Tudo o que sabemos sobre Donkey Kong Country Returns (e o que achamos disso)

Todo mundo esperava um Zelda. Todo mundo esperava um Metroid. Mas ninguém… ninguém… NINGUÉM MESMO… esperava um DKC novo (Donkey Kong Country, DKC pros intímos, sabecomoé). E ainda mais vindos dos mestres… dos senhores… dos mais do que absolutos criadores da série Metroid Prime: a produtora americana Retro Studios.

E enquanto Skyward sword prometia controle absoluto da espada e Other M prometia gráficos perfeitos consonantes a um estupendo mergulho na psicologia da heroína eternamente muda (não mais, porque agora a desgraçada fala… e fala pelos cotovelos), Samus Aran, DKCR surge com o que mais de perfeito, mais sublime, mais “cuty cuty” do universo dos games… o side scrolling. É… o side scrolling… o famoso “joguinho de andá po´lado” onde suas fases transcorrem da esquerda para a direita enquanto você dá cabo dos vilões e desvia das armadilhas do cenário.

E DKCR é isso. É o side scrolling básico. A pedra filsofal da diversão simples, que assim como New Super Mario Bros, recebeu uma repaginada formidável no universo gráfico e melhorias estupendas na sua jogabilidade (uso de duas áreas de jogo em paralaxe, ou seja é possível ir para o fundo da tela, jogar um pedaço do estágio lá e voltar para a frente da tela; capacidade de carregar o segundo jogador, se ele for “grosso”, por estágios mais difíceis, combinando os poderes dos Kongs; uso de iluminação indireta criando fases líndissimas onde você joga usando a sombra dos Kongs ou seus reflexos na água de um riacho ou lago; entre outras coisas) para retornar atual a uma geração carente de uma pontinha retrô.

O controle não poderia ser mais simples: o Wii mote de lado, um botão pula e outro corre… bem ao estilo dos jogos de Nes. E o som, também orquestrado, vai trazer todo o estilo de ilha tropical dos Kongs para a sua sala. A única coisa que parece ter irritado todo mundo foi a partida dos Kremlins, os vilões dos DKC anteriores, que agora dão lugar para pequenos pigmeus com máscaras e outros estilos estranhos de indígenas.

A equipe da Retro disse que o game terá entre seis e oito horas de jog,o e que terá o fantástico marcador em porcentagem (aquele mesmo que todo mundo tentava chegar no 101%. Sim, Mahou, eu estou olhando para você) que todo mundo adora. Além disso, afirmaram que a relação entre o estúdio e a série DKC tem sido incrível e que continuações serão lançadas, dependendo apenas das vendas do primeiro game.

Em suma, o game é lindo, estamos babando por ele… e o queremos de forma quase erótica.

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Sobre Marcel Bonatelli

Historiador de games e jogador inveterado eu respondo todas as suas dúvidas sobre games e o mercado de games no site minicastle.org ou no email marcelbonatelli@minicastle.org

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