Se você comprou Super Smash Bros no Wii U E no 3DS E registrou os dois no club Nintendo até 31/03/2015 você é o feliz dono de um Mewtwo, um personagem novo completinho para usar tanto no seu Wii U quanto no seu 3DS, em lutas fantásticas.
E não… ele não parece com o Lucario!
Caso contrário você poderá adquiri-lo a partir de 23 de Abril, separadamente em cada plataforma por US$ 3,99 ou por US$ 4,99 para ambas as plataformas. Não precisa ser um matemático para saber que mesmo que você não tenha um dos jogos (ainda) vale a pena comprar o Super Pokemon Clonado em sua versão dupla.
Nós dissemos que vocês não veriam Quantum Break, exclusivo do One em produção pela mesma equipe de Alan Wake, em 2015 N E M F O D E N D O…. Tá ficando chato estarmos sempre certos!
Sim! Quantum Break se junta a Zelda do Wii U e a Uncharted 3 e se muda, de mala e cuia, para 2016. Segundo a Remedy e a Microsoft o tempo maior vai permitir “uma experiência mais polida e mais sólida no jogo”. Não que alguém vai sentir falta no One… vão estar todos, em absoluto, massivamente, jogando Halo 5 E Star Wars Battlefront 3.
No dia primeiro de abril, dia internacional da mentira, a Hyperkin, uma empresa que produz diversos clones de videogames retrô, soltou uma nota oficial que lançaria um acessório para iPhone 6 que permitiria o uso de cartuchos de GameBoy e GameBoy color no celular: o Hyperkin Smart Boy.
Era para ter sido tudo uma brincadeira. Mas a empresa recebeu uma quantidade cavalar de pedidos. E lojas de celulares e de artigos para videogame começaram a ligar atrás de datas e tudo mais.
E a brincadeira vai virar realidade: a Hyperkin vai mesmo lançar um acessório para o iPhone que permite transformá-lo em um Game Boy Color.
Se a Nintendo não entrar na justiça antes, claro. Ou a Apple. Ou as duas. Mas as chances disso são pequenas.
De qualquer forma o acessório será bem interessante, principalmente porque vai permitir o uso de cartuchos originais dos aparelhos, permitindo um retorno ao uso de diversos itens retrô da coleção de um monte de gente. Eu mesmo já estou salivando.. e eu nem tenho um iPhone.
Eu já declaro no começo desse review que não sou um especialista em Battlefield mas que adoro filmes policiais. Acho importante colocar isso aqui porque, com a mais absoluta certeza, isso coloriu minhas impressões de Battlefield: Hard Line o suficiente para me fazer gostar do jogo.
Ainda não acho que ele vale US$ 60,00 … mas não é ruim não….
Então vamos por partes, começando pelo que já sabíamos e esperávamos: O Multiplayer. O Multiplayer de Battlefield: Hard Line envolve menos veículos e mapas menores, e com menos gente, que os de Battlefield 4. Nada de jatos ou tanques, você terá acessos a carros que parecem fugidos de Miami Vice e a blindados de pacificação urbana. Há, essencialmente, 4 variações do padrão de equipe de policiais VS equipes de bandidos, variando por sistema de objetivos e tags a o velho e bom “mate todo mundo na outra equipe” – não é inovador, mas é bem mais vertical que Battlefield, com muitos pontos onde camperar pode ser usado quase como um esporte olímpico.
E sabe o que mais me impressionou? É bem divertido! De novo quero lembrar a todos que eu gosto de filmes policiais e de caças a bandidos e tudo mais, mas esse foi o multiplayer de Battlefield mais divertido que eu tive em muito tempo.
Sim… é bem legal mesmo!
Mas, como todo mundo que lê o Mini sabe, eu não ligo muito para multiplayer. Jogo, principalmente se meus amigos estiverem jogando, mas gosto muito mais de campanhas co-op do que de multiplayer padrão – e muito muito muito mais de single player com uma boa história. E foi aí que Hardline realmente me surpreendeu. Porque a história é realmente bem legal!
Veja bem… ela não é original. Nem um pouco. Mas rouba ideias boas, de tantos filmes bons, e os aplica de maneira tão legal, em sucessão e dentro do esperado, que, se você gostar do material fonte, que vai de Dirty Harry a Miami Vice, passando por CSI e com uma pontinha de Fogo contra fogo, você não via conseguir segurar um sorrisinho. E saber todas as reviravoltas muito muito antes do final.
Battlefield: Hardline vai te dar 8 a 12 horas de campanha de boa qualidade – o tipo de filme que eu levaria meu pai ou meu irmão assistir, cheio de frases de efeito, chavões bem colocados e ótimos momentos de ação. O fato que você pode escolher como jogar, onde colocar os tiros, se quer apenas desarmar ou se vai matar cada pessoa na sala, e que isso tem efeitos em termos de pontuação e habilidades, é muito muito legal. O multiplayer é bem bacana e trabalha super bem com os chavões e os clichês do gênero, com especial atenção ao balanceamento e ao uso de itens. Eu só acho que, pelo tanto de conteúdo efetivamente contido no game, que é, essencialmente, do tamanho de um DLC, ele não deveria custar US$ 60,00 ou R$ 179,00.
Mas a cada um o que cada um quer… e Hardline não é nem de perto um jogo ruim.
A Bungie era fantástica em criar Hype para a franquia Halo durante todo o tempo em que ela permaneceu no comando da mesma, seja através da contratação de cineastas reais para nos deixar loucos por Halo 3…
… seja com backstory fantasticamente entregue através de videodocs…
Confesso que a 343 não fez um serviço muito bem em criar Hype para Halo 4 como a Bungie fez com Halo: Reach (onde a internet estava essencialmente se descabelando para colocar a mão no game antes do lançamento dele) mas eles parecem estar aprendendo a usar a publicidade… começando com uma campanha dupla de trailers maravilhosos chamado “Hunt the Truth” (Cace a verdade).
A versão do Spartan Locke
A versão do Chief
Minha teoria é que uma das cenas é a correta e a outra é a informação que chegou a Oni. Mas só vamos saber no lançamento do game no dia 27 de Outubro deste ano!
O presidente da Nintendo foi curto e grosso sobre o crescente rumor de que a Netflix está desenvolvendo uma série no universo da franquia Zelda: “Temos um contrato com a Netflix que inclui diversos produtos, além de divulgação. Infelizmente uma série live action de Zelda não está entre eles.”.
O pessimista lê que não há nada em desenvolvimento. O Otimista pensa em uma série em animação. Eu… eu fico satisfeito que nunca mais vou ter que ver isso!
Segundo a Nintendo entregar Zelda do Wii U em 2015 não é mais uma prioridade.
“Lançar o jogo em 2015 não é nosso objetivo principal. Garantir que ele seja a melhor experiência possível, como sempre nossos consumidores tiveram com Zelda, é. Os desenvolvedores estão se sentindo pressionados em entregar o melhor jogo possível dentro da escala de tempo que acabou surgindo sobre eles – e para ajudá-los nos retiramos essa data final de 31 de Dezembro para o game.” disse o presidente da Nintendo Satoru Iwata.
Considerando que todos os Zeldas não portáteis atrasaram pelo menos um ano (Ocarina of time atrasou quase 3!) isso não é surpresa nenhuma – nós cobrimos isso nas nossas previsões para 2015 aqui no Mini.
Fantástico!
Infelizmente isso deixa a Nintendo sem nenhum outro grande jogo além de X – Xenoblade Chronicles para o final do ano no Wii U. É claro que temos Star Fox em setembro. É claro que temos um novo jogo de Miyamoto ainda não mostrado para dezembro. Mas não é um Zelda…
… e isso só pode significar menos vendas no final do ano.