente diferente? Normalmente, não importa quão bom seja esse single exótico, ele será mal visto pelos fãs; uma mancha eternamente escondida no tapete mas que você, não importa quantas vezes lave, vai saber que está lá.

Isso não quer dizer que aquele single não tenha charme ou que aquela mancha seja perceptível – ao contrário! Muitos e muitos vão dizer que seu tapete está perfeito e outros tantos vão dar louros exatamente à aquele single do artista, considerando melhor do que toda a obra combinada do cara até então. É só que é tão… estranho!

E essa é a exata situação de The Legend of Zelda: Link’s Adventure. Ele não é ruim; muito pelo contrário: É um RPG de ação por visão lateral anos a frente de seu tempo com milhares de novidades e ideias excelentes. Ele só não parece… bem… Zelda.

Vamos começar pelos gráficos que, para a época, eram majestosos – pelo menos enquanto você estivesse no side scrolling ( a visão superior, na parte dos mapas abertos, eram bem mais simplória, lembrando FF1). Os personagens e inimigos eram bem animados e havia uma qualidade/quantidade boa de cenários . O som era excepcional, como esperado de um Zelda, com uma quantidade enorme de músicas vindas do mestre Koji Kondo, sempre com aquela qualidade fantástica.

O controle funcionava muito bem, com Link respondendo rápido e de forma fluída aos comandos. O problema nessa área era o gameplay mesmo – se você jogou Castlevania no NES sabe do que eu estou falando: os inimigos levam um monte de golpes para morrer, alguns deles vem voando erraticamente pela tela (impedindo seus golpes ou fazendo com que você seja acertado, várias vezes, antes de conseguir matá-los) e muitos deles tem uma área de acerto/ameaça muito maior do que a de Link, fazendo com que você tem que entrar dentro dessa área, acertar o inimigo e, só então, correr com o rabo entre as pernas para fora dela. Não ajuda em nada a causa do game o fato dele ser EXTREMAMENTE difícil – ouço dizer que o Zelda mais difícil de todos. Então some essa dificuldade toda, com uma jogabilidade meio travada e diferenças imensas de estilo com o primeiro Zelda (e com, essencialmente, todos os que vieram depois também) e você perceberá porque esse jogo não é assim tão bem falado.

Se você se der ao trabalho, no entanto, de mergulhar no jogo, verá quão importante e incrível esse game é. Ele mostra uma Hyrule muitos anos a frente dos Zeldas futuros, com cidades batizadas com nomes de sábios de Ocarina e explica a origem do nome Zelda – dois pontos fundamentais na cronologia até aquele momento. É uma mistura bizarra de side scroller e RPG que, até hoje, seria um clássico do NES não tivesse saído com o nome “The Legend of Zelda” estampado no cartucho. Dê uma chance a esse estranho, assim como Majora’s Mask, ele vai te encantar.

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Minicastle 7 anos – Retroreview – A Lenda de Zelda (NES – 1987)

Toda jornada tem um começo…

Toda viagem tem um primeiro passo…

Toda lenda tem um início…

E esse É O início. O começo. O local onde a vida de muita gente, o que eles pensavam, esperavam, raciocinavam, sobre videogame mudou, para alguns, para sempre. Foi a partir daqui que só pular sobre gombas não era mais suficiente. Foi a partir daqui que só metralhar selvagemente os inimigos não era o que queríamos.

Nós queríamos uma aventura. Queríamos uma lenda. Algo elegante, aberto, majestoso, que desafia-se sem frustar.

Diferente de tudo que havia até então, The Legend of Zelda, lançado para o Famicon em 1986, com o nome de ゼルダの伝説, Zeruda no Densetsu (exatamente A lenda de Zelda) e para o NES em 1987, Zelda, como viria a ficar conhecido, era colossal. Não só em tamanho, mas na experiência pura que proporcionava. Você tinha 1 tela de história…

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… e literalmente era jogado, sem nada a não ser a clássica roupa verde, no campo de Hyrule, em frente a uma caverna. Se você entrasse na caverna um velhinho lhe dizia…

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… e você ganhava uma espada. E era assim sempre. Nada de mapas in-game (o manual tinha um muito simplificado e sugeria que você desenha-se o seu, marcando pontos encontrados que você precisaria retornar depois), nada de explicações de como usar os itens ou tutoriais. Como o próprio criador do jogo colocou “Zelda era um pequeno jardim que o jogador usava como bem entendesse. Ele descobria sua maneira de jogar a sua própria velocidade, de seu próprio jeito.”.

Eu, por exemplo, saindo andando para a esquerda depois de pegar a espada, e cheguei a um templo que não tinha como abrir. Tentei tudo, apertei todos os botões, dei espadadas na porta até dizer chega, mas nada ocorreu. Eu não tinha nenhuma revista a mão que me ensinasse o que fazer, logo resolvi andar pelo mapa…

… e, de certa forma, nos 26 anos desde então, venho fazendo exatamente isso. Andando pelo mapa, absorvendo cada detalhe das imensas paisagens e das possibilidades abertas para você. Muitos dos jovens alienados de hoje dizem “Bom é GTA que eu faço o que eu quero!” – tolos ignorantes. Bom é Zelda onde a história e o ambiente me fazem sentir que eu sou tão importante, tão fundamental para aquele mundinho, que eu tenho que salvar aquela princesa.

A propaganda era do Zelda do Super Famicon… mas é válida porque é animal demais!

Graficamente Zelda era um desbunde na época do NES, mas claramente o jogo sofre com a passagem para a atualidade, principalmente em tvs de alta resolução que vão mostrar cada quebra de pixel em toda a sua “glória”. Ainda assim é apaixonante da mesma forma como Super Mario Bros ainda é incrível exatamente por ser todo duro e quebradinho. Os controles são simples e trabalham exatamente da maneira como deveriam, auxiliando o jogador a se mover e a lutar contra as terríveis bestas que se escondem por toda Hyrule.

O som era simplesmente F A N T Á S T I C O !!! Alguns dizem que a melhor obra do eterno maestro Koji Kondo (eu discordo… porque o cara só foi ficando cada vez melhor – vide DK no SNES) a música de Zelda era simplesmente embasbacante! Do tema clássico que tocava na abertura e no Hyrule field ao tema obscuro, temeroso e lúgubre das dungeons, dos efeitos sonoros ao sons de caminhada, passando pelo vento e pelos uivos dos monstros e som de dor dos bosses, Zelda era uma obra prima do som. Você sabe que você tem algo fantástico nas mãos quando seu pai, com uma imensa formação musical, senta do seu lado para ouvir a música enquanto você joga – é bom assim! E a versão do NES ainda tem o pior som de todos (devido ao aparelho não ter acesso ao FM sintesizer que havia no interior do Nintendo Disk Drive, do Famicon), então, se conseguir (visto que hoje existem milhares de detonados), jogue na versão do Famicon (ou no Virtual Console do Wii/Wii U – onde o som foi restaurado).

O jogo contém Dungeons que, na época, pareciam imensas (quem está acostumado com Ocarina of Time passa por elas em minutos ^_^) e um campo aberto interconectando elas tão cheio de segredos que chega a parecer absurdo. A diversos níveis para a espada e alguns itens, grutas com fadas e milhares de segredos. Pode parecer muito bizarro hoje em dia, principalmente com a curva de aprendizado tão diferenciada e com a sensação de ser jogado, essencialmente sem preparo, no universo do jogo, mas aventureiros não tem com o que se preocupar – depois que seu cérebro entrar na marcha certa você vai mergulhar em Hyrule.

Só não sei se vai conseguir voltar. Bom divertimento!

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Acuada Microsoft volta atrás com TODA a sua política de DRM e Online para o XBOX One!

Eu acho que essa é uma das melhores notícias que eu já dei no Mini até hoje. Sério! Depois de falar aos quatro ventos sobre sua política online (nada de jogos usados, aparelho tendo que se registrar no servidor da Microsoft a cada 24 horas, nada de emprestar jogos para amigos, etc…) a Microsoft se viu em uma situação um pouco complicada.

Milhares de compradores começaram a cancelar seus pacotes de pré compra (que, detalhe, custaram bem mais do que o custo final do aparelho, US$ 499, seria)  e as vendas do PS4 explodiram (a maioria das lojas americanas não aceita mais pré compras do aparelho da Sony pois a empresa não consegue confirmar mais datas de entrega).  A EB Games, uma das maiores e mais conhecidas redes de lojas de jogos dos EUA,  assim como duas franquias de supermercados simplesmente se negaram a colocar o aparelho nas suas prateleiras com o foco no online (e a restrição a jogos usados) forçadas pela Microsoft. A GameStop, forçada por contrato a continuar vendendo o aparelho, começou, em loja, a direcionar os usuários a comprarem o Wii U ou o PS4, e paralizou, pós E3, as pré vendas do XBOX One. A situação parecia desesperadora para a M$.

Mas alguém lá dentro teve uma luz, um momento de inspiração: leu os blogs, sites e foruns e disse “Ei! Eles estão reclamando da nossa política online! Por que não mudamos ela e enchemos o rabo de dinheiro como fizemos com o XBOX 360!” – Espero que esse cara seja promovido a presidente vitalício.

De qualquer forma o fundo ficou sobressaltado hoje quando Don Mattrick, presidente de entretenimento digital da Microsoft, veio a público dizer que “Estamos acompanhando de perto o feedback das reações do público a E3 e ouvimos vocês. Nós entendemos que, para vocês, a possibilidade de emprestar, vender ou comprar seus jogos, da maneira como vocês fazem hoje, carregando-os em mídias físicas, é muito importante para vocês. Dessa forma estamos, através de uma alteração de firmware a ser realizada no primeiro dia do aparelho, desativando as funções de contato constante com o servidor da MS assim como desabilitando os sistemas de controle de conteúdo.”. Fantástico!

O executivo ressaltou, no entanto, que haverão perdas decorrentes da mudança “Você não poderá mais acessar seu catálogo de jogos, online, de onde estiver. E estamos repensando diversos conceitos de processamento em nuvem que haviam sido desenhados para o console. Mas estaremos sempre prontos para atender o desejo do consumidor.”. Ou seja, terei que carregar meus discos comigo. Como eu fazia com meus cartuchos… desde os meus 6 anos de idade. Não vejo problema algum com isso.

Mas e agora? Será isso suficiente para devolver para a Microsoft sua fatia de mercado? Os exclusivos do PS4 farão o peso que tem? Só o tempo dirá!

 

O Mini merece ver meu presente do dia dos namorados!

Matéria atrasadíssima devido a problemas de tempo hábil envolvendo a E3 ter caído na mesma semana do meu níver e do dia dos namorados… mas antes tarde do que nunca!

E, fazendo um Merchan para a mulher fantástica que me deu isso, se você estiver querendo saber um pouquinho do que se passa no universo da moda atualmente, dê um pulo no blog dela: http://aldeiadoglamour.blogspot.com.br/

E3 2013 – Super Smash Bros! Agora você pode escolher se devora em casa ou leva para viagem!

Primeiro, antes de mais nada, veja isso!

Por que alem de Sonic e Snake nós tínhamos que ter o Blue Bomber! E se isso não emocionou você, você definitivamente não jogou NES.

Segundo… tanta coisa nova e interessante surgiu relativo a esse game, que não dá nem para começar, então vamos deixar o senhor Masahiro Sakurai falar de algumas delas e dos  três novos personagens: Mega Man, O villager (de Animal Crossing) e a instrutora de Wii Fit!

E eu trarei mais informações amanhã sobre o game!

E3 2013 – Meu zelda favorito ganha versão HD: Eis A lenda de Zelda: Wind Waker HD!

Esqueçam os gráficos mais fofos e mergulhem na história, porque esse zelda tem uma história densa e deliciosa que não deixa nada a dever a clássicos mais soturnos como Twilight Princess e Skyward Sword. É longo, massivo, absurdamente detalhado, relaxadamente engraçado e mais do que incrível sob qualquer ângulo que se olha.

Eu sou um fã de zelda com todos, eu disse TODOS, eles terminados. E esse é, de longe, o meu favorito! Sejam bem vindos ao maravilhoso grande oceano!

Uma série de TV de HALO! E uma série de TV de HALO dirigida por Steven “I am a Genius” Spielberg

A Microsoft chacoalhou o mundo com um mundo de novidades, mas nenhuma tão incrível quanto essa (sim… eu não enlouqueci): HALO, a monolítica mega série da MS está ganhando uma série de TV.

O orçamento é imenso, mesmo para os padrões americanos, no nível de séries consagradas por seus efeitos especiais, enquanto toda a parte técnica de produção será feito pela equipe responsável pela genial “Game of Thrones” da HBO. E, enquanto atores nem fase da história (Harvest, Reach, Halo Saga, After Wars, etc…) foram confirmados já sabemos quem é o diretor, ninguém menos que Steven Spielberg.

Sim. O diretor/produtor ganhador de uma enorme quantidade de prêmios já quer colocar suas mãos na franquia Halo a anos e, agora, tem uma chance real de levar tudo para as telas. E uma série de TV vai dar tempo para a continuidade crescer e se expandir.

Respirando fundo e pedindo baixinho aos Forerrunners que tudo, absolutamente, tudo, dê certo!

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