Cortesia do compositor Neil Davidge, responsável pelas músicas de Halo 4, que colocou algumas delas em seu Sound Cloud para o mundo ouvir. Ei-lás!
Simplesmente Fantástico!!!
Cortesia do compositor Neil Davidge, responsável pelas músicas de Halo 4, que colocou algumas delas em seu Sound Cloud para o mundo ouvir. Ei-lás!
Simplesmente Fantástico!!!
Mas o que exatamente é uma especialização em Halo 4? Funciona assim: cada classe em Halo 4 vai liberar certos tipos de peitorais, capacetes, ombreiras, glaives, tornozeleiras, coquilhas, protetores dorsais, botas, joelheiras, emblemas, texturas de armadura, texturas para armas e uma cor de visor. Tudo isso é liberado do nível 1 ao nível 9 (ainda não sabemos se é liberado automático… mas aparentemente você ainda tem que comprar as peças liberadas com pontos). No nível 10 de cada especialização você ganha uma qualidade (perk) que pode ser aplicada ao seu personagem MESMO QUE VOCÊ ESTEJA SUBINDO NÍVEIS DE OUTRA ESPECIALIZAÇÃO. Ex: Você atingiu nível 10 no Wetworks , tendo o perk, e começou a jogar com o Pionner, usando o perk ganho do Wetworks. Apenas um perk funciona por vez… logo vamos conhecer cada uma das especializações.
Um detalhe: Todo mundo que NÃO comprar a versão de colecionador começa com apenas duas possíveis especializações – o Pionner e o Wetworks. Todas as outras serão, segundo a 343, colocadas a venda na Xbox Live ao longo dos meses seguintes do lançamento. Acredite em mim, a vantagem que elas dão, sozinhas, vale o preço da edição de colecionador.
Wetworks (sem uma tradução direta para o português – mas é a gíria utilizada para soldados americanos que fazem missões ocultas).
Se você é fã de missões stealth, oculto no meio do inimigo, você vai adorar essa classe. Ela premia com armaduras mais finas, esguias e voltadas para o mínimo de visibilidade. Além disso o perk permite que você corra sem fazer barulho, suas animações de assassinato sejam mais rápidas (deixando você menos tempo aberto a um contra ataque, um pig ou um show stopper) e torna você invisível a Promethean Vision (uma habilidade de armadura que permite ver através das paredes). Só para clarificar você NÃO fica invisível no radar. O detalhe legal é que, em Halo 4, as armaduras fazem MUITO barulho (pense em uma pessoa de 140 a 150 Kg, vestido uma armadura tão ou mais pesada que ela…), logo essa classe fica especialmente útil.
Pionner (Pioneiro)
A maior parte dos jogadores vai conhecer pela Pionner. Não só porque as peças de armadura premiadas vão ser mais próximas do padrão de Halo: Reach mas porque o perk desta especialização chama Fast Track (literalmente “pista rápida”). E o que ele faz? Quando você ativa o Perk ele vai dando multiplicadores a XP ganho por morte, dependendo do tipo de morte, quantidade ou velocidade. O detalhe é que o Fast Track tem um tempo, e acaba, fazendo com o que jogador tenha que esperar um pouco antes de reutiliza-lo. Outro detalhe é que ele não pode ser usado por partes – ex: ligá-lo logo antes de matar alguém e desligá-lo em seguida até achar outro alvo. Ligou, já era! Ele fica ligado até acabar a barra. Isso forçará os jogadores a lutar de forma agressiva.
Enginner (Engenheiro)
Em Halo 4 as armas mais poderosas não aparecem nos pontos de Spawn… elas caem do céu. Literalmente! A cada tanto de tempo, randomicamente, um caixa caíra do céu, em algum lugar do mapa. A primeira pessoa que chegar lá tem três escolhas: uma arma (lança foguetes, rifle sniper, laser spartan, etc…), algumas granadas ou um Power up (munição infinita, saúde infinita, armadura infinita, velocidade duplicada, etc…). O perk do engenheiro faz com que ele receba um aviso, no visor, cerca de 15 segundos antes da queda, informando que uma caixa vai cair e ONDE. Além disso, se você estiver muito distante da caixa, de forma que seria impossível alguém da sua equipe se aproveitar dela, você será informado o próximo ponto de queda… mas não quanto tempo vai levar para a próxima caixa cair. Um formidável auxílio para qualquer equipe.
Tracker (rastreador)
Enquanto o Enginner sabe aonde o objeto vai cair, o Perk do Tracker, chamado Requisition form (literalmente “formulário de requisição”), permite que ele modifique o interior da caixa de equipamento que caiu. Como assim? Bom… vamos supor que a caixa tem uma arma de combustíve OU 3 granadas incendiárias OU escudos duplos. O Tracker pode usar o perk para “reabrir” a caixa, com um novo conteúdo dentro. O novo conteúdo ainda é randômico, mas não terá nada que apareceu na vez anterior. Com o uso disso o Tracker pode, realmente, tirar uma arma poderosa do nada e espalhar o terror.
Rogue (pode ser traduzido como renegado ou ladino, mas aqui foi usado no contexto de alguém que age sozinho)
A especialização dos snipers! Antigamente, em Halo, quando você levava um tiro, usando a mira de longa distância, você era retirado dela. Não mais. Com o Perk dessa classe, nomeado de forma hilária soak up (algo como “engula quieto” ou “agüente”), o personagem não perde a mira mesmo sob fogo cerrado. Segundo a 343 “Nada além de ser atropelado ou explodido, vai tirar a mira deste soldado”.
Stalker (Perseguidor)
Se você atira em alguém, tenha certeza que você o matou. Porque seu dia vai ficar bem chato se ele for um Stalker. O Perk dos Stalkers é o nemesis vision, que marca com um ícone, no seu visor, a posição da última pessoa que te matou, assim como dá última pessoa que atirou em você mas não conseguiu te matar. Mesmo que a pessoa esteja usando o Wetworks, ela é visível para você! Pense nisso em um grupo com comunicação constante e os resultados serão mais do que satisfatórios.
Pathfinder (Algo como “Encontrador de Caminhos” ou “Guia”)
Minha especialização surgiu – obrigado do fundo do coração 343. O Perk do Pathfinder faz as armas dos veículos funcionarem por mais tempo e demorarem menos para recarregar. Além disso o Perk, chamado Gunner (atirador) permite que você carregue turrets pelo campo de batalha SEM PERDER VELOCIDADE. Você literalmente poderá fazer o sprint (aquela corridinha) com um turret lança foguetes na mão. Como eu sempre digo a minha equipe “Let the big man do his job!!!” (Deixa o grandão fazer o serviço dele!).
Operator (Operador)
Se você é o motorista designado eis a sua especialização. No passado você podia paralisar ou derrubar um veículo usando um tiro da pistola de plasma convenant, que funcionava como um EMP – mas se o jogador no comando do veículo tiver o Perk desta especialização, nomeado Wheelman (literalmente “motorista”), ela terá um pouco mais de resistência a isso. Se for uma nave vai perder alguma altura ou perder os escudos, se for um veículo vai ficar sem poder usar as armas, mas não vai parar de se mexer. Além disso o Perk permite que o veículo comandado pelo jogador recupere energia bem mais rápido que o normal. Só um detalhe, para o perk funcionar o Operator tem que estar dirigindo o veículo… ou seja, nada de sentar na cadeira lateral ou querer ser o atirador. “Em Halo 4 vamos dar mais incentivos para quem dirige bem e presta assistência. Os jogadores vão querer dirigir!” disse a equipe da 343 sobre o Operator. Só posso concordar.
Eu já estava excitado com Halo 4. Agora mais do que nunca…. para ficar perfeito, só faltou a especialização “Chief” que permitira atirar com duas armas ao mesmo tempo. Vamos lá 343! Eu quero, vocês querem e o Master Chief quer! Façam acontecer!
Chegou! Darksiders 2 chegou! E o meu dia melhorou muito depois disso. Não que estivesse ruim antes, mas esse é um game feito para mim. É quase como se os criadores do jogo tivessem dito “Sabe o Marcel? Aquele gordinho, Brasileiro, que curte mangás, comics, Zelda e God of War? Vamos fazer um game para ele!”. E Darksiders 2, assim como Darksiders 1, traz quase tudo que eu gosto em um só pacote! E não se preocupem… esse review foi feito sem Spoilers da história, que é animal!
Dito isso é um jogo perfeito? Não. Tem seus problemas, e nós vamos comentar cada um deles. Mas é um jogão!
O Gameplay do jogo é muito legal… e tem que ser, porque copia descaradamente e sem vergonha de três fontes maravilhosas: Zelda, God of War e Prince of Persia. Death se move como uma versão imensamente puta e muito mais pesada de Kratos (sim… mais puto que o Kratos), todos os movimentos, mesmo os mais graciosos, são cheios de força e energia e a forma de realizar o combate não é muito diferente do que sua contra parte Grega: um botão de ataque fraco (normalmente uma arma mais fraca e rápida), um botão de ataque forte (normalmente uma arma bem mais pesada, como a foice grande ou um martelo), um botão de pulo e um botão para ataques de longa distância (pistolas, chakras, chicotes de energia, etc…). Além de lutar como um Deus grego Death se move como um certo príncipe das Arábias: ele salta de um ponto ao outro com facilidade, anda na parede e no teto e usa movimentos nitidamente inspirados em Parkour para superar obstáculos ou não perder velocidade na movimentação pelos cenários. E usa itens como um certo Hyruleano: Você conseguirá dezenas de equipamentos, desde de botas que dão habilidades extras, a pedaços de armaduras, armas que podem ser usadas para puxar e empurrar coisas, etc…
Sumarizando, o Gameplay do game é animal! E o controle não fica nem um pouco atrás… responde no talo e é facílimo de comandar. Death se move como um espectro, ataca como um raio e tem uma velocidade de resposta que não atrapalha nem enfadonha. É muito muito bom.
O som é muito bom. Dos barulhos que as armas fazem a sonoplastia do cenário, o departamento sonoro é nota dez. As vozes foram bem escolhidas e salvo uma ou outra interpretação canastrônica, seguram bem o clima. As músicas são muito legais… mas nada para escrever para a mãe!
Os gráficos, infelizmente, podem ser considerados um dos dois pontos mais baixos no jogo. Death é lindo, assim como os chefes e os principais inimigos e amigos (talvez como muitos detalhes copiados de Senhor dos Anéis…) mas o resto dos inimigos não tiveram o mesmo tratamento: animações picam, inimigos atravessam cenários sem dar um passo, surgem de dentro de objetos da geometria da sala, por vezes tem texturas pobres ou que demoram para carregar, etc… Os cenários, embora vastos, tem uma qualidade gráfica semelhante a de Twilight Princess do Wii, o que não é ruim, mas considerando que este Zelda saiu em 2006 em um sistema que não suporta gráficos HD, a comparação é mais uma crítica do que saudação. Some a isso alguns glitchs, como ficar preso em pedaços dos cenários e ver partes dos inimigos ficarem invisíveis e você vai começar a achar que esse jogo tinha que ter continuado em produção por mais um tempinho.
O único outro ponto que pode ser considerado um empecilho para alguns é a repetição: Death literalmente pinta o chão com purê de onda após onda de inimigos. As lutas com os chefes são imensamente legais e bem feitas e lembram uma mistura curiosa, e extremamente bem sucedida, de God of War com Shadow of Colossus, se tornando memoráveis, mas o mesmo não pode ser dito dos centenas de inimigos secundários que são varridos por sheer awesomeness emanando de Death. Não foi um problema para mim, mas pode ser um problema para alguns.
Se você jogou Darksiders 1, e sabe como o jogo termina, não haverão surpresas – pegue esse jogo agora e seja muito muito feliz. Se você nunca jogou Darksiders, não tem mais desculpas, o jogo original (Darksiders 1) está R$ 59,00 na Xbox Live e o jogo novo é ainda mais legal. Se você é um fã de Zelda, God of War ou Prince of Persia, faça um favor a si mesmo… não deixe de jogar. Darksiders 2 é um jogão que vai passar abaixo do radar de muita gente – NÃO SEJA UM DELES!!!
Bom divertimento!!!
Depois de um atraso considerável Cold Steam alcança o 360 hoje! Custa 560 MS Points (algo por volta de US$ 7,00) e vem com a nova campanha “Cold Steam” assim como Blood Harvest, Crash Course, Dead Air e Death Toll (os outros estágios de Left 4 Dead 1 que ainda não estavam disponíveis no L4D2) revisados em controle, gráficos e uso de armas melee.
Bom divertimento!
Você gosta de Zumbis? Não… ótimo! Seria estranho se gostasse. Mas você gosta de jogos com Zumbis? E de Flashback e Out of this World (dois adventures animais da década de 90), você gosta? Que tal a soma de duas partes que se tornam uma coisa ainda melhor do que as duas coisas separadas. Isso é DeadLight.
Em DeadLight você é o grosseiro, inconformado e turrão Randall Wayne (não… ele não tem acesso a Bat Caverna) que, com seu super vozeirão mega grosso no estilo Mulheres-que-gostam-de-Vin-Diesel-estão-completamente-ensopadas-agora, está em busca de sua família, perdida em Seatlle – é 1986 e não existe internet, celulares e comunicação era bem mais difícil do que é hoje. E isso tudo que eu posso dizer sem estragar as reviravoltas do jogo, que são fantásticas e muito bem feitas. Se você prestar atenção na história, que é contada pelo próprio Randall, pessoas e textos que ele encontra, cenas animadas no estilo quadrinho digital e em pistas do próprio cenários vai descobrir vários detalhes fantásticos da trama. A história é realmente boa.
Tão boa quanto os gráficos, que provam mais uma vez que jogo por download não significa jogo de pior qualidade. Eles são lindos! Bons mesmo! O fundo é bem claro, quase como se um holofote explodisse cada detalhe sujo e descuidado do cenário no seu rosto, enquanto Randall, os Zumbis e a maior parte dos outros personagens (como helicópteros, policiais, etc…) aparecem com um contraste muito baixo, formando quase que silhuetas. Se você aumentar o brilho da sua TV vai ver que Randall é muito bem feito, com detalhes em todos os cantos do personagem e texturas de boa qualidade. Fazê-lo uma silhueta foi uma escolha de design, não um tapa buraco. As animações são primorosas e o grafismo das HQs digitais que contam a história é excelente.
O som é muito muito bom! Sério mesmo… ligue seu videogame, download o jogo, inicie-o e deixe a tela lá… sem apertar o start. Vá fazer outra coisa. Eu fui fazer feijão. Sério. A música é boa assim! Os sons do jogo são competentes, nada incrível, mas a música vai destruir e massacrar suas expectativas. E você pedir por mais. O controle é bom. Funciona bem, embora Randall tem um pouco de “deslizamento” e os movimentos dele demorem um tempo para começar – como em Flashback – o que leva um tempo para se acostumar. Nada que desabone o jogo, no entanto.
A jogabilidade é que é o ponto alto do game. Pegue um terço de Metroid Fusion (um sistema um pouco mais guiado e menos aberto que o Metroid Normal), um terço de Shadow Complex (que inclusive é da mesma produtora) e um terço de Flashback/Out of this World. Misture bem. Sirva gelado. Isso é DeadLight. A visão é lateral e você teve explorar o cenário para conseguir informações, suprimentos e maneiras de escapar das terríveis hordas de mortos vivos. E isso é survival mesmo! Você até pega algumas pistolas, chega a pegar uma ou duas shotguns, mas tente atravessar uma sala que seja Rambo style e.. bem… teria sido mais fácil passar tempero de bife na testa. O combate aliás só ajuda na sensação de que você está sobrevivendo ao apocalipse Zumbi: seu machado vai funcionar contra o primeiro Zumbi… os outros 3 amigos dele vão te fazer em pedaços!
Com uma atmosfera fantástica, um sistema de jogo incrível e passando, assim como Alan Wake e poucos outros conseguiram, sensação real de medo, não há como não falar bem de DeadLight. É curto sim (cerca de 5 horas)… mas vale muito a pena! Bom divertimento!
Olha ele aqui!
O livro chama Awakening: The Art of Halo 4 (algo como Despertar: A arte de Halo 4) e mostrará muito mais das naves humanas, covenants e das edificações Forerrunners que povoarão o quarto game. Aqueles que não curtem spoilers – CUIDADO!!! O livro estará a venda mais de 20 dias antes do lançamento do jogo, logo Spoilers aparecerão na internet em forma de imagens. Eu curto… tem gente que não…
Caso você não vá comprar a edição de colecionador o livro saíra por US$ 21,99.
Se você tinha curiosidade de saber quais eram os métodos de assassinato disponíveis em Halo: Reach, mas nunca teve tempo de pesquisar – não esquenta… alguém fez isso para você.
Cada método, em câmera lenta e detalhado… é isso aí!
Sim!!! Sonic Adventure HD está a caminho do seu Xbox 360 via download por míseros 1200 ms points! O melhor jogo do Sonic no Dreamcast é animal e virá com gráficos ainda mais caprichados… ao estilo de Sonic Adventure 1 que foi lançado no 360 a mais ou menos um ano e meio atrás. O lançamento está confirmado para o dia 03 de Outubro.
O porco espinho mais rápido do mundo ainda mais rápido…
PS: Esse vídeo mostra Sonic 2 funcionando a 720P em um Emulador… só para vocês terem uma ideia de quão bonito vai ficar!
Meu deus! Chamem a polícia! O Marcel foi roubado por alienígenas malvados porque ele A) não curte Skates! B) Não curte a maior parte da trilha sonora de Tony Hawk e C) Nunca jogou um Tony Hawk na vida antes!
Ha ha …. engraçadinhos.
Mas sim, foi diferente até para mim. Cheguei em casa, liguei o console e BAM… lá está Tony Hawk HD, um remake de Tony Hawk 1 e 2, olhando para mim… por meros US$ 15,00. Eu nunca tinha jogado nenhum dos anteriores então resolvi “Bom… quem melhor para fazer uma crítica sincera do que alguém que não jogou os originais”.
Só posso dizer uma coisa para mim mesmo… eu era um panaca.
Tony Hawk HD é muito legal. O controle é simples, fácil e quando você se acostuma com ele tudo funciona perfeitamente – fazer saltos, gridings, tubos e outras manobras são intuitivas e tão fáceis de fazer que você realmente se sente um skatista depois de alguns minutos. E tudo isso sem falar de como a jogabilidade é construída para não te deixar desgrudar do game, minuto após minuto, com mais e mais e mais coisas legais que você pode fazer, objetivos cada vez mais difíceis de alcançar e segredos por todos os lados. Ouvi na internet algumas reclamações sobre como todos os “segredos” do jogo agora estão disponíveis direto no mapa, mas para mim isso foi fantástico, e, para os fanáticos: Vocês já sabiam onde estava mesmo!
A música é muito legal. Minha mulher está cantarolando atrás de mim e embora eu seja um Zé Mané para música (eu conheço muito pouca música) até eu consegui reconhecer alguns clássicos dos anos 90. Eu não sei quanto da trilha é nova, mas algumas músicas mais recentes se uniram as músicas dos anos 90 dos jogos originais… mas todas as batidas são rápidas, bem feitas e te dão ainda mais vontade de jogar.
Os gráficos são muito bonitos. Dá para perceber que o jogo foi feito em uma época anterior, pelo design dos ambientes e tamanho, relativamente, pequeno das arenas – mas todo o cuidado foi usado na criação e animação dos personagens que você usa, assim como todos os ambientes receberam um senhor cuidado em texturas, iluminação, etc… A física do jogo ainda é a mesma do PS1, com momentum impossível e atletas com canhões pneumáticos no lugar das pernas, mas o jogo é divertido assim mesmo – e parece que os criadores estavam mais preocupados em dar uma versão mais bonita do jogo do que em imaginá-lo todo de novo para uma nova geração.
DLC estão a caminho do game, com a promessa de trazer todas as arenas de Tony Hawk 3 e 4 para o jogo. No mais o game entrega aquilo que prometeu. É um bom game arcade, nada realista como a série Skate, da EA, mas muito muito muito muito melhor do qualquer coisa com o nome de Tony Hawk que tenha saído nos últimos tempos. Bom divertimento.
Mass Effect é uma das maiores odisseias da história do videogame, não só um, mas três jogos, baseados em um sistema de escolhas intrincadas que ficavam guardadas no save dos games, que eram passadas do game 1 para o 2 e por fim para o 3. Jogos com escolhas não eram assim uma novidade (a própria Bioware tinha Kotor e Jade Empire na lista, só para citar alguns) e nem mesmo a ideia de jogos cujos saves passassem de um para outro. Mas fazer os dois e nos deixar viver, em intensidade, 3 anos da vida do Capitão Shepard… isso sim… ninguém jamais havia feito.
E embora a experiência de cada um no universo de Mass Effect seja única e individualizada, quase todos concordamos em uma coisas: criamos amigos e inimigos lá dentro, vivemos, amamos e sentimos cada um dos parceiros perdidos (salvo o Jenkins… ninguém sente falta dele). Para muitos de nós a triologia Mass Effect era, sem dúvida, a mais rica experiência em termos de RPG a jamais tocar os videogames.
Por isso, apesar da experiência fantástica que era Mass Effect 3 (leia o review aqui) você acabava a triologia (leia o review do 1 e do 2 aqui) com um gosto muito ruim na boca… como um café extremamente amargo depois de uma comida deliciosa – culpa do final ridículo de Mass Effect 3. Diante da reação absurda dos fãs, ataques com pedras as vidraças da EA, envio de cupcakes e milhares de abaixos assinados na NET a Eletronic Arts e a Bioware retornaram aos trabalhos para entregar um novo final – uma versão estendida do final do game.
E estendida é a palavra chave na situação. O jogo ganhou uma opção a mais de final (sim… sim… sim… sim… finalmente você pode ser o rebelde sem causa que põe em risco toda a humanidade para satisfazer seu próprio ego…) e todas as opções ganharam explicações detalhadas e imersivas. As cenas foram modificadas para explicar a razão de TUDO que estava acontecendo e dezenas de novas interações foram criadas para permitir que seu Shepard tome a decisão que ele realmente quer tomar. O novo final altera 2 furos de enredo enormes (o Mass Relay ser destruído e uma explosão que só danifica inimigos) que colocavam tudo no final a perder e ainda se dá ao luxo de colocar a importância de suas escolhas de volta no lugar que elas merecem: O topo! O controle do destino de Shepard (e da galáxia) é seu de novo… e meu Deus… como isso é bom!
Sim… o final estendido é de graça e é épico. Também revela um outro fato: A EA iá lançar isso no futuro e cobrar por isso!
Eu explico: Nem fodendo eles conseguiriam criar esse 1,9 Gb de conteúdo com melhores explicações e o caralho a quatro em menos de 2 meses. Nem fodendo. O material todo tem cara de que já estava meio que feito e alguém na EA, provavelmente um editor, soltou uma: __ Deixa essa merda toda para trás que depois nos vendemos para esses babacas! E eles vão pagar… porque são uns babacas!
Aí a merda bateu no ventilador e o conteúdo foi rapidamente rearranjado e lançado. Sou só eu que me sinto mal de ser tratado assim como consumidor? É como se eu tivesse ido no cinema assistir aquela porcaria de Lanterna Verde e, dois meses depois, alguém me oferecesse, pelo dobro do preço, um novo filme com um roteiro diferente, uma edição diferente e efeitos especiais melhores!!!
Mesmo assim não dá para conceber jogar Mass Effect 3 sem o final estendido. E é de graça, de qualquer forma. O novo final torna o game épico, respeitoso e leva em consideração suas decisões ao longo da jornada. Melhor ainda… te deixa com vontade de começar tudo de novo com o Shepard!
Bom divertimento pessoal!