Para quem sempre quis saber um pouco mais do clássico XBOX (do qual sou fã), ei-lo:
Gerigasmo – O Mini dá “uma olhada” no controle S do XBOX e em alguns acessórios!!!
E como estamos falando do XBOX Clássico eis alguns acessórios!
A histórica edição de 25 anos de Street Fighter!
Eu ADORO Street Fighter (e Fighters da Capcom em geral ^_^) mas não sou um meste neles. Eu jogo relativamente bem mas, aqui em casa, quem manda no departamento de fighters é a patroa. Entrar online em fighters então… é se submeter a uma lição imediata, e meio trágica, de humildade. Logo eu me sinto muito pouco a vontade em falar da caixa definitiva de Street Fighter. Ainda bem que um grande amigo meu, o Junião do site Street Fighter.com.br tem uma… e ele vai falar dela para nós! Sem mais delongas…
Bom gente, depois de um mês após o lançamento oficial da caixa comemorativa, ela chegou em minhas mãos. Não foi do jeito melhor possível, tive que pagar um imposto ferrenho para resgatar o pacote aqui na agência dos correios local. Bem, como essa matéria tem a pretensão de revelar o maior número de detalhes possíveis, vamos aos valores. O produto foi importado através de pré-compra pela Capcom Store pelo valor de US$ 149.99. O valor do imposto foi R$ 237,00, incluindo uma taxa diária de R$ 3,00 por ter “ocupado” o armário dos Correios um dia a mais do que o permitido. O fato é que o aviso de entrega demorou a chegar em minhas mãos mas isso já é outra conversa. Sem problemas, o importante foi conseguir a tão sonhada caixa nessa última sexta-feira. Maravilha, estou com a caixa dos sonhos nas mãos. Bem, para os mais controlados em relação a dinheiro devem estar fazendo as contas do valor total do produto em reais. Junião ajuda, vamos lá! O preço total com o frete foi US$ 164.99 adotando um frete comum de US$ 15.00. Bom, pela cotação atual daria algo em torno de R$ 334,56. Se você tiver sorte, vai ser esse o preço. Agora, se tiver com azar, como eu, deve pagar cerca de R$ 234,00 de imposto, o que daria o valor total de R$ 568,56. Um tanto salgado não? Mas se você for fã da série e tiver o valor pra “investir” numa maravilha dessas o Junião te recomenda extremamente a compra. O valor mais barato que eu vi noMercado Livre foi de R$ 649,89, então talvez seria uma boa idéia importar mesmo! Bom, agora vamos ao brinquedo em si: Quando eu fui pegar a minha caixa nos Correios ela obviamente veio embalada em uma caixa de papelão com uma porção de etiquetas, sendo que uma me chamou a atenção em especial. Ela estava avisando para o produto ir a exibição na loja antes de sua abertura, na data de lançamento, pois trata-se de um novo produto.

Reparem na etiqueta vermelha na quina da caixa, ela atenta para a exibição na loja antes da abertura da mesma, na data prevista para lançamento. Vamos poder ver isso melhor se dermos um zoom na etiqueta. Vejamos:

Eu não sei quanto a vocês, mas eu sempre acho uma experiência ótima abrir uma caixa de um produto nesse nível. O ato de saborear cada momento de desembalar o produto normalmente é uma coisa que fascina os mais aficionados e os colecionadores em geral. Bom, quando rompemos a fita superior da caixa, imediatamente já nos deparamos uma embalagem externa preta com o kanji do akuma desenhado em branco.

Ao tirar a embalagem preta da caixa de papelão, temos a caixa plastificada com a co-embalagem externa de papel em volta.

Tirando a embalagem de papel, enfim temos a caixa com o plástico de fábrica.

Pronto, a hora chegou! Removendo plástico e abrindo o baú da felicidade, encontramos todo o conteúdo bonitinho e organizado dentro da caixa. São eles: Uma cordinha de crachá da Capcom com os personagens de S.F. se enfrentando em suas versões 8 bits, em batalhas aleatórias. Uma linda estátua do Ryu aplicando um Shoryuken ( que acende!! yay! 😀 ). 11 CD’s de música, incluindo trilhas sonoras oficiais dos principais jogos e alguns remixes feitos por fãs. Um disco de filmes intitulado: “An Anniversary Film Collection”. Dois discos de jogos sendo eles: Street Fighter X Tekken e Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Um Voucher contento Dois jogos completos: Super Street Fighter II HD Remix e Street Fighter III 3rd Strike. A faixa preta de karatê que Ryu usa, uma réplica em tamanho real. Conteúdos adicionais para download do Super Street Fighter IV: AE e Street Fighter X Tekken incluindo roupas adicionais e personagens extras (e diz a lenda que os donos da versão PS3 também poderão baixar os jogos da série Alpha via PS classics na PS Store). Um certificado único e exclusivo de colecionador assinado pelo cabeça atual da série, Yoshinori Ono. E pra terminar, um belo livro de artworks feitos por fãs ao redor do globo.

Agora vamos a uma imagem mais aprofundada do interior da caixa:

E agora uma olhada melhor no certificado de colecionador, com as palavras do sr. Ono.

Bom, agora vamos focar às fotos detalhadas de cada pedaço da coletânea que ainda não foram mostradas.

Fiz questão de colocar essa imagem da estátua do Ryu em tamanho colossal para vocês poderem ver os detalhes da estátua melhor. Eu acho de longe a parte mais legal da coleção. Ainda que o tamanho dela, na minha imaginação, seria maior, ainda sim é uma bela estátua. O detalhe da parte azul da base da estátua, como se fosse o vento ou a energia gerada pela potência do Shoryuken acende com duas pilhas AA. Genial! Dá até um toque de destaque para a peça na sua sala por mais sofisticada que seja sua mobília.

Aqui temos as 3 coisas que dizem respeito aos jogos em si. Um disco de vídeo contendo: “I am Street Fighter”, o documentário, “Street Fighter II The Animated Movie”, “Street Fighter IV: The Ties That Bind”, “Super Street Fighter IV: Original Film”, “Street Fighter – The Animated Series”. Na outra caixa temos Street Fighter X Tekken e Super Street Fighter IV: Arcade Edition. Na extrema direita, o voucher com os DLC’s a que o colecionador terá direito, os quais eu já cite mais acima.

Aqui a faixa original, réplica da faixa preta de karatê do Ryu! Outro item bem interessante de se ter. Reparem que eu fiquei com dó de desenrolar ela. Se eu lutasse karatê e fosse faixa preta, eu usaria ela nos meus treinos. Show de bola!

Uma cordinha de crachá! Essa eu poderia usar, se não fosse o sistema rígido e corporativista da empresa que eu trabalho! Quem sabe pra carregar o crachá de imprensa da Brasil Game Show de 2013! 😀

O primeiro dos dois discos de músicas por fãs. Nesse caso, músicas originais interpretadas por fãs.

O segundo disco, agora com remixes feito por fãs. Ainda não cheguei a escutar as músicas.

Esses dois discos com a trilha sonora oficial de Street Fighter X Tekken.

Trilha sonora oficinal do Super Street Fighter IV: Arcade Edition.

Trilha sonora oficial de Street Fighter III: Third Strike. Discos 1 e 2.

Dois discos de trilha sonora oficial do Street Fighter Alpha 3.

Super Street Fighter II Turbo trilha sonora original.

E pra terminar com as trilhas, Street Fighter, o original.

O livro de artwork de 25 anos. Um tributo dos fãs à série. Contém ilustrações feitas por fãs. Na foto, a capa do livro. Reparem os detalhes prateados no logo e na escrita. Muito bonito!

Uma foto do interior do livro. Do lado direiro podemos ter uma idéia sobre o desenho do brasileiro José Carlos Salvio Pereira Junior, de São Paulo (http://www.zecarlos.deviantart.com).
Resumindo a história toda, é uma baita de uma coleção! Se você ainda não tem e é um verdadeiro fã compensa e muito. Espero ter ajudado a tirar alguma dúvida que ainda possa ter sobre o conteúdo da caixa. Qualquer dúvida podem mandar comentários, dúvidas ou qualquer outra coisa e terei prazer em ajudar! Até a próxima e como diria o sr. Ono, Shoryuken!!!
Ademar “Junião” Seco Jr é um dos sócios colaboradores/fundadores do site www.streetfigher.com.br e um dos nomes em Street Fighter no país. Ele é um super colecionador de games que gosta de retrô, incenso e Resident Evil. Por vezes ele trabalha na mesma empresa que eu! Material utilizado sob autorização do criador.
Como seriam os Pokemons no mundo real? Realmente legais…
… ou pelo menos é assim que o artista RJ Palmer os faz. Esse artista de São Francisco tem dezenas de imagens baseadas em videogames em seu portifólio que você pode ver deviant, no tumbler e na página pessoal do cara. Eis alguns que nós pegamos só para vocês!
E meu Pokemon favorito! Morram mamíferos!
PS: Todo mundo notou os Dittos no chão? Alguém consegue explicar porque eles estão aí? (É uma pergunta retórica… eu sei a resposta… mas quero ver vocês me falando: é hora das teorias de conspiração de Pokemon!)
Sony demite mais de 10.000 pessoas!
Há algum tempo nós colocamos uma matéria aqui no Mini falando da condição financeira precária que a Sony estava, e que ela deveria demitir uma quantidade massiva de empregados. Pois é… e vai ser em uma tacada só! A Sony vai demitir 6% da companhia, pouco mais de 10.000 pessoas espalhadas entre Japão, Europa e EUA. O objetivo da empresa é “recuperar competitividade global”.
O plano teve início em 10 de outubro e continuará até março de 2013. A Sony cortará um quinto dos funcionários do sua base japonesa (pouco mais de 2000 pessoas), e fechará fábricas japonesas de celulares e lentes de câmeras (cerca de 2000 trabalhadores). Além disso, 1800 funcionários serão perdidos em subsidiárias que estão sendo entregues pela Sony a bancos japoneses, e mais 2000 colaboradores devem ser demitidos com o fechamento das operações da Sony Erickson na Europa.
Antes desta reestruturação massiva, a companhia havia reportado uma perda de 2 bilhões de dólares – embora as coisas estejam um pouco melhores agora, visto que a companhia “sangrou” apenas 312 milhões de dólares em agosto, mostrando que talvez as coisas não estejam assim tão perdidas para a produtora. Segundo a assessoria financeira da Sony, a empresa deve economizar 378,6 milhões de dólares no próximo ano fiscal com as demissões realizadas, fazendo com que a companhia volte a ficar no positivo.
O Mini deseja a melhor sorte do mundo para os funcionários demitidos e espera que a transição entre empregos para estes profissionais seja a mais tranquila possível!
Disney leva você de volta para a Ilusão! A continuação de Castle of Illusion vem aí!
Como parte do pacotão Epic Mickey 2 a Disney/??? está trazendo Epic Mickey: Power of Illusion para o 3DS. O game promete ser uma continuação espiritual do clássico game de 16 bits Mickey Mouse Castle of Illusion, com direito a uma linda paleta aquarelada, os mesmos sons quando os inimigos são mortos ou quando Mickey é atingido e uma história ligada a malvada Mirzabel, a bruxa que queria roubar a beleza de Minnie no primeiro game.
Mas qual não foi a minha surpresa ao ir a duas lojas de games no centro de Campinas, duas lojas grandes, famosas e bem equipadas de games, e perguntar se eles já tinham pré venda da continuação de Castle of Illusion apenas para receber uma cara de lhama com ponto de interrogação! “Castelo do quê?”, “Vai ter um jogo novo do Mickey no 360. É esse!” e “Como assim continuação espiritual?” foram várias das frases que me foram devolvidas entre olhares de indignação e dúvida – Seus sacripantas! Respeitem seus ancestrais! E já que a nova geração, aparentemente, não conhece o clássico – o Mini vai lembrar todos vocês!
Castle of Illusion é um side scroller com o típico posicionamento de câmera lateral em que o personagem anda da esquerda para a direita, com a capacidade de voltar para trás e tentar novos caminhos. Os inimigos são dispostos pelo caminho com rotinas de movimentação sem variações nem surpresas: se um inimigo atacar pulando e mordendo, todas as suas cópias farão exatamente o mesmo movimento, no mesmo tempo, com o mesmo dano.
Os cenários eram lindos na época, e continuam encantadores mais de 20 anos depois! O mesmo pode ser dito da animação – soberba sobre todos os aspectos (levando em conta as limitações de Hardware): Mickey “rebola”, coça a cabeça e tem expressões extremamente comunicativas. Os inimigos tem sorrisos ou “olhinhos” e tudo que quer te destruir parece fofinho e inofensivo. Mesmo quando Mickey morre tudo que acontece com ele é que ele “caí” para fora da tela… acompanhado de uma musiquinha que essencialmente diz: “Vamos lá… você quase conseguiu!”.
Aliás… falando em música, as de Castle of Illusion são sensacionais! Considerando a fraca placa de som do Mega Drive/Genesis (em comparação coma fantástica SCPH 7000 do SNES) a Disney fez miséria com as músicas deste game. Algumas das melhores melodias do 16 bits da SEGA estão nesse jogo… e eu garanto para você que depois de uns 10 minutos jogando você vai estar cantarolando elas ^_^!!!
O jogo tem cinco “portas” que são os diferentes estágios, que tem dezenas de subestágios, todos temáticos (embora eu nunca entendi porque o mundo dos doces fica dentro da biblioteca!): doces, livros, floresta, torre do relógio e por aí vai! Quando você termina os 5 estágios vai para a luta final contra a terrível Mirzabel… que era bonitona…
No mais era um super jogo, 20 anos atrás. Ainda é bem divertido se você conseguir um Mega Drive e rodar o jogo (ele não está no virtual console), mas não use em emuladores: sem o controle do Mega nem a placa correta de som o jogo perde grande parte da magia. Bom divertimento!
Jogando: Dishonored – Sem Spoilers!
Quando eu vi o primeiro trailer de Dishonored eu fiquei extremamente excitado. Universo Steampunk: Check. Alta ciência estilo Tesla soltando faíscas por todo lugar: Check. Uma sociedade política e economicamente a beira da ruína: Check! Uma história sobre amizade, amor e vingança: Check! Parkour por todo lugar com direito a teletransporte: Pela santa querupita… check check check!!!
Sim, eu fiquei excitado por Dishonored. Muito! Fiquei ainda mais excitado quando descobri que diversos profissionais responsáveis pelo incrível Bioshock, que haviam deixado a “Irrational Games” na época da produção de Bioshock Infinite, estavam no estúdio Bethesda fazendo essa joia. Foram 6 meses entre o primeiro Teaser e finalmente ter o jogo em mãos. E eu fico feliz… puta… eu fico muito muito muito muito muito feliz em dizer que o jogo é ainda melhor do que eu imaginava. Dishonored é um retorno ao que fez Bioshock 1 extremamente legal mas com melhorias que tornaram a experiência ainda mais encantadora.
Se eu tivesse que colocar para vocês, de supetão, o que é Dishonored eu diria que é o filho bastardo de uma relação a 3: Bioshock + Mirror´s Edge + Assassins Creed. No game você controla Corvo, um cavalheiro responsável pela segurança da Imperatriz em um Império de Ilhas decadente que vive da extração de um super combustível presente nos cetáceos deste mundo. Seu personagem foi enviado pelo restante do Império por meses, buscando ajuda dos estados súditos em combater uma praga que está matando a capital – sem sucesso. Quando vocês está reportando sua posição para a Imperatriz e a filha dela, ambas são atacadas por inimigos com a capacidade de se teleportar livremente, empurrar e puxar objetos. A partir da aí uma trama de mistério, revolta, traições e assassinatos se inicia, com Corvo sendo o vórtice louco girando sem controle. E no processo de solucionar essa crise você conhecerá muitas partes da cidade a fundo, verá personagens coloridos e vívidos e participará de batalhas animais. A quantidade de detalhe colocada lá só por atmosfera é destruidor – de quadros a óleo a máquinas de combate tudo parece saído de um mundo real, que funcionaria com aquelas regras. E o fato que a cidade é tratada como um personagem, reagindo a suas escolhas e mudando, torna a situação ainda mais legal!
E se a atmosfera é um delicioso bombom a jogabilidade é a bola de sorvete que ficou logo embaixo dele! Os botões superiores foram muito bem utilizados: a esquerda temos usar itens (ou poderes) no gatilho, com a roda de escolhas no botão; a direita temos golpes de espada no gatilho, com defesa usando a espada no botão – Você aprende em poucos segundos e vai usar pelo jogo todo… com detalhe de funcionar muito bem. O X interage com objetos, o A pula (apertando duas vezes ele põe o pé na parede ou objeto e salta um pouco mais alto, apertando e segurando, escala o objeto) e os outros botões são contextuais, um controle simples, fácil e rápido de dominar. E você vai dominá-lo enquanto tenta achar combinações para abrir cofres, salta sobre inimigos do terceiro andar de uma casa ou procura caminhos alternativos para evitar guardas até o seu alvo. Os cenários permitem dezenas de maneira de chegar aos seus alvos e várias maneiras de eliminá-los, seja matando-os ou não! Tomando o cuidado de evitar Spoilers, em uma determinada missão eu fui apresentado a 4 maneiras de me livrar de meus alvos, 2 letais e 2 não letais, algumas delas extremamente inventivas! Acredite em mim, Dishonored não é tanto sobre a morte do inimigo em si… é mais sobre o caminho até lá!
Graficamente o jogo é bonito, não é excelente e não vale uma carta para o seu amigo que mora no Tibet. As texturas são simples, os gráficos tendem para uma espécie de suave Cell Shading e a paleta é pastel. No entanto os cenários remontam bem uma espécie de cruzamento da era vitoriana com a renascença e são tão imensos e imersivos que você acaba por se acostumar, rapidamente, com os gráficos. A direção de arte é fantástica e, assim como em Half Life 2 e suas continuações, vai manter os gráficos atuais e bem feitos por anos a fio. As animações, no entanto, é que chefiam o carro dos gráficos deste jogo; tudo, do mais simples aflito (jogue para entender) ao maléfico Regente, passando pelos TallBoys e pelas torres elétricas, tudo tem animações incríveis, com movimentação suave e trejeitos que realmente definem os personagens. É claro que os personagens principais, com os quais você tem mais contato, tem uma gama maior de movimentos, mas mesmo mais simples dos “pedaços de cenário” não se movimentam como autômatos.
É claro que para completar essa atmosfera fantástica o som era fundamental. E ele é tão bom! A cobertura do nosso sorvete! Dos gemidos dos aflitos, os resmungos dos guardas no frio, as músicas assoviadas (que você pode achar as letras em livros infantis pelo jogo!)… enfim… brilhante. Os efeitos sonoros são animais, chegando até a assustar em alguns momentos, e as músicas são fantásticas – com especial atenção aos momentos onde você é descoberto e tem que sobreviver, utilizando mais movimentos do que um calango que recebeu anfetaminas!
Dishonored é uma obra de arte. E um jogo que provavelmente não vai vender muito. É ousado demais, irreverente demais e exige que o jogador pense – o que é complicado numa era de jogadores simplistas que estão esperando o próximo triplo A com um número na frente (Sim Black Ops 2 e Fifa 13 – EU ESTOU OLHANDO PARA VOCÊS… COM ÓDIO!). Eu realmente espero estar errado e que esse jogo faça todo o sucesso que merece, mas considerando que Mirror´s Edge e Bioshock foram sucessos de crítica, não exatamente de vendas, acho difícil. De qualquer forma é um dos meus jogos do ano de 2012, é muito muito muito bom e eu recomendo a todos que possam querer tentar algo diferente.
Porque Vingança soluciona tudo! Bom divertimento!
Com saudade do seu Super NES/Super Nintendo ?
Que tal esse controle que está sendo vendido pela EB Games Australiana? Essa “versão SNES” do Wii U Pro Controller essencialmente enfia um controle de SNES ali embaixo do seus analógicos – se você entendeu a minha deixa!
O conceito é animal mas vale um aviso: O controle não é feito pela Nintendo! É feito por uma produtora independente e você pode querer esperar para ver reviews da qualidade do produto antes de pedir um. Caso você queira ser um dos primeiros a ter, no entanto, você pode comprar um agora mesmo por AUD $48 (US$ 49 – aproximadamente R$ 99,17 no dólar de hoje – 18/10/2012 ), o que é aproximadamente US$ 30,00 dólares menos do que o preço estimado do Wii U Pro Controller real.
Segundo a EB Games os produtos começarão a ser enviados em 30 de Novembro, data de lançamento do Wii U por lá. Parece muito legal!
Square trazendo um triplo A para o Wii U…
… só não sabemos qual!
É isso mesmo! A “Straight Right Studios” que está responsável por trazer o fantástico Mass Effect 3 da EA para o Wii U está trabalhando, com uma equipe enorme, em trazer um game da Square Enix para o novo console de mesa da Nintendo. Considerando que o Tomb Raider novo já estava a caminho do Wii U, todo mundo está coçando a cabeça pensando em que game poderia ser. O Mini acredita que será OU Deus EX: Human Revolution (que ficaria animal com a tela a mais) OU Hitman: Absolution OU Final Fantasy XIII 2.
Mas o que realmente nós estamos torcendo é que seja Final Fantasy Versus 13! Seria demais!
80 horas de jogo com uma carga! Prepare-se para jogar muito….
… no seu Wii U Pro Controller. Já haviam rumores, é verdade, que a bateria do valente aqui embaixo era de quebrar quarteirão. Mas a confirmação veio da própria Big N. Uma carregada de bateria (3 horas para carregar completamente) rendem 80 horas de jogo! Só para comparar os controles atuais do Xbox 360 e PS3, quando usando baterias de lítio (lembrando que o controle do 360 normalmente usa pilhas), tem cargas médias de 25 horas.
É para jogar para c@!#$%& !!!












