Minicastle 7 anos – Vitamina ou Suco? Mônica no Castelo do Dragão

Quando eu era criança, meu pai sempre nos incentivou a jogar videogames. Tanto que, aos seis anos de idade, tínhamos 2 consoles em casa: O Mega Drive e o Master System. No Master, dois jogos estavam permanentemente em uso, e um deles era “Mônica no Castelo do Dragão”.

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Como a maioria das pessoas deve saber, não era possível salvar os jogos naquele tempo. Por isso, toda vez que você começava a jogar, tinha que ir até o final. Eu, como boa menina-moleque que era, não conseguia parar quieta por tempo o suficiente pra chegar até o final de um game. Mas tudo bem.

Mônica no Castelo do Dragão, para quem não conhece, utiliza o visual e a jogabilidade do game Wonder Boy in Monster Land. A história é bem a cara dos gibis da turma da Mônica, criação do cartunista Maurício de Sousa: O Capitão Feio quer emporcalhar o mundo, e cabe à nossa querida dentucinha derrotá-lo. O mais engraçado é: o último chefão NÃO É o Capitão Feio, e sim o dito-cujo do dragão citado no nome do jogo.

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Ao longo do jogo, você tem que comprar botas, vestidos (armaduras), escudos e Sansões (o coelhinho azul da Mônica) para melhorar seu arsenal. E para recuperar energia, você escolhe, no botequinho, se você quer tomar vitamina ou suco. Eu vivia escolhendo suco, porque detestava vitamina. Mas enfim… crianças!

Não tenho muito mais o que dizer. Acho que o jogo é bem simples (pra não dizer simplório), mas ele me marcou muito. Eu sou fã do Maurício de Sousa desde antes de saber ler, e ter minha maior heroína dos quadrinhos no videogame fez toda a diferença na minha vida como gamer. Agora julguem-me!

 

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Michela Yaeko foi editora desse site durante mais de 5 anos até resolver largar tudo e se juntar a Carolina numa organização super secreta que policia o  planeta contra ameaças alienígenas (Ou largar tudo e ir morar em Sampa atrás do sonho de viver de educação…  Qual será a verdade?). Nas horas vagas ela curte cachorros, Mônica, Steam e apagar memórias de pessoas enquanto veste óculos transados.

 

XBOX One, jogos físicos, direito de venda e nostalgia – No sofá do Mini

Hoje, no dia 18 de Julho de 2013, nós estreamos um novo canal, opinativo e sem papas na língua. E para começar nós vamos discutir o XBOX One e mudança de posicionamento da Microsoft.

Só três coisas antes do vídeo.

1) Por um problema de formato eu fiquei sem parte do meu texto e acabei usando disco, várias vezes, no começo. O que eu realmente queria dizer não é sobre a inexistência do formato de disco, mas sobre a impossibilidade de revender o disco. Então todo o ódio dos meus 3 primeiros minutos de discurso incessante são contra a impossibilidade de vender meus discos (jogos) e não sobre a inexistência de discos (como algumas pessoas entenderam).

2) Check in a cada 24 horas ERA always on, sim!

3) A terceira parte, sobre a nostalgia da forma puramente física das coisas, é só isso: Nostalgia. Todas as demonstrações de afeto/raiva/discordância/etc podem ser deixadas, de forma educada, em comentários.

Uma série de TV de HALO! E uma série de TV de HALO dirigida por Steven “I am a Genius” Spielberg

A Microsoft chacoalhou o mundo com um mundo de novidades, mas nenhuma tão incrível quanto essa (sim… eu não enlouqueci): HALO, a monolítica mega série da MS está ganhando uma série de TV.

O orçamento é imenso, mesmo para os padrões americanos, no nível de séries consagradas por seus efeitos especiais, enquanto toda a parte técnica de produção será feito pela equipe responsável pela genial “Game of Thrones” da HBO. E, enquanto atores nem fase da história (Harvest, Reach, Halo Saga, After Wars, etc…) foram confirmados já sabemos quem é o diretor, ninguém menos que Steven Spielberg.

Sim. O diretor/produtor ganhador de uma enorme quantidade de prêmios já quer colocar suas mãos na franquia Halo a anos e, agora, tem uma chance real de levar tudo para as telas. E uma série de TV vai dar tempo para a continuidade crescer e se expandir.

Respirando fundo e pedindo baixinho aos Forerrunners que tudo, absolutamente, tudo, dê certo!

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Os quase campeões de bilheteria: Games que quase viraram filmes!

Eu sou um gamer, mas isso não significa que eu também não seja um cinéfilo e leitor voraz. E, enquanto eu consigo diversos livros que expandem ou recontam os games que tanto amo, a relação de games que chegam aos cinemas e consideravelmente menor. E, desses filmes, os que podem ser considerados bons, são ainda mais raros.

Então, de forma a comemorar com vocês a páscoa, uma época do ano caracterizada por aguentar uma parentada comendo um prato feito de um peixe salgado e esquisito, que a maior parte das pessoas não gosta verdadeiramente e abrindo ovos feitos de chocolate, que supostamente, deveriam ter uma surpresa dentro, o Mini irá dar uma rápida olhada nos games que quase chegaram a telona.

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Um mistério de primeira: Phantom Pain seria um novo (e segundo) Metal Gear?

O trailer abaixo abriu a Video Game Awards 2012. Mas sem o trailer, no entanto, não temos como prosseguir nossa discussão, logo… ei-lo:

A primeira vista parece alguma espécie de híbrido entre ação e terror criado por uma companhia sueca desconhecida, a Moby Dick Studio. Eu nem teria ido atrás de nada mais em relação a esse trailer se não fosse por três razões:

1) O homem nas chamas aos 2:24 do trailer. As pernas, as roupas… esse desgraçado é o Volgin de Metal Gear Solid 3. Eu joguei aquele jogo literalmente até queimar dois canhões de PS2!

2) O helicóptero parece ser devorado por uma baleia as 2:36… mas eu já vi aquela boca e aquelas aletas laterais. Parece, muito muito muito mesmo, com um Metal Gear Ray – de MGS2. Apenas para propósitos de comparação… eis uma imagem do Ray:

Metal_Gear_Ray

3) E essa foi para bater direto na cabeça de qualquer fã! Aos 2:56 Psico Mantis (Sabe o sujeito que lia seu memory card e dizia o que você tinha andado jogando… esse mesmo!) aparece flutuando no fundo da tela do lado do guarda. Para quem não conseguiu ver… porque é muito… muito… rápido, eis uma colher de chá:

Mantis ali ó!

Bem mais fácil agora, né?!

Mas, espere aí, Metal Gear Solid já tem um novo jogo anunciado! Chama-se Metal Gear Solid: Ghost Heroes e é o primeiro jogo feito pela Kojima Productions que não é dirigido por Hideo Kojima! Então que diabos é isso? Kojima está trabalhando, segundo o site da Konami, em um projeto interno chamado “Ogre”. O Mini foi atrás de todas as fontes de informação que ele pudesse encontrar, começando pelo site da empresa produtora do jogo. O site é muito simples e tem apenas um projeto, Phantom Pain, que está, supostamente, programado para sair para PS3 e Xbox 360 (não sei porque… mas os gráficos e a movimentação me parecem “Next-Gen” demais para PS3 e 360… enfim). Abrindo as informações de domínio do site dá para descobrir que ele é bem novo e que não tem muitas informações mais reveladoras lá:

domain

Mais alguma pesquisa e descobrimos que o nome do CEO da Moby Dick e diretor do jogo é Joakim Mogren… posso estar imaginando coisas aqui… mas vamos comigo:

J   O   A   K   I   M  –  Anagrama simples –  K   O   J   I   M   A

M O G R E N   – Corta o M e o N –   O G R E

OK, Marcel! Anagramas, visões de personagens de apenas um segundo, acho que está na hora de você parar de jogar videogame e tomar um pouco de ar fresco! Eu até concordaria… se não fosse por um Tweet de um gamer, que estava na VGA, dizendo isso:

rubens

(Tem gente na área VIP reservada da Konami usando camisetas de Phatom Pain e da Moby Dick Studios)

Como as áreas VIPs são fechadas e reservadas apenas as próprias companhias (as vezes, decisões de última hora colocam ou tiram trailers da VGA, e essas decisões são feitas nessas áreas VIPs), meu narizinho me diz que não existe Moby Dick Studios… apenas a Kojima Productions tentando dar um olé na gente!

Insatisfeito com minha própria posição voltei ao Youtube e assisti, de novo, o maravilhoso trailer de Metal Gear Solid: Ground Heroes. Qual não foi minha surpresa ao perceber que os soldados, em ambos os trailers, usam as mesmas roupas, “armaduras” e equipamentos…

Comparação de roupas

… e que existe uma frase no primeiro trailer, que não fazia muito sentido na época, mas agora faz total sentido:

“From Fox, two Phantoms were born” (Da raposa, nasceram dois fantasmas/espectros).

Só dois homens foram chamados “Fox” no universo de Metal Gear Solid: Grey Fox e o próprio Big Boss. Ora, Big Boss é clonado, dando origem a dois filhos, Solid Snake (David) e Liquid Snake (cujo o nome eu nunca encontrei). E um deles perde a mão!

ODDEUSSANTOPADINHOCÍCEROESSEJOGOTEMAPORRADOLIQUIDSNAKECOMOPROTAGONISTAAFUCKKOJIMASEUPUTOAGORAQUEEUNÃOVOUCONSEGUIRDORMIRMESMOSEUDESGRAÇADOINVOCADODOCAPETA!

LIQUID SNAKE PERDE A MÃO! No final de Metal Gear Solid! E embora a pessoa machucado do trailer parece ter perdido também um olho, uma possível alusão a Big Boss, eu acredito que, como o pano que cobre o olho não parece, de nenhuma forma, manchado de sangue ou qualquer outro fluído, tem sido colocado ali exatamente para completar a barba e os outros itens de aparência que poderiam configurar a imediata semelhança entre Big Boss e o cara visto aos 2:54/2:55 caído no chão (supostamente Liquid).

E como se tudo isso não bastasse o pessoal na Kotaku resolveu completar as estranhas lacunas que sobraram no nome do jogo:


Pura

Olhem que legal!

Com gelo!

Seria mesmo Phantom Pain um MGS? Talvez o quinto jogo? A continuação da história de Liquid? Mas Liquid não está morto, sua personalidade entranhada no braço que foi colocado em Ocelot? Teria eu viajado muito?

Deixem suas respostas aí embaixo!

Agora já era… a Sony é rebaixada a qualificação LIXO nas bolsas de valores internacionais!

Para a infelicidade de todos os Sonystas lá fora a empresa que trouxe ao mundo o Playstation está realmente muito mal das pernas. E agora as duas maiores consultoras internacionais de risco de investimento, a Moody e a Fitch deram mais um downgrade no nível das ações das companhias Sony e Panasonic – levando abaixo do patamar BB e para dentro da chamada “área de alto risco de investimento”, que tem o nada gentil apelido de “Junk Status” – literalmente Status Lixo.

Segundo o Wall Street Journal, a Joystiq, a ZDNet, a Reuters e a EuroGamers (sim… eu realmente pesquiso tudo antes de publicar) a Fitch deu uma explicação sobre o novo downgrade dizendo que as companhias seriam incapazes de se recuperar na velocidade necessária para revalorizar suas ações dentro de um ciclo de curto e médio prazo e que as ambas continuam “sangrando” em suas áreas de produção básicas, como TVs, aparelhos de som e… pasmem… videogames.

As vendas do PS Vita foram desastrosas lá fora (aqui dentro… putz… nem se fala) e o PS3 e o XBOX 360 estão basicamente (há uma insignificante vantagem por parte da Microsoft) empatados em números de unidades vendidas internacionalmente – mas o 360 era mais barato de produzir para a MS a mais tempo e tem um attachement rate mais alto (isso significa que a MS ganha mais dinheiro por unidade com jogos, mensalidade da live, downloads, venda de música e filmes, etc…).

Tanto a Moody quanto a Fitch acreditam que, se a recuperação de ambas as empresas for possível, passará por “vastas mudanças internas e de foco de mercado” o que pode ou não comprometer o PS4. O Mini continua ligado para trazer a vocês qualquer mudança na situação…

… e continuamos torcendo pela falência da marca PS e podermos jogar Uncharted com Achievements!

 

A histórica edição de 25 anos de Street Fighter!

Eu ADORO Street Fighter (e Fighters da Capcom em geral ^_^) mas não sou um meste neles. Eu jogo relativamente bem mas, aqui em casa, quem manda no departamento de fighters é a patroa. Entrar online em fighters então… é se submeter a uma lição imediata, e meio trágica, de humildade. Logo eu me sinto muito pouco a vontade em falar da caixa definitiva de Street Fighter. Ainda bem que um grande amigo meu, o Junião do site Street Fighter.com.br tem uma… e ele vai falar dela para nós! Sem mais delongas…

 

Bom gente, depois de um mês após o lançamento oficial da caixa comemorativa, ela chegou em minhas mãos. Não foi do jeito melhor possível, tive que pagar um imposto ferrenho para resgatar o pacote aqui na agência dos correios local. Bem, como essa matéria tem a pretensão de revelar o maior número de detalhes possíveis, vamos aos valores. O produto foi importado através de pré-compra pela Capcom Store pelo valor de US$ 149.99. O valor do imposto foi R$ 237,00, incluindo uma taxa diária de R$ 3,00 por ter “ocupado” o armário dos Correios um dia a mais do que o permitido. O fato é que o aviso de entrega demorou a chegar em minhas mãos mas isso já é outra conversa. Sem problemas, o importante foi conseguir a tão sonhada caixa nessa última sexta-feira. Maravilha, estou com a caixa dos sonhos nas mãos. Bem, para os mais controlados em relação a dinheiro devem estar fazendo as contas do valor total do produto em reais. Junião ajuda, vamos lá! O preço total com o frete foi US$ 164.99 adotando um frete comum de US$ 15.00. Bom, pela cotação atual daria algo em torno de R$ 334,56. Se você tiver sorte, vai ser esse o preço. Agora, se tiver com azar, como eu, deve pagar cerca de R$ 234,00 de imposto, o que daria o valor total de R$ 568,56. Um tanto salgado não? Mas se você for fã da série e tiver o valor pra “investir” numa maravilha dessas o Junião te recomenda extremamente a compra. O valor mais barato que eu vi noMercado Livre foi de R$ 649,89, então talvez seria uma boa idéia importar mesmo! Bom, agora vamos ao brinquedo em si: Quando eu fui pegar a minha caixa nos Correios ela obviamente veio embalada em uma caixa de papelão com uma porção de etiquetas, sendo que uma me chamou a atenção em especial. Ela estava avisando para o produto ir a exibição na loja antes de sua abertura, na data de lançamento, pois trata-se de um novo produto.

Reparem na etiqueta vermelha na quina da caixa, ela atenta para a exibição na loja antes da abertura da mesma, na data prevista para lançamento. Vamos poder ver isso melhor se dermos um zoom na etiqueta. Vejamos:

Eu não sei quanto a vocês, mas eu sempre acho uma experiência ótima abrir uma caixa de um produto nesse nível. O ato de saborear cada momento de desembalar o produto normalmente é uma coisa que fascina os mais aficionados e os colecionadores em geral. Bom, quando rompemos a fita superior da caixa, imediatamente já nos deparamos uma embalagem externa preta com o kanji do akuma desenhado em branco.

Ao tirar a embalagem preta da caixa de papelão, temos a caixa plastificada com a co-embalagem externa de papel em volta.


Tirando a embalagem de papel, enfim temos a caixa com o plástico de fábrica.

Pronto, a hora chegou! Removendo plástico e abrindo o baú da felicidade, encontramos todo o conteúdo bonitinho e organizado dentro da caixa. São eles: Uma cordinha de crachá da Capcom com os personagens de S.F. se enfrentando em suas versões 8 bits, em batalhas aleatórias. Uma linda estátua do Ryu aplicando um Shoryuken ( que acende!! yay! 😀 ). 11 CD’s de música, incluindo trilhas sonoras oficiais dos principais jogos e alguns remixes feitos por fãs. Um disco de filmes intitulado: “An Anniversary Film Collection”. Dois discos de jogos sendo eles: Street Fighter X Tekken e Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Um Voucher contento Dois jogos completos: Super Street Fighter II HD Remix e Street Fighter III 3rd Strike. A faixa preta de karatê que Ryu usa, uma réplica em tamanho real. Conteúdos adicionais para download do Super Street Fighter IV: AE e Street Fighter X Tekken incluindo roupas adicionais e personagens extras (e diz a lenda que os donos da versão PS3 também poderão baixar os jogos da série Alpha via PS classics na PS Store). Um certificado único e exclusivo de colecionador assinado pelo cabeça atual da série, Yoshinori Ono. E pra terminar, um belo livro de artworks feitos por fãs ao redor do globo.

Agora vamos a uma imagem mais aprofundada do interior da caixa:

E agora uma olhada melhor no certificado de colecionador, com as palavras do sr. Ono.

Bom, agora vamos focar às fotos detalhadas de cada pedaço da coletânea que ainda não foram mostradas.

Fiz questão de colocar essa imagem da estátua do Ryu em tamanho colossal para vocês poderem ver os detalhes da estátua melhor. Eu acho de longe a parte mais legal da coleção. Ainda que o tamanho dela, na minha imaginação, seria maior, ainda sim é uma bela estátua. O detalhe da parte azul da base da estátua, como se fosse o vento ou a energia gerada pela potência do Shoryuken acende com duas pilhas AA. Genial! Dá até um toque de destaque para a peça na sua sala por mais sofisticada que seja sua mobília.

Aqui temos as 3 coisas que dizem respeito aos jogos em si. Um disco de vídeo contendo: “I am Street Fighter”, o documentário, “Street Fighter II The Animated Movie”, “Street Fighter IV: The Ties That Bind”, “Super Street Fighter IV: Original Film”, “Street Fighter – The Animated Series”. Na outra caixa temos Street Fighter X Tekken e Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Na extrema direita, o voucher com os DLC’s a que o colecionador terá direito, os quais eu já cite mais acima.

Aqui a faixa original, réplica da faixa preta de karatê do Ryu! Outro item bem interessante de se ter. Reparem que eu fiquei com dó de desenrolar ela. Se eu lutasse karatê e fosse faixa preta, eu usaria ela nos meus treinos. Show de bola!

Uma cordinha de crachá! Essa eu poderia usar, se não fosse o sistema rígido e corporativista da empresa que eu trabalho! Quem sabe pra carregar o crachá de imprensa da Brasil Game Show de 2013! 😀

O primeiro dos dois discos de músicas por fãs. Nesse caso, músicas originais interpretadas por fãs.

O segundo disco, agora com remixes feito por fãs. Ainda não cheguei a escutar as músicas.

Esses dois discos com a trilha sonora oficial de Street Fighter X Tekken.

Trilha sonora oficinal do Super Street Fighter IV: Arcade Edition.

Trilha sonora oficial de Street Fighter III: Third Strike. Discos 1 e 2.

Dois discos de trilha sonora oficial do Street Fighter Alpha 3.

Super Street Fighter II Turbo trilha sonora original.

E pra terminar com as trilhas, Street Fighter, o original.


O livro de artwork de 25 anos. Um tributo dos fãs à série. Contém ilustrações feitas por fãs. Na foto, a capa do livro. Reparem os detalhes prateados no logo e na escrita. Muito bonito!

Uma foto do interior do livro. Do lado direiro podemos ter uma idéia sobre o desenho do brasileiro José Carlos Salvio Pereira Junior, de São Paulo (http://www.zecarlos.deviantart.com).

Resumindo a história toda, é uma baita de uma coleção! Se você ainda não tem e é um verdadeiro fã compensa e muito. Espero ter ajudado a tirar alguma dúvida que ainda possa ter sobre o conteúdo da caixa. Qualquer dúvida podem mandar comentários, dúvidas ou qualquer outra coisa e terei prazer em ajudar! Até a próxima e como diria o sr. Ono, Shoryuken!!!

 

Ademar “Junião” Seco Jr é um dos sócios colaboradores/fundadores do site www.streetfigher.com.br e um dos nomes em Street Fighter no país. Ele é um super colecionador de games que gosta de retrô, incenso e Resident Evil. Por vezes ele trabalha na mesma empresa que eu! Material utilizado sob autorização do criador.

O Wii U Game Pad – Como funciona, o que vem nele e como eu consigo um

Vamos começar do final: Nos EUA o Game Pad, por enquanto, só virá no pacote do Wii U. Isso se dá por dois motivos: 1) Ele é a parte mais cara e complexa do Wii U e a Nintendo quer ter o máximo possível de unidades do controle para maximizar o número de unidades disponíveis para a venda no lançamento; 2) NENHUM jogo demonstrado até agora se utiliza de mais de um deles.

“Ok. Mas e se o meu quebrar?” você pergunta. Dentro do seu panfleto de garantia do Wii U tem um número de telefone de assistência técnica. Seu controle será trocado ou consertado. No Japão, a partir de janeiro, o controle será vendido por US$ 120,00 – provavelmente o mesmo deve ocorrer nos EUA.

O controle funciona perfeitamente até 8 metros do aparelho (distâncias maiores podem comprometer o Streaming de informações), recarrega direto da rede elétrica (ele tem um fio com o adaptador de corrente – a famosa “caixinha”), leva mais ou menos 2 horas para recarregar completamente (você pode usar ligado no fio durante esse tempo mas demora um pouco mais assim) e funciona por cerca de 5 a 6 horas até ficar sem carga (considerando que a maior parte das pessoas vai deixar carregando o tempo todo… não é assim um problema real).

Se você decidir por jogar com o controle Classic, ou usando Wii mote + Nunchuck, pode colocar Game Pad do seu lado que ele continuará funcionando para as funções de mapa, inventário e o que mais tiver sido programado no game. Não só isso mas você pode, a qualquer momento, utilizar o browser de internet ou ver vídeos, com o jogo pausado, com direito a buscas de detonados e dicas relativas ao trecho do jogo que você está naquele momento, feitas automaticamente para você. Infelizmente não dá para usar o Nintendo TVii ou nenhum dos outros serviços (como Netflix, Amazon direct video, Steam, etc…) enquanto se está jogando.

O Game Pad já vem com um browser de internet que suporta HTML 5 (mas não Flash). Fotos podem ser capturadas de qualquer uma das telas a qualquer momento e enviada via Nintendo Network ou qualquer rede social de sua escolha (Twitter, Facebook e Google Plus já estão confirmadas).  A Nintendo Network, e o material disponível para compra nela, será separada por região, com 3 regiões: Americas, Asia (Japão, China, Coréia, Índia, etc…) e Europa/Austrália.

Descendo a lenha: Por que jogamos videogame?

Eu venho fazendo essa pergunta a anos: Por que você joga videogame? As respostas mais variadas me foram dadas, indo de pessoas que assumiam jogar para fugir dos problemas do mundo a pessoas que consideravam videogame como a mais elevada forma de arte.

Mas todas elas tinham um fator simples em comum. Todas as pessoas que jogavam videogame por períodos longos, horas, dias inteiros, o que quer que estivessem buscando lá recebiam um feedback que era sempre igual: diversão.

E diversão é um conceito extremamente aberto. O que é divertido para mim pode não ser para você – aliás, normalmente não é. Buscamos pessoas que se divirtam com o mesmo tipo de coisa que nós. Se divertir em conjunto fortalece os laços e nos abre portas para tentar localizar outros pontos em comunhão com os seres humanos que consideramos nossos amigos, familiares e parceiros. Os sociólogos chamam esse processo de “câmera de eco” quando queremos ver o que nos dá prazer sendo cobiçado e gerando prazer em outra pessoa.

E em um grupo social relativamente novo e que, até pouco tempo atrás, recebia uma quantidade razoável de “perseguição social”, como os gamers, isso ganha ainda mais valor. Gostamos de estar com outros jogadores, principalmente se eles dividem conosco o gosto por certas franquias. Agimos como o veículo perfeito de contaminação do meme: falamos por horas, se houver interesse, sobre nossos games favoritos, seus personagens e cenário, entrando em detalhes minuciosos de forma a trazer mais um gamer para a franquia que amamos. Como torcedores de futebol, mas numa escala bem mais civilizada, torcemos por nossas empresas, franquias e produtores favoritos, quase a exaustão (as vezes). Embora não sejamos mais do que consumidores de produtos eletrônicos, temos, com o tempo, um grau de ligação com as empresas que nos fornecem esses “produtos” tão extenso, que sofremos com cancelamento sobre os quais não temos controle e nos irritamos com adiamentos de produtos que, a nível de sobrevivência, não nos fariam falta.

E esse é o ponto central da diversão. Seja com Mario, Zelda, God of War ou Half Life 2, uma vez que você foi “mordido” é difícil deixá-los para trás. Somos levados por histórias simples ou complexas a mundos exóticos, que podem ser compostos de pedaços de terra flutuantes ou requintadas bases militares – somos envolvidos com aquilo. E conseguimos girar aquele mundo a nossa volta com o uso de um sistema de input que vem se tornando tão complexo, que é quase necessário um curso para usá-lo. Ou seja, derivamos nossa diversão do ato de movimentar um mundo ao redor de nosso avatar virtual. Seja salvando Hyrule ou destruindo os deuses do Olympo, libertando a Terra do julgo alienígena ou destruindo a rainha Locust, somos os protagonistas da ação – todos os holofotes estão voltados para nós. E se o controle responder certinho, no dia que você está inspirado… o mundo canta!

Então jogamos para nos divertir e nos divertimos jogando. Um processo cíclico que começa com o ato de que, seja o que esteja na tela, responde aos seus comandos. Não importa se em River Raid ou Crysis, completar a missão, salvar o mundo ou, porque não, descobrir que a princesa está em outro castelo,  somos tomados pela gostosa sensação de fazer diferença naquele pequeno e virtual mundinho. E, diferente de todas as mídias do passado, as novas tecnologias tem dado cada vez mais campo de escolha sobre como tomar as decisões em um game. Vários finais, dependendo das escolhas do jogador; mundos persistentes modificados por seus atos; avatares virtuais que podem voltar dias depois a uma praia deserta e ainda ver seus passos na areia. Não estamos só na ponta receptiva desta mídia – criamos a história enquanto recebemos ela!

No fim do dia, com a energia desligada, é só um eletrodoméstico. Mas naquelas horas que conseguimos relaxar, quando estamos com as mãos suadas e o destino de um mundo inexistente e distante pesa nos nossos ombros – NADA, NUNCA vai gerar a mesma quantidade de prazer que o dever cumprido. Seja retro ou hiper moderno, conceitual ou simplista, mainstream ou indie, jogamos videogame em busca de uma diversão que só pode ser encontrada lá. E aceitamos de bom grato os, agora poucos, olhares de reprovação dos  “pobres mortais” que não dividem conosco nosso hobbie. Afinal, como colocado pelo corredor X:

“You don´t sit in a car do drive… you´re driven to it!”

Obrigado a todos que dividem comigo esse incrível “vício”!