Nesse Gerigasmo vamos explorar uma saída relativamente barata para se usar um controle de Game Cube no Wii U para jogar um monte de coisas… o Hori Battle Pad.
O Mini mostra como foi a melhor versão de Majora’s Mask 3D!
Porque nem de longe foi a americana! Eis um lindo e artístico unboxing da versão européia do clássico de 3DS!
2015 trouxe bons números para a Nintendo!
Um aumento de 20% em relação as vendas de Wii U no mesmo período de 2014 – tudo graças a Mario Party 10 e Super Smash Bros. E o 3DS teve um aumento de 80% de vendas em relação ao mesmo período do ano passado – graças a Majora’s e Smash!
E o ano mal começou… e olha o que ainda está vindo!
- Kirby
Splatoon
Legend of Kay HD
Yoshi’s Woolly World
LEGO Jurassic World
Xenoblade Chronicles X
Rodea the Sky Soldier
Mario Maker
LEGO Marvel Avengers
Fatal Frame: Oracle of the Sodden Raven
Star Fox
Devil’s Third
Project CARS
LEGO Dimensions
Disney Infinity 3.0
Novo Skylander
Call of Duty: Black Ops III
Deus Ex - Mass Effect Trilogy
Já estamos salivando!
Call of Duty: Black OPS 3 parece legal! E está a caminho do Wii U!
Sim… dessa vez… e apenas dessa vez… os donos da nova geração não podem tirar sarro com o hardware da Nintendo.
Infelizmente não me sinto muito feliz com isso.
A parte legal é que todo mundo terá acesso a isso…
E estará no PS4, no XBOX One, no Wii U e no PC.
Sábado Retrô – Rushing Beat Shura / Peace Makers (SNES)
E chegamos na última parte da trilogia Rushing Beat – Será que ela é a melhor?
Nós falamos! Nós falamos! Star Wars Battlefront vai dominar seu fim de ano!
E o trailer prova isso!
Sábado Retrô – Rushing Beat Ran / Brawl Brothers (SNES)
E os dois caras mais engraçados do Retrô brasileiro continuam na (não tão boa) Saga Rushing Beat no SNES/Super Famicom…
Quer saber como será o novo MK X? A gente te dá uma mão…
A IGN soltou um vídeo com os primeiros 25 minutos do jogo… para quem está curioso se vale a compra!
O trailer também está logo abaixo!
Será que depois de MK 9 a Neverrealm aprendeu a fazer MK?
Deus EX: Mankind Divided será o máximo!
JC Denton está de volta, para salvar a humanidade e acabar com um grupo terrorista, no novo Deus EX da Eidos + Square Enix.
Já estamos salivando!
O que nós perdemos – Nro 9 – Raven Blade
O Game Cube foi um excelente video game – provavelmente meu segundo video game favorito em todos os tempos, perdendo apenas para o Super Nintendo, que era perfeito.
Como não consigo ouvir vocês discordarem, vou tomar que todos concordam com esse posicionamento e portanto prosseguir.
Infelizmente, ao contrário de seu irmão mais querido, o Game Cube tinha uma falha terrível: Falta de RPGs. Sim, para cada 10 adventures incríveis no Cube, havia um Skies of Arcadia. Para cada 25 FPS bem legais, havia um Baten Kaitos. E eu nem estou falando de J-RPGs pura e exclusivamente – o Cube tinha poucos RPGs de todos os tipos e ponto final.
Embora a maior parte dos RPGs dele fossem completamente incríveis e realmente muito bons.
Sabendo da importância de jogos de qualidade, e principalmente de bons RPGs para chamar de seu, principalmente depois do fiasco que o Nintendo 64 foi nesse departamento (ele tinha dois bons RPGs e ambos foram produzidos pela própria Nintendo), a Nintendo pediu que a Retro, sua nova second-partie (second-parties são empresas externas que assinam contratos de exclusividades com produtoras. É como a Naughty Dog, da série Uncharted, com a Sony ou a Fun Science, de uma gigantesca quantidade de jogos de Kinect, e a Microsoft) criasse não um, mas dois RPGs, para o lançamento do Game Cube. A produtora ainda estaria trabalhando em um projeto ligado a Metroid e um jogo de futebol americano.
Pegar uma empresa pequena, trabalhando com meras estimativas da capacidade computacional final do seu Hardware, e pedir para ela produzir 4 jogos diferentes era pedir por um desastre. E um desastre quase ocorreu – mais de um semestre de trabalho e a firma tinha quatro Alfa que não encantaram a Nintendo. Mudanças urgentes eram necessárias e Shigeru Miyamoto, o papai Mario, viajou de Kyoto para Houston a fim de colocar as coisas de volta nos eixos. A primeira mudança de Miyamoto foi cortar dois dos projetos: O de Futebol Americano foi esquecido e engavetado e os dois RPGs foram mesclados em um único RPG de ação. Toda a equipe que estava trabalhando no Futebol Americano e metade da equipe dos RPGs foi enviada para a equipe do Projeto Metroid.
Todo mundo sabe o que o projeto Metroid virou. Ele simplesmente redesenhou o que era adventure em primeira pessoa:
Metroid Prime ainda é incrível!
O RPG continuou o desenvolvimento, bastante lento visto a pequena equipe e a enorme dificuldade deles em criar um hibrido de ação com beating up, e foi mostrado na E3 de 2000, ainda sem nome (era internamente chamado de Retro Studios RPG), e novamente na E3 de 2001, com o nome de Rune Blade. O lançamento do aparelho havia chegado e a Nintendo precisava urgentemente de jogos de nome e com peso, para tirar unidades da prateleira, e o board achou que Metroid Prime era uma pedida melhor que Rune Blade, que estava sendo renomeado para Raven Blade. Toda a equipe da Retro então ficou voltada para terminar Metroid Prime o mais rápido possível (e torná-lo o melhor possível) para o lançamento no Cube. Raven Blade foi novamente deixado de lado.
Quando o desenvolvimento retornou ao jogo a Nintendo ainda não estava contente com os resultados mostrados pela Retro, e estava preocupada que, com a fantástica recepção de prime, uma continuação se tornava mais do que necessária. Depois de meses de novas tentativas, mudanças gráficas e tentativas de sobrevida para o game, Nintendo e Retro chegaram a conclusão que era hora de tirar Raven Blade do suporte de vida. Em junho de 2002, durante a E3, ambas as empresas confirmaram o cancelamento do game.
Segundo diversos envolvidos no desenvolvimento do game nada do protótipo foi perdido, visto que o game era extremamente ambicioso, e que o Hardware do Cube simplesmente não conseguiria entregar tudo que os designers queriam. Será que veremos Raven Blade ressuscitado no futuro? Só o tempo dirá.