Se você comprou Azure Striker Gunvolt então você ganhou Mighty Gunvolt. E Mighty Gunvolt nada mais é do que um mish mash dos personagens dos três primeiros games da Inti Creates (os caras por trás de Azure Striker Gunvolt e Mighty Number 9) feito com gráficos de 8 bits, música de 8 bits e controle no talo.
E uma história que não faz absolutamente nenhum sentido sobre meninas sendo sequestradas, novos casais não se formando e o amor estar em risco. Mas com um jogo assim tão gostoso e legal de jogar… quem liga?
Uma boa alma terminando 100% do game com a Ekoro para vocês!
Mighty Gunvolt é essencialmente um Mega Man 6 mais fácil e bem mais linear. Você ainda tem chefões em arenas legais, você ainda tem fases carregadas de inimigos e de espinhos/abismos mortais e você ainda vai da direita para a esquerda. Os gráficos são completamente remanecentes dos 8 bits, assim como a música e os efeitos especiais… é até difícil de explicar com a terminologia atual.
Beck, personagem principal de Mighty Number 9 mostrando os gráficos e o som para vocês!
Ok! Os gráficos e o som são um retorno total aos 8 bits. E o controle é perfeito e funciona no talo! Lembra muito muito muito o dos Megaman do Nes, com um botão para saltar, um para atirar e com a possibilidade de alguns ataques serem feitos com carregamento. Só isso… O jogo pode ser terminado em 25 minutos com cada personagem se você souber o que está fazendo mas, nem por um minuto, isso torna ele menos recomendado. Mighty Gunvolt é um adorável retorno as raízes dos videogames e a sobremesa leve e perfeita para continuar a refeição iniciado pelo maravilhoso Azure Stryker Gunvolt. Super Recomendado!
Eu amo Megaman, principalmente a série X! E depois da pataquada da Capcom de por anos não entregar nada novo do Blue Bomber é um alívio saber que, se a dona da bola não vai entregar, alguém vai.
Como diz o adágio “Quem não dá assistência perde para a concorrência!”.
E não vou mentir… embora Azure Striker Gunvolt, que vou passar a chamar de ASG para não escrever isso toda hora, não tenha sido tudo que eu esperava (Mighty Number 9 provavelmente será) ele ainda é muito muito muito muito mais do que eu vinha recebendo por anos. Numa comparação tremendamente gráfica seria como um homem casado que não traiu a esposa em coma durante os 14 anos que ela esteve no hospital, apenas para ela acordar e não ter energia para transar com ele por mais de 45 minutos a cada dois dias – Não é tudo que ele queria, mas podem apostar suas gônadas que serão as melhores sessões de 45 minutos da vida dele!
Vamos tirar o óbvio do caminho: ASG é bonito mas não é lindo. Os gráficos utilizam uma mistura de sprites e polígonos remanescente do estilo empregado em Megaman X 6 do PS1 ou em diversos jogos de Castlevania do DS. Enche os olhos e é bonito, mas não é exatamente aquele show visual que muita gente estava esperando. Os efeitos elétricos são retirados direto de animes e não são nem um pouco realistas e estilo gráfico solta personalidade por cada poro, o que garante que esse game vai continuar sendo lindo por muitos e muitos anos, mas não é tecnologia de ponta. O som é bom mesmo, com várias músicas memoráveis no meio (duas delas encontraram o caminho delas para o meu celular), e a escolha de vozes e efeitos sonoros foi extremamente competente. O pacote áudio-visual de ASG é ótimo e deve cobrir absolutamente todas as suas necessidades… a menos que você queira tentáculos.
Considerando que a equipe responsável pelo game é formada de 12 veteranos da Indústria que trabalharam em quase TODOS os Megaman já feitos, e que sua premissa era resgatar, junto com Mighty Number 9, o espírito da série que a Capcom tentou enterrar, não é difícil imaginar como funciona a jogabilidade. Você tem um personagem ligeiro nos pés, com a habilidade de deslizar pela parede e fazer diversos pulos para escalá-la, segurando uma arma e atravessando fases cheias de inimigos e com alguns puzzles simples, até alcançar um chefão temático que é enfrentado numa arena fechada. Ou seja… Megaman X. Mas as diferenças existem e não são poucas. Para começar sua arma não causa dano suficiente para derrubar a maior parte dos inimigos… o que ela faz é colocar pinos de metal neles que facilitam a canalização dos poderes elétricos do protagonista. Ou seja: ataque algumas vezes, pressione o botão de Zap, e frite todos os inimigos “marcados” com as balas em uma enormidade de dano. A questão é que seus poderes elétricos recarregam com o tempo e com itens pegos de inimigos derrotados, mas são finitos, e o dano causado por eles dependem muito de quantos inimigos foram marcados (afinal o dano é dividido entre todos eles) e quanto tempo você vai disparar o Zap (quanto mais tempo com o botão apertado maior o dano que vai sendo causado nos inimigos). Se conseguir destruir seus inimigos são grandes as chances que ele derrubem itens que vão instantaneamente encher sua barra de Zap, permitindo que você continue como um vortex de destruição pelo estágio, de uma forma extremamente deliciosa. Erre a dose e fique sem Zap numa tela cheia de inimigos e você morrerá mais rápido do que consegue dizer “Hard Man”.
Essa “camada” de estratégia permeia o jogo todo, sendo que seu Zap (que é o nome da seu EP – o nome dado a todos os “poderes” de todos os chefes do Jogo) pode ser usado como um escudo que absorve projéteis, como um método de aliviar a velocidade de uma decida ou para ativar itens pela fase. Os chefes derrotados lhe dão novas armas, que permitem disparar os “marcadores” de metal em diferentes posições, ângulos, quantidades ou modificam o caminho que os disparos do Zap fazem para chegar até eles – o que os torna menos uteis do que as armas dos chefões de Megaman que estamos acostumados. Subir sua habilidade elétrica de nível e criar novos itens, assim como equipar itens encontrados pela aventura é aonde realmente estão as melhorias em ASG.
O começo do jogo – com um comentarista bem engraçadinho!
Se você está esperando por um jogo que te relembre os velhos tempos de Megaman X com alguns extras e uma jogabilidade animal, com controles perfeitos, você não precisa esperar mais: Azure Striker Gunvolt chegou para resolver seu problema. Mas lembre-se que esse é um jogo bem das antigas e, embora a dificuldade não chegue nem aos pés do que era na época dos Megaman do NES, ainda é um jogo um pouco difícil e relativamente curto – você vai conseguir terminá-lo, se não quiser fazer 100% das coisas, em mais ou menos 4 horas. Ainda assim, um excelente jogo num excelente portátil. Super recomendado.
Não! Não é uma modernização tosca como o DSi! (Que não rodava GBA e tinha poucos jogos bons no serviço de download dele. E nem comecem a falar daquela câmera!)
Esse trailer já vai dar uma boa adiantada – prossiga com a gente para a versão em português e mais detalhes!
O “new 3DS” está mais para GameBoy color do que para DSi. É um 3DS com uma tela de 3D melhorada, com uma resolução ligeiramente mais alta e que permite visualização de uma quantidade de ângulos maiores …
Finalmente as pessoas vão assistir você jogar 3DS em 3D!
… o que significa o fim daquelas dores no pescoço de ficar na mesma posição e vai permitir jogar com o 3D ligado por mais horas. Mas as novidades estão longe de acabar por aí – por dentro o “new 3DS” conta com um processador consideravelmente mais rápido e mais robusto, que vai permitir gráficos melhores e novas interações em software feito exclusivamente para ele além de processamento muito mais rápido e suave de software já existente (ou seja, jogos que já existem de 3DS e de DS rodarão melhor e com mais rapidez no novo portátil). Do lado desse processador extra robusto você vai achar uma bateria melhor que a atual que vai permitir entre 30 a 120 minutos a mais de jogo, dependendo das condições, uma banda de transferência wireless mais rápida (o que permite downloads e uploads bem mais rápido), uso de cartões micro sd (com compatibilidade para HD micro SD de até 320 GB que pode ser expandido por software posteriormente) e um sistema de NFC (Near Field Communication – comunicação de campo próximo) que vai permitir usar os amibos (se você não sabe o que eles são, clica aqui!) colocando-os diretamente sobre a tela sensível ao toque!
Mas as novidades não são só internas no “new 3DS” – por fora o portátil também ganhou melhorias. A primeira, e mais marcante delas é o aumento de tamanho dos botões, assim como a diversificação de cores dele, lado a lado com um segundo analógico (na verdade um botão analógico criado pela Nintendo chamado de Analogic Thumb – literalmente dedão analógico – que é bem semelhante em toque e resistência ao segundo analógico do GameCube) chamado de botão “C”. O esquema de cores e o formato dos botões vem diretamente do Super Famicon japonês (clássico e lindíssimo) e somado ao novo analógico deve permitir melhor controle de câmera e de jogo para jogos novos e antigos – a Nintendo já confirmou que todos os jogos que funcionavam com o circle pad pro utilizarão sem problemas o botão C.
Mais portátil e mais simples de usar que o circle pad pro. Mas será mais confortável?
Além das mudanças externas frontais o novo portátil tem quatro botões de ombro (todos que estavam no Circle Pad Pro), Start e Select passaram a ser botões redondinhos e macios e o botão de HUB ficou embaixo da tela sensível ao toque, bem menor e menos intrusivo. A entrada de cartuchos migrou para a frente do aparelho que ficou mais pesado em sua versão normal (new 3DS) e mais leve em sua versão GG (new 3DS XL) – as medidas são as mesmas dos aparelhos iniciais.
O novo 3DS, em seu modelo padrão, vai ser lançado em branco e preto, além de uma edição especial, que vai acompanhar o lançamento de Monster Hunter 4 G…
… mas permitirá o uso de “capas”, assim como o GBA Micro, que permitirão “vestir” seu 3DS… opa… desculpa… seu novo 3DS, como você quiser.
O lançamento ocorrerá no Japão dia 11 de Outubro deste ano, pelo valor aproximado de US$ 175,00 para o modelo padrão e US$ 200,00 para o modelo XL. As capinhas estarão disponíveis a partir do lançamento com preços variando entre US$ 10,00 e US$ 35,00 – haverá ainda uma base de recarga vertical a venda…
… por aproximadamente 15 a 20 doletas.
Tá Marcel! E a gente com isso? Os jogos vão ser os mesmos que os do 3DS, certo?
Sim e Não!
Alguém aqui se lembra de como foi o lançamento do GB Color? Bom… como isso é um texto e não posso ouvir vocês responderem vou partir do pressuposto que não lembram. E que nem sabem o que é o GB Color.
Ok! O Game Boy, o terceiro portátil mais bem sucedido da história, era um must no final da década de 80, começo dos anos 90. Quem tinha era o cara e quem não tinha queria um! Depois de alguns anos de sossego, vendo seus competidores falharem um atrás do outro, a Nintendo resolveu acabar com as piadinhas sobre seu portátil não ter cores e lançou uma versão modernizada do Game Boy. Esse novo aparelho tinha um processador mais robusto, uma tela colorida e uma porta de infravermelho, que permitia troca de dados entre sistemas sem serem necessários fios. Além disso o sistema utilizava toda a biblioteca de jogos já existente de Game Boy, além de jogos que utilizaram sua nova tela e sua (bem) maior capacidade de processamento.
No lançamento do GB Color houve um grave problema para lojistas e pais – pais queriam comprar um Game Boy que rodasse todos os jogos para seus filhos, mas quando iam a loja e pediam um Game Boy, levavam para a casa um portátil em branco e preto que não rodava os jogos específicos de Game Boy Color. Pais que pediam por um portátil que rodasse tudo se viam pagando mais caro sem entender porque havia uma diferença de preços. E o fato que mais de 60% da biblioteca do Game Boy Color TAMBÉM rodava no Game Boy original não ajudava a diminuir a confusão – lojistas tinham dificuldade de discernir quais jogos funcionavam ou não em quais aparelhos e por um período (até a Nintendo padronizar as caixas, que passaram todas a vir com o label “Game Boy Color” e uma das duas frases “Compatible with all Game Boy” – compatível com qualquer Game Boy – ou “Only for Game Boy Color” – Apenas para Game Boy Color). No fim o Game Boy Color acabou convivendo com seu irmão mais velho, sem conseguir completamente aposenta-lo, até a chegada do GBA – Game Boy Advance – seu sucessor de 32 bits.
A situação aqui caminha para a mesma coisa. O novo 3DS não é exatamente um sucessor – não se trata de um salto tecnológico ou de uma mudança de paradigma que permitiria exclamar “Rufem os tambores a Nintendo tem um novo portátil!”. É mais do mesmo mas com uma tela melhor e um processador mais poderoso – EXATAMENTE COMO O GAME BOY COLOR na década de 90! Por uma questão de mercado e base instalada eu aposto, e ganho, que a maior parte absoluta das empresas vão continuar fazendo games para o 3DS que, se colocados em um “new 3DS” vão ativar novas funcionalidades, inerentes ao novo sistema. E prevejo um problema semelhante ao do GB Color para lojistas e pais – principalmente com a Nintendo confirmando que haverão jogos que funcionarão apenas no novo Hardware (veja nosso próximo Post).
O novo 3DS vai vender muito bem! Como pãozinho quente! É um portátil, é da Nintendo e vai resolver um monte de problemas que um monte de gente tinha com o portátil (não tem segundo analógico, a resolução é pobre, os downloads são lentos, etc…) . Pais, usuários mais novos e usuários não hardcores ficarão felizes com o suporte a longo prazo para o aparelho, com os Amiibos e, muitos deles, já estão acostumados com a indústria de celulares e suas constantes modernizações, de forma que eu não vejo o 3DS tendo um resistência muito grande nesse aspecto. Na minha mente só sobra uma pergunta: porque não foi lançado desse jeito lá em 2011? Principalmente visto que um segundo analógico, cartões micro sd e a tecnologia da tela já existam lá atrás.
É mais uma prova da Nintendo mandando bem de um jeito extremamente bizarro.
Se você é um dos seletos donos destes modelos de celulares….
Xperia Z2 SO-03F
AQUOS ZETA SH-04
FARROWS NX F-05F
Xperia A2 SO-04F
AQUOS PAD SH-06F
… e mora no Japão, e, além disso, ainda assina os servidores da operadora NTT DoCoMo (a maior operadora de celulares japonesa) você poderá usar um aplicativo Android para o seu celular.
UAU!!! Que incrível Marcel!!! E o que esse aplicativo faz?
Bom… ele cria um Hot Spot pelo qual o seu 3DS pode acessar a Internet. E te dá um jogo de graça. Ou seja… ele não faz praticamente nada de novo e você ganha um jogo de graça, de uma lista a ser divulgada pela Nintendo, por baixar o aplicativo e acessá-lo com sua conta Nintendo Network.
Segundo a gigante japonesa posteriormente mais aplicativos devem ser lançados para melhorar jogos e criar mais interatividade entre smart phones e plataformas Nintendo… mas a princípio seu celular só será um ponto de acesso de internet, um roteador, para o seu 3DS.
Inafune, criador de Mega Man e Onimusha enquanto estava na Capcom, que fez uma enorme quantidade de ondas no mercado com seu novo jogo em produção, Might Number 9, que promete ser a ressurreição dos jogos ao estilo Mega Man, confirmou nesta semana que está trabalhando junto com a equipe da Inti Create (responsáveis pela série Mega Man Zero no GBA e DS) para criar um sucessor intelectual da franquia.
“A Capcom abandonou a franquia Mega Man. Mas os fãs ainda estão esperando mais da ação frenética e do futuro robótico. E nós vamos dar a eles. Eu estou, pessoalmente, desenhando a ação de Gunvolt, e ela não vai deixar nada devendo a obra prima da Indi Creates que desafiou os limites do GBA.” disse Inafune enquanto o estúdio se limitou a confirmar que o renomado produtor está mesmo dirigindo a ação do game e construindo o sistema de combate e que eles esperam, com Gunvolt, dar lar aos milhares de fãs abandonados da franquia Mega Man Zero.
Diante das mudanças de política interna da Capcom, que estão levando a uma reestruturação da companhia e uma busca ao retorno aos raízes e a produção interna semelhante a época da CPS2/SNES será que finalmente veremos uma continuação realmente incrível dos games do Blue Bomber? Ou estamos realmente olhando para o nascimento de novas franquias que decorrem, única e exclusivamente, da incapacidade da Capcom de perceber que só queremos mais Mega Man, no velho formato, mais com gráficos em HD?
Uma coisa a se pensar. Aliás… depois dos enormes números de Mighty Number 9… MAIS uma coisa a se pensar!
Porque temos que matar nossa sede de puzzles e boas histórias, certo?! E aí vem mais uma mistura curiosa de Agatha Cristie com mangá, regado com um gameplay carregado de puzzles imensamente difíceis, onde você auxiliará o professor a desvendar mais um caso!
Se você não gosta de dificuldade e puzzles, passe longe! A todos os outros donos de 3DS… agarrem!! Jogão!!!
Segundo o presidente da Nintendo jogos de tiro em primeira pessoa não são para qualquer um: eles exigem reflexos ágeis, comando do controle e habilidade. E nem todo mundo tem como dominá-los. Pensando nisso a Nintendo criou o primeiro FPS (First Person Shooter – Jogo de Tiro em primeira pessoa) denominado “contemplativo”, com um gameplay mais moderado e menos afobado, permitindo as pessoas jogarem na velocidade que bem quiserem.
O game, chamado Steeldiver Sub Wars, pode ser jogado em single player e multiplayer, com diversos modos de multiplayer cooperativo e competitivo, para até 8 pessoas. Não só isso mas o game JÁ está disponível na Nintendo e-Shop do seu 3DS em uma versão premium (que custa dilmas) e uma versão standard (que é gratuita). A versão “de grátis” só da acesso a dois submarinos e as duas missões iniciais do jogo, mas a todos os modos multiplayer – para conseguir o resto e o restante dos submarinos é só pagar o valor e liberar o restante do game.
Veremos qual a reação dos fãs de CoD e Battlefield a um gameplay mais lento… imagino que vão dormir!
Com o novo Mario Golf World Tour a Nintendo pretende trazer aos jogadores da franquia ainda mais opções. Agora você pode costumizar completamente seu personagem, modificá-lo como melhor achar e deixá-lo do seu jeito – dos tacos ao cabelo, das meias ao boné!