Star Wars Battlefront está chegando ao consoles de nova geração no ano que vem!

Sim! SiM! SIM! SSSSSSSSSSSSSIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMM!!!! Uma das minhas franquias favoritas de games acorda do Torpor de anos e mostrou seu rosto na E3 2013!

É claro que como era a DICE produzindo para a EA nós íamos esperar por muito muito muito muito muito tempo por esse game não íamos? Não íamos?

Ainda bem que não! Segundo a EA o game estará disponível no PC, XBOX One e PS4 no final do ano de 2015. Isso é que é boa notícia!

Anúncios

A demo de Super Smash Bros vai pirar você!

Alguém aí sabe o que é uma demo? É aquela segunda apresentação, normalmente composta de cenas do jogo, que roda logo depois da apresentação formal do game, que te deixa ainda mais pilhado para jogar.

Então… a de Super Smash Bros faz isso. Elevada a décima primeira potência!

Você tem que ser um robô comunista vindo do futuro para matar Marx para não gostar disso!

XBOX One vai ficar mais barato no fim do ano…. NOS EUA!

Nos Estados Unidos (e em algumas regiões escolhidas do Canadá) a Microsoft vai baixar o preço do XBOX One em 50 doletas de 2 de Novembro a 5 de Janeiro. Isso se aplica a todas as versões, com ou sem Kinect (ou seja, a caixa com Kinect vai para 450 Obamas e a caixa sem vai para 350 Obamas).

Mesmo os Bundles com games vão entrar nessa dança e com isso a Microsoft pretende recuperar um pedaço do mercado, comido pela Nintendo e pela Sony. Ainda segundo a madame Windows a mudança de preço afetará apenas os EUA “Sem planos para mudanças de preço na Europa, Ásia ou América Latina” – disse um porta voz da empresa.

Não que a gente compre seu produto pelo preço original mesmo Microsoft (você pode achar um XBOX One com Kinect por R$ 1400 sem muito esforço hoje em dia) – R$ 2100 continua muito dinheiro – mas essa é uma boa notícia para quem queria agarrar Sunset Overdrive e Halo: Master Chief Collection.

O Wii U e o 3DS vão ganhar habilidade de pré carregamento!

Sabe quando você compra um game em pré compra, no Steam, XBOX One ou PS4, e pode downloadá-lo alguns dias antes, para poder jogar no segundo que der 0 hora do dia de lançamento? Então, essa capacidade,  chamada de pré carregamento, vai entrar para o hall das coisas que os dois consoles atuais da Nintendo são capazes de fazer.

Além disso o e-shop agora permite que você compre games online em lojas eletrônicas que não só as da Nintendo, como por exemplo Amazon e Gamestop. Sim… você pode comprar uma promoção da Gamestop, direto na sua conta da Nintendo Network! Muito muito legal.

A Nintendo garante, no entanto, que para evitar danificar as vendas das versões físicas dos jogos, o pré carregamento só ficará disponível  24 horas antes do lançamento do jogo – ou seja, se sua internet for lenta você ainda vai preferir ir a uma loja e comprar a versão física do jogo.

Dying Light NÃO será lançado no PS3 e XBOX 360

É claro que isso ia começar a acontecer mais cedo ou mais tarde…

Por problemas de capacidade do Hardware a desenvolvedora TechLand, que está trabalhando em Dying Light para a distribuidora Warner, avisou que o jogo não chegará as plataformas da “geração passada”.

“Nosso motor gráfica permite até 200.000 objetos com luz e sombra dinâmicos ao mesmo tempo. E precisamos dessa qualidade impar para entregar a visão que temos de Dying Light” disse um porta voz da produtora.

Ok. Hora de comprar um PS4. Ou deixar seu PC bem parrudo. Ou investir em um XBOX One.

Ou não jogar isso. Tudo no mundo é uma escolha!

A Brasil Game Show 2014 já está deixando saudades…

DSC00377

A cobertura da Brasil Game Show 2014 do Minicastle tarda mas não falha! Agora que todo mundo já está quase esquecendo que aconteceu por essas bandas a maior feira de videogames da América Latina há pouco mais de duas semanas, vamos relembrar um pouco do que rolou no Expo Center Norte, na capital paulista. Continuar lendo

Jogando: Shadow of Mordor (PS4/XBOX One/PC)

Talion é meu novo personagem favorito no power universo criado por Tolkien – E ELE NEM APARECE NqOS LIVROS OU FILMES. Essa é a reação que muita gente vai dividir comigo quando Shadow of Mordor atingir ainda mais público; porque depois da gloriosa adaptação cinematográfica da trilogia de livros mais famosa da língua inglesa, esse jogo a melhor coisa que surgiu com o nome “The Lord of the Rings” em todos os tempos.

Poxa Marcel! Mas o jogo War in the North, de XBOX 360/PS3, era tão bom!”. Era sim, linda voz desincorporada que mora na minha cabeça, mas quando comparado com esse jogo ele é como a beleza de Arwen comparada com a beleza de Azog (Só para vocês, possíveis não fãs da trilogia que tropeçaram no meu review: Ela é uma elfa de beleza ancestral – interpretada no cinema pela Liv Tyler – e ele é o líder dos Orks no Hobbit – interpretado por um cara musculoso coberto por efeitos especiais).

Enquanto os jogos anteriores da Trilogia, ou que se passavam no universo de Tolkien, se dividiam entre RPGs horríveis (The Third Age, do GameCube/PS2/XBOX Original e Lord of the Rings, do SNES/Super Famicom) e jogos de ação de qualidade variável (alguns muito bons, outros nem tanto) o novo jogo invade o universo dos jogos de aventura de mundo aberto, bebendo fortemente em Batman Arkham City, também publicado pela Warner, para estrutura de campanha e sistema de combate. E embora Haters possam dizer que Shadow of Mordor é, essencialmente, Batman na Terra Média, a “vibe” do jogo é completamente diferente da impecável trilogia de games da Rocksteady com o Cavaleiro das Trevas.

Para começar com o nível de violência. Todo nerd que valha seu peso sabe que o Batman não mata, nunca, por nenhuma razão. Já o Ranger Gondoriano Talion não tem o menor problema com decapitar, rasgar ao meio ou enterrar flechas elficas em crânios – Orks não são pessoas para nosso herói. Além disso, embora o controle seja muito parecido com o do Arkham, Talion tem todo um peso em seu movimento que não lembra a agilidade e graciosidade de Batman, muito pelo contrário: Quando começa uma sequência ou agarra um inimigo Talion se comporta muito mais como uma locomotiva do que como um guerreiro ágil e resistente.

Meu Deus! Onde estão os meus modos? Olha eu falando sobre Talion sem nem apresentá-lo! Pois bem… o protagonista de Shadow of Mordor é um capitão do Ranger das Muralhas de Mordor, Talion, que vive literalmente na sombra da montanha da perdição, na área limítrofe do reino negro de Sauron, com sua esposa e filho. Quandos os três, sim… você leu certo, os três, são mortos pela mão negra de Sauron (um poderoso místico que aprendeu com o necromante, uma das formas físicas do senhora da escuridão) para a realização de um ritual, Talion fica preso no mundo espiritual que Frodo visitava quando colocava o um anel. Entre a vida e a morte, travado em um mundo espiritual, Talion forma uma aliança frágil com um antigo espectro élfico sem memória e, com seus poderes, retorna ao seu corpo. E vira o Zumbi mais violento da terra média, um herói trágico, em busca de impedir o retorno de Sauron e evitar a morte de mais famílias.

Putz… ele soa mesmo como um Batman da Terra Média…

Enfim… Cavaleiros das Trevas ou não, Shadow of Mordor é lindão! Lindão! Os gráficos são limpos e bonitos, com detalhes bacanas e boa variação (Mordor inteira, ao contrário do que é mostrado nos filmes, não é um descampado rochoso – há florestas, planícies verdejantes e desertos). A animação dos personagens e inimigos é primorosa e muitíssimo bem feita e as texturas tem uma qualidade excelente. A física da capa e das armas do ranger são muito legais e todos os Orcs, do mais simples arqueiro ao mais terrível General, tem seus próprios trejeitos, vestimentas e tudo mais. O departamento gráfico não faz feio nem quando você viaja para o monocromático mundo espiritual, que faz as vezes da visão investigativa da trilogia Arkham, com um mundo cheio dos ventos cortantes que açoitavam Frodo e quem mais usasse o anel. É muito muito muito bom!

O som também não deixa nada a desejar e explode nos seus ouvidos como manteiga derretida… mas… para ouvidos… Ok… essa não foi uma comparação muito boa; acredito que manteiga derretida no ouvido deve ser imensamente desagradável. Então pense na versão auricular de comer um delicioso pãozinho quente coberto com manteiga deliciosamente derretida. É fantástico sem ser presunçoso e empresta várias melodias do filme sem ser uma cópia direta e mal acabada. E não só as músicas são incríveis: efeitos sonoros são muito bons e as vozes maravilhosamente bem escolhidas. Este é um jogo Triplo A no qual foram gastos milhões – e o efeito é transparente em gráfico e som.

No final, por mais que se tente, não dá para se negar que a equipe da Monolith, criadora do jogo, jogou Arkham City a exaustão e falou “Vou fazer mas com senhor dos anéis”. Mas mesmo assim Shadow of Mordor é muito muito bom – como os clones decentes de God of War, ele pega o que realmente funciona no jogo original e completa com uma cornúcopia de ideias novas. A história é muito bem escrita e bastante adulta e pesada, os personagens são carismáticos e a milhares de pequenos toques que mostram que os criadores amavam profundamente o mundo universo. Um dos melhores jogos de 2004 com louvor; pegue essa mistura de Assassins Creed, Batman e Senhor dos Anéis e venha para Mordor… você não vai se arrepender!

Jogando: Alien: Isolation (PS4/XBOX One/PC) – Spoiler Free

Sim! Sim! Sim! Um jogo de Alien! Não Aliens!!! Não Alien 3!!! Não Alien VS Predator !!! Alien… o clássico de 79 de Ridley Scott que tornou a comandante Hellen Ripley uma heroína da ficção cientifica, finalmente ganhou um jogo diretamente baseado nele que tem a energia, a tenebrosidade e a tensão do filme original.

E tudo isso jogável! Sim… é realmente muito bom!

Alien: Isolation bebe profundamente no filme que lhe rendeu de base, e soma a atmosfera mais do que bem trabalhada do filme com dezenas de ideias testadas e aprovadas por jogos de terror e horror de sobrevivência por anos. Poucos itens? Check! Munição contada e pouco efetiva? Check! Corredores mal iluminados e utilização de luz e sombra como parte da atmosfera? Check! Inimigos extremamente poderosos e inumanos? Check! Sensação constante de ser caçado? Ultra mother fucking Check!

Desde o início o jogo te prende, utilizando um espaço vazio na franquia para se situar (Você joga com Amanda Ripley, filha da comandante Ripley original, a 15 anos em busca da mãe) e mostrando um enorme respeito ao material fonte. Tudo, absolutamente tudo, de vasos sanitários a computadores, de propagandas a máquinas de venda, remete ao que as pessoas na década de 70 achavam que seria o futuro – tudo é low fi, pixelado e dá a aparência de ter sido usado e remendado um milhão de vezes. A Sevastapol, a estação onde se passa a história, não é uma Enterprise, imaculadamente limpa e perfeitamente iluminada – longe disso; ela é um pesadelo inumano de metal, quase como uma catedral medonha de sombra flutuando eternamente em orbita de um gigante gasoso.

Assim como nos brilhantes Arkham (Asylum, City, etc…) atmosfera é o coração do jogo – mas aqui você não o valoroso Bruce Wayne, com seus golpes e seus equipamentos. Aqui você é uma engenheira que tem que fazer o que for necessário para sobreviver, criando itens e mais itens com o que consegue pegar em cada lugar, sabendo que se você entrar em combate você está morta. E mesmo as coisas que você consegue montar, como granadas de luz e P.E.M. Geram tanto risco para você quanto para os inimigos. Ripley é imensamente mais fraca que seus adversários e isso só torna a experiência de atravessar cada corredor ainda mais terrível. Você vai sentir um nó no estomago quando tiver que sair de um lugar seguro para uma região que não conhece da estação e vai pular na cadeira, com as mãos completamente suadas, toda vez que ouvir o mínimo som estranho. É encantador e completamente diferente de qualquer experiência de terror feita na nova geração de videogames até agora – Alien: Isolation é muito menos Resident Evil e muito mais P.T..

Os controles traduzem muito bem a dificuldade de Ripley – não são difíceis de usar ou de entender, e respondem no ato, mas foram construídos para deixar claro para o jogador que Ripley não é um soldado. Ela não salta dois metros e dá um chute ou mesmo lida com uma pistola como se a mesma não tivesse recuo. E não só o controle de Ripley em si trabalha “contra” o jogador, mas também o controle do universo; Abrir uma porta trancada exige utilizar ferramentas (se a tranca for física) ou decodificadores (se for lógica) – ambos os meios tomam tempo e te deixam imensamente vulnerável, além de resultarem em sons que podem chamar a atenção de coisas que você quer evitar. Salvar o jogo também leva cerca de 5 a 10 segundos, período de tempo em que você também está vulnerável (e salvar faz barulho). A atmosfera nunca deixa a jogabilidade, e por derivação o controle, tirarem você da situação de sub-capacidade onde você está.

É claro que os gráficos de Isolation também ajudam na criação da atmosfera – mas não são, nem de longe, tão bons quanto eu esperava que fossem. Em todas as plataformas, fora o PC, o jogo roda a 30 FPS e com um filtro de cinema antigo (estilo VHS) aplicado sobre os gráficos. Você pode remover o filtro, mas os gráficos, que já não são tão impressionantes com ele, seja rodando a 720P ou a 1080P, ficam ainda menos impressionantes crus: As texturas são lavadas e desinteressantes em muitas superfícies e os outros seres humanos na estação se movem sem fluidez ou naturalidade (acho que tentaram utilizar os mesmo assets de animação dos androides nos humanos, e acelerar umas três vezes a animação, e o resultado final ficou… na falta de uma palavra melhor… esquisito). Não vai estragar sua diversão, e considerando quão soberbo é o level design e o motor gráfico de luz e sombra, você vai estar realmente preocupado com o Alien, não com um pop up de textura aqui ou ali.

Se os gráficos não foram tudo aquilo, pode ter certeza que o som vai acabar com a sua raça. É sério… o som de Alien: Isolation, feito a partir dos tapes mestres do filme original de 79, é um show a parte. E um daqueles shows caros, que você vai uma vez na vida e uma na morte, com um show pirotécnico no final e acompanhado pelo grande amor da sua vida – É BOM NESSE NÍVEL!!! O som é atmosférico para caralho e extremamente bem feito, indo das vozes dos androides, extremamente low fi e absurdamente horrorosas e sem vida, as vozes extremamente bem escolhidas dos personagens. Além disso o som ambiente é multidirecional e auxilia no entendimento da situação; você consegue saber se o alien está vindo de trás ou da frente, da esquerda dou da direita, se está entrando ou saindo de um duto, passando por uma fresta, etc… Para vocês terem uma ideia de quão bom o som é: ele me fez gastar uma quantidade razoável de grana num fone de ouvido 7.1 Pulse Elite da Sony só para conseguir ouvir em toda a grandeza! É bom assim!

No frigir dos ovos (essa é velha hein?!) Alien: Isolation é excelente. É um sopro de ar fresco em um gênero extremamente batido feito de uma forma completamente fantástica. E eu fico feliz que videogames não possam utilizar sopros de ar fresco no meu cangote enquanto eu jogo, porque com as luzes apagadas, com um fone de ouvido que traga toda a experiência sonora para os meus ouvidos e numa TV de 42 polegadas, eu cheguei muito, muito, muito, MUITO perto de infartar em várias situações. Super mega hiper ultra recomendado.