Unindo presidências! Satoru Iwata é, agora, o CEO da Nintendo América/Japão/Europa e cafundós

Por mais estranho que isso possa parecer! Satoru Iwata, o sempre carismático presidente da Nintendo do Japão vai assumir como CEO da Nintendo, ponto final. Não vai mais haver um presidente para a América e um para o Japão – apenas Satoru Iwata, Nintendo Overlord! O sempre fantástico Reggie Fill-Aimes continua na empresa com a posição de COO mundial, tipo um vice-presidente (antes ele era presidente da Nintendo da América).

A razão para isso “Agilidade organizacional” – A Nintendo acredita que uma nova era em video game está se iniciando e é preciso se reorganizar. Ainda segundo o senhor Iwata a mudança “Não afetará cronograma ou mudará os jogos em produção, sob nenhum aspecto” – ficamos mais felizes assim!

 

Depois do susto do ano passado Nintendo volta ao padrão de lucro de sempre!

Ano passado o mundo dos videogames parou para ouvir uma notícia: A mais respeitada, mais velha e mais conhecida empresa de videogame do mundo tinha tido um prejuízo fiscal!  Foi um susto para todo mundo. Ainda bem que passou!

A Nintendo não atingiu as metas estipuladas iniciais: O Wii U não vendeu 7 milhões de unidades (nem mesmo as 4 milhões que a Nintendo imaginou que teria até o momento) estando com o pé fincado em 3,5 milhões de unidades e crescendo lentamente. O Wii ainda vende mais do que ele (aliás… ainda vende mais que o PS3 na maior parte das semanas… e que o 360 em algumas) e o 3DS continua nadando de braçada – com mais de 85% do market share de portáteis. O lucro líquido do ano fiscal fechado foi de pouco mais de 7 bilhões de yens (algo por volta de 70 milhões de doláres – pequeno para os padrões Nintendo) .

A Nintendo ainda não está feliz com o resultado, segundo um porta-voz o 3DS ainda não atingiu a velocidade de vendas esperadas, principalmente considerando o calibre dos jogos lançados para o portátil e ainda há muito a ser feito. Mas já é um belo começo!

 

O Bundle de Animal Crossing: New Leaf está vindo para os EUA

A Nintendo confirmou que está trazendo, em números limitados, assim como o 3DS XL do Pikachu, um Bundle de 3DS XL limitado mais o jogo Animal Crossing: New Leaf. O Bundle chega as lojas no mesmo dia que o game: 09 de Junho.

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Lembrando a todos que meu aniversário é em Junho e o do Mini é em Julho… e estamos aceitando presentes!

Já virou piada: Square Enix mostra data para Final Fantasy XIII Versus tem uma data para ser mostrado!

Tetsuya Nomura, o cérebro por trás de todos os Kingdom Hearts, recebeu, em 2006, a missão simples de “reinventar” Final Fantasy para uma nova audiência; fácil, né?! Desde então o senhor Nomura vem trabalhando com uma equipe enorme em Final Fantasy Project Crystalis, que tem o nome público de “Final Fantasy XIII Versus”. O jogo deveria ter sido lançado em 2008, depois 2009, primeiro semestre de 2010, primeiro semestre de 2011, final de 2012 e, agora, o senhor Nomura soltou que “A Square Enix está em uma fase interna de restruturação e isso pode ter atraso um pouco nossos cronograma (JURA?) mas o jogo continua em desenvolvimento. Nós daremos mais notícias sobre ele na E3.”.

Usando nossos imensos poderes telepáticos, nós, do Mini, conseguimos prever que:

1) O jogo vai ser renomeado Final Fantasy XV;

2) O jogo vai sair para a próxima geração, por volta de 2014;

Voltamos a vaca fria assim que o jogo for lançado, mas, me respondam: O que acham das nossas previsões?

A nova atualização do sistema do Wii U está a menos de uma semana de nós…

… e ela traz muitas novidades!

  • Uso de dois drives externos ao mesmo tempo (desde de que ambos tenham seu próprio suprimento de energia – ELES NÃO PODEM SER ALIMENTADOS VIA USB, veja este post);
  • Você vai passar a receber os updates sem ter que acessar o canal de updates;
  • Os updates vão auto-instalar independente do que você estiver fazendo;
  • Ao iniciar o sistema só será necessário apertar e segurar o B para ir direto para o canal do Wii, sem ter que passar pelo Wii U Wara Wara ou os menus;
  • O Wii U Virtual Console vai abrir totalmente. Todos os jogos disponibilizados a US$ 0,30 da promoção estarão lá assim como uma leva inicial de games de NES e SNES. Gameboy Advance e Nintendo 64 serão disponibilizados nas próximas semanas. Até o final do ano será o Game Cube (e, esperamos, um controle em formato de Cube para todos os saudosistas). Para quem não tinha pego as datas nem os games da promoção de 30 anos, ei-los
Ballon Fight até 21/2 NES
F-Zero de 20/2 a 21/3 SNES
Punch Out! Featuring Mr. Dream de 20/3 a 18/4 NES
Kirby’s Adventure de 17/4 a 16/5 NES
Super Metroid de 15/5 a 13/6 SNES
Yoshi de 12/6 a 11/7 NES
Donkey Kong

Já estamos salivando!

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Eletronic Arts é considerada, pela segunda vez seguida, como a pior empresa da America! Mas Por quê?

A gigante devoradora de pequenas empresas, fabricante de enlatados sem graça e destruidora de sonhos, Eletronic Arts, a EA, foi eleita, pela segunda vez consecutiva, como a pior empresa da América – ganhando o prêmio “Golden Poo” (literalmente “Cocô Dourado”. Para esse “feito” a empresa venceu, em um pool votado via internet empresas como o Bank of America, Ticketmaster, Carnival Cruise Lines, Anheiser-Busch InBev, Facebook, AT&T, Walmart, Best Buy, American Airlines, PayPal e TODOS os provedores de Internet, telefonia e TV a Cabo americanos.

Nada mal EA… nada mal mesmo! ^_^

Segundo o editor da Consumerist’s, publicação que criou o prêmio, Chris Morran, “Depois de ser coroada como a pior companhia na América no ano passado, era esperado que a Electronic Arts entendesse a mensagem: Pare de tratar seus consumidores como cofrinhos e não coloque no mercado jogos incompletos e quebrados apenas para fazer esses mesmos consumidores pagarem extra pelo que já deviam ter recebido de cara.”

De frente a essas reclamações o senhor Peter “Eu sou um imbecil” Moore, COO da EA (Chief Operating Officer) soltou ao vento uma pergunta que eu mesmo me faço: “As árvores mais altas são as que pegam mais vento. Se somos assim tão ruins porque vendemos mais games a cada ano?”.

Verdade! Se sabemos que a EA é uma merda, dourada ou não, porque continuamos consumindo os produtos dela, cada vez em maior número? E se não consumimos, porque consideramos a empresa uma merda? E porque a Valve não explode de vender, se é considerada uma empresa excelente?

Afinal… o que faz a EA ser tão odiada?

Vamos por partes…

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Eu amo todos eles EA… não os toque!

Tranquilizando Acionistas

“É uma besteira a seleção da Consumerist. E a mesma seleção que ano passado nos considerou piores que a empresa responsável pelo maior derramamento de óleo da história.” disse Moore, relativo a produtora de óleo Champ BP, que perdeu o “prêmio” para a EA no ano passado (e não foi “eleita” para participar neste ano). Mas como funciona essa seleção?

A consumerist’s pega as empresas americanas com maior número de queixas nos maiores sites de atendimento ao consumidor assim como nos órgãos de proteção ao consumidor. Essa seleção é então colocada a disposição do público para votação no site deles e, como dizem, a voz do povo é a voz de Deus.

“Ganhar esse prêmio é uma forma dos seus consumidores te mandarem uma mensagem. Que eles não estão contentes com você, que você os desapontou e que, você merece um enorme troféu de plástico em formato de cocô.” disse Chris Morran. Peter Moore respondeu apenas que “No ano passado as pessoas estavam bravas com o final de Mass Effect 3 e nossa posição em relação ao SOPA. Neste ano foi a SOPA, de novo, e nossos problemas com Sim City.” evadindo-se totalmente da culpa.

Hora de um reality check

A questão é que a posição da EA, relativa a Mass Effect 3, SOPA ou Sim City, é errônea. Na verdade a posição de ódio, quase mítica, que a empresa vem adquirindo ao longo dos anos parece fluir de:

Constantes compras de empresas bem sucedidas menores, com a intenção de “mineirar” as melhores franquias – normalmente destruindo-as;

A retenção das principais marcas de esportes do mercado, criando um monopólio de controle que, a grosso modo, acaba sustentando a política de preço atual de software que é empurrada, goela abaixo, no mercado inteiro, pela EA;

A relação altamente tóxica e destrutiva da EA com as microtransações;

Dentro do primeiro item podemos colocar as constantes interferências sofridas pela Bioware na produção de Mass Effect 2 e Dragon Age 2, que resultaram em games muito inferiores aos primeiros, e a atrocidade que foi Mass Effect 3, muito mais voltado para a ação e para o público casual, quase não retendo nada da fórmula do game original – graças a necessidade da EA de ganhar ainda mais dinheiro com a franquia. A posição, vergonhosa da gigante em relação a Pandemic, literalmente trancando os funcionários para fora da empresa de um dia para o outro, antes mesmo da demissão dos mesmos, para evitar roubo de código fonte e lançando “Le Saboteur” antes do jogo estar completamente testado e debugado também não ajuda em nada e o fechamento de diversos estúdios após a compra, claramente voltada para a aquisição hostil de propriedade intelectual dos mesmos.

Dentro do segundo item há vozes muito muito fortes, como a Nintendo, a Valve, a Blizzard e a própria Microsoft, contra a política de preço atual do mercado de games; “Os games simplesmente ficaram caros demais. A linha da própria Microsoft é lançado em um preço de mercado mais acessível e temos tido ótimos resultados com ele.” afirmou o porta voz principal da Microsoft para assuntos relacionados ao XBOX, Major Nelson – “O problema é sempre de percepção de qualidade. Quando um jogo é precificado abaixo dos US$ 60,00, no lançamento, sem uma pesada campanha de marketing por trás dele, ele é percebido como um produto inferior, mesmo que a produtora saiba que aquele preço não era necessário. Tornou-se a normalidade.”concluiu Nelson. Até 2005, no começo da atual geração, a EA não tinha tanta força de mercado para forçar o preço do mercado, mas com marcas como Dead Space, Fifa, Mass Effect e a distribuição, para a Sony, dos jogos Valve, a empresa tem todo o peso que precisa agora.

O que nos leva ao terceiro ponto, a relação horrível da EA, através de seus produtos, com o mundo das microtransações. Afinal a empresa não lança um produto completo, que ela torna mais acessível ou diferenciado através da venda de DLCs e expansões e sim produtos incompletos, quebrados ou mal-balanceados, que ela então libera melhorias, patchs e balanceamentos dentro de DLCs pagos. Isso é inadmissível! E a conduta de “pague para ganhar”, com vantagens absurdas dadas a quem pagar com dinheiro real por elas – sem suor nenhum é um desrespeito a todos que estão tentando conquistar o jogo normalmente. E não me entendam mal, sou completamente a favor de maneiras de tornar a experiência mais acessível: A Valve utiliza algoritmos de rede neural que regulam a dificuldade do jogo conforme sua habilidade nele, a Nintendo utiliza seu “super guide” de forma a auxiliar jogadores travados, entre outras tentativas. Mas ninguém deveria ter que pagar por isso! Em nenhuma situação!

E a EA nem mesmo faz segredo de seus enormes lucros com as microtransações, “Nosso modelo de negócio vem se tornando dependente das microtransações. Nos melhoramos games e jogadores.” soltou Moore. Se fosse feito do jeito correto, Ok! Mas do jeito que a EA faz você recebe coisas que deveriam estar dentro do seu já, imensamente, caro game de US$ 60,00.

Mas o pior é que Moore acha que a culpa não é da EA.

Jogando a culpa nos outros!

“Eu serei o primeiro a admitir que temos muitos problemas. Eles vão de servidores desligados muito cedo a jogos que não atingiram as expectativas, erros no modelo de precificação e, mais recentemente, os graves e diversos problemas com Sim City. Nós devemos aos jogadores uma performance melhor do que isso.” . Quando o COO Peter Moore soltou essa frase eu, do fundo do coração, achei que a EA tinha aprendido a lição. Ele iria se demitir, um novo COO e CEO viria, e o mundo melhoraria. Não foi o que aconteceu. O que houve foi uma tentativa patética de jogar a culpa da situação nas costas de outras pessoas. Começando com Sim City.

“Muitos jogadores acham que Sim City ser always-on é parte de um elaborado sistema de gerenciamento de propriedade intelectual digital (GPID – ou DRM em inglês, de Digital Rights Management). Não é. Mas as pessoas continuam insistindo e nós não temos como ser mais claros – não é. É parte integrante de como o jogo foi criado. Ponto final” afirmou Moore. Mas, peraí… EXISTE uma forma simples e direta de ser mais claro: Desative a função. Torne o online opcional. As pessoas vão ouvir… e vão apreciar! Pare de pensar que somos todos ladrões que querem roubar seu game!

De forma a desacreditar o conceito de pior empresa da América do ano, Moore atacou outras áreas “Nós vimos listas e mais listas pedindo que as pessoas votassem na EA como a pior empresa da América meramente porque não concordavam com a nossa escola de atleta para a capa de Madden NFL. O mesmo ocorreu com FIFA” e “No ano passado recebemos milhares de e-mails e cartas protestando contra a posição da Ea de permitir aos jogadores criarem e jogarem com personagens GLTS em nossos games (GLTS – Gays, Lésbicas, Transexuais e simpatizantes). Na semana que antecedeu a votação da Consumerist nós vimos centenas de sites fundamentalistas e religiosos pedindo as pessoas que votassem na EA como pior empresa da América, simplesmente porque nós permitíamos personagens GLTS.”. Certamente uma empresa que defende a existência de personagens virtuais GLTS não pode ser assim tão ruim, né?

Infelizmente os conceitos colocados pelo Sr. Moore são mentiras. Deslavadas, inclusive. A Consumerist verificou a origem do fluxo, caso links tenham sido utilizados, para averiguar a origem dos votos dados e não localizou um ÚNICO VOTO advindo de qualquer site que tenha atacado o posicionamento da EA em relação a GLTS ou os atletas da capa de qualquer game. Pior: Uma pesquisa da Kotaku não localizou sequer um local, em qualquer site ou forum de grande porte, voltado a esportes ou videogames, que tenha menção da EA ser votada como pior empresa da América por causa do atleta de capa de um NFL, FIFA ou qualquer outro game.

Sim EA, você merece a posição de pior empresa da América por uma série, imensa, de ações que vem minando o mercado que eu amo e respeito. Você é um Michael Bay dos games, um Steve Jobs (imbecil, controlador, louco, desmiolado com um penache por grandeza) dos games. E o mercado estaria melhor sem você. Mas não aceitem a minha opinião, não. Vamos ver o que pensam outros analistas pelo mundo:
Paladriver, da Joystick

I don’t dislike EA because they are pro-LGBT. In fact I am supporter of LGBT rights. I dislike EA because they have a long standing history of anti-consumer practices. Not liking EA does not make me anti-LGBT, it makes me anti-EA.” (Eu não deixo de gostar da EA por ela ser pró GLTS. De fato eu apoio de coração os direitos de GLTS. Eu não gosto da EA pela longa história de práticas anti-consumidor que ela tem. Não gostar da EA não me faz anti GLTS, me faz anti EA).
GoodNewsJimDotCom, da Slashdot

I think it is pretty sinister for him to dredge up “US vs THEM” protesting in his “apology.” Remember, one thing EA does is to hire fake protestors to get controversy for their game! Stay classy EA. Even in your apologies, you ooze evil.” (Eu acho muito sinistro para ele (Peter Moore) utilizar o adágio do “Nós contra eles” protestando em sua “desculpa”. Só para lembrar a EA já contratou protestadores falsos só para criar controvérsia sobre um game! Mantenha a Classe EA. Mesmo em suas desculpas você vaza maldade!”

E… meu mestre e grande inspiração Ben “Yahtzee” Croshaw, da Escapist

NO EA! You do not get to Spin the story and take the Moral high ground on this shit! Don’t try to fool people by lumping these intolerant assholes with the people actually making legitimate complaints against your practices. You don’t get to try to make yourself look progressive like that.” (Não EA! Você não vai girar essa história e sair com em condições vantajosas morais desta merda! Não nos faça de tolos combinando em um mesmo lugar pessoas com reclamações reais de suas práticas e esses cuzões ignorantes. VocÇe não vai conseguir se fazer parecer progressiva assim.)

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E no final, ainda sem respeito

Videogame é uma indústria multibilionária que atrai alguns dos maiores nomes do mundo na área de entretenimento, música e esportes, mas é tratada, tanto pela mídia como pelo mundo dos negócios como um reduto de perdedores. Companhias como a EA estão mais do que felizes em alimentar o mundo com a imagem de que o gamer “médio” é um reclamão, perdedor, sem meios de sustento e sem vida social que vai a internet reclamar de qualquer coisa, na tentativa de esconder os erros de seus próprios produtos, métodos e precificação.

E aqui vai a pergunta do Mini para você, Peter Moore: Se a sua empresa está engajada na produção de algo que é tão trivial que está acima até mesmo do descrédito dado por um troféu plástico em forma de cocô, porque você continua nela?

Número de jogos disponível para o Wii U deve crescer exponencialmente nos próximos meses!

Menos de 50 jogos foram lançados no ocidente para o Wii U desde o seu lançamento. É fato que alguns desses jogos são pesos-pesados como Call of Duty e Mass Effect, mas são menos de 50 jogos e, basicamente, nenhum exclusivo de peso. O público ainda está esperando seu Mario Kart, seu Legend of Zelda, seu Mario 3D…

e… com mãozinhas ávidas… seu Smash Bros.

E a Nintendo não está dormindo no ponto: “Sabemos que os jogadores estão decepcionados” afirmou o presidente da Nintendo da America, Reggie Fill Aimes, “Haverá uma enxurrada de títulos ótimos da E3 até o final do ano. Os jogadores terão orgulho de seus Wii U.”. Reggie não deu mais detalhes sobre quais jogos vão compor essa “enxurrada” mas estamos esperando alguns games pesados como Wonderful 101, Bayonetta 2 e alguma informação do Smash Bros cross plataforma Wii U + 3DS.

E vocês… o que acham? A enxurrada virá?

 

Earthbound FINALMENTE chega ao Virtual Console! Tanto no Wii quanto no seu Wii U!

Um dos jogos mais aclamados de todos os tempos, lançado de forma apenas amena para o público na época do SNES, finalmente retorna a toda a sua glória. Earthbound, o RPG, chega ao virtual console intacto, com toda a sua dificuldade absurda e toda a sua encantadora, e profundamente embaraçosa, história complexa e cheia de reviravoltas. Não esqueça de ligar para a sua mãe para salvar e boa viagem…