E o que sabemos dela? Bom, é um J-RPG padrão com gráficos luxuosos e um sistema de combate baseado naquele de Romancing Saga (que saiu para SNES e PS1). Além disso a história envolve a ressurreição do poder férrico que protege os humanos do mal na presença de enormes cristais (qual é o fetiche da Square, e do Superman, com cristais?). Fora isso… vamos ter que esperar para a por a mão nessa belezinha quando ela sair por aqui! E vai sair… a Nintendo confirmou isso!
E o jogo não vem portado, pura e simplesmente. A nova versão esbanja uso do fantástico efeito 3D do 3DS além de possuir um novo modo de jogo, mais fácil e mais tranquilo, voltado para os novatos da série![
Sim! Esse jogo já estava mais do que confirmado pela Nintendo depois de ter escapado dados de uma versão para 3DS e uma versão para Wii U, mas é ótimo termos uma confirmação final, final. O jogo é uma versão reimaginada do clássico game de SNES, com novas habilidades e gráficos ainda melhores. É sensacional!
Utilizando diversas novas mecânicas! Saltar entre níveis, achatar link até ele parecer nada além de uma pintura 2D, refletir objetos nos seus olhos… o novo Zelda vai dar o que falar!
A Climax, antiga empresa do grupo SEGA e agora desenvolvedora autônoma, está contratando gente para um projeto não identificado para o qual só duas fotos foram reveladas. A primeira…
Sou só eu ou isso é um príncipe da Pérsia? Eis a segunda imagem, lado a lado com uma imagem clássica do príncipe…
Sim! Parece realmente com o príncipe! Será que a Climax, responsável por jóias incríveis como Gunstar Heroes e LandStalker vai entregar o Prince of Persia definitivo. Ou será um outro jogo envolvendo um herói das Arabias? Deixem suas idéias aí embaixo!
Lego, em videogame, é como a rede de restaurantes Sub Way: se espalha como uma praga, você fica brincando de montar, a mecânica é mais ou menos sempre a mesma e, no final, o gosto não é dos melhores. Por isso eu, raramente, me interessei por Lego qualquer coisa, depois de passado o efeito WOW de Lego Star Wars. Nem mesmo Batman, meu herói favorito, conseguiu quebrar o marasmo.
Confesso que a falta de jogos novos, e exclusivos, no Wii U, teve grande peso sobre a minha decisão de alugar o jogo. Pô Nintendo… “vamo trabaiá”!
De qualquer forma eu me vi sentado, testando a mistura bizarra da temática fofinha dos games da (Será que posso chamar assim?) sub franquia Lego, com uma história digna de um filme dos anos 80 (o policial bonitão e boa pinta que nunca tem medo de nada e só se fode) e o estilo de jogabilidade de um GTA. E sabe o que é mais estranho? Por alguma razão, que provavelmente envolve técnicas Voodus e antigas profecias Maias, o troço funciona – a combinação é divertida e, se não especialmente incrível, é boa o suficiente para segurar uma franquia própria.
E, espero, exclusiva do Wii U. Estamos precisando de exclusivos Nintendo! Mexa-se!
Graficamente Lego City Undercover, que vou passar a chamar de LCU porque o nome é comprido para caramba, é uma mistura gozada. A distância de horizonte é enorme, e as vistas, por causa disso, tendem a ser bem legais. A animação é primorosa e a movimentação é a física são particulares do Lego – e imensamente engraçadas. Há jags e quebras gráficas ali e aqui, e, as vezes, a quantidade de objetos da tela, principalmente quando coisas grandes quebram em centenas de peças pequenas, a um ou outro Slowdown. Nada de muito ruim nessa área, principalmente considerando o número literalmente imenso de carros, lanchas, motos e aviões que estão disponíveis pelo mundo. As ceninhas que contam a história são muito bem feitas e tornam ainda mais engraçadas as, familiares, cenas roubadas de filmes como Duro de Matar e Máquina Mortífera.
O som é legal, mas não brilhante. As músicas são bem escolhidas e funcionam muito muito bem dentro do que se propõe, mas não são especialmente fantásticas e você vai esquecer delas de poucos minutos. As vozes escolhidas são boas, não excelentes, mas boas, e funcionam dentro do contexto a que se propõe – são divertidas e alegram. E os veículos tem sons legais, e bem variados. O controle funcionar muito muito bem, com facilidade de aprendizado e centenas de botões virtuais, que mudam conforme o veículo, na tela tátil. Infelizmente não dá para jogar usando apenas a tela do GamePad, mas há radares e mapas, além de um mini gps, que auxiliam MUITO no enorme mundo (e que tornariam a experiência de jogar um GTA um pouco menos horrível para mim). O sistema mostra que pode, sim, mudar a experiência com aquela tela enorme no meio do controle.
A jogabilidade é uma mistura interessante: uma parte Lego padrão (com direito a outras roupas – ou corpos – com habilidades diferentes), uma parte universo aberto a lá GTA e duas partes adventure colecionável, ao estilo de Banjo Kazooie ou DK 64. E se você pensar, por um segundo que seja, que isso não é viciante, está errado – a um bazilhão de coisas a colecionar e um milhão de lugares para colecioná-las. E as perseguições, as cenas de ação e o pseudo parkour, misturado a um sistema de combate gostoso, tornam esse jogo realmente divertido. É como ver a evolução natural de jogos clássicos, como Banjo e Crash, em um formato ainda mais animal.
Lego City Undercover é perfeito? Não, de forma nenhuma. Está milhas longe do que poderia ter sido feito no Wii U, tem enormes, imensas e constantes barras de carga que atrapalham a ação (que os próprios desenvolvedores fizeram piada!), glithces gráficos feios aqui e acolá e, assim como em GTA, exige um nível de memorização que, quando atingido, você já deveria estar jogando outra coisa. Mas é um bom jogo, bem divertido e com uma história interessante. E, considerando o número de exclusivos do Wii U, não é como se você tivesse muitas opções, né?!
Existem verdades na vida! O mundo é dividido entre nós e eles; gamers e não-gamers. Homo Ludicus e Homo Sapiens. E, embora sejamos uma clara e direta evolução do patamar padrão da raça humana, ainda existem aqueles que relutam em evoluir e juntar-se as nossos números. E eles jamais entenderam algumas coisas como…
… porque o seu PS1 está de ponta cabeça
… porque o seu 360 está embalado em uma toalha ou em um cobertor
… que esses dois não são a mesma pessoa
… nem esses dois são irmãos
… esse jogo
… que “Desculpe! Mas a princesa está em outro castelo!” é o mais completo e acurado contexto da palavra “Frutação”
… que cenas não interativas não são feitas para você ter um tempo para papear
… que não há nada, absolutamente nada, de errado com um simulador de veículos que custa o mesmo que 5 fiestas
… o prazer proibido do cheiro de manuais novos
… alegria dessa magnitude
… que para cima é para baixo e para baixo é para cima (pense em um manche de avião… caralho)
… que 1,5 m de cabo de recarga nunca são o suficiente
… que Otto, sim essa cara alegre, vai rondar seus pesadelos para sempre (assim que você descobrir o que ele é!)
… que videogame é, sim, ARTE
… e que, se FIFA não é capaz de me ensinar a jogar futebol, Battlefield/Call of Duty/Metal Gear Solid/Medal of Honor não vão me ensinar a usar armas!
(Baseado na matéria “18 things a non gamer will never get” da IGN.com)
Eu adoro Castle of Illusion (como vocês podem ver neste review) e sua continuação Epic Mickey 2 : Power of Ilusion (como vocês podem ver neste review)… e essa notícia fez meu dia 3870% melhor!