… resolveu que realmente gosta de grana. E que pode dirigir um monte de coisas ao mesmo tempo. Então ele está com um projeto em cooperação Square Enix – Konami (Deus… que seja ???), Silent Hills (em conjunto com o diretor Guilhermo Del Toro) e com Metal Gear Solid 5.
E agora colocou a seguinte foto no próprio twitter
O que diabos é isso? Um remake de todos os MGS para o PS4? Ao estilo de Master Chief Collection? Ou vamos finalmente ter a versão do Cubo em HD? Tudo que Hideo Kojima fala sobre o assunto é que não terá versão para XBOX One porque “MGS 4 não será lançado fora das plataformas Sony”. Ok… então seu filhodocão que não explica nada.
Como se faz o review de um jogo como Wii U Sports Club? É meio difícil porque o jogo é excêntrico: É um remake do jogo de lançamento do Wii (Wii Sports) de 2006, foi lançado aos pedaços em 2013 no e-shop e essa versão em caixa custa mais caro do que comprar todos os games juntos virtualmente. Como exatamente isso se sustenta? O que diabos está na caixa física do jogo?
Um disco e um manual. E acabou.
Sim… eu fiquei razoavelmente puto. Mas bastaram 5 minutos com o jogo dentro do drive do Wii U para que a putisse passasse. Por que?
Bom… primeiro porque a Nintendo tem e sempre terá um pedaço mole do meu coração.
Segundo porque a sensação de levantar do lugar onde você está e ir se mexer é muito boa se colocada em conjunto com videogame.
E terceiro…
Então vamos lá. O jogo físico é vendido lá fora por US$ 49,99 (enquanto sua versão virtual custa pouca coisa menos que US$ 45,00) – aqui no Brasil as lojas estão vendendo ele por R$ 149,99, sem choro nem vela. O conteúdo do pacote é o mesmo que vinha no disco do Wii Sports, lá em 2006, consistindo de 5 esportes sendo eles: Tênis (que pode ser jogado sozinho ou em dupla, online ou local, cooperativo ou competitivo), Boliche, Golfe, Boxe e Baseball (todos esses podem ser jogados online ou local, mas apenas em modo competitivo).
Por que a Nintendo não colocou esse game na memória de todo Wii U vendido vai além da minha capacidade cognitiva! Sério! Olha que maravilha “Você tem um Wii! Esplendido! Pegue seu controle e venha jogar uma versão melhorada do clássico que te acompanhou até agora! Você não tem um? Venha conhecer o que todo mundo, e a mãe de todo mundo, vem comentando a anos!”. Eu realmente não sei o que a Nintendo estava pensando… mas vá lá.
Os jogos receberam retoques visuais interessantes e extensos mas, considerando que nunca foram games onde os gráficos eram assim tão importantes, a maior parte absoluta das pessoas não vai dar um coco de cachorro para as melhorias. Mas elas estão lá e são inúmeras: o jogo roda a 1080p, a 60 fps, todas as texturas de todas as arenas e campos receberam um upgrade considerável de qualidade, as expressões dos miis estão bem melhores, entre outras coisas.
Golf e Boliche estão exatamente iguais suas contra partes em Wii Sports Resorts, com a única exceção de que você agora tem um visão superior da bola (em golfe) ou o controle de pontuação (em boliche) direto no seu Wii U GamePad. Faça o movimento e ele será transmitido com fidelidade total ao game – o lance de olhar a bolinha de cima é legal pacas. Boxe e Baseball – que são vendidos juntos caso você esteja comprando os passes virtuais dos games – salvo as modificações gráficas são exatamente iguais a suas versões anteriores (muitos jogadores estão dizendo que ficou muito mais preciso e que os controles de câmera e de fotos no Game Pad são inovadores… eles estão todos errados). Ainda é divertido, principalmente se você conhecer baseball ou tiver um segundo player que adoraria socar, mas não deixam de ser exatamente o mesmo game que jogamos no final de 2006.
Tênis é o game que sofreu mais modificações. A jogabilidade utiliza os moldes do tênis de mesa de Wii Sports Resort, com o Wii Motion Plus (que agora é parte integrante de todo Wii mote), e tem um quantidade de movimentos enormes. As animações dos personagens ficaram mais fluídas, a diferentes quadras e a IA do game ficou muito mais agressiva. Todos os games no pacote são divertidíssimos e vão gerar horas de diversão mas Tênis vai, com certeza, capturar você.
Todos os jogos contém modos online, que funcionam muito muito bem, sem nenhum lag ou qualquer problema para encontrar competidores. Você pode postar seus recordes nas suas comunidades no Wii Wara Wara ou enviar mensagens com seus recordes para seus amigos. As músicas ainda são exatamente iguais as do produto original, lá de 2006, e lembram músicas grudentas de elevador – você vai, com certeza, lembrar delas… e isso não faz elas melhores.
Wii U Sports Club é um excelente jogo – principalmente porque comprova que o Wii Sports, lá de 2006, era também um excelente jogo. É divertido, consegue trazer qualquer pessoa para jogar e vai fazer você suar a camisa um pouquinho. Há uma enormidade de novos modos de jogo, desde a contagem de calorias a modos de treinos e desafios para mestres nas modalidades. No entanto acredito que o game é um pouco caro, principalmente considerando que deveria ter vindo de graça no Wii U ou ter sido lançado por um preço que permitisse comprar sem pensar.
Enfim… pegue caso queira algo para jogar com uma galera e fazer todo mundo rir!
O Mini volta a Metro City para acabar com mais uma gangue para o prefeito Haggar! Sim! Bem vindos a mais um Final Fight … Final Fight 3 para o Super Nes!
Pode ser que você seja A negativo, B positivo ou o elusivo O negativo – nada disso importa para a Square que pretende vender Final Fantasy Type 0, um FF até então exclusivo do PSP, parte do projeto Nova Crystalis (que continha FF XIII, XIII versus e este jogo) em uma versão HD nos EUA.
“Porra… nunca ouvi falar desse jogo!” Lava essa boca moleque! Mas é normal que ninguém tenha ouvido falar, era exclusivo do Japão e é um FF considerado “pesado” para os japoneses. A história envolve uma força de combate formado por crianças e adolescentes considerados dispensáveis, com direito a gravidez indesejada, incesto, aborto e filosofia Nietschiana.
O fato é que a versão HD do jogo está mais de 80% completa (seja lá o que isso quer dizer) e deve chegar ao PS4 e XBOX One no primeiro semestre de 2015. Ainda não temos vídeos da versão final, mas abaixo temos um vídeo da versão do PSP rodando num emulador com pacotes de textura instalados e rodando a 60 fps!
E de quebra você ainda pode mandar aquele seu videozinho safado com a Patroa para a Web!
Não entendeu bulhufas do que eu falei até agora? Desencana que eu explico! A Sony rolou pelos campos verdejantes dos 10 milhões de PS4 vendidos a última atualização de firmware ontem. Com essa atualização o PS4 agora é capaz de enviar vídeos direto para o Youtube (após edição no Share Factory) além de permitir a instalação de temas…
… porque o que seria do mundo se você não pudesse instalar temas no seu PS4?
De qualquer forma a atualização resolve vários problemas de estabilidade do sistema e deve deixar uma série enorme de pessoas felizes – eu entre elas – com a facilidade ainda maior de enviar conteúdo online com velocidade e qualidade!
Sim… todo mundo está cansado de saber que é legal demais! Sim… todo mundo está cansado de saber que é assustador para cacete! Sim…. todo mundo já viu o vídeo com as reações das pessoas jogando isso na Gamescon!
Caso você seja uma alma desgarrada que não viu!
Ainda assim… Parabéns Konami! E Parabéns ao senhor Kojima, por provar que ele é mais que MGS, e ao senhor Del Toro, por continuar provando para mim que é um completo, e imensamente adorável, doente mental!
É provável que você nunca nem tenha ouvido falar de Freedom Wars… o que não seria assim tão terrível. Freedom Wars é um jogo bastante promissor, um triplo A, que pode colocar o Vita de volta no radar de muita gente!
Mas, considerando que é um J-RPG de ação, com combate semelhante a Monster Hunter, com possibilidade de jogo online ou Ad-Hoc cooperativo para até 4 pessoas, com uma mecânica de ganchos e saltos precisos, não parece que vai trazer aquela massa jogadora de Call of Duty/Battlefield direto para o console de bolso da Sony.
Dito isso… OHMEUDEUS!!! Eu quero me banhar nisso! Quero jogar isso no meu rosto e sentir escorrer pelo corpo todo! E pensar que eu vou poder jogar isso em qualquer lugar é ainda mais legal!
O jogo deve ficar disponível no primeiro semestre de 2015, pelo menos no Japão. Nem sinal de que venha para os EUA, mas ainda é meio cedo para começar a reclamar!
As grandes produtoras não gostam muito dos consoles da Nintendo. Enquanto muitos jogos ruins encontram números expressivos de vendas em outros consoles os exclusivos Nintendo acabam, por muitas vezes, por elevar o nível de qualidade esperado de games, diminuindo vendas de franquias dadas como “matadoras” em outras plataformas.
Sim – os Nintendistas podem reclamar o quanto quiserem de serem abandonados, mas quando as empresas colocam suas franquias nos consoles Nintendo, mesmo em versões idênticas a dos outros consoles, as vendas são sempre muito muito muito muito abaixo do que são em outras plataformas.
Segundo a Activision as vendas dos últimos dois CoD não justificam os custos da equipe necessária para fazer a adaptação do game para o Wii U. Além disso, segundo Michale Condrey, da produtora do novo Call of Duty Advance Warfare, a Sledgehammer “Teríamos enormes dificuldades em portar os motores gráficos que estamos utilizando para o hardware do Wii U. Além disso utilizar os diferenciais mercadológicos do console da Nintendo, como a segunda tela no controle e a mira por Wii mote gerariam um novo custo per si, pois demandariam tempo e uma equipe para isso. A decisão, pelo menos de início, é que o Wii U não receberá nosso novo game.”.
Ou seja, 1/3 da culpa é do hardware, 1/3 da culpa é da necessidade de ganho da Activision e 1/3 da culpa é SUA! Sim SUA! Você aí seu reclamão de meia tigela que compra um Wii U, não compra nada a não ser jogos Nintendo e depois reclama quando alguma produtora diz que não irá lançar/irá atrasar seus lançamento no Wii U. Talvez, apenas talvez, se a enorme quantidade de donos de Wii U que reclamam sem nunca comprar um jogo efetivamente colocassem a mão no bolso algumas mudanças viriam.
Mas considerando que é COD… acho que nenhum Nintendista ficou sentido com essa notícia!
Parece que Kevin Spacey não vai visitar meu Wii U mesmo!
Nós sabíamos que iá ser assim! Nós sabíamos! Mas não custa avisar, né?!
Junto com a confirmação de todas as novidades de seu “new 3DS” a Nintendo confirmou que pelo menos um jogo está em desenvolvimento para ser utilizado unicamente no novo Hardware. E esse game é ninguém mais ninguém menos que o fantástico, incomparável e avassalador, Xenoblade, o RPG da Monolith que destruiu mundos e chutou bundas!
E não pensem que será uma versão meia boca não! O novo processador do “new 3DS” permitirá uma versão tão linda quanto a do Wii!
As más línguas falam até em mais bonita!
De qualquer forma, gostando ou não gostando do novo 3DS, o game chegará para detonar em algum momento do primeiro semestre – pelo menos no Japão. Nenhuma palavra foi falada sobre o game vir para o Ocidente, mas considerando que o lançamento dele no Wii demorou 2 anos e exigiu uma campanha massiva na internet com direito a boicotes a Nintendo e tudo mais, eu esperaria sentado!
Não! Não é uma modernização tosca como o DSi! (Que não rodava GBA e tinha poucos jogos bons no serviço de download dele. E nem comecem a falar daquela câmera!)
Esse trailer já vai dar uma boa adiantada – prossiga com a gente para a versão em português e mais detalhes!
O “new 3DS” está mais para GameBoy color do que para DSi. É um 3DS com uma tela de 3D melhorada, com uma resolução ligeiramente mais alta e que permite visualização de uma quantidade de ângulos maiores …
Finalmente as pessoas vão assistir você jogar 3DS em 3D!
… o que significa o fim daquelas dores no pescoço de ficar na mesma posição e vai permitir jogar com o 3D ligado por mais horas. Mas as novidades estão longe de acabar por aí – por dentro o “new 3DS” conta com um processador consideravelmente mais rápido e mais robusto, que vai permitir gráficos melhores e novas interações em software feito exclusivamente para ele além de processamento muito mais rápido e suave de software já existente (ou seja, jogos que já existem de 3DS e de DS rodarão melhor e com mais rapidez no novo portátil). Do lado desse processador extra robusto você vai achar uma bateria melhor que a atual que vai permitir entre 30 a 120 minutos a mais de jogo, dependendo das condições, uma banda de transferência wireless mais rápida (o que permite downloads e uploads bem mais rápido), uso de cartões micro sd (com compatibilidade para HD micro SD de até 320 GB que pode ser expandido por software posteriormente) e um sistema de NFC (Near Field Communication – comunicação de campo próximo) que vai permitir usar os amibos (se você não sabe o que eles são, clica aqui!) colocando-os diretamente sobre a tela sensível ao toque!
Mas as novidades não são só internas no “new 3DS” – por fora o portátil também ganhou melhorias. A primeira, e mais marcante delas é o aumento de tamanho dos botões, assim como a diversificação de cores dele, lado a lado com um segundo analógico (na verdade um botão analógico criado pela Nintendo chamado de Analogic Thumb – literalmente dedão analógico – que é bem semelhante em toque e resistência ao segundo analógico do GameCube) chamado de botão “C”. O esquema de cores e o formato dos botões vem diretamente do Super Famicon japonês (clássico e lindíssimo) e somado ao novo analógico deve permitir melhor controle de câmera e de jogo para jogos novos e antigos – a Nintendo já confirmou que todos os jogos que funcionavam com o circle pad pro utilizarão sem problemas o botão C.
Mais portátil e mais simples de usar que o circle pad pro. Mas será mais confortável?
Além das mudanças externas frontais o novo portátil tem quatro botões de ombro (todos que estavam no Circle Pad Pro), Start e Select passaram a ser botões redondinhos e macios e o botão de HUB ficou embaixo da tela sensível ao toque, bem menor e menos intrusivo. A entrada de cartuchos migrou para a frente do aparelho que ficou mais pesado em sua versão normal (new 3DS) e mais leve em sua versão GG (new 3DS XL) – as medidas são as mesmas dos aparelhos iniciais.
O novo 3DS, em seu modelo padrão, vai ser lançado em branco e preto, além de uma edição especial, que vai acompanhar o lançamento de Monster Hunter 4 G…
… mas permitirá o uso de “capas”, assim como o GBA Micro, que permitirão “vestir” seu 3DS… opa… desculpa… seu novo 3DS, como você quiser.
O lançamento ocorrerá no Japão dia 11 de Outubro deste ano, pelo valor aproximado de US$ 175,00 para o modelo padrão e US$ 200,00 para o modelo XL. As capinhas estarão disponíveis a partir do lançamento com preços variando entre US$ 10,00 e US$ 35,00 – haverá ainda uma base de recarga vertical a venda…
… por aproximadamente 15 a 20 doletas.
Tá Marcel! E a gente com isso? Os jogos vão ser os mesmos que os do 3DS, certo?
Sim e Não!
Alguém aqui se lembra de como foi o lançamento do GB Color? Bom… como isso é um texto e não posso ouvir vocês responderem vou partir do pressuposto que não lembram. E que nem sabem o que é o GB Color.
Ok! O Game Boy, o terceiro portátil mais bem sucedido da história, era um must no final da década de 80, começo dos anos 90. Quem tinha era o cara e quem não tinha queria um! Depois de alguns anos de sossego, vendo seus competidores falharem um atrás do outro, a Nintendo resolveu acabar com as piadinhas sobre seu portátil não ter cores e lançou uma versão modernizada do Game Boy. Esse novo aparelho tinha um processador mais robusto, uma tela colorida e uma porta de infravermelho, que permitia troca de dados entre sistemas sem serem necessários fios. Além disso o sistema utilizava toda a biblioteca de jogos já existente de Game Boy, além de jogos que utilizaram sua nova tela e sua (bem) maior capacidade de processamento.
No lançamento do GB Color houve um grave problema para lojistas e pais – pais queriam comprar um Game Boy que rodasse todos os jogos para seus filhos, mas quando iam a loja e pediam um Game Boy, levavam para a casa um portátil em branco e preto que não rodava os jogos específicos de Game Boy Color. Pais que pediam por um portátil que rodasse tudo se viam pagando mais caro sem entender porque havia uma diferença de preços. E o fato que mais de 60% da biblioteca do Game Boy Color TAMBÉM rodava no Game Boy original não ajudava a diminuir a confusão – lojistas tinham dificuldade de discernir quais jogos funcionavam ou não em quais aparelhos e por um período (até a Nintendo padronizar as caixas, que passaram todas a vir com o label “Game Boy Color” e uma das duas frases “Compatible with all Game Boy” – compatível com qualquer Game Boy – ou “Only for Game Boy Color” – Apenas para Game Boy Color). No fim o Game Boy Color acabou convivendo com seu irmão mais velho, sem conseguir completamente aposenta-lo, até a chegada do GBA – Game Boy Advance – seu sucessor de 32 bits.
A situação aqui caminha para a mesma coisa. O novo 3DS não é exatamente um sucessor – não se trata de um salto tecnológico ou de uma mudança de paradigma que permitiria exclamar “Rufem os tambores a Nintendo tem um novo portátil!”. É mais do mesmo mas com uma tela melhor e um processador mais poderoso – EXATAMENTE COMO O GAME BOY COLOR na década de 90! Por uma questão de mercado e base instalada eu aposto, e ganho, que a maior parte absoluta das empresas vão continuar fazendo games para o 3DS que, se colocados em um “new 3DS” vão ativar novas funcionalidades, inerentes ao novo sistema. E prevejo um problema semelhante ao do GB Color para lojistas e pais – principalmente com a Nintendo confirmando que haverão jogos que funcionarão apenas no novo Hardware (veja nosso próximo Post).
O novo 3DS vai vender muito bem! Como pãozinho quente! É um portátil, é da Nintendo e vai resolver um monte de problemas que um monte de gente tinha com o portátil (não tem segundo analógico, a resolução é pobre, os downloads são lentos, etc…) . Pais, usuários mais novos e usuários não hardcores ficarão felizes com o suporte a longo prazo para o aparelho, com os Amiibos e, muitos deles, já estão acostumados com a indústria de celulares e suas constantes modernizações, de forma que eu não vejo o 3DS tendo um resistência muito grande nesse aspecto. Na minha mente só sobra uma pergunta: porque não foi lançado desse jeito lá em 2011? Principalmente visto que um segundo analógico, cartões micro sd e a tecnologia da tela já existam lá atrás.
É mais uma prova da Nintendo mandando bem de um jeito extremamente bizarro.