Video Games Live 2012 – O que teve

Desde 2009, eu (sim, eu, Michela. EU EXISTO E ESCREVO!) e o Marcel frequentamos o Video Games Live. Já virou um programa do casal, e é o nosso marco de final de ano. Como sou meio “cricri” com algumas coisas, para mim todos os anos foram mais ou menos iguais, mas sou uma mocinha de costumes e rotinas. E em 2012, meu mundo virou de ponta cabeça no show.

A começar pela comitiva. No primeiro ano, fomos apenas eu e o Marcel. No segundo, tivemos a companhia do nosso querido Bruno, o Brunador. Em 2011, além deste, também nos acompanharam Raul, Monique, Junião, Henrique Vieira e Henrique Lira.  Neste ano, além de não nos sentamos tão na frente (na verdade, estávamos na penúltima fileira), levamos Marco Ervilha e Fabão, que sempre quisemos levar mas nunca tivemos a oportunidade até então.

Outra coisa que foi bem diferente neste ano foi a questão das datas. Estávamos programando tudo para assistir o show num sábado, mas por problemas de PATROCÍNIO (porque o ingresso é baratinho, né?), a data do evento em São Paulo foi mudada 21 de outubro, um domingo. No mesmo dia, eu também teria um campeonato em Piracicaba, e pra ajudar era o início do horário de verão. Mas essas situações a la Murphy são comuns na nossa vida.

Não vou ficar narrando o que aconteceu antes de chegarmos à casa de shows – HSBC Brasil – porque o post ficaria enorme e eu não estou com saco pra tudo isso. Mas posso começar dizendo que fui muito surpreendida pela ausência de filas uma hora antes do evento. Acho que a galera quis descansar por causa da mudança do horário, então estava tudo bem vazio no saguão do HSBC. Vazio MESMO! Para começar, não havia nada além do Guitar Hero pra galera jogar. A venda de souvenires não tinha o blu-ray do Level 2 do show, o que me deixou bastante triste. Tive que me contentar com uma camiseta apenas – isso porque levamos dinheiro pra torrar horrores. Mas no meio da imensidão, encontramos uma coisa bacana: cachorro-quente completo + batatas sorriso por 10 mangos, o que para o padrão desse local, é um preço mega camarada!

Você já viu uma batata sorrindo para uma Ervilha? Eu já…

Pois bem, entramos e nos sentamos. O show, é claro, começou pontualmente. Teve início com a premiação do Game Music Brasil, e o anúncio-spoiler que Austin Wintory (criador da trilha sonora do jogo Journey) estaria no evento. Valeu, galera do GMB…

A seguir, concurso de cosplay. Não teve pra ninguém, só deu a peituda da Lulu na cabeça da galera. Mas era feia de cara e boa de bunda, pra mim não valeu. Por fim, passaram o vídeo do Super Mario World (com o ritmo da canção “What a wonderful world”), e o já batido vídeo “Junior Kickstart”, da Ms. Pacman. Saco! >_<

Mas foi nesse momento, quando toda a minha esperança tinha ido pelo ralo, que os ventos começaram a soprar em outra direção. O vídeo de abertura foi baseado em Tron, e a primeira música que o Sr. Tommy Tallarico colocou na playlist já jogou a galera lá em cima: Castlevania. Ao fim da canção, fiquei sabendo que nosso maestro da noite seria o meu amado Emmanuel Frattiani. E para não deixar o negócio cair, tivemos a música do Mega Man (na qual o Fábio quase infartou) e Kingdom Hearts (onde eu e o Marcel choramos feito duas criancinhas na Disney).

A seguir, The Shadow of the Colossus e a apresentação do primeiro convidado da noite: a fofíssima Laura Intravia, com sua flautinha super foda. Ela colocou um modulador no instrumento, e para total delírio do Ervilha, tocou Donkey Kong Country.

A seguir, 4 pessoas foram retiradas da plateia para jogar Super Smash Bros Meelee, enquanto a orquestra (Sinfônica Villa Lobos, sempre fazendo bonito) tocava a abertura de Super Smash Bros Brawl. Ao final, a Laura Intravia mostrou-se versátil com os instrumentos, e sentou-se ao piano para uma das músicas mais aclamadas da noite – na verdade, duas: Final Fantasy VII (Aerith’s Theme) e Final Fantasy VIII (abertura).

 

Uma coisa curiosa: TODOS os vídeos entre as músicas, que são colocados e duram cerca de 1 minuto ou 2, eram diferentes. Esse me matou de rir:

A seguir, recebemos o Austin Wintory (Oh! Que surpresa!!!) para a condução da música do Journey, e depois tivemos God of War.

INTERVALO! Comemos mais cachorro quente e bebemos um monte de chá. Passou aquele vídeo hilário “Minha infância em 4 minutos”. Quem nunca viu, dá uma olhada no Youtube, façavor. Quero continuar meu relato.

Quando a galera voltou, mais uma explosão: Street Fighter! Coladinho nessa música, veio o Link, ou melhor A Link Laura Intravia com o Medley de Zelda. Achei que o Ervilha ia ter um treco novamente. A seguir, Sonic. Ervilha morreu! HAHAHAHAHAHA!

Chegamos aos dois últimos convidados especiais da noite, meus favoritos, particularmente: Russel Brower e Neil Acree, ambos da Blizzard, conduzindo AO VIVO as músicas dos vídeos de lançamento do Cataclysm e do Mists of Pandaria. Como fã de World of Warcraft, essa foi a hora em que delirei e gritei feito uma doida! E foi nesse momento que tomei a decisão que fez o Marcel surtar – e todos nós ganharmos a noite: nós iríamos participar do Meet and Greet no final do show.

Ao final dessa apresentação, tivemos Metal Gear Solid, Mario Theme (com Laura Intravia na flauta), Earthworm Jim, Chrono Trigger e Chrono Cross e Pokémon. Para o bis, sob o coro de “Fus-ro-dah!”, uma surpresa: Russell Brower entrou vestindo uma linda camisa da seleção brasileira, e falou de sua amizade com o criador da trilha sonora de Skyrim, e como ele havia pedido para o Russell reger a música do jogo. Acho que naquele momento o local veio abaixo. E foi nessa hora que eu saí correndo pro saguão para ficar na fila do Meet and Greet.

A última música foi “Still Alive”, mas eu não estava nem aí. EU era a primeira da fila para pegar autógrafos e tirar fotos, e vocês não têm ideia de como fiquei maluca. Acho que suei tanto que daqui a pouco a capa do meu Moleskine vai desmanchar. Mas valeu a pena. Conheci todo mundo e tirei fotos. As duas fotos mais especiais, no entanto, foram com o Russell Brower e com o Tommy Tallarico. Foi realmente emocionante e inesquecível, e quase não fui pra fila porque o Marcel achou que não daria tempo. Mas deu.

Os primeiros da fila para o Meet and Greet. Felizes? Com certeza!

Aliás, deu tempo de sobra. E nós quatro saímos de lá sorrindo feito idiotas, conversando, rindo, chorando, comentando. Acho que foi, até o momento, a melhor apresentação que assisti. Sei que o meu relato, perto do que o Marcel costuma escrever, são bem menos detalhados e com menos coisas. Mas é o tipo de experiência que você tem que ter. Se você quer saber como é estar lá, ver os caras, ouvir as músicas, apertar a mão do Tommy Tallarico, esfregar os dedos na pança do Russell Brower ou apertar a mão da Laura Intravia como se vocês fossem BFFs há anos, só visitando.

Eu e o Russell Brower

Marcel e Tommy boy

Ervilha e Laura Intravia (com o Marcel e papagaio de pirata)

Eu e o Tommy Tallarico

E tenham a certeza de levar boas companhias. Eu, como todos os anos, sempre tenho as melhores. Na verdade, tenho a melhor de todas: meu marido fofo, meu companheiro para todas as horas.

Te amo! ❤

E que venha 2013!

Um pensamento sobre “Video Games Live 2012 – O que teve

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