Sim! Estamos excitados com Pokemon X e Y. Mas estamos ainda mais excitados com algumas informações novas. Por exemplo, Eevee tem mais uma evolução…
… chamada Sylveon, que, parece, ser um dos novos Pokemons do tipo “light”. O jogo também marcará a estréia dos Pokemons Tipo “Dark”.
Além de Sylveon, um outro novo Pokemon foi mostrado que deixou tudo mundo de orelha em pé. Conheçam esse desconhecido…
É obvio, por questões de aparência, que esse novo Pokemon tem uma ligação muito forte com Mew e Mewtwo, mas seria esse o elusivo MewThree, a evolução de MewTwo?
É claro que não… Mas o game vem com 8 horas de comentários de criação (espalhados em centenas de balõezinhos que podem ser ativados pelos cenários, assim como nos jogos da Valve), dois guias de estratégia e dicas já inclusos no disco (que podem ser acessados a qualquer momento, sem paralisar o jogo, no seu Game Pad, com a posição de todos os segredos, todos os mapas, etc…), mais armas e modificações corporais, melhores gráficos e chefes completamente retrabalhados – o que na prática significa consertar o único grande e terrível erro de Deus Ex 3.
Para quem não teve a oportunidade de jogar nem dos dois Deus Ex anteriores, você tinha sempre a chance de resolver seus problemas, com chefes ou quem mais fosse sem recorrer a violência ou mesmo, sem entrar na sala onde eles estavam. Você podia hackear sistemas de armas, podia jogar gás na sala, podia abrir ela para ser inundada, o que fosse. Violência era só uma das opções. Isso não ocorre nas versões normais de Deus Ex 3, onde as lutas com os chefes são mandatórias, não há fugas delas. A versão do Wii U corrige o universo e restaura minha fé na humanidade.
Se você vive embaixo de uma pedra e não ficou sabendo sobre o episódio envolvendo o diretor criativo da Microsoft Studios, o senhor Adam “Eu sou um imbecil” Orth, eis o que aconteceu: Documentos de desenvolvimento vazaram, graças ao Kotaku e ao jornal japonês Nikkei, informando que, supostamente, o XBOX 720 será “sempre online”. Isso significa que, segundos os documentos, se o sistema perder a conexão, mesmo que você esteja jogando um jogo single player, depois de 3 minutos, o XBOX irá parar e pedir para você refazer a conexão. Supostamente essa medida, diga-se de passagem, bastante draconiana, impediria completamente a pirataria, a venda de jogos usados e garantiria maior segurança aos desenvolvedores (que podem fazer patchs a hora que quiserem sem, nem mesmo, te avisar).
Como dá para perceber isso é uma PÉSSIMA ideia. Eu, pessoalmente, não tenho nenhum problema com meu XBOX permanecer sempre conectado quando houver um rede disponível, MAS definitivamente não quero ter que parar de jogar simplesmente porque não tem uma boa conexão de internet por perto. Isso é ridículo. A Sony já havia falado que iria deixar essa decisão a cargo de cada produtora (algumas vão sim exigir conexão constante, mesmo em single player, para usar o produto delas – eu estou olhando para você Blizzard… e estou muito muito bravo!) e a Microsoft parecia estar ignorando a massiva falha que Sim City foi ao ser “Always On”.
Diante disso, em uma impressionante oportunidade perdida de ficar de boca fechada, Adam Orth publicou coisas como essas, no Twitter dele:
É claro que o Twitter do fulaninho foi bombardeado por gamers que, com razão, estavam emputecidos. Tanto que o malandro travou a visualização dos posts dele. Ao final do dia dos posts a microsoft soltou um comunicado dizendo que o senhor Orth falava apenas por si e não representava a posição ou a vontade da empresa.
Ontem pela manhã, no entanto, o Major Nelson, o principal porta voz da Microsoft para assuntos envolvendo o XBOX, confirmou a saída de Orth da equipe. Não houve maiores explicações sobre a demissão além de “Busca de novos desafios” mas é bem claro, principalmente depois da confirmação que foi uma demissão e não um pedido de saída, o que ocorreu. A Microsoft chutou o cara porta a fora. E fez muito bem. Parece que esse será um erro que…
Para todos vocês jovenzinhos que nunca ouviram falar deste game, Flashback era outra obra prima do diretor/escritor Paul Cuisset, que também é responsável pela joia clássica “Out of this World”. É um adventure com visão lateral (não era side scrolling porque a tela não fazia scrolling, você literalmente mudava de tela) com uma história imensamente intrincada sobre um cientista que, após descobrir uma invasão alienígena sem querer, tem que salvar sua memória em um cubo-de-memória e tem que resgatar esse cubo e etc… Para quem quer uma idéia, pense numa mistura de Blade Runner com Vingador do Futuro (Total Reccall).
Eis o gameplay para vocês jovenzinhos
Então. Para comemorar 20 anos do game o jogo foi todo refeito usando a Unreal 3, com novas vozes e cenas lindas. A história ainda é a mesma e, segundo a produtora, o desafio, que era animal, também. Definitivamente não é um jogo para fracos.
Super Super Super recomendado se você gosta de boa Sci Fi.
Imagine um jogo que utilize uma temática que misture Comandos em Ação, Herculoídes e He-Man. Agora imagine isso acompanhado não por cenas de ação filmadas com atores reais, mas por desenhos, daqueles porcamente animados, que caracterizavam as produções americanas do final da década de 70, começo da década de 80. Parece que o pessoal da Crytek pensou nisso também…
“The Apocalipse had an Apocalipse!” – Fantástico
Fatos confirmados: o jogo é completo (não vai precisar de Far Cry 3 para jogar) e será vendido tanto por via digital (Steam, PSN e XBLA) quanto por via física. Eu estou… imensamente… excitado!
… mais épico o projeto da Bungie se torna. Se for confirmado que é, realmente, um jogo de lançamento da próxima geração, serei obrigado a fazer um empréstimo!
A LucasArts, empresa de videogame de George Lucas, parte do império da LucasFilms, criada em 1982 para trabalhar com as licenças de filmes do diretor em formato interativo, acabou de fechar as portas. Depois de ser arrebatada pela Disney, junto com o restante do Império de Lucas, a empresa foi, simplesmente e na falta de uma palavra melhor, fechada as pressas por uma decisão comercial. Um porta voz da LucasFilms, empresa mãe da LucasArts, explica:
“After evaluating our position in the games market, we’ve decided to shift LucasArts from an internal development to a licensing model, minimizing the company’s risk while achieving a broader portfolio of quality Star Wars games. As a result of this change, we’ve had layoffs across the organization. We are incredibly appreciative and proud of the talented teams who have been developing our new titles.” (Depois de analizar melhor nossa posição de mercado nós decidimos por mudar o sistema de trabalho da LucasArts de desenvolvimento próprio interno para um modela por licenças, minimizando o risco para a companhia enquanto conquistamos um portfólio mais largo de jogos de Star Wars de qualidade. Como resultado dessa mudança nós tivemos dispensas maciças por toda a companhia. Nós somos incrivelmente orgulhosos e apreciativos da talentosa equipe que vinha desenvolvendo nossos novos títulos.).
O que isso significa para todos os projetos da Empresa? Morte, pura, simples e clara! StarWars 1313, o projeto mais caro da companhia, pode, ainda, conseguir sobreviver se licenciado para alguma empresa externa terminá-lo e lançá-lo, mas as chances são remotas.
Então, se você, como eu, gostava dos adventures em “SCUMM” (uma espécie de Engine para Adventures da década de 90) e de jogos inesquecíveis como Star Wars – Dark Force, meus sentimentos.
Como parte do projeto cooperativo do Mini com o senhor Marco Sartorato, a.k.a. Mr Lego, a.k.a. Ervilha – estamos trazendo mais música e mais dança, desde de que ela tenha uma pontinha de pés no reino dos games. E essa aqui tem o corpo inteiro…
Desde de que foi anunciado, a cerca de 1 ano e meio atrás, Injustice – Gods Among Us, o novo jogo dos dois criadores de Mortal Kombat, vem tentando, de toda forma que pode, fazer barulho sobre como vai “revolucionar os jogos de luta” e “revolucionar os jogos de super-heróis. Agora, na porta do lançamento (que ocorre dia 16), o game ainda está tentando seduzir todo mundo com mais um trailer
O que vocês acham? Sinceramente eu estou decepcionado o suficiente com MK vs DC para continuar decepcionado por umas 6 vidas, mas o que vocês vem nesse trailer? Será que Injustice – Gods Among Us fará justiça? Ou será apenas mais um bizarro? Deixem suas opiniões aí embaixo!
Eu tenho um 3DS desde a semana do lançamento dele. E nunca, nem por um segundo, me arrependi da compra. Através dele eu passei horas e mais horas de diversão e a Big N, com o programa embaixador, mais do que me devolveu os valores mais altos que paguei em minha aquisição. Agora, quase 2 anos depois do lançamento do portátil, um dos jogos de anúncio do mesmo chega as minhas mãos.
E a Nintendo faz a mesma mágica que tem feito desde de que eu tinha 6 anos.
Se você não conhece Luigi´s Mansion, eu te apresento. Luigi´s Mansion era o jogo de lançamento do GameCube, em 2001. Nele, em gráficos absurdos para época, controle imensamente funcional e som sensacional, Luigi, o irmão não tão bem sucedido da família Mario, tenta encontrar o próprio irmão em uma mansão que ganhou em um concurso (que ele não participou). Ele rapidamente descobre que a Mansão está cheia de fantasmas e que eles aprisionaram Mario, recebendo, em seus magros e estranhos ombros, o peso de ser o herói e salvar seu irmão.
Meu Deus! Eu ainda jogo isso! E ainda é muito legal!
O jogo foi um sucesso de crítica e público, que, infelizmente, Miyamoto não quis continuar imediatamente. Foram várias idas e vindas até a Nintendo liberar uma continuação para o game, sendo anunciado no Wii (e aí cancelado) e no DS (e cancelado de novo), até, por fim, aterrissar no 3DS. Como eu disse lá em cima, era um dos jogos anunciados junto com o novo console. E levou quase 2 anos para chegar nas nossas mãos.
E valeu cada segundo.
Luigi´s Mansion: Dark Moon (Ou só Luigi´s Mansion 2 – no Oriente) não é mais do mesmo. É uma reinvenção completa do conceito do game e um dos melhores jogos disponíveis no pequeno valente da Nintendo. E isso se deve a uma mistura charmosa de simplicidade e profundidade. O controle é simples ao extremo e imensamente funcional, com Luigi contando, essencialmente, com apenas dois itens, uma lanterna (que ilumina o coração dos fantasmas, permitindo capturá-los) que pode receber um upgrade de luz negra (que mostra itens invisíveis e Boos) e o Poltergust 3000 (o aspirador-de-pó-que-suga-fantasmas). E centenas, literalmente centenas, de pequenos puzzles são desenhados a volta do uso inteligente desses dois. Sem falar que o personagem principal desta pequena aventura não é Luigi, mas a mansão em si – cada sala é como um pequeno diorama, que fica ainda melhor em 3D, com pequenos detalhes visuais chamando atenção para bônus e colecionáveis (em minha primeira passada pelo game consegui pegar menos de 50% de tudo disponível lá…) e muito muito charme. Olhar por frestas, rachaduras e janelas é ver uma piada atrás da outra envolvendo os enlouquecidos (pela Lua Negra) ajudantes fantasmais do Dr Egad tentando jogar tênis ou tomar chá. É fascinante.
Graficamente o jogo é excepcional. As texturas são ricas, a animação soberba e atmosfera perfeita. Os fantasmas tem física diferenciada (atravessando certos objetos mas não outros, deixando resíduos quando molhados ou congelados, ateando fogo em objetos próximos, etc…) conforme a “espécie” e os cenários são fantásticos. Assim como em Super Mario 3D Land e Ocarina of Time 3D, o uso do 3D é feito com cuidado e com carinho, pensado de base mesmo, deixando tudo ainda mais legal – é realmente assustador ver um fantasminha saindo do nada, em cima de você, da tela.
E se os gráficos + jogabilidade não tivessem fechado o pacote, o som com certeza faria a venda. As músicas são esparsas e imensamente bem utilizadas, com vários remixes das versões do Cube e novidades agitadas (e calmas) assinadas por ninguém menos que Totaka-Sama (o homem por trás das músicas de Animal Crossing, Mario Paint, Wii Sports e Super Smash Bros Brawl). As vozes do Dr Egad e de Luigi são imensamente bem escolhidas e não cansam nem irritam (principalmente porque Luigi fala o tempo todo com medo e não para de falar….) e os sons, tanto dos ambientes quanto dos fantasmas, são muito muito legais. Um exemplo de como usar o som em um portátil.
Então é uma compra certa, Marcel? Com a mais absoluta certeza! Se você tem um 3DS você tem que fazer a si mesmo o favor de comprar Luigi´s Mansion: Dark Moon – é um jogo excelente, muito muito muito bem feito, e com um constante “q” de retorno as raízes do Cube. Só não é perfeito por ser compartimentalizado (no primeiro Luigi´s Mansion você podia andar livremente pela mansão – neste você é enviado a partes dela em cada missão) e porque força o uso de certos apetrechos do 3DS (como o giroscópio por exemplo) que acabam comprometendo o 3D e dificultando a vida de quem, como eu, as vezes usa o portátil dentro de um ônibus. Isso não tira o brilho desta joia, no entanto, e você tem que tê-la em sua coleção. Bom divertimento e feliz caçada!