Sim… é isso mesmo que você ouviu! Super Mario Bros U vai ganhar um DLC/Game Paralelo estreando o sempre incrivelmente secundário Luigi. Funciona assim: Se você já tem Super Mario Bros U, poderá pegar o DLC com fases novas, mapa e história modificado, através da Nintendo Network – por um valor mais camarada (embora ainda não confirmado) ENQUANTO QUE se não tiver Super Mario Bros U (shame on you!) e estiver interessado em ter apenas a versão com o irmão menos conhecido dos Marios (Mario Mario e Luigi Mario) poderá adquirir o game em versão física, como um game normal, por um preço premium (a Nintendo ainda não confirmou mas informações da GameStop sugerem US$ 29,99).
Eu NUNCA esperava ver isso na vida… parece que esse, realmente, é o ano do Luigi!
Eu tenho uma relação imensamente complicada com jogos de luta. Gosto, muito, de Street Fighter 2 e seus derivados, mas não consigo jogar, aliás nunca consegui Mortal Kombat ou nada da SNK com o mesmo apreço. Parte desse problema se deve a fluidez do controle: Em todos os Mortal Kombat, sem exceção, inclusive no vs DC, os personagens parecem feitos de chumbo, e os combos parecem mais obra de decorar controles do que de entender dinâmica, enquanto que nos King of Fighters da vida parecia que eu tinha que ter uma tarântula treinada no lugar da mão, para conseguir aplicar os golpes como eles deveriam ser.
Ainda assim eu sou um fã do universo DC e, diante da possibilidade de um jogo de luta realmente interessante usando o universo que tanto amo, resolvi tentar minha mão em Injustice. E confesso que saí bastante machucado do que vi…
Mas vamos por partes!
Vamos tirar o que é muito bom do caminho primeiro: Meu Deus como esse jogo é bonito. O fato de estar rodando em uma plataforma melhor que o 360 ou o PS3 realmente começa a mostrar diferença! O jogo é lindo! O sistema de luz e sombra é fantástico, a animação é soberba, a textura colossalmente bem feita. E o som! O departamento sonoro é soberbo: Músicas lindas com efeitos sonoros imensamente bem pensados e vozes absurdamente bem escolhidas. Quando Kal El grita ou Batman ameaça, você realmente consegue ver que são aqueles personagens mesmo. Do jeitinho que você sempre os viu!
O problema, para mim, começa nos controles. E não, eu não estou falando de jogar com uma tela entre os meus dedos, o que se provou bem legal porque posso ver a lista de especiais do meu personagem com um toque ou distribuir golpes especiais pelo tela sensível e realizá-los a um toque, sem precisar efetivamente fazer meias luas ou coisas do tipo, mas na sensação do controle. Os personagens continuam pesados, lentos e sem capacidade de controle no ar; como em MK assim que você começou um movimento, está preso nele até o fim. Combos saem só porque foram decorados, movimentos tem poucas dinâmicas intuitivas e os especiais podem, em alguns casos, ser usados para apelações sem fim. É um sistema de controle aceitável se tudo que você jogou na vida foi MK, mas para quem cresceu com pérolas como Marvels Super Heroes e chegou a idade adulta jogando o soberbo Guilty Gear, é simplesmente inaceitável.
Meu outro problema principal reside no quesito história/verossimilhança do universo. Quando eu li, a dois anos atrás, sobre Injustice, uma das coisas que a equipe da Netherrealm mais falava é como não pareceria em nada com MK vs DC, com lutas “forçadas” e situações imbecis – que haveria um cuidado e um carinho enorme na criação da história de forma a garantir que as lutas fizessem pelo menos um pouquinho de sentido. Só que, embora contextualizadas, as lutas ainda não fazem o menor sentido dentro da mecânica do universo DC! Eu explico!
Imagine a seguinte situação: Superman vai sair no braço com o Batman. Não importa a razão. A última coisa que você veria o cavaleiro das trevas fazendo seria dar um soco no Kal El. Ele jogaria o carro no alienígena chamaria por hordas de bat-bots, usaria armamento tático e minas remotas inteligentes… porra… ele traz kriptonita na porra do fecho do cinto! Mas a luta começa, mano a mano….
… e o superman me soca para fora do planeta e de volta para a terra! Eu não estou brincando! Duas vezes… na mesma luta…
… e tudo que o Bruce Wayne, humano vestindo Kevlar sem super poderes faz é colocar cabeça e ombros no lugar. Como se tivesse tido um mal jeito. Porra! Eu não sei quanto a vocês mas se eu for socado para fora da atmosfera por uma alienígena movido a energia solar, batido como um martelo de volta e me levantasse, eu teria mais do que um “certo desconforto”!
E isso é levado a todos os níveis! Mulher maravilha, que despedaça navios de guerra com as mãos sem suar nos quadrinhos, não parte Cyborg ao meio com uma espadada. O coringa ainda se levanta depois de ser usado para moer concreto pelo Solomon Grunty. E o Arqueiro Verde consegue derrotar, na pancada, o Doomsday…. a criatura que matou de exaustão a porra do Super Homem! Como fã da DC eu me sinto insultado com isso! E nem uma desculpa é dada! Em MK vs DC, pelo menos havia a desculpa que “Superman é fraco contra magia”, “A Mulher Maravilha tá no mesmo nível de poder místico que o Shang Tsung”, mas, aqui, nada!
Pelo menos o jogo vem carregado de modos de jogo. Tudo está aqui. De desafios com tempo certo a modos alternativos onde só se pode usar certos tipos de golpes (ou não se usar certos tipos de golpes), passando por games como variações de jogos de naves com superman ou tower defense com Batman e Arqueiro Verde. O modo online funciona bem…
… conquanto que você não esteja jogando no Wii U.
O que era a minha situação! ^_ ^ Sucks to be me!
Não que os modos não estivessem ali: de campeonatos a lutas individuais tudo estava certinho. A única coisa que a Netherrealm não completou ainda (mas prometeu um patch para até a metade de junho) é o sistema de escolha de adversários. Se eu quero jogar com você, no 360 ou Ps3, eu entro e te convido para jogar, simples assim… mas no Wii U não existe essa função. Você tem que mandar uma mensagem para o seu amigo, entrarem os dois na sala de jogo e esperar que, randomicamente, vocês dois sejam colocados para jogar. É absurdo! Peguei um amigo que também estava com o jogo e tentamos por mais de 40 minutos, hoje, das 19:30 as 20:12, sem conseguirmos nos encontrar nenhuma vez! E o mais estranho: as vezes o game me dizia que não havia com quem me parear, mas meu amigo estava ali, visível para mim como online no Wii U Wara Wara e “idle”… “idle”… sem fazer nada! Parado esperando também! Essa é uma falha grave para um videogame hoje em dia! Não lancem um jogo com esse tipo de problema!
De qualquer forma o game está lá fora! E está funcionando… do jeito dele. É ruim? Não. Mas está longe de ser perfeito. Faltou cuidado na criação do game e mais tempo para escolher, ou desenvolver, um estilo de jogabilidade que realmente marcasse Injustice: Gods Among Us. Por mais que todo mundo queira me dizer o contrário, eu me sentindo jogando um MK com os personagens da DC colados em cima. E isso deixou um gosto ruim na minha boca!
Recentemente a Nintendo abriu a boca sobre o número total de unidades vendidas do Wii, Wii U, DS e 3DS – deixando a comunidade gamer bastante espantada. O Wii está encostando em 100 milhões de unidades vendidas (tendo acabado de ultrapassar o PS1 como o quarto console mais vendido do planeta e estar batendo na porta do PS2 – o mais vendido – que tem 155 milhões de unidades) enquanto o Nintendo DS está em segundo lugar da lista com sólidos 153, 87 milhões e avançando.
O Wii U ainda “não engrenou”, como dizem – vendeu menos que o esperado pela Nintendo e menos do que o Wii vendeu no mesmo período do ciclo de vida – com expectativa de 5,5 milhões até março de 2013 mas vendendo apenas 3,45 milhões de unidades. A Nintendo espera, ousadamente, que esse número alcance a casa dos 8 milhões de unidades com os jogos a caminho em 2013. O 3DS está mandando muito muito muito muito bem; tem 31,09 milhões de unidades vendidas contra 2,22 milhões de unidades de seu principal concorrente (O PS Vita… que deveria se chamar PS Mortens… ha ha ha).
Além desses números a Nintendo pretende vender ainda mais 2 milhões de Wiis (!) até o final do ano e 18 milhões de 3DS, assim como 38 milhões de jogos (já foram vendidos 13,42 milhões). Ousado Nintendo… Ousado!
Uso de dois drives externos ao mesmo tempo (desde de que ambos tenham seu próprio suprimento de energia – ELES NÃO PODEM SER ALIMENTADOS VIA USB, veja este post);
Você vai passar a receber os updates sem ter que acessar o canal de updates;
Os updates vão auto-instalar independente do que você estiver fazendo;
Ao iniciar o sistema só será necessário apertar e segurar o B para ir direto para o canal do Wii, sem ter que passar pelo Wii U Wara Wara ou os menus;
O Wii U Virtual Console vai abrir totalmente. Todos os jogos disponibilizados a US$ 0,30 da promoção estarão lá assim como uma leva inicial de games de NES e SNES. Gameboy Advance e Nintendo 64 serão disponibilizados nas próximas semanas. Até o final do ano será o Game Cube (e, esperamos, um controle em formato de Cube para todos os saudosistas). Para quem não tinha pego as datas nem os games da promoção de 30 anos, ei-los
Menos de 50 jogos foram lançados no ocidente para o Wii U desde o seu lançamento. É fato que alguns desses jogos são pesos-pesados como Call of Duty e Mass Effect, mas são menos de 50 jogos e, basicamente, nenhum exclusivo de peso. O público ainda está esperando seu Mario Kart, seu Legend of Zelda, seu Mario 3D…
e… com mãozinhas ávidas… seu Smash Bros.
E a Nintendo não está dormindo no ponto: “Sabemos que os jogadores estão decepcionados” afirmou o presidente da Nintendo da America, Reggie Fill Aimes, “Haverá uma enxurrada de títulos ótimos da E3 até o final do ano. Os jogadores terão orgulho de seus Wii U.”. Reggie não deu mais detalhes sobre quais jogos vão compor essa “enxurrada” mas estamos esperando alguns games pesados como Wonderful 101, Bayonetta 2 e alguma informação do Smash Bros cross plataforma Wii U + 3DS.
Lego, em videogame, é como a rede de restaurantes Sub Way: se espalha como uma praga, você fica brincando de montar, a mecânica é mais ou menos sempre a mesma e, no final, o gosto não é dos melhores. Por isso eu, raramente, me interessei por Lego qualquer coisa, depois de passado o efeito WOW de Lego Star Wars. Nem mesmo Batman, meu herói favorito, conseguiu quebrar o marasmo.
Confesso que a falta de jogos novos, e exclusivos, no Wii U, teve grande peso sobre a minha decisão de alugar o jogo. Pô Nintendo… “vamo trabaiá”!
De qualquer forma eu me vi sentado, testando a mistura bizarra da temática fofinha dos games da (Será que posso chamar assim?) sub franquia Lego, com uma história digna de um filme dos anos 80 (o policial bonitão e boa pinta que nunca tem medo de nada e só se fode) e o estilo de jogabilidade de um GTA. E sabe o que é mais estranho? Por alguma razão, que provavelmente envolve técnicas Voodus e antigas profecias Maias, o troço funciona – a combinação é divertida e, se não especialmente incrível, é boa o suficiente para segurar uma franquia própria.
E, espero, exclusiva do Wii U. Estamos precisando de exclusivos Nintendo! Mexa-se!
Graficamente Lego City Undercover, que vou passar a chamar de LCU porque o nome é comprido para caramba, é uma mistura gozada. A distância de horizonte é enorme, e as vistas, por causa disso, tendem a ser bem legais. A animação é primorosa e a movimentação é a física são particulares do Lego – e imensamente engraçadas. Há jags e quebras gráficas ali e aqui, e, as vezes, a quantidade de objetos da tela, principalmente quando coisas grandes quebram em centenas de peças pequenas, a um ou outro Slowdown. Nada de muito ruim nessa área, principalmente considerando o número literalmente imenso de carros, lanchas, motos e aviões que estão disponíveis pelo mundo. As ceninhas que contam a história são muito bem feitas e tornam ainda mais engraçadas as, familiares, cenas roubadas de filmes como Duro de Matar e Máquina Mortífera.
O som é legal, mas não brilhante. As músicas são bem escolhidas e funcionam muito muito bem dentro do que se propõe, mas não são especialmente fantásticas e você vai esquecer delas de poucos minutos. As vozes escolhidas são boas, não excelentes, mas boas, e funcionam dentro do contexto a que se propõe – são divertidas e alegram. E os veículos tem sons legais, e bem variados. O controle funcionar muito muito bem, com facilidade de aprendizado e centenas de botões virtuais, que mudam conforme o veículo, na tela tátil. Infelizmente não dá para jogar usando apenas a tela do GamePad, mas há radares e mapas, além de um mini gps, que auxiliam MUITO no enorme mundo (e que tornariam a experiência de jogar um GTA um pouco menos horrível para mim). O sistema mostra que pode, sim, mudar a experiência com aquela tela enorme no meio do controle.
A jogabilidade é uma mistura interessante: uma parte Lego padrão (com direito a outras roupas – ou corpos – com habilidades diferentes), uma parte universo aberto a lá GTA e duas partes adventure colecionável, ao estilo de Banjo Kazooie ou DK 64. E se você pensar, por um segundo que seja, que isso não é viciante, está errado – a um bazilhão de coisas a colecionar e um milhão de lugares para colecioná-las. E as perseguições, as cenas de ação e o pseudo parkour, misturado a um sistema de combate gostoso, tornam esse jogo realmente divertido. É como ver a evolução natural de jogos clássicos, como Banjo e Crash, em um formato ainda mais animal.
Lego City Undercover é perfeito? Não, de forma nenhuma. Está milhas longe do que poderia ter sido feito no Wii U, tem enormes, imensas e constantes barras de carga que atrapalham a ação (que os próprios desenvolvedores fizeram piada!), glithces gráficos feios aqui e acolá e, assim como em GTA, exige um nível de memorização que, quando atingido, você já deveria estar jogando outra coisa. Mas é um bom jogo, bem divertido e com uma história interessante. E, considerando o número de exclusivos do Wii U, não é como se você tivesse muitas opções, né?!
É claro que não… Mas o game vem com 8 horas de comentários de criação (espalhados em centenas de balõezinhos que podem ser ativados pelos cenários, assim como nos jogos da Valve), dois guias de estratégia e dicas já inclusos no disco (que podem ser acessados a qualquer momento, sem paralisar o jogo, no seu Game Pad, com a posição de todos os segredos, todos os mapas, etc…), mais armas e modificações corporais, melhores gráficos e chefes completamente retrabalhados – o que na prática significa consertar o único grande e terrível erro de Deus Ex 3.
Para quem não teve a oportunidade de jogar nem dos dois Deus Ex anteriores, você tinha sempre a chance de resolver seus problemas, com chefes ou quem mais fosse sem recorrer a violência ou mesmo, sem entrar na sala onde eles estavam. Você podia hackear sistemas de armas, podia jogar gás na sala, podia abrir ela para ser inundada, o que fosse. Violência era só uma das opções. Isso não ocorre nas versões normais de Deus Ex 3, onde as lutas com os chefes são mandatórias, não há fugas delas. A versão do Wii U corrige o universo e restaura minha fé na humanidade.
Depois de estourar em gargalhadas e dizer que o Wii U, o PS3 e o XBOX 360 NÃO conseguiriam, de jeito nenhum, em absolutamente nenhuma circuntância, lidar com o poder awesômico da Unreal 4, Mark Rein, co-fundador da Epic, veio a público se desculpar.
“O Wii U poderia, se for o desejo da produtora, rodar nossa nova Engine. O sistema é flexível o suficiente para isso.” afirmou o executivo em uma coletiva de imprensa ontem. Quando colocado contra a parede se a Epic tinha algum problema com o Wii U, fosse ele tecnológico ou de posição comercial, o executivo prosseguiu “Não temos problema nenhum com o Wii U ou a Nintendo. Alguns dos melhores jogos do Wii U são feitos usando nossa Unreal 3” – O que foi uma forma gentil de dizer porra nenhuma.
De qualquer forma… aí está. O Wii U aguenta a Unreal 4.
Monster Hunter é uma das franquias mais poderosa no Japão, ao lado de Mario, Pokemon, Persona e Zelda. A franquia da Capcom ganhou uma versão Tri para o Wii no ano retrasado e, agora, ganha duas versões interconectadas para o 3DS e o Wii U. Monster Hunter Tri Ultimate HD, a versão do Wii U é uma versão melhorada, maior e em alta resolução, da versão do Wii. E em uma situação assim, a primeira pergunta a ser feita é: Vale a pena comprar esta versão?
A resposta é: depende. Você gosta de Monster Hunter? Se sim, com a mais absoluta certeza compre-o – você não vai se arrepender! Se não, pode ser que você prefira esperar um pouco mais.
De uma forma imensamente simplista Monster Hunter Tri Ultimate HD é um jogo sobre caçar monstros, matá-los, recolher ervas, combinar couro, patas, garras, penas e tudo mais com outros itens e ervas para criar novas armas e armaduras, de forma a melhorar seu personagem e conseguir caçar monstros ainda maiores e mais perigosos, recolher ervas em lugares mais difíceis. Repita e repita e repita…
Se o conceito do jogo pareceu um pouco com Diablo, mas com monstros, é porque é mais ou menos por aí. Graficamente o jogo é muito bonito, mas pode ser um pouco decepcionante se você jogou a versão do Wii. Isso porque cenários e monstros maiores ganharam texturas muito melhores, melhor iluminação e algoritmos de animação, se não melhores, pelo menos mais naturais. Isso não aconteceu com os monstros menores ou com os personagens secundários que aparecem em volta. No modo online, onde você tem outros humanos lá, a diferença gráfica entre Players Characters (jogadores) e Non Player Characters (os personagens controlados pelo computador) se torna gritante, e, francamente, ultrajante. A Capcom com certeza podia fazer um trabalho melhor. O som é bom, mas nada que vá fazer você escrever para seus pais, com lágrimas nos olhos.
O controle, no entanto, é fenomenal. A tela do Game Pad é utilizada para mapas, controle de inventário e todos, sim, eu disse TODOS, os huds do jogo, de energia a número de projéteis. Isso sem falar que você consegue ver pistas visuais no Game Pad que auxiliam sua jornada e receber dados, de outros jogadores, ou mensagens, online, durante suas caçadas. Se você jogar no Classic Controller Pro, deixe seu Game Pad do lado… ele pode salvar sua vida. Infelizmente ele também pode te dar uma certa dor de cabeça, como eu tive, em encontrar um Head Set aqui no Brasil que funcione com o Wii U. Sim… eu fiquei um tempo tendo que digitar as mensagens no Game Pad até conseguir um Head Set que funcionasse no meu Wii U. Eu comprei o Turtle Beach PX5 (paguei um absurdo, mas ele funciona também no PS3 e no XBOX 360, sem falar do 3DS, então não vai ficar parado – depois eu faço um video review dele) que funcionou perfeitamente, mas qualquer Head Set de pino triplo 0,5 vai funcionar – em teoria.
Oh! Plessioh… desgraçado difícil do inferno de matar!
Monster Hunter Tri Ultimate HD não é mais do mesmo. É o mesmo jogo! Com algumas partes novas, gráficos um pouco mais legais, mas é o mesmo jogo que você, possivelmente, já jogou no seu Wii. Se você não jogou no seu Wii, e tem um 3Ds, eu recomendo pegar a versão do portátil, que, pelo menos, você pode carregar consigo para onde for. Se você não jogou a versão do Wii e só tem o Wii U, vá em frente, é divertido e imensamente viciantes, mas não é nada de novo. Bom divertimento.