Sábado Retrô – Cosmo Police Galivan (Policial do espaço Galvan) (Super Famicom)

Sim! Um jogo baseado num Tokusatsu que quase ninguém conhece e que passava na globo por volta das 5:15 da matina. Venham ver um dos piores brawlers do Super Famicom com o poderoso policial do espaço Galvan!

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Aleluia!!! Microsoft toma juízo e fecha a XBOX Productions!

Você já ouviu falar do XBOX Productions? Apresentada naquela E3 “maravilhosa” de 2013 (que quase implodiu o console antes mesmo do lançamento dele), o Xbox Entertainment Studios tinha como objetivo produzir conteúdo em vídeo original para a nova plataforma: filmes, séries e reality shows que seriam exibidos em formato digital no Xbox Live. Capitaneado por Nancy Tellen, ex-presidente da rede de televisão CBS e tendo como líder criativo Elan Lee, o sujeito por trás da campanha “Why So Serious?” do longa-metragem “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, a produtora tinha tudo para dar certo: O dinheiro da Microsoft, a experiência da galera e boas franquias, com um canon pesado por trás.

Infelizmente (ou… felizmente, na minha modesta opinião) o público não comprou a ideia de que o Xbox One era uma central de entretenimento, e não apenas um videogame, e também não botou muita fé no Xbox Entertainment Studios, mesmo com o envolvimento de grandes nomes da indústria cinematográfica, como Steven Spielberg e Ridley Scott. Some a isso a guinada que Phil Spencer deu ao departamento de XBOX (deixar as produções transmídia de lado e focar o Xbox One como plataforma de jogos) e a Microsoft resolveu estancar a ferida; a produtora fechará as portas assim que Halo: Nightfall (que, diga-se de passagem, é MUITO xexelento) terminar.

O xexelento trailer da série xexelenta do canal xexelento que vem com o sensacional Master Chief Collection

A produtora deixa como legado todo o material do Halo Channel (ruinzinho em sua maior parte e não de perto no nível dos Vidocs que eram feitos pela Bungie) e o documentário “Atari: Game Over” que é bem raso.

Xbox Productions… se Halo: Nightfall for alguma indicação… você já vai tarde.

Jogando: Super Smash Bros U (Wii U)

Super Smash Bros já começou bem a avaliação por ser algo que nem Halo: MC Collection nem Little Big Planet 3 são: um jogo completo e funcional no momento que sai da caixa. Ou que termina de ser downloadado.

Nada de patchs. Nada de DLC de dia zero. Nada de correções. Você liga o jogo e começa a jogar e ele funciona maravilhosamente bem e nada tem que ser implementado ou modificado para que a sua diversão comece (ou continue).

“Porra Marcel! Isso é o mínimo esperado de um jogo!” – CONCORDO! Infelizmente Halo: Master Chief Collection continua com um multiplayer completamente inutilizável quase 14 dias depois do lançamento e Assassins Creed: Unity ainda é uma bagunça sem tamanho mais de 15 dias depois de vir ao mundo, e nem parece um jogo de PS4/XBOX One, com seus parcos 720P e seus 30fps.

Todas as aberturas de Smash – do 64 ao Wii U!

Mas só funcionar direito não torna Super Smash Bros bom. Não – anos e anos de produção com todo o carinho do mundo é que tornam esse jogo uma joia rara e mais um game cujo os donos do Wii U obrigatoriamente tem que se apropriar. Eu nem bem sei como utilizar as palavras para dizer o quão incrível esse jogo é…

… ou quanto tempo eu consigo largar o controle para escrever sobre ele.

Mas basta dizer que ele é um game recém lançado que eu comprei duas vezes: uma digital, para jogar imediatamente, e outra física, no bundle com o adaptador de controle de Game Cube, que está a caminho diretamente dos EUA (Que custou quase 800 pila com o imposto). E posso dizer que esse custo de quase mil reais por duas cópias do jogo valem cada centavo. Sem nem pensar.

Vocês lembram quão bom era Mario Kart 8? Quão polido e incrível ele era? Super Smash Bros de Wii U é a versão de luta daquilo. É como bronze polido a uma qualidade tão incrível que parece ouro envelhecido aos olhos destreinados. E não deixa absolutamente nada a dever para nenhum Smash anterior ou mesmo para outros jogos de luta.

Todos os Super Smashs e taunts

Para começar pela quantidade de personagens. São quase 50 personagens advindos de mais de 30 anos de uma rica história da Nintendo com a diversão eletrônica, do cão e o pato de Duck Hunt, ao villager de Animal Crossing, passando por Link, Samus, Peach, Rosalina, Captain Falcon e, é claro, o soberano dos videogames, Mario. Some a isso centenas de troféus, milhares de colecionáveis, e uma jogabilidade pra lá de incrível e imensamente rápida. Super Smash Bros de Wii U (que vou passar a chamar de SSBU) não deixa pedra sobre pedra.

Os gráficos são um motivo a mais para juntar tinta ao papel e escrever para a sua mãe contando a novidade. Das texturas as animações, passando pela geometria, os fundos de tela, o efeito de paralaxe e as partículas, tudo é incrivelmente bem feito e bem criado nesse jogo. Os personagens tem os mais diversos efeitos aplicados sobre eles e se movimentam com graça e suavidade pelos cenários, que são, por si só, um desbunde. Da vila de animal crossing até o interior de Zebes, fãs da rica história da Nintendo tem que preparar o coração para ver milhares de pequenos Easter Eggs e piadinhas gráficas espalhadas, de forma maravilhosa, pelo game todo.

E se os gráficos explodiram sua retina… a música vai fazer o mesmo pelo seu tímpano. É simplesmente maravilhosa! Simplesmente soberba! Retirada de uma gama imensa de jogos e refeita com um talento que raramente pode ser encontrado no mercado de videogame, a trilha sonora de SSBU vai rapidamente achar o caminho dela para os celulares e iPods de todo mundo. Os sons do jogo e suas vozes continuam excelentes e os sons ambientes são colossalmente bem escolhidos.

Os controles também são fantásticos e funcionam em qualquer controle que você escolher (embora ainda não consegui testar o jogo com o controle de Game Cube ligado no adaptador), seja ele jogando com o 3DS (sim.. você pode usar até 8 3DS como controles), com o Pro controller, com o Wii Mote, com o Wii Mote + Nunchuck ou com o Wii U Game Pad. E você pode combinar de qualquer jeito até 8 deles, para jogar partidas em 8 pessoas (acredite em mim… é uma loucura!). Os comandos ainda são extremamente simples de executar com personagens fáceis de utilizar e difíceis de dominar. O mais incrível é que não há Lag nenhum nesses controles maravilhosos, mesmo com 8 jogadores online, na mesma arena, ao mesmo tempo.

E já que falamos de Lag vamos falar de online. O online de SSBU funciona gloriosamente. Gloriosamente. São poucos modos de jogo, é verdade, mas eles são tão customizáveis que é como se valessem por um monte deles. Quer jogar com duas pessoas? Ok! Com 8? Ok também! Com 8 pessoas sem itens em um cenário que se modifica a cada tantos segundos (ou minutos)? Ok também! Com 4 pessoas cooperativo contra um time dos melhores jogadores de Smash Bros do mundo? Claro… porque não?! É funcional e divertido com um único ponto negativo, grave, ao meu ver: Não existe nenhum HUB interno do jogo e, portanto, caso você não esteja procurando pelo arroz-feijão mais básico do mundo ou saiba, de ante mão, que alguma arena de um jeito específico está procurando jogadores, você pode ficar literalmente horas esperando por um jogo surgir. A Nintendo promete corrigir esse problema, criando um sistema de match making semelhante ao de Halo: Reach (2011 diz oi… ele quer o melhor match making de Halo de volta) onde era possível ver que os jogos iam começar nos próximos minutos e se os regulamentos internos deles interessavam a você. Mas, por enquanto, você tem que marcar o jogo por Mii verse (ou por facebook, Whats app ou o que valha) para não ficar na mão.

Super Smash Bros U é uma obra prima. Um jogo perfeitamente balanceado e criado com tantos modos de jogo que vai ocupar sua vida útil por meses depois do lançamento. Se você tem um Wii U você tem a missão de comprar esse jogo e, se possível, comprar o adaptador para controles de Game Cube (e alguns controles de Cube) para ter uma ideia de como esse jogo é incrível. Mas seja lá com qual controle você for se aventurar pelas lutas incríveis de Smash, você pode ter certeza de que será recompensado com um dos melhores jogos de todos os tempos em qualquer plataforma.

Eu só queria que ainda tivesse o modo aventura (“The Subspace emissary”)… mas não se pode ter tudo!

Jogando: Sonic Boom (Wii U)

Não dá para diminuir o impacto dessa frase: Sonic Boom é ruim. É muito muito muito ruim.

E veja bem, eu não falei horrível. Eu não falei injogável. Eu não falei o pior jogo que joguei em todos os tempos.

O que só deixa a situação dele ainda mais terrível. Porque ele é o pior jogo do Sonic já produzido em todos os tempos. Sim… muito muito pior que Sonic 06! Porque Sonic 06, pelo menos, errou por ser ambicioso demais – errou por tentar ser muito maior do que a SEGA conseguia programar. Era um jogo que deveria ser muito bom mas que ficou completamente horrível por questões técnicas.

Sonic Boom não… ele é um jogo que foi feito exatamente do jeito que a desenvolvedora queria. E esse jeito é chato, ordinário, imbecil, mundano, pequeno, tacanho e mal feito. É a definição de feito-nas-coxas.

Poderia ter sido tão bom!

Então vamos começar pela pior parte: Os gráficos. Meu Deus! Esses gráficos! Eles merecem estar em um jogo de Dreamcast ou de PS2 – NO MÁXIMO! As texturas são pobres e lavadas, o frame-rate é péssimo (Fica por volta de 24 a 30 fps durante a maior parte do tempo, caindo para 20 a 15 fps – quase um slide show – durante o momento que tem vários inimigos na tela), a geometria da tela é simplória, os efeitos de pelos e partículas é horrível, a animação é bisonha e o uso do motor gráfico Crytech, a responsável pelos gráficos incríveis de Crysis, é completamente esquecível, só servindo para mostrar o que foi deixado para trás. Os gráficos do jogo parecem pertencer a um alfa, na melhor da hipóteses, e são um retrocesso absurdo em relação ao que era esperado.

Sabemos que não foi feito pelo SEGA (foi feito pela ????) mas, pelaamordosmeusfilhinhos, Sonic Lost World é muito muito melhor que isso.

O pesadelo continua no departamento sonoro. Não há uma única música boa no jogo todo!

Nem…

Uma…

Única…

Música!

As músicas parecem saídas de um desenho de sábado de manhã (o que realmente são)! Os efeitos sonoros são ridículos. As vozes são péssimas e muito mal escolhidas. E o pior, considerando quão ruins são as vozes, NENHUM DOS PERSONAGENS PARA DE FALAR POR UM SEGUNDO! Jesus! Para melhorar ainda mais esse quadro… as músicas e os efeitos sonoros somem de tempo em tempo – ou mesmo durante cenas importantes, dando a sensação que a porra do game não foi nem mesmo testado.

O controle do jogo é a cereja de bosta no topo de um Sundae de merda! Ele funciona quando ele quer! Sem brincadeira nenhuma… além de um delay de alguns microssegundos, o que já seria horrível somado com esse framerate “fantástico”, por vezes você vai massacrar o controle sem ter absolutamente nenhum resultado. O botão de salto demora para funcionar e o botão de ataque, porque Sonic e amigos tem a porra de um sistema de ataque, solta combos em sequência de uma forma completamente bizarra. A jogabilidade não ajuda em nada o controle – para melhorar a situação: Sonic e equipe tem que lutar (porque isso é tão legal…), utilizar habilidades ínfimas e ridículas e se mover, no que parece melaço, na tentativa de atingir os inimigos. Rings são medida de energia e seus personagens podem segurar ate 100 deles por vez. É simplesmente abissal!

Pedaços escolhidos por serem menos ruins!

Sonic Boom é uma tragédia. Uma batida entre um trem carregado de produtos químicos tóxicos e um avião com bombas incendiárias. Com a batida acontecendo num caminhão tanque. Em câmera lenta. É o pior tipo de jogo que poderia existir: é xexelento e chato, grotescamente simples e não agrada ninguém. É o tipo de produto criado para acompanhar um filme ou uma série em desenho animado com 0 pensamento ou controle de qualidade. É o jogo que faz Street Fighter The Movie The game parecer um movimento bem pensado da Capcom.

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Eu esperava bem mais do jogo! Pelo menos a arte conceitual é legal!

Não jogue nem se obrigado!

Programador deixa seu nome no OS do PS4

O que você espera ganhar da firma onde trabalha após, não sei, 10 anos de trabalho árduo? Que tal nada?

Então… após dez anos de serviço, o engenheiro de software Kazuya Sakakihara deixou a Sony numa leva de demissões em 2013, após trabalhar no PS3 e PS4. Antes de seguir para novos caminhos em sua carreira, Sakakihara deixou seu nome no novo console da Sony.

Literalmente.

O site Kotaku, com a ajuda do hacker Chris Gallizzi, mostrou que, localizado em uma das linhas código do HDD do PS4, o nome de Sakakihara figurando entre uma série de dígitos alfanuméricos. Isso nem seria uma novidade, visto que é comum desenvolvedores  deixarem mensagens especiais ou secretas em seus projetos, mas em geral em uma parte separada para comunicações entre pessoas, não no próprio código.

Mais estranho ainda é o fato do nome do japa estar escrito errado! Isso mesmo… o nome no código está escrito incorretamente, como “KazuyaaSkakihira”. Não é claro se o erro foi feito acidentalmente ou deliberadamente, para não arruinar a linha do código.

Muito legal!

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Majora’s Mask 3D terá mudanças… quando usado no New 3DS

Isso Nintendo! Me dê ainda mais motivos para comprar um novo portátil!

Em entrevista com a maior revista de videogame do mundo, a Famitsu, o produtor Eiji Aonuma soltou a língua e disse que, no New 3DS, haverão algumas coisinhas novas em  “The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D”.

Sem entrar em maiores detalhes, Aonuma declarou que a qualidade visual se manterá a mesma em todas as versões do portátil, mas há certas funções que serão únicas ao New 3DS. “Revelaremos as mudanças de jogabilidade em uma data futura. Mais saibam que as duas experiências serão emocionantes.”, disse o produtor.

Porque eu já queria comprar um New 3Ds… e você ainda fica fazendo isso comigo Nintendo!

Correção do multiplayer de Halo: MCC vai ter que esperar um pouco mais

Se você tem um XBOX One você PRECISA ter Halo: Master Chief Collection. E se você tem Halo: MCC você tem que jogar ele no multiplayer.

O problema é que não dá. Desde o lançamento. Desde o dia 11 o multiplayer simplesmente não funciona!

E agora… vai demorar ainda mais!

Prevista originalmente para amanhã (19), a atualização corretiva para o modo multiplayer foi adiada pela 343. “A atualização de conteúdo prevista para quarta-feira, 19/11, será lançada mais tarde nesta semana”, disse a produtora no site oficial de “Halo”.

A produtora justificou a demora pela necessidade de adicionar novas correções e de completar os testes e certificações do ‘patch’.

“Essa atualização inclui uma série de correções em todo o jogo, inclusive para as questões das partidas online, interface do usuário em geral e melhorias na estabilidade, além de correções para problemas específicos de ‘Halo: CE’, ‘Halo 2’, ‘Halo 2: Anniversary’ e mais”.

O estúdio mais uma vez se desculpou com os usuários e agradeceu a paciência enquanto os problemas com o multiplayer de “Master Chief Collection” persistem. Uma atualização de 45 mega saiu hoje, de qualquer jeito, que corrigiu os problemas dos terminais e permite que todo mundo (finalmente) consiga assistir Nightfall – a série de Ridley Scott sobre o universo Halo.

É… o jeito é continuar esperando!

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Jogando: Call of Duty: Advanced Warfare

E com a precisão de um relógio suíço aí vem nosso Call of Duty do ano. Com o novo triângulo de empresas produzindo um game a cada 3 anos, Activision se solidifica com a certeza de que todo ano vai entregar um dos games mais cobiçados para uma quantidade imensa de jogadores.

E vai me dar mais um motivo para reclamar.

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Mas no final do ano passado, muito para o meu encanto, não foi isso que aconteceu. CoD: Ghosts, embora não excelente, se mostrou pelo menos extremamente charmoso – com direito a muitas cenas de ação bem construídas e a todas as mudanças gráficas que acompanham uma nova plataforma.

Caso você não tenha jogado o game e queira conhecer… eis o nosso review dele.

E aí mora um dos dois principais problemas de Call of Duty: Advance Warfare (que vou passar a chamar de AW): Ele é Ghost com tecnologias que não temos hoje. Só isso! As mesmas cenas de ação montadas para serem emocionantes, as mesas cenas dirigindo drones, as mesmas cenas em missões que forçam o Stealth. Tire as parcas vezes que você é obrigado a utilizar alguma tecnologia moderna no game e você chega em uma versão menos charmosa e pior acabada de Cod: Ghosts.

E veja bem, o jogo não é faz feio no departamento gráfico. Nos novos consoles e no PC as animações são incrivelmente bacanas e detalhadas, as grandes cenas de ação mostram uma quantidade gigante de partículas e de objetos em cena, sem falar da qualidade animal das texturas e da iluminação. O som também não fica atrás, com vozes pesadas em papéis bem escolhidos e sons muito bem feitos e bem capturados – a música ainda rouba muito do padrão Cod. O controle é exatamente igual ao dos últimos 6 CoDs – funcional e bem construído.

Se AW não tivesse mentido tanto em sua apresentação ao público, criando um vídeo com pessoas reais que usam os equipamentos do jogo como se eles fossem possíveis de ser acessados a qualquer momento, de qualquer lugar. Se eles tivessem deixado claro que todo o equipamento especial, que formaria o cerne, o diferencial, de AW, só seria utilizado em cenas pré montadas ou em parcos e controlados espaços. Se eles tivessem deixado claro que o jogo não utiliza ambientes abertos e realistas, com milhares de pessoas e veículos se movendo em seus próprios afazeres e que você Não pode escolher qual caminho usar. Ou seja… se eles não tivessem sido a Activision… o jogo seria passável.

Seria Ghosts.

Mas não. A Activision dá um tiro no pé e torpedeia a si mesmo criando uma expectativa que jamais poderia ser atingida por absolutamente nenhum jogo da franquia Cod. E AW não é nem o mais legal, nem o mais funcional e nem o mais incrível deles.

O trailer mais mentiroso do ano!

É divertido? Claro que é! O multiplayer funciona bem? Funciona, seguindo o velho sistema de ganhar equipamento com base em número de mortes e com armas favoritas e esquecidas, e melhoras em equipamentos sendo ganhos com experiência. É verdade que posso fazer um soldado mulher no multiplayer? Sim… é… mas o fato que isso virou um diferencial, considerando o número de jogadores de videogame que temos, mostra quão triste e misógina é essa indústria.

Se você engoliu todos os outros Cods… AW não vai te afastar. É o mesmo sistema bom e (muito muito muito) velho, que a Activision recicla ano após ano. Se isso for o suficiente para você, ok, vá em frente. Caso contrário, passe longe de Advanced Warfare.