Capcom quer o Wii… mas será que é com carinho!!!

No começo da geração o Wii foi chamado de “pedaço de merda”, “Gamecube 1.5” e “criancice”. Mas depois de varrer o chão com seus adversários o Wii fez história. Agora Sony e Microsoft estão copiando o wii mote e a maior softhouse ocidental do mundo, a EA – eletronic arts – soltou a frase “apostamos no cavalo errado!”. Agora é a vez da Capcom dizer que quer se aproveitar da imensa base instalada para levar seus games para lá.

Em entrevista à Reuters, Kazuhiko Abe, executivo de finanças da produtora, citou as vendas acima da média de “Resident Evil 5” e disse que ainda não foi decidido se haverá uma conversão para o Wii, mas deixou a possibilidade no ar: “Até agora, após lançarmos nossos jogos para o PS3 e o Xbox 360, trouxemos para o Wii”, explicou. “Basicamente, esta é a abordagem que consideramos fazer”, prosseguiu, esquecendo-se que até agora a única conversão de uma série da atual geração de consoles para o sistema da Nintendo foi “Dead Rising”, intitulada “Chop Till You Drop”, que utilizou uma versão modificado do engine de “Resident Evil 4” e teve vendas e críticas fracas…

Resta saber se após “Okami” e “Resident Evil 4” do Wii, que venderam muito bem, vão emprestar seu sucesso para outros adaptações da Capcom ou se será necessários novas franquias para se aproveitar do Wii.

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Seu wii mote quebrou… pegue o “genérico”!

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Se você conhece a Nyko, como eu conheço, já estava esperando por isso. Mas se você não conhece a Nyko, deixa eu te contar uma historinha… Nyko manufctures Incorporated, ou Nyko Inc, é uma empresa Sul Coreana que produz versões “mais acessíveis” de tecnologias, controles e acessórios famosos – pra quem viveu a época da Pro, uma empresa brasileira bem semelhante a Nyko, deve se lembrar do Pro 2, um controle de Mega Drive/Genesis que tinha turbo, slow motion e o escambau, e do Pro 6, a mesma coisa do SNES. Mas não é só isso. A Nyko também produz equipamentos que a produtora do console original não criou ou não achou necessário – assim as primeiras baterias de lítio para Wii mote e o Nunchuck wireless são da Nyko… então… Nyko… brigadão!

Só que após fazer as pases com a Nintendo (a Big N tinha aberto uma ação contra eles por causa do Wireless Nunchuk… eles lançaram ele antes da Nintendo lançar a dela… Ninty é sentimental com os milhões que ela iá lucrar!) eles atacam novamente com o “magnifico” Nyko Wii Wand – uma versão menos estiloso, menos bem acabada, menos bem desenhada, menos polida e menos… enfim menos… do Wii mote. O Nyko Wii Wand, foi lançado nos Eua por US$ 19,99… um péssimo negócio se nos perguntar, visto que o Wii mote sai por US$ 29,99. Mas não responda ainda…

Segundo a Nyko, o Wand é mais do uma versão genérica do Wii mote. É uma melhoria. Os botões 1,2,+ e – aumentaram consideravelmente de tamanho e são mais fáceis de acessar, a vibração é mais forte e o auto falante interno é mais potente, além do direcional digital ser ligeiramente maior e feito de uma borracha onde a mão desliza menos (coeficiente de atrito maior é o termo técnico – big bang theory moment) – segundo eles impedindo de formar bolhas na mão quando são necessários movimentos e constantes no direcional.  Além disso tudo eles prometem uma funcionalidade nova chamada de Trans-Port™. O que é isso? Bom, segundo a Nyko, sempre que você usa algum acessório no Wii mote você perde as capacidades de vibração do console, logo quando o Wand for encapsulado por um produto em que ele está eletronicamente ligado, ele irá transferir as informações de vibração, luzes e som, recebidas do game, para a “pistola” ou “direção” no qual estiver acoplado, impedindo o jogador de perder qualquer tracinho de emoção do jogo.

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E aí?! Funciona?

Tive a oportunidade de testar o Wand aqui no centro de campinas… e as minha impressões são mistas. O Wand é um pouco mais leve, feito no que parece ser um plástico ligeiramente mais fraco e flexivel que o do Wii mote e o laço do protetor de punho é feito pelo próprio jogador, não vem pronto. Os leds são mais fortes que os do Wii e a propaganda com relação a vibração é 100% verdadeira… quase incomoda de tão forte (deve ser umas 4 vezes mais forte do que a do Wii mote). As melhorias no direcional foram bastante rídiculas para mim… a menos que você use seu mote para jogar 700 horas por mês de Street Fighter ou algo assim, jamais ficará com dor… e as bolinhas que existem no direcional acabam por ralar e irritar a ponta do dedão depois de um tempinho de uso. O + e – ficaram mais fáceis de usar, mas o “home” ficou difícil… tive que olhar para o controle para apertá-lo por duas vezes… e o 1 e 2 estão macios, mas fazem um “clic” quando apertados, que é um pouco assutador e muito irritante.

De resto o controle dá para o gasto e está sendo vendido entre R$ 99,00 e R$ 120,00, sendo uma alternativa ao Wii mote… mas falta acabamento a Wand e ele certamente desapontará o jogador mais exigente. Se for comprar para seu filho de 3 a 9 anos, ou para seu Wii fit do dia e nada mais, vai funcionar com perfeição. Se for para atacar Megaman 9 ou para desbravar os mundos de Metroid… vá de wii mote mesmo!

É bom ser rei… eer.. digo… rainha!!!

Essa é nova! Como a rainha da inglaterra andava meia dura de grana, e o príncipe Charles, Philip e Harry – e mesmo aquela égua que aprendeu a andar em pé e acabou por ganhar o coração do Charles… a Camila – gostam de games multiplayer, a divisão europeia da THQ enviou um presente inesperado para a Rainha da Inglaterra: uma versão dourada do Wii e seus controles com uma cópia de “BIG Family Games”, uma das coleções esquecíveis de microgames pro Wii, com coisas como um golfe que não funciona, um tênis Xexelento e … bocha!!

Imagina o que o imperador Hirohito vai ganhar da Nintendo…

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Retrô – Seu espaço para o Virtual Console

São dois anos e meio de Wii! E o Virtual console alcança a marca de 300 games em estilo!

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Galaxy Force II

Ok… como começamos… esse jogo foi criado para ser jogado em uma cabine de 3m com uma tela plana do tamanho do inferno e um joystick ferradaço com dois botões, sem falar em caixas de som batucando um surround de matar surdo no seu crânio. Era bom demais. Só que a versão do Mega Drive não tem a cabine, nem o joystick nem o som maneirissimo… mas ainda é um bom jogo… não é o melhor, mas é um bom shooter, que se aguenta bem… seu por 800 Wii points… mas não responda ainda, porque…

… aí vem o game número 300…

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The Legend of Zelda: Majora´s Mask

Alguns consideram Ocarina of  Time como o Zelda dos Zeldas e, embora eu considere Wind Waker muito superior, Ocarina é um JOGÃO… desses com todas as letras maiúsculas. Alguns dizem que foi o Zelda que refez o nome Zelda. Gosto de pensar que Ocarina of Time é o “A New Hope” dos Zeldas: o episódio onde você é apresentado aos personagens, ao universo e que passa a amá-los e vê-los como uma extensão de si mesmo. Essa analogia fica ainda mais verdadeira quando se pões Majora´s Mask na equação. Esse é o “Empire Strikes Back” dos Zeldas: é mais denso, mais escuro, mais pavoroso. Os malvados são mais poderosos; eles não pretendem dominar o mundo; JÁ O FIZERAM. Sua missão é uma de desespero, limitada em espaço e tempo, revivendo os eventos de 3 dias, de uma forma genial que enche o jogo de vida e possibilita que você, como em “Empire” você veja as camadas dos quais os personagens são feitos. Como sou um fã dos heróis vencedores e sem personalidade, como Chronno e Link, não é o meu Zelda favorito… na verdade está bem longe do topo da lista… mas sei reconhecer um bom jogo… e esse é fantástico. Demora mais tempo para engrenar e anda mais devagar que os outros Zeldas… mas a hora que ele pegar você… humf… você não vai perder a viagem. Gráficos que ficaram ainda melhores em 60 hz e vídeo componente, som animal e controle perfeito mostram que o N64 tinha sua magia… Todos os jogos tem uma história… esse é uma Lenda. Seu por maravilhosamente gastos 1000 Wii points.

Blizzard é a empresa mais bem sucedida, mas nintendo é a 6 melhor empresa do mundo!

As análises não menten, mas não leve em consideração apenas o nosso ponto de vista, pegue os outros. Segundo a Develop, revista do reino unido especializada em gears, games e eletronica, usando critérios como vendas, sucesso de crítica e posição na indústria publicou uma listagem com as 100 melhores desenvolvedoras de games de 2008. E a grande campeã, o primeiro lugar nessa lista, foi ninguém mais, ninguém menos que a Blizzard – criadora do RPG online “World of Warcraft”, que lhe garante mais de US$ 1 bilhão por ano – enquanto a Big N, que encabeçava a lista no ano passado fica agora com um segundo lugar. A lista final fica assim:

1. Blizzard Entertainment (EUA)
2. Nintendo (Japão)
3. Rockstar North (Reino Unido)
4. EA Canada (Canadá)
5. Capcom (EUA)
6. Ubisoft Montreal (Canadá)
7. Treyarch (EUA)
8. Infinity Ward (EUA)
9. Epic Games (EUA)
10. Bethesda Softworks (EUA)
11. Konami (Japão)
12. Traveller’s Tales (Reino Unido)
13. Sega Studios Japan (Japão)
14. LucasArts (EUA)
15. Neversoft (EUA)
16. Sora (Japão)
17. Kojima Productions (Japão)
18. Media Molecule (Reino Unido)
19. Nexon (Coreia do Sul)
20. EA Black Box (Canadá)

Enquanto isso a Forbes, uma das revistas financeiras mais conceituadas do mundo lançou sua listagem das 200 empresas de melhor reputação do mundo, usando parâmetros como desempenho, produtos, inovação e cidadania (esse último envolvia bem estar dos empregados, estatística de demissões, etc…). E a Big N está em sexto lugar… no mundo inteiro!!! Perde apenas para Ferrero, Ikea e Johnson & Johnson, além das brasileiras Petrobras e Sadia. Isso mostra mais uma vez a ferrenha posição da Nintendo como uma empresa que joga limpo, tanto com o público quanto com seus colegas, acionistas, empregados e clientes.

Quanto às outras fabricantes de consoles, a Microsoft está em 30º lugar – com 7,53 pontos no índice Pulse, usado para medir a reputação da empresa – e a Sony aparece na 126ª posição, caindo 5,78 pontos em comparação a 2008. Vale notar que, dessas empresas, a Nintendo é a única focada em games, enquanto a Microsoft e Sony são avaliadas por suas outras atividades e, portanto, sob diferentes ângulos.

Valeu Ninty!

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MetaFortress protegendo seu DS!!!

O Gamasutra, site britânico de games,  relata que a softhouse ” Metaforic”, desconhecida do grande público,  está fechando um acordo com a Nintendo para a implantação de uma solução que pretende reduzir o dano causado pela pirataria proporcionada por cartuchos regraváveis como o R4. “Fui desenvolvedor de jogos por 17 anos. Todo título que criei foi pirateado… isso se torna desesperador. Isto tornou impossível que eu me tornasse um desenvolvedor de jogos profissional”, disse Andrew Mclennan, CEO da Metaforic.

Mclennan afirma que a Nintendo aprovou a tecnologia Metafortress para seus jogos, e que pelo menos mais seis grandes editoras usarão a solução em jogos que irão ao mercado ainda neste ano, explicando “Pegamos qualquer jogo de DS e injetamos um esquema de segurança nele. Cada jogo se torna seu próprio sistema de segurança. A cada vez que aplicamos isto a um jogo diferente, é um sistema de segurança diferente” e continua, afirmando que o sistema não é 100% à prova de hackers e modificações, mas espera que o Metafortress torne o processo o mais longo e irritante possível: “O que estamos tentando fazer é que os hackers tenham um trabalho longo, lento e manual. Adicionamos tanta segurança que vai demorar muito tempo para quebrarem a segurança”. Quando questionado se a tecnologia só foi aprovada pela chegada do DSi aos mercados do mundo ele responde “Realmente, a única razão pela qual esta tecnologia só saiu agora é que o problema é bem difícil. Os cartões R4 são pouco compreendidos – como funcionam e como causam pirataria. Eles também podem ser atualizados. Então se você é um fabricante do R4, você pode oferecer atualizações de sistema para combater esquemas tecnológicos de segurança”, afirmou o executivo, que reforça que mesmo estas atualizações para os cartuchos regraváveis não conterão os recursos do Metafortress – mas se recusa a comentar como, por razões óbvias.

Quanto ao simples banimento dos cartões regraváveis, Mclennan esclarece sua posição sobre o assunto: “Sim e não. Eu me simpatizo com aqueles que fazem jogos homebrew [produções caseiras e independentes, normalmente oferecidas gratuitamente], apesar de ser uma minoria bem reduzida de pessoas que usam estes cartões. Nosso programa não impedirá ninguém de rodar programas caseiros”. Respiramos mais aliviados com isso.

O Mini dá todo o seu suporte a proteção contra a pirataria…. Pirataria é crime… produto só original!

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Os 15 melhores jogos do DS (lançados nos EUA!)

Nós mostramos a você o melhor, e o pior, do GameCube… agora é  hora de fazer o mesmo pelo pequeno notável da Nintendo: O DS – Nintendo Dual Screen. Não que o DS tenha batido as botas ou algo assim… muito pelo contrário… mas sentimos que com o DSi pintando no horizonte vocês podem ter esquecido de alguns jogos do pequenino que deviam jogar antes de agarrar “Wario Ware: Snapped!”.

Atenção: Essa lista foi feita pelos membros do Mini utilizando uma média de sucesso de crítica e vendas, temperando o resultado com nossa sujetividade. Então, se seu jogo favorito não aparecer na lista NÃO SEJA UMA BICHA-LOUCA-ALUCINADA-REBELDE-VADIA-SEM-EIRA-NEM-BEIRA e comece a reclamar sobre isso! Outro fato é que nos restrigimos aos jogos lançados nos EUA – No japão tem coisa bem mais legal!

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15 – EBA – Elite Beat Agents

Os homens de preto se encontram com o Vanilla Ice nesse misto de jogo de música e ação, que contra todas as possibilidades recebeu uma primorosa localização, com substituições  de suas músicas J-Pop por músicas americanas de grosso calibre como “Material Girl” e “Bad to the Bone!”. O jogo original “Osu! Tatakae! Ouendan!” foi um sucesso estrondoso no japão e seu sistema exótico de controle pavimentou o caminho para coisas tão diferentes como o sistema de combate de “Sonic the Hedgehog: Dark Brotherhood”. Mas não acredite só em nós… pegue para jogar!

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14 – Guitar Hero: On Tour

Você pode detestar rock. Você pode odiar Guitar Hero. Mas você não pode deixar de parabenizar a Vicarious software por conseguir transferir toda a sensação de se jogar Guitar Hero, um jogo com dezenas de músicas licenciadas e preparado para ser utilizado em enormes sistemas de som, para o pequeno duas telas. A sensação de tocar é um pouco menos realista, devido a posição dos botões em relação a tela, mas a seleção de músicas é igualmente impressionante e a diversão é fantástica, além  de ser um pouco mais fácil de jogar para os descordenados sem ritmo, como eu e o Mahou. Outro jogo que não pode faltar na sua coleção, principalmente se você for um Rocker.

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13 – Ninja Gaiden: Dragon Sword

Esse é o jogo de ação para os donos de um DS. Os gráficos são simplesmente sensacionais e o som explode das caixinhas de som com a força de um dragão cuspindo fogo. Mas são os controles que realmente brilham nesse game… passe o stylus sobre a tela em um movimento horizontal e Ryu passa a espada em um corte reto, faça um movimento vertical de cima para baixo e ele salta, um movimento vertical na descendente e ele aterrisa usando a espada como um espeto infernal de churrasco. Desenhe um círculo e Ryu rasga um 360 fumegante com sua lámina… É SIMPLESMENTE ANIMAL!!! Não só os seus movimentos são legais mas a animação de seus inimigos também é de primeira, com inimigos rasgados caindo em pedaços e se transformando em esferas de energia que são então absorvidas, estilo “God of War”. Mais ninja que Kratos e duas vezes mais divertido…

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12 – Nintendogs

Poucas franquias fizeram tanto dinheiro em tão pouco tempo como Nintendogs. O simulador de cãezinhos era uma das novidades mais pesadas da Big N e só foi possível pela Hardware absurdamente diferente do DS. A capacidade de seu cãozinho de aprender seu próprio nome, diversos truques e pedir por carinho e atenção eram tão inovadoras quanto o próprio DS e abriu um novo gênero de jogo: os simuladores de pets; hoje intensamente explorado.

A big N também percebeu que tinha um clássico em mãos e não perdeu tempo em produzi-lo em diversos pacotes com grupos de cães diferentes, quase como um pokemon. Mesmo em bundles (edições de jogo + DS) ou em relancionamentos, Nintendogs tem se mantido nas listas de mais vendidos desde o lançamento do aparelho e, com o lançamento do Wii Talk, estamos esperando por uma versão para Wii. Please Ninty… Please…

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11 – Animal Crossing DS

Animal Crossing é tão original quanto se vestir de bruxa má em dia de casamento, tão interessante quanto aquela vizinha gata que anda pela casa nua o tempo inteiro e tão divertido como se vingar com alguém que você odeia no dia do aniversário dela. A idéia de você comprar, melhorar e aumentar sua casa, em uma vila habitada por animais antropomorficos que são vizinhos sempre simpáticos e cheios de pedidos a fazer para você era genial no N64, continou genial no GC e prosseguiu excelente no DS. Some a isso a habilidade de criar camisetas com desenhos feitos por você, participar de torneios de pescaria, corridas de saco e a capacidade de interagir com outros jogadores online através da Nintendo World Connection e você terá um vencedor em mãos….

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10 – Advance Wars: Dual Strike

Em uma época em que os jogos se desdobravam para terem “sobrenomes” começados com as letras D e S, Dual Strike veio ao mundo reapresentando o universo de Advance Wars, do Game Boy Advance, mas bebendo fortemente na uso da tela sensível e na maior capacidade da mídia do DS: Gráficos melhores, som e controle animais e dificuldade tunada a perfeição, fácil de aprender, difícil de dominar…

Se você estava procurando uma boa estratégia para seu DS, mas não quer ter que aprender todo um novo idioma para encarar um Der Langrisser, esse é o seu jogo!

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09 – Pokemon Platinum

“Bah! Pokemon é pokemon…” É o que você vai dizer. E esta certo. Só que Platinum leva tudo que você conhece a décima poténcia. Acesso a TODOS os pokemons. Check! Uma pokedex super completo. Check! Várias opções no decorrer da história. Check! Múltiplos finais. Check! Em suma: É Pokemon, só que um senhor Pokemon. Se você gosta da série irá delirar… se não gosta, não é Platinum que vai mudar sua opinião.

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08 – Meteos

Chegamos a nossa seção puzzle, começando ela com o excelente Meteos. Junte 3 ou mais pedras, joías ou esferas da mesma cor e “pimba”; elas somem! Como um columns melhorado, mas mais empolgante e as peças só podem ser movidas quando já caíram. Parece meio chato comigo dizendo, mas é tão legal que nem colocando a bicharada da Disney no meio o jogo pertenceu sua alma. E isso é dizer bastante.

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07 – Tetris DS

O jogo que pós o GameBoy no mapa volta com uma nova roupagem para o DS. E que roupagem! Duelos e estatísticas online, até quatro players via wireless e 4 modos de jogo, com o uso extensivo da Stylus e da tela sensível. Assim como foi dito de Pokemon, ainda é Tetris. Mas é tão divertido que você não podia ligar menos.

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06 – Metroid Prime: Hunters

Se você comprou um DS “tijolo” (sim… aquela coisa cinza, cheia de ângulos e sizuda) há grandes chances de que você tenha recebido um pequeno demo do que seria MP: Hunters junto. E que a qualidade do jogo tenha derrubado seu queixo. MP:H era primoroso, com gráficos excelentes, som animalesco e controle… o controle era soberbo, uma obra de arte em forma de game, um excelente motivo para se ter um DS…

Além disso MP:H trazia algo que a série não tinha a tempos: renovação. O jogo trazia novos personagens, novos lugares (em nada envolvidos com SR 388 ou com Ceres) e estilo totalmente novo de Gameplay, mais rápido e mais voltado ao multiplayer combativo. Se soubessemos que levaria ainda mais um ano e meio para colocar-mos nossas mãos na versão final teríamos nos enjoado rapidamente da demo, mas como a Nintendo insistiu por meses que a versão final estava “logo ali”, esse game foi jogado com fervor por mais de um ano em treinos que nos afiaram para a chegada do rolo compressor que foi a versão final.

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05 – The World End with You

Quases todos os videogames tem… mas eu acho que todos mereciam: Um RPG clássico, por turnos, muitas vezes da Square ou Enix, para chamar de seu. No NES essa função foi cumprida com qualidade por Dragon Quest. No SNES por Chronno Trigger. No PSX foi FF 7. E por aí vai… O DS teve seu clássico, bem ao estilo inovador que o console merecia, com gráficos transbordando rebeldia e inovações, som muito muito partilcular (e que é composto de tudo – de jahz a rip rop) e controle tão inovador que ainda é difícil explicá-lo a um não  jogador, quanto mais defini-lo. TWEWY é uma saga sobre amor, morte, sonhos e a descoberta de si mesmo em uma espécie de realidade alternativa/paralela que se assenta sobre o universo normal – com uma história tão cheia de reviravoltas como uma montanha russa e com você controlando DOIS personagens ao mesmo tempo. Se você está a procura do RPG que vai fazer você mergulhar com toda a força e devorar listas de opções esse é o seu jogo…

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04 – Castlevania: Dawn of sorrow

Antes mesmo da Konami anunciar qualquer coisa para o DS nós sabiámos, em nossos culhões, que Igarashi e companhia estavam fazendo algo lindo… algo grandioso… para o DS. E não deu outra! Impulsionado pelos maravilhosos games que o precederam no GBA, e sendo uma continuação direta do último deles, Aria of Sorrow, Castlevania: Dawn of sorrow trazia aquele sistema de absorção de almas, as armas, as armaduras e muito, muito, muito mais castelo por cada centavo suado gasto. E não era só isso… gráficos melhores, ambientação mais funesta, som excelente, controle perfeito… só não ficou mais alto na nossa lista por duas razões: 1) Os próximos jogos definiram o DS. 2) O estilo anime-de-ação-a-mais-de-um-zilhão-de-Km/h-sem-freio-sem-roupa-e-sem-preconceito não bateu muito bem com a atmosfera gótica de Castlevania. Mas são pequenas particularidades num jogo que outra maneira seria perfeito… e nãs somos mais do que capazes de lidar com isso.

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03 – The Legend of Zelda: Phatom Hourglass

Caraca! Eu me lembro de gritar isso alto na Diskgames quando fui lá para comprar meu TLoZ:PH ou só PH, para os Íntimos. Eu me lembro de como abri a caixinha com medo… eu conhecia os gráficos e o som através de videos de internet… eu vinha acompanhando o desenvolvimento do jogos nos blogs dos desenvolvedores… eu sabia que a história era de Shigeru Miyamoto…. mas não sabia como Zelda funcionaria sem direcional ou botão de ataque… contando apenas com a tela sensível ao toque. E aí eu comecei a jogar… enquanto minha mulher escolhia o que queria levar. E o controle me conquistou… eu finalmente havia visto do que o DS era capaz em termos de inovação no controle. Tudo era fluído, tudo era rápido, nada era excessivamente complexo ou travava o seu desempenho. Era divertido, fácil de tomar nas mãos e excessivamente prático. O resto é história… PH quebrou recordes e mais recordes de venda e mostrou que o Toon Link havia vindo para ficar… e mal podemos esperar para colocar-mos nossas mãos em The Legend of Zelda: The Spirit Tracks.

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02 – Mario Kart DS

Vários jogos nessa lista são franquias velhas… macacos velhos que já conhecem os galhos e os cipós do universo do videogame… e metaforicamente seguram suas bananas com força. O mesmo deveria ser dito de Mario Kart mas, nós aqui no Mini e vários jogadores que conhecemos, achamos que esse não é só mais um jogo na franquia: Mario Kart DS é o MELHOR MARIO KART DE TODOS OS TEMPOS… É O MARIO KART PARA TODOS OS MARIO KART DOMINAR… PARA TRAZÊ-LOS… E PARA NA ESCURIDÃO, DO FUNDO DO SEU ARMÁRIO, APRISIONÁ-LOS.

Esqueça dois motoristas por Kart (como em Mario Kart Double Dash do GC), esqueça os glitchs e personagens (como Mario Kart 64 do… 64), esqueça essa história de motos (como Mario Kart Wii), esqueça essa idéia de tela dividida no meio e…. …. …. …. na verdade não esqueça não; essa não. Mario Kart DS volta as raíses do SNES e traz de volta o que Mario Kart é de verdade: Rápida, direta, carregada de itens e sacanagens, gorgolejante diversão.

Não que as inovações anteriores não fossem boas… elas são. Mas dê-nos Mario, Yoshi e cia ltda, dê-nos 64 pistas e deixe-nos soltos, com acesso a Nintendo World Connection e teremos uma ereção. Como em Mario Kart DS.

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01 – New Super Mario Bros

Mario Bros foi um sucesso de arcade, mas foi Super Mario Bros que destruiu o mundo e colocou o NES no mapa. Com fase após fase de perfeição condensada, criadas pela mente inspirada de Shigeru Miyamoto, controle soberbo, som criado pelo um dos maiores compositores do planeta, Koji Kondo, e gráficos de outro planeta (para a época). Quando New Super Mario Bros foi anunciado… o mundo parou, ficou quietinho por alguns segundos e realmente se deu ao trabalho de escutar o que estava sendo dito…

E o que veio foi tão bom! Muito muito muito bom! Os gráficos foram soberbos, e simpáticos, criando uma imagem única e inesquecível para o game. Seu controle é tão bom, que você tem a sensação de que tudo na tela foi feito para ser passado do jeitinho que você fez e o som carrega você para o distante reino dos cogumelos, onde a princesa Toadstool foi sequestrada (de novo) e Mario deve saltar para ação. Alías saltar só não: ele irá saltar, soltar bolas de fogo, ficar gigante, ficar invencível e correr como um louco. Tudo isso por fases que não só levam a nostalgia, como também demontram o enorme carinho da equipe de desenvolvimento pelo jogo

O que mais pode se dizer… é, na opinião da equipe do Mini, o melhor jogo do DS. E de quebra vem com mais de 15 microgames de grátis. Sim, são os mesmos games que estavam para ser desbloqueados em Super Mario 64 DS, mas agora já estão habilitados desde o começo… e são demais!

Yes!! Red Steel 2! Red Steel 2! Red Steel 2 !

Sim… nós teremos, e de forma exclusiva, Red Steel 2, no Wii. Permanecendo com um dos mais bem sucedidos FPS do console, lançado na primeira leva de games do Wii, Red Steel 1 nos levou em uma cruel caminhada pelo submundo de Tóquio, onde apenas o aço e a pólvora de protegem de uma morte dolorosa e cruel. Agora, com o auxílio do Wii motion Plus, a Ubisoft se prepara para levá-lo novamente as alturas, mas desta vez você vai lutar como quiser com sua espada.

O estilo gráfico melhorou e se tornou menos realista e mais fluído, quase como um Gengika, levando você, e seu personagem encapuzado, a uma metropolis cercada pelo deserto e tomada por gangues violentas. Tqanto pelo teaser que vazou na Net quando pelas demonstrações feitas aos jornalistas, os movimentos estão perfeitos… e se você não tiver pelo menos uma noçãozinha de como se usa uma lâmina, prepare-se para um mato se cachorro.

Estamos salivando e pulando na cadeira… mas a Ubisoft nos adiantou que esse bebê só vem no final do ano…

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E aqui vai o vídeo que vazou…

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360 e PS3 querem um Wii mote! A qualquer custo!

Dizem que a maior prova do sucesso de alguém é quando copiam você. Se isso for o caso a Microsoft e a Sony podem ter acabado de morder a lingua “Não acreditamos que seja isso que o consumidor quer!” dizia Kaz Hirai, presidente da Sony, no ínicio dess geração, sobre os controles do Wii. Só que agora, tanto pelas mãos da própria empresa como de empresas terceirasadas, ambos os videogames “hardcore” vão receber seus wii motes. Gozado, não é!?

O 1Up, o Engadget e a IGN já mostraram ao mundo o Gametrak Freedom, da empresa Gametrak, que é um Wii mote para o Xbox 360, contando inclusive com um jogo fofinho que acompanhará o aparelho:

7595Só que o novo burburinho na internet é que a microsoft talvez não se contente com isso e estaria trabalhando num dispositivo de detecção de gestos para Xbox 360. A informação é de que o sistema faz uso de uma barra com dois sensores, que também traz uma pequena câmera e um microfone embutido. Com isso, o dispositivo seria capaz de “entender” os movimentos do usuário, sem precisar de nenhum controle.  Ainda segundo os rumores, o sistema seria inteligente o suficiente para detectar os movimentos apenas da pessoa que está jogando, ignorando a “plateia” do sofá. Será possível mover objetos dentro da tela usando gestos e estão previstos jogos que usam vídeos e edição de vídeos. Talvez na E3 nos tenhamos mais informações sobre essa có… digo essa melhoria no desenho do Xbox 360

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Mas o melhor vem agora. “Quem desenha quer comprar!” diziam as antigas vovós… e isso não é verdade Sony?  O blog de videogame e cinema “Cut Scene” da internacional Variety, uma espécie de “revista da semana” dos  EUA, afirma que a Sony mostrará nessa E3 2009 seu Wii mote… ou seria o PS3 Mote… ou quem sabe o “many axis”.  Segundo o blog a informação deriva de diversas fontes, todas elas “muito familiares com a estratégia de futuro da Sony”.

Ainda segundo o blog o aparelho funcionaria em um processo muito semelhante ao Wii mote + Wii motion Plus, com 3 giroscópios e 2 oscilóscopios e com uma câmera que vai receber dados de um placar de Leds a ser colocado sobre a TV (troque os leds por infravermelho e n´so já vimos isso tudo antes, não é mesmo?!). Junte a isso o novo PSP sem mídia, apenas por download (todo mundo vai ser forçado a comprar um PS3 só para fazer o download de jogos, né Sony?!) e teremos as novidades da empresa mais baixa, mal acabada e retardada da história. Quem eles acham que são… acham que ninguém vai perceber. Acham que o único trunfo da Nintendo é um sensor de movimento…

Parece que tudo que segura o PS3 de pé é boa vontade dos fãs… cuidado Sony… isso é um comodite fácil de perder!

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