Destiny em Setembro – Veja o que vai rolar!

Destiny mal saiu mas a Bungie não quer dar a mínima chance que você esqueça que ela, agora, é dona do seu nariz, do seu console e da sua alma. E vai fazer isso com milhares de pequenas coisinhas, indo de desafios do dia no Crucible, desafios do dia nas missões, quests específicas de fim de semana e, é claro, eventos massivos com datas marcadas. E o primeiro deles é hoje, dia 12/09.

Quem estiver jogando no Crucible hoje (o modo multiplayer do jogo) pode participar do Savage, uma lista de modalidades de multiplayer em que se compete por pedaços raros de armaduras e armas e que o nível dos personagens são considerados (normalmente não são no modo competitivo).

Dia 16 tem uma Raid em Vênus para jogadores no nível 26 (o level cap atual do jogo) que permite conseguir itens ainda mais incríveis e personalizados, além de jogar em companhia do pessoal da Bungie. O evento chama Vault Glass e pode resultar, inclusive, em Ascendant Materials.

Os outros eventos de Setembro, embora mostrados na imagem disponível no site da Bungie…

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… ainda não tem data específica para acontecer. Então fiquem ligados aqui no Mini e no blog de eventos da Bungie!

E bom Destiny para vocês!

destiny splash PSU

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A Cesar o que é de Cesar: Ryse chegando aos PCs

Ryse: Son of Rome, um dos jogos de lançamento do XBOX One e um dos jogos mais bonitos que já joguei na minha vida (Sério… é lindo… é de arrancar a tanga da menina dos olhos e amordaçar ela com ela).

E ele está a alguns dias de ficar ainda mais bonito!

O game chega ao PC no dia 10/10 desse ano (já está em pré-venda no Steam a R$ 91,00) e vai rodar a 60 fps, 1080 p nativo com possibilidade de ser rodado a 4K…

Sim… 4 K = 2860p… É de cair o cú da bunda de tão bonito!

Gráficos do XBOX One

Aqui estão as configurações necessárias para rodar essa obra de arte:

REQUISITOS PARA “RYSE: SON OF ROME”

REQUISITOS MÍNIMOS RECOMENDADOS
Sistema Operacional Windows Vista SP1, Windows 7 ou Windows 8 (64bit) Windows Vista SP1, Windows 7 ou Windows 8 (64bit)
Processador Intel Dual-Core 2.8 GHz/ AMD Dual-Core 3.2 GHz ou superior Intel Quad-Core ou AMD Octo-Core
Memória 4 GB RAM 8 GB RAM
DirectX DirectX 11 DirectX 11
Placa Gráfica Compatível com DirectX 11 e 1 GB RAM Placa gráfica compatível com DirectX 11 e 4 GB RAM
Placa de som Compatível com DirectX 11 e drivers atualizados Compatível com DirectX 11 e drivers atualizados
Armazenamento 26 GB livres 26 GB livres

26 Gb! Tudo bem que ocupa mais de 35 Gb no XBOX One… mas caraleo!

Enfim… jogão chegando no PC em alguns dias!

Rápidos no Gatilho: Hackers já estão fazendo das suas em Destiny (pelo menos no XBOX 360)

Foram descobertos e agora está confirmado: Hackers já estão entre jogadores do multiplayer de Destiny, o Crucible, com algumas vantagens que os meros mortais não tem.

Entre elas estão munição infinita e sem necessidade de trocar o pente…

Porra… aí fodeu!

Já é difícil matar outros guardiões com eles saltando edifícios e socando através de salas enquanto se materializam atrás de mim para dar dois beijinhos e enfiar uma sonda anal no meu personagem agora ainda tenho que lidar com um grupo de crianças com super poderes…. Ahh… vá para a casa do caralho!

Por enquanto a Bungie confirma que os problemas estão apenas na versão do 360 mas se preocupa que o problema pode também atingir a versão do PS3. Ainda segundo a Bungie “A nova geração está segura pois usa outros algoritmos e padrões de encriptação.”.

Eu não confiaria… mas vá lá!

Jogando: Azure Striker Gunvolt (3DS – Review)

Eu amo Megaman, principalmente a série X! E depois da pataquada da Capcom de por anos não entregar nada novo do Blue Bomber é um alívio saber que, se a dona da bola não vai entregar, alguém vai.

Como diz o adágio “Quem não dá assistência perde para a concorrência!”.

E não vou mentir… embora Azure Striker Gunvolt, que vou passar a chamar de ASG para não escrever isso toda hora, não tenha sido tudo que eu esperava (Mighty Number 9 provavelmente será) ele ainda é muito muito muito muito mais do que eu vinha recebendo por anos. Numa comparação tremendamente gráfica seria como um homem casado que não traiu a esposa em coma durante os 14 anos que ela esteve no hospital, apenas para ela acordar e não ter energia para transar com ele por mais de 45 minutos a cada dois dias – Não é tudo que ele queria, mas podem apostar suas gônadas que serão as melhores sessões de 45 minutos da vida dele!

Vamos tirar o óbvio do caminho: ASG é bonito mas não é lindo. Os gráficos utilizam uma mistura de sprites e polígonos remanescente do estilo empregado em Megaman X 6 do PS1 ou em diversos jogos de Castlevania do DS. Enche os olhos e é bonito, mas não é exatamente aquele show visual que muita gente estava esperando. Os efeitos elétricos são retirados direto de animes e não são nem um pouco realistas e estilo gráfico solta personalidade por cada poro, o que garante que esse game vai continuar sendo lindo por muitos e muitos anos, mas não é tecnologia de ponta. O som é bom mesmo, com várias músicas memoráveis no meio (duas delas encontraram o caminho delas para o meu celular), e a escolha de vozes e efeitos sonoros foi extremamente competente. O pacote áudio-visual de ASG é ótimo e deve cobrir absolutamente todas as suas necessidades… a menos que você queira tentáculos.

Considerando que a equipe responsável pelo game é formada de 12 veteranos da Indústria que trabalharam em quase TODOS os Megaman já feitos, e que sua premissa era resgatar, junto com Mighty Number 9, o espírito da série que a Capcom tentou enterrar, não é difícil imaginar como funciona a jogabilidade. Você tem um personagem ligeiro nos pés, com a habilidade de deslizar pela parede e fazer diversos pulos para escalá-la, segurando uma arma e atravessando fases cheias de inimigos e com alguns puzzles simples, até alcançar um chefão temático que é enfrentado numa arena fechada. Ou seja… Megaman X. Mas as diferenças existem e não são poucas. Para começar sua arma não causa dano suficiente para derrubar a maior parte dos inimigos… o que ela faz é colocar pinos de metal neles que facilitam a canalização dos poderes elétricos do protagonista. Ou seja: ataque algumas vezes, pressione o botão de Zap, e frite todos os inimigos “marcados” com as balas em uma enormidade de dano. A questão é que seus poderes elétricos recarregam com o tempo e com itens pegos de inimigos derrotados, mas são finitos, e o dano causado por eles dependem muito de quantos inimigos foram marcados (afinal o dano é dividido entre todos eles) e quanto tempo você vai disparar o Zap (quanto mais tempo com o botão apertado maior o dano que vai sendo causado nos inimigos). Se conseguir destruir seus inimigos são grandes as chances que ele derrubem itens que vão instantaneamente encher sua barra de Zap, permitindo que você continue como um vortex de destruição pelo estágio, de uma forma extremamente deliciosa. Erre a dose e fique sem Zap numa tela cheia de inimigos e você morrerá mais rápido do que consegue dizer “Hard Man”.

Essa “camada” de estratégia permeia o jogo todo, sendo que seu Zap (que é o nome da seu EP – o nome dado a todos os “poderes” de todos os chefes do Jogo) pode ser usado como um escudo que absorve projéteis, como um método de aliviar a velocidade de uma decida ou para ativar itens pela fase. Os chefes derrotados lhe dão novas armas, que permitem disparar os “marcadores” de metal em diferentes posições, ângulos, quantidades ou modificam o caminho que os disparos do Zap fazem para chegar até eles – o que os torna menos uteis do que as armas dos chefões de Megaman que estamos acostumados. Subir sua habilidade elétrica de nível e criar novos itens, assim como equipar itens encontrados pela aventura é aonde realmente estão as melhorias em ASG.

O começo do jogo – com um comentarista bem engraçadinho!

Se você está esperando por um jogo que te relembre os velhos tempos de Megaman X com alguns extras e uma jogabilidade animal, com controles perfeitos, você não precisa esperar mais: Azure Striker Gunvolt chegou para resolver seu problema. Mas lembre-se que esse é um jogo bem das antigas e, embora a dificuldade não chegue nem aos pés do que era na época dos Megaman do NES, ainda é um jogo um pouco difícil e relativamente curto – você vai conseguir terminá-lo, se não quiser fazer 100% das coisas, em mais ou menos 4 horas. Ainda assim, um excelente jogo num excelente portátil. Super recomendado.

Nintendo não arreda o pé: O “New 3DS” vai ter bloqueio de região!

Mas será o Benedito? Por que um portátil, cuja função é ser portátil e portanto carregado com você para ONDE DIABOS VOCÊ FOR tem a porra de um bloqueio de região?

Sério… alguém consegue me dar uma explicação boa que não seja a própria da Nintendo. Que, para os curiosos de plantão é “Garantir que os jogos sejam melhor acondicionados aos mercados em que realmente eles irão se destacar.”. O único problema dessa afirmação é que 100% dos jogos atingem o Japão, cerca de 60% chegam a Europa (com atrasos imensos) e menos de 50% efetivamente chegam as mãos dos americanos (que são a porra do nosso mercado pai/fornecedor).

E os jogos que chegam ainda chegam modificados, censurados e tudo mais. E muitas vezes o problema de idioma nem mesmo é a barreira (meu japonês continua muito muito muito muito ruim… mas com paciência e google translator até dá para seguir alguns J-Rpgs), ainda mais em uma época com tanta tecnologia quanto a nossa. Ou seja, se você quiser colocar a mão em jogos japoneses que a Nintendo não achou “interessantes aos americanos” prepare-se para desembolsar dinheiro para comprar um novo 3DS também.

Segundo informações da própria BIG N o bloqueio vai dividir o mundo em três regiões, como o do 3DS/Wii U: Europa/Oriente Médio, Américas e Ásia. A porra da Austrália é considerada Europa/Oriente Médio no chart da Nintendo – ou seja, não basta me foder… tem que arrebentar com a Geografia também.

Não dá para entender!

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Sony desliga os aparelhos de suporte de vida do PSP…

… ahh…

… não…

Pera…

Não. Sony desliga o acesso do PSP a loja virtual dele. Então, se você quiser comprar alguma coisa nova para o seu PSP Go ou PSP 3000… a hora é agora – o acesso caí no dia 15 (próxima segunda). Você ainda poderá acessar os jogos de PSP e redownlodalos via PS3, assim como a parte online dos jogos do portátil, como MGS Online ou Monster Hunter 3, continua funcionando. Você também pode downloadar um software na PSN para instalar em seu PC e conseguir downloadar seus games e dlcs por lá, instalando no seu PSP no final, visto que o acesso direto do portátil ficará cortado.

Ou seja… pânico sem motivo. Principalmente visto que uma parcela ENORME dos usuários do PSP estão com o portátil destravado mesmo (a pirataria sempre foi um problema enorme no primeiro portátil da Sony).

Caso você tenha o Vita não se intimide – os games de PSP continuam a venda na PSN para serem acessados no seu Vita. Vai downloadar e jogar Maverick Hunters e fica sussa!

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Xbox One não vende bosta nenhuma na primeira semana no Japão!

É sério que alguém esperava algo diferente? Ok então…

O console da Microsoft vendeu pouco mais de 25 mil unidades na primeira semana na terra do Sol Nascente. A própria Microsoft diz que os números estão abaixo das (já modestas) expectativas de vendas locais. O que realmente ela esperava?

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Nossa pequena lista de falhas do XBOX One no mercado japonês (pronto Microsoft… pode guardar no bolso para o próximo console):

1) Não tem um J-RPG

2) Não tem um J-RPG da Square

3) Não tem jogos ousados e diferenciados como Katamari Damacy ou um simulador de estupro em trens

4) Não tem uma versão boa de MGS:Ground Zeroes

5) Não tem um J-RPG

6) Não tem um J-RPG da Square

7) Não funciona em conjunto com nenhum portátil

8) Não tem persona ou Shin Megami Tensei

9) Não tem simuladores de namoro

10) Não tem um J-RPG

Só esperar para ver a Microsoft amargar o terceiro lugar dela no Japão… de novo…

Kojima quer encher o rabo de grana… e provavelmente vai conseguir!

Hideo Kojima…

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Esse Cara! Excêntrico né?!

… resolveu que realmente gosta de grana. E que pode dirigir um monte de coisas ao mesmo tempo. Então ele está com um projeto em cooperação Square Enix – Konami (Deus… que seja ???), Silent Hills (em conjunto com o diretor Guilhermo Del Toro) e com Metal Gear Solid 5.

E agora colocou a seguinte foto no próprio twitter

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O que diabos é isso? Um remake de todos os MGS para o PS4? Ao estilo de Master Chief Collection? Ou vamos finalmente ter a versão do Cubo em HD? Tudo que Hideo Kojima fala sobre o assunto é que não terá versão para XBOX One porque “MGS 4 não será lançado fora das plataformas Sony”. Ok… então seu filhodocão que não explica nada.

Teremos que ficar no aguardo de novo!

Jogando: Wii U Sports Club (REVIEW – WII U)

Como se faz o review de um jogo como Wii U Sports Club? É meio difícil porque o jogo é excêntrico: É um remake do jogo de lançamento do Wii (Wii Sports) de 2006, foi lançado aos pedaços em 2013 no e-shop e essa versão em caixa custa mais caro do que comprar todos os games juntos virtualmente. Como exatamente isso se sustenta? O que diabos está na caixa física do jogo?

Um disco e um manual. E acabou.

Sim… eu fiquei razoavelmente puto. Mas bastaram 5 minutos com o jogo dentro do drive do Wii U para que a putisse passasse. Por que?

Bom… primeiro porque a Nintendo tem e sempre terá um pedaço mole do meu coração.

Segundo porque a sensação de levantar do lugar onde você está e ir se mexer é muito boa se colocada em conjunto com videogame.

E terceiro…

Então vamos lá. O jogo físico é vendido lá fora por US$ 49,99 (enquanto sua versão virtual custa pouca coisa menos que US$ 45,00) – aqui no Brasil as lojas estão vendendo ele por R$ 149,99, sem choro nem vela. O conteúdo do pacote é o mesmo que vinha no disco do Wii Sports, lá em 2006, consistindo de 5 esportes sendo eles: Tênis (que pode ser jogado sozinho ou em dupla, online ou local, cooperativo ou competitivo), Boliche, Golfe, Boxe e Baseball (todos esses podem ser jogados online ou local, mas apenas em modo competitivo).

Por que a Nintendo não colocou esse game na memória de todo Wii U vendido vai além da minha capacidade cognitiva! Sério! Olha que maravilha “Você tem um Wii! Esplendido! Pegue seu controle e venha jogar uma versão melhorada do clássico que te acompanhou até agora! Você não tem um? Venha conhecer o que todo mundo, e a mãe de todo mundo, vem comentando a anos!”. Eu realmente não sei o que a Nintendo estava pensando… mas vá lá.

Os jogos receberam retoques visuais interessantes e extensos mas, considerando que nunca foram games onde os gráficos eram assim tão importantes, a maior parte absoluta das pessoas não vai dar um coco de cachorro para as melhorias. Mas elas estão lá e são inúmeras: o jogo roda a 1080p, a 60 fps, todas as texturas de todas as arenas e campos receberam um upgrade considerável de qualidade, as expressões dos miis estão bem melhores, entre outras coisas.

Golf e Boliche estão exatamente iguais suas contra partes em Wii Sports Resorts, com a única exceção de que você agora tem um visão superior da bola (em golfe) ou o controle de pontuação (em boliche) direto no seu Wii U GamePad. Faça o movimento e ele será transmitido com fidelidade total ao game – o lance de olhar a bolinha de cima é legal pacas. Boxe e Baseball – que são vendidos juntos caso você esteja comprando os passes virtuais dos games – salvo as modificações gráficas são exatamente iguais a suas versões anteriores (muitos jogadores estão dizendo que ficou muito mais preciso e que os controles de câmera e de fotos no Game Pad são inovadores… eles estão todos errados). Ainda é divertido, principalmente se você conhecer baseball ou tiver um segundo player que adoraria socar, mas não deixam de ser exatamente o mesmo game que jogamos no final de 2006.

Tênis é o game que sofreu mais modificações. A jogabilidade utiliza os moldes do tênis de mesa de Wii Sports Resort, com o Wii Motion Plus (que agora é parte integrante de todo Wii mote), e tem um quantidade de movimentos enormes. As animações dos personagens ficaram mais fluídas, a diferentes quadras e a IA do game ficou muito mais agressiva. Todos os games no pacote são divertidíssimos e vão gerar horas de diversão mas Tênis vai, com certeza, capturar você.

Todos os jogos contém modos online, que funcionam muito muito bem, sem nenhum lag ou qualquer problema para encontrar competidores. Você pode postar seus recordes nas suas comunidades no Wii Wara Wara ou enviar mensagens com seus recordes para seus amigos. As músicas ainda são exatamente iguais as do produto original, lá de 2006, e lembram músicas grudentas de elevador – você vai, com certeza, lembrar delas… e isso não faz elas melhores.

Wii U Sports Club é um excelente jogo – principalmente porque comprova que o Wii Sports, lá de 2006, era também um excelente jogo. É divertido, consegue trazer qualquer pessoa para jogar e vai fazer você suar a camisa um pouquinho. Há uma enormidade de novos modos de jogo, desde a contagem de calorias a modos de treinos e desafios para mestres nas modalidades. No entanto acredito que o game é um pouco caro, principalmente considerando que deveria ter vindo de graça no Wii U  ou ter sido lançado por um preço que permitisse comprar sem pensar.

Enfim… pegue caso queira algo para jogar com uma galera e fazer todo mundo rir!