Ok… O XBOX One custa US$ 499,00 e vem com o Kinect 2.0 – isso vocês já estão cansados de saber. Se você fizer a pre-compra de um, em território europeu, você leva, nesse mesmo preço, FIFA 2014.
Ou seja… “de grátis” um dos jogos que mais vendem no território europeu. Putz golpe inteligente Microsoft!
Agora Sony vem dar o troco! Com seu bundle de lançamento para o PS4!
O Bundle acima, já confirmado para a Europa e os EUA vem com um PS4 preto de 500 Gb, Kilzone: Shadow Fall, dois dualshock 4 e o PS Eye 2.0 (o “Kinect” do PS4) pelos mesmos US$ 499,00.
A Microsoft ri na sua cara, comprador da edição especial de lançamento de Halo 4, e não só distribuiu todas as classes especiais para todo mundo que comprou o jogo dentro da primeira quinzena, mas, agora, vai lançar uma edição ainda mais especial que a sua.
A caixa vai sair por US$ 49,99 e vai conter TODOS os DLCs, todas as classes de personagem e mais uma roupa especial exclusiva de Avatar com o Master Chief como ele aparece no trailer de Halo 5.
Isso é 10 dólares mais barato do que eu paguei na minha edição simples e mais de 30 dólares mais barato do que a edição de colecionador lançada inicialmente. Way to go Microsoft. Way to go!
Killer Instinct era um jogo de luta desenvolvido para a Nintendo pela RARE, que possuía uma jogabilidade totalmente específica, com combos imensos e gráficos fantásticos. Em 2002, quando a RARE foi comprada pela Microsoft, a licença pelo jogo ficou presa em uma briga judicial que durou até 2008, quando a Nintendo vendeu seus direitos a RARE (e sua dona, a Microsoft). O jogo, no entanto, nunca chegou ao XBOX 360. E foi anunciado no XBOX One… o que levou a galera ao delírio.
Até todo mundo descobrir que o jogo era free-to-play, apenas por download e que ele vinha apenas com o Jago.
Ken Lobb, o homem responsável por Goldeneye 007, no Nintendo 64, e, portanto, um Deus entre os homens, diretor do atual remake de KI, veio a público explicar o lançamento do game. “Nós lançaremos entre Fevereiro e Março, no modelo gratuito, como demonstrado na E3. Você poderá comprar qualquer personagem que quiser, no momento do lançamento ou mais tarde, por US$ 5,00 ou o equivalente Europeu. Caso você queira comprar mais personagens os preços deles vão ficando progressivamente mais baixos. Ninguém vai gastar mais do que US$ 20,00 para ter todos eles.” explicou o executivo, que voltou a cata depois divulgando os outros métodos de lançamento “Haverá ainda a edição de vinte doláres, que virá com os 8 personagens mais skins alternativas para todos eles, algumas delas que deixam os personagens realmente diferentes. Haverá ainda um bundle de US$ 40,00 que terá Skin exclusivas além de uma versão emulada de Killer Instinct Arcade, sem funções online. Estamos tentando, mas sem sucesso.”.
Ok. Isso é estranho mas a gente consegue entender. Mas calma. Porque fica mais estranho ainda! “Isso são os planos para 2014. Mais tarde teremos uma nova leva de personagens e modos, tudo no molde do que fizemos e para o mesmo jogos. Será uma espécie de Killer Instinct Season 2. De novo no mesmo sistema de preços.”.
Pode ser que eu esteja ficando velho, mas eu me lembro de uma época onde um jogo de luta chegava completo nas minhas mãos… mesmo com os personagens estranhos e grotescos que quase ninguém usava. Anyway… vamos ver como o mercado reage a mais essa empreitada da Microsoft. Eu.. bem… eu estou feliz que Killer Instinct esteja de volta. Mas acho que vou continuar a jogá-lo no Nintendo 64.
… e não, seu console de nova geração não tem Alzheimer. Mas tem um problemão de memória surgindo.
Assim como o seu concorrente mais próximo, o XBOX One, o PS4 tem 8 Gb de Memória central, que são acessadas, através de um Broad Bus, ao mesmo tempo por GPU e CPU. Até aí maravilha. A questão é que, dessa substancial memória, 3,0 NÃO PODERÃO, de jeito nenhum, ser utilizados pelos desenvolvedores.
Estão reservados para o sistema operacional. Sim… quase 40% da memória do aparelho será usada pelo sistema operacional.
Além disso 4,5 Gb serão disponíveis para ser controlado pelo software (o game em si), sendo distribuído entra processador e GPU conforme for necessário.
Tá… mas 4,5 + 3,0 são iguais a 7,5. Cadê os últimos 0,5 Gb.
Bom… 512 Mb são “memória flexível” que não pode ser alocada diretamente pelo software mas pode ser ativada, pelo sistema operacional, para descarregar clusters e, num sentido geral, desafogar tanto a GPU quanto a CPU.
Prevejo milhares de programadores usando essa memória flexível como muleta… e dois ou três usando isso para fazer coisas incríveis.
O fato é que 5 Gb pode vir a ser muito pouco em poucos anos. É só olhar os PCs: Máquinas para jogos, hoje em dia, não tem menos de 8 Gb de Ram e suas placas de vídeos tem memórias próprias, com banda de acesso ainda mais larga e mais rápida que a da Ram convencional. Diabos… a máquina na qual eu estou escrevendo esse texto tem 16 Gb de Ram e mais 4 Gb de vídeo Ram GDDR 5 na placa de vídeo (20 Gb de Ram no total).
É claro que o sistema operacional e os diversos programas necessários em um ambiente de PC tomam muito muito mais memória do que videogames… mas será que a nova geração aguentará a bucha de trazer gráficos de cair o queixo por mais 6 anos. Só o tempo dirá!
Segundo a Bloomberg o PS4 pode aumentar o buraco financeiro da Sony. Embora o resultado financeiro do último semestre tenha sido favorável, a empresa ainda está muito longe do azul, e mais longe ainda de ser rentável.
Tá… mas porque?
O problema é global. E se deve a moeda. Quando a produção do PS4 começou a Sony se habilitou a pagar seus fornecedores e montadores em dólar, invés do Yen. A ideia era proteger o preço do console do Yen, que vinha subindo vertiginosamente, e preparar um custo mais competitivo com a realidade americana.
O problema é que o mercado virou, o Yen estabilizou e o dólar disparou.
Ops!
A Sony diz que o mercado está muito mais receptivo ao PS4 e que não houve custos de desenvolvimento tão agressivos quanto os do PS3 (que demorou 5 anos para começar a dar lucro e deu um prejuízo inicial de US$ 3,5 bilhões) mas a Bloomberg pede cautela de investidores pois o mercado ainda não está definido, e a Sony, em sua condição financeira atual, tem poucos “cartuchos” para queimar.
A algumas semanas atrás a Microsoft havia informado que seu controle não vinha com baterias, seu videogame vinha com um cabo de vídeo composto e os head sets tinham que ser comprados a parte. Aí a concorrência entregou os aparelhos a imprensa mundial e todo mundo viu controles com bateria interna recarregável e o fato de você poder usar QUALQUER head set bluetooth.
Opa! Ora de rever a estratégia!
O XBOX One, TODAS AS UNIDADES (Não só a edição de lançamento) virão com um cabo HDMI tipo 2, de 2 metros, habilitado para transmissão em 4K, 3D e 1080P, além de pilhas não recarregáveis premium heavy duty e um Head Set com fio.
O Head Set tem microfone móvel e direcional, flexível e com controle de volume de mudo na base, próximo dos dedos do jogador. A sensibilidade é 8 vezes maior que a do XBOX 360 (o que permite sussurrar e ser ouvido, caso sua namorada(o), noiva(o) ou esposa(o) esteja dormindo, ou jogando WOW, e você não quer incomodar) e a Microsoft promete um auto falante melhor e uma transmissão de dados ainda mais suave e fluída do que a experiência atual da Live.
Além disso a Microsoft confirmou que os controles poderão ser utilizados sem bateria se conectados pelo cabo USB/Micro USB ao console – inclusive com a transmissão dos dados de voz sem problema.
E pode vir a perder muito muito mais nos próximos meses na corte. Mas para entendermos isso temos que voltar a 1987 e ao primeiro Madden Football lançado para computadores pela EA. Na época o game foi inteiramente criado e programado por uma pequena equipe que foi chefiada, e trabalhou baseado na ideia de, Robin Antonick, programador e game designer.
Pois bem, o senhor Antonick foi pago pelo game em 1987 (que foi ao mercado em 88), assim como sua continuação direta lançada em 1990 (e, posteriormente, adaptado ao Mega Drive – criando a megalítica franquia que conhecemos hoje). Depois disso ele foi despedido, sem choro nem vela da EA e não participou da criação de nenhum dos games da franquia.
Ora… a ideia original, assim como as bases de jogabilidade e inteligência artificial tinham sido criadas por ele! E o jogo era marginalmente melhorado ano após ano! Ou seja, o trabalho dele continuava rendendo milhões a EA, mesmo ele não estando lá.
Em 201 Antonick entrou na justiça contra a EA pedindo os Royaltes sobre os games criados sobre a plataforma original desenhada por ele em 1987. Um juiz e um juri californiano consideraram os games criados até 1996, a primeira parte a ser julgada, “virtualmente indistinguíveis” do projeto original de Antonick. A sentença do juiz é que a EA deve ao programador pouco mais de 11 milhões de dólares.
Segundo o advogado de Robin, no entanto, isso ainda não acabou. A segunda parte da ação de Antonick contra a EA cobre os games criados após 1996 e tanto o programador quanto seu advogado estão muito confiantes sobre a decisão final do Juri. Resta esperar agora!
Ele é menor que seu competidor, mais econômico e mais silencioso! Embora trabalhe na média de 2,75 GHz (o que é pouco menos do que o PC monstro no qual eu estou escrevendo isso) os processadores internos do PS4 trabalham entre 5 a 35 celsius, consideravelmente menos que os processadores internos do PS3, que trabalhavam entre 75 e 150 celsius (acima de 150 você tinha possíveis danos a GPU que levavam a famosa “luz amarela da morte” e ao uso de PS3 como peso de papel). Além disso o primeiro modelo pesa 2,8 Kg, contra + de 5 Kg do primeiro PS3 e consome menos de 50 % da carga utilizada pelo XBOX One (que também trabalha em uma temperatura interna mais alta).
Não custa lembrar o aparelho chega ao mercado em Novembro!
Já leu notícias imbecis ou ataques de hubris de empresas e desenvolvedores de videogames e pensou “Caralho… que absurdo!”? Então… nós também… e resolvemos levar vocês, nossos leitores e companheiros, a um giro rápido por algumas notícias idiotas e divertidas, interpretadas (e aumentadas ou taxativamente mentidas) para seu entretenimento.
A gente começa com a verdade… mas quem sabe onde a gente para. Com vocês o Giro no Mini!
Hoje, no dia 18 de Julho de 2013, nós estreamos um novo canal, opinativo e sem papas na língua. E para começar nós vamos discutir o XBOX One e mudança de posicionamento da Microsoft.
Só três coisas antes do vídeo.
1) Por um problema de formato eu fiquei sem parte do meu texto e acabei usando disco, várias vezes, no começo. O que eu realmente queria dizer não é sobre a inexistência do formato de disco, mas sobre a impossibilidade de revender o disco. Então todo o ódio dos meus 3 primeiros minutos de discurso incessante são contra a impossibilidade de vender meus discos (jogos) e não sobre a inexistência de discos (como algumas pessoas entenderam).
2) Check in a cada 24 horas ERA always on, sim!
3) A terceira parte, sobre a nostalgia da forma puramente física das coisas, é só isso: Nostalgia. Todas as demonstrações de afeto/raiva/discordância/etc podem ser deixadas, de forma educada, em comentários.