… e Super Mario 3D Land não deixou por menos!

O 3DS teve um aumento de venda, durante o fim de semana da black friday, de, meros, 325%. 325%!!! Trezentos e vinte e cinco por cento!!! Agora o sistema totaliza 1,65 milhões de unidades vendidas, só nos EUA. É claro que o lançamento de Super Mario 3D Land teve algo a ver com isso com o game vendendo, tendo sido lançado a menos de duas semanas, mais de 500.000 unidades – e se tornado o Mario portátil de venda mais rápida de todos os tempos… sim… mais rápido que The New Super Mario Bros!

“Isso tudo e Super Mario 7 ainda não chegou ao mercado e o grosso de fim de ano ainda estão por vir.” disse um animadíssimo Reggie Fill-Aimes, presidente da Nintendo da America “Afinal, em 8 meses o 3DS vendeu mais do que o primeiro ano inteiro do DS. Estamos confiantes que temos um novo super sucesso nas mãos!”.

Sim… eu sei que ainda não fiz o review desse… mas é que ainda não terminei… sabem como é… Skyward Sword…

As cinco princesas que são mais legais que seus salvadores!

Não há nada mais clássico em videogame do que ir salvar alguém: seja seu irmão, sua namorada ou seu peixinho dourado. Videogames literalmente se construíram sob a imagem de que você atravessa dezenas de fases saltando, batendo ou dirigindo para salvar alguém de um destino pior que a morte (ou da morte – se o vilão for mais realista e tiver menos imaginação). Ao longo dos quase 40 anos de videogame, no entanto, uma classe de pessoas foi sequestrada mais do que todas as outras classes juntas: Princesas.

Não é só nos contos da Disney que a princesa tem a chance de ser sequestrada, mas as vezes, muito muito de vez em quando, uma princesa é mais legal e mais “macha” que seu suposto salvador. Essas são as princesas mais bad-ass fucking awesome que já vimos. E adoramos elas por isso.

Princesa Nina (Breath of Fire – Super Nes)

Durante a era de ouro dos JRpgs no SNES você podia contar que sempre haveria um Breath of Fire, a famosa série de RPG da Capcom, para te salvar da seca entre um lançamento da Square e outro. E em todo Breath of Fire você podia contar que o heroico e draconiano Ryu iria se encontrar com a fantástica princesa Nina. Diferente da maior parte dos JRpgs, no entanto, a jovem Nina não tinha nada disso de magia branca, curandeira e o escambau. A menina queria sangue! Ela controlava o vento e o fogo e usava magia negra a torto e a direito – e enquanto Ryu costumava acordar nu e sem memória após usar seus poderes Nina matava centauros, que tentaram sequestrá-la, com as mãos e magia, quando tinha 8 anos! Isso tudo sem falar que em Breath of Fire 4 ela se infiltra no território inimigo para salvar sua irmã, Princess Elina, o que faz dela não só uma princesa fantástica mas uma princesa-salvadora-de-princesas… Nina 1, Princesas da Disney 0.

Elika  (Prince of Persia – 360 e PS3)

A princesa Elika, do último príncipe da persia a merecer este nome, era atlética, acrobática e a jovem senhora de uma terra fantasiosa onde ela possuía o conhecimento e a magia para combater um DEUS maligno. Sim… eu disse D E U S. A menina combate um Deus, o ponto alto do seu personagem é que ele tem um a mula. Elika pode pular, rolar, subir, descer e fazer todas as peripécias que o príncipe faz tão bem quanto ele… e ela ainda voa… sim… A única razão para o seu personagem estar no jogo é participar daquelas lutas um a um segurando uma espada e considerando que um terço do seu arsenal de golpes consiste em jogar Elika no inimigo, para que ela faça algo e volte perfeita para o seu lado, tenho certeza que o nome do jogo deveria ser Princess of Persia and the random guy who lost a donkey (A Princesa da Pérsia e o cara qualquer que perdeu uma mula).

Zelda (A Lenda de Zelda – todos os videogames da Nintendo)

Diferente da princesa Peach, Zelda nunca foi uma menininha vestida de rosa. A jovem princesa, em todos os jogos, é mostrada como um “moleque”. Ela sabe lutar, sabe montar, é inventiva e sempre domina algum poder místico – nem que seja a habilidade de pedir ajuda telepaticamente. Além disso a desgraçada tem uma seita de ninjas que trabalham para ela (Os sheikas. O que? Eles não são ninjas? Então como você chama pessoas que entram e saem da onde querem, sem serem vistos e que conseguem lutar com batalhões de pessoas usando nada a não ser a mãos – essa é a definição de Ninja). Some a isso o conhecimento e o cérebro para administrar um reino e o fato de que ela é dona de um dos artefatos mais poderosos dos mundos de fantasia e a princesa se torna muito mais do que um rostinho bonito.

Marle (Chrono Trigger – Super Nes, DS e PS1)

Se você achava que princesa rebelde era a Princesa Léia, pense de novo! A Princesa Nadia do reino de Guardia foge de sua obrigações usando o nome falso de Marle para um dia de diversão escondida de seu pai, o excêntrico rei de Guardia, e por uma combinação de amizades estranhas, curiosidade, protótipos e uma pendente criado 12.000 anos atrás com material advindo de um meteoro que era na verdade um ser terrível que vai destruir a humanidade, a princesa vai parar na idade média. Enquanto a maior parte das pessoas iria ficar catatônica com tal experiência a princesa simplesmente se arma de uma besta e de muito entusiamo. Terra devastada pós-apocalíptica? Vamos lá dar uma olhada! Parasita espacial elditriano? Vamos socar as fuças dele! Rainha dos seres humanos pré-históricos? Vamos ser amigas! Marle é impulsiva e ansiosa, mas não porque ela não sabe o que é o perigo… e sim porque ela sabe que vai dar conta!

Sun Liam (Jade Empire – Xbox e Xbox Originals)

Eu tenho duas palavras para vocês: Batman feminino! Eu podia acabar isso aqui. Quando descobre que seu sábio e corajoso pai está tomando diversas decisões menos do que honradas no comando do império de Jade a jovem Sun Liam deixa para trás uma vida chata de pompa e cerimônia para fazer justiça durante a noite, vestida como uma sexy ninja roxa, chamada de Silk Fox (raposa de seda). Durante o dia uma princesa fofinha e toda cuidadosa com que o fala ela se transforma numa fêmea fatal durante a noite, atrapalhando os planos de Death Hand, o vilão do jogo, e soltando frases que fazem seu personagem ficar rubro de decoro. Além de linda, rica, extremamente competente em uma briga e cheia de bugigangas a desgraçada está certa que seu pai é inocente e fará de tudo para salvar o reino. Em suma… Lady Batman.

Concordam… discordam… deixem suas idéias aí em baixo!

Jogando: Aliens: Infestation

Quando Metroid surgiu Shigeru Myiamoto falou abertamente que havia se inspirado em Alien para criar corredores escuros cheios de monstros terríveis e babões, atravessado por uma heroína casca grossa. Tire Samus Aran de dentro de sua armadura e ela é basicamente Ripley, a heroína da franquia Alien. Agora, provando que o mundo imita a arte, o círculo se completa. E Aliens: Infestation, com todo cuidado a enorme e bem construída franquia na qual se baseia, se inspira fortemente em Metroid, principalmente Metroid: Fusion e Metroid: Zero Mission para trazer um jogão ao DS.

E isso é muito muito muito legal.

Todos esperavam que o DS morresse no encalço de seu irmão mais poderoso, o 3DS. Mas ao que parece os dois teimam em continuar no mercado, lado a lado. E como você pode jogar seu Aliens: infestation tanto no seu 3DS quanto no seu DS a diversão é líquida é certa.

Graficamente o jogo é bem aceitável, usando uma mistura constante de polígonos texturizados e pixels, com uma atenção especial a iluminação e aos cenários. Os personagens (porque são um monte deles) tem trejeitos diferenciados, animação muito bem feita e detalhes por todos os lados (com direito a equipamentos pendurados a tira-a-colo com movimento próprio) – os xenomórficos (os aliens) não deixam para trás, com animação bem legal (ainda que possuam movimentos limitados) e tão gosmentos como sempre. O som do jogo cumpre maravilhosamente seu papel, te deixando nervoso quando necessário e te tando batidas aceleradas quando o sangue tem que ferver – não há vozes, por razões óbvias, mas todos tem grunhidos e sons diferenciados, com a sonoplastia dos aliens mostrando o tanto de carinho colocado no game.

O controle é funcional…. provavelmente o ponto mais baixo do jogo. As vezes eu queria me encostar em uma cobertura para atirar por cima, mas acabava por ficar só ajoelhado tomando cuspe dos meus inimigos, enquanto em outras vezes as granadas não saiam quando precisavam, mas é mais uma questão puntual e que não tira o brilho do game em si. A história é o cliché que sempre amamos: Alguém fez uma besteira ENORME (eu não vou dizer o que para não estragar seu jogo) e agora precisamos enviar os Marines para limparem a sujeira e regatarem os sobreviventes, se houver algum. É claro que em algum ponto da história alguém resolve que vai usar os aliens como armas biológicas e … bem… tenho certeza que você assistiu os filmes.

A  jogabilidade do game é fantástica. Tão boa quanto a de qualquer Metroid. Você precisa do item B para passar pela
porta A, só que para pegar o item B você precisa do item H que só é conseguido matando o monstro X que… tenho certeza que você pegou a ideia. E bem divertido, o mapa é enorme, e você pode encontrar mais de uma dezena de Marines que VOCÊ PODE COLOCAR NO SEU ESQUADRÃO. Seu esquadrão permite que você troque de Marine em tempo real só que com um preço: Se o Marine morrer em ação… acabou! Caput! É o fim! Sim, personagens mortos estão MORTOS… e não voltam nem podem ser ressucitados. Isso coloca um peso totalmente novo na escolhas que você tem que fazer ao longo do game. Mato fulano para poupar a energia de ciclano e deixá-lo à câmara maior no centro desse laboratório ou divido a carga entre os dois de forma a permitir que ambos cheguem, mas que os ferimentos possam matá-los lá, juntos – ou – Prefiro não usar fulano, cujo a arma é muito boa, então vou sacrificar beltrano e ciclano. É um detalhe pequenino… mas que faz uma brutal diferença na atmosfera do game e que abre espaço para literalmente centenas de micro-cenas envolvendo mortes, lamentações e, é claro, operações de resgate, que fazem o jogo um pouquinho diferente, cada vez que você joga.

Se você é um fã de Aliens, esse é o jogo que você estava esperando. É claro que o irmão mais velho dele sai no ano que vem, para Xbox 360, Ps3 e Wii U, mas vai ter que preencher um sapato bem largo depois do excelente trabalho do Jr aqui. Se você for um fã de Metroid, eis um excelente game para limpar o gosto estranho que Metroid: Other M pode ter deixado. E se você não for fã nem de Aliens e nem de Metroid… você não está vivo e precisa de auxílio!

Agora me dão licença que meu sensor de movimento está fazendo “bip… bip… bip bip bip….”

Jogando: Tetris:Axis

Vamos imaginar um mundo diferente. Vamos imaginar um mundo onde videogames portáteis são um trambolho esquisito que consome baterias velozmente e que possuem apenas um jogo. E vamos imaginar que, de repente, uma empresa coloque no mercado não só um portátil melhor, mais versátil e que não devore baterias vorazmente, mas que venha acompanhado de um puzzle ágil, viciante e universal. Está é, basicamente, a história do Game Boy e de como ele conquistou o mundo vindo acompanhado por Tetris (conta a história que o diretor de aquisição da Nintendo à época, Henk Rogers, soltou a seguinte pérola, pouco antes do lançamento do Game Boy “Se querem vender o Game Boy a crianças, venda-o com Mario. Se querem vender o Game Boy para todos, venda-o com Tetris.”). Isso foi em 1986/7. 25 anos depois, poderia Tetris continuar vendendo o portátil da Nintendo para o mundo… principalmente agora que Tetris pode ser conseguido em basicamente qualquer celular, mp3 player e pad da terra?

Não… a resposta é não poderia!

Mas não machuca em nada as chances do portátil! Ainda mais com Tetris: Eixo.

Tetris Axis, criada pela japonesa Hudson Soft (sim.. a da abelhinha) traz ao portátil 3d da Nintendo o tão famoso Puzzle que construiu a carreira de seu tataravô lá na década de 80. E sim, ainda é Tetris… o que significa que é imensamente simples, completamente elegante e absolutamente viciante. E talvez por saberem que Tetris pode ser conseguido em todo lugar os criadores do game encheram-no de mais de 15 modos de jogar Tetris, indo do Tetristandard (adorei a palavrinha) que é o modo mais conhecido por todo mundo (blocos de 4 cubos, não 3d, caem do topo da tela e você deve formar linhas horizontais com elas de forma a fazê-las sumirem), ao Tredis (meu deus, como eles são criativos) que é um tetris 3D com pecinhas sendo movidas em diversas direções, chegando ao Tower Climber onde suas peças caem para preencher uma estrutura giratória, de forma a garantir que um Mii escale uma estrutura. Aliás, nos modos em que os Miis não participam (que são… tipo… quase todos) eles ficam na tela sensível ao toque, torcendo, de uma forma que, se não animadora, é pelo menos divertida.

Não dá para falar dos gráficos de Tetris… porque é Tetris. Blocos caem, giram ou voam e você deve juntá-los em grupos. Ponto final. Alguns dos modos colocam um Mii ou um outro agrada na tela, mas os gráficos do jogo são essencialmente simples. O controles também são simples, e o jogo pode ser jogado com a tela sensível ao toque assim como com os direcionais e botões. O som é magnífico… e mantém toda a emoção do quanto Tetris é fantástico – é surreal ouvir uma versão orquestrada da música tema de Tetris na qualidade que ela está no 3DS, ainda mais se você estiver usando um belo fone de ouvido.

No mais Tetris continua muito legal mas não sei se dá para dizer que é imperdível ter mais uma versão do game só para testar um ou dois modos novos. Me acordem quando sair Tetris: Aliados.

Resident Evil: Revelations ganha data de lançamento e um novo 3DS só para ele!

A Capcom confirmou que Resident Evil Revelations sai dia 07 de Fevereiro de 2012 na America. O jogo conta a história de como Hill Valentine e Chris Redfield, acompanhados por mais dois agentes da BSAA (Parker Luciani e Jessica Sherawatwill), tentam sobreviver e encontrar os responsáveis por uma epidemia do vírus T-Abyss, uma mutação ainda mais letal do vírus T dos games anteriores (único sintoma visível: as pessoas viram zumbis) …

Sério Capcom? Essa é a história? Tipo…. você já não fez uns 50 games assim nos últimos 10 anos!

A arte da caixa também foi revelada:

Em tempo, a Gamestop americana está lançando uma edição especial de 3DS que virá num bundle com o novo jogo. Imagens logo aqui:

Jogando: Star Fox 64 3D

Se você teve um Nintendo 64 você provavelmente tem lembranças de Star Fox 64. Não só porque o jogo era fantástico, tinha gráficos animais, música brilhante, jogabilidade divertida e controle perfeito, mas também porque era a melhor opção de Shooter no N64 e vinha com o Rumble Pak, o acessório que fazia o controle vibrar quando você era atingido (sim, houve um tempo romântico e antiquado quando não existia vibração no controle… aparentemente só a Sony sente falta dessa época. Sim, Sixaxis… eu estou olhando para você, escondido aí no canto, cobrindo a cabeça.).

Agora a Nintendo traz uma remake do game para o 3DS e o mundo, cansado dos dois Star Fox do GameCube, que foram bem ruins, segura o fôlego esperando alguma novidade. E querem saber?

Quase 15 anos depois o jogo ainda é tão atual quando era no lançamento! E as novidades acrescentadas a jogabilidade garantem que esse é o Shooter da Nintendo, de volta em toda a sua glória! É um jogaço!!!

Embora os estágios sejam exatamente os mesmos da versão do Nintendo 64 (com a diferença é que agora você pode escolher a direção que quer ir sem perder uma vida), os novos gráficos vão garantir que seja uma aventura totalmente nova para você. Centenas de efeitos top de linha, de cenários construídos com normal mapping a partículas texturizadas compõe o arsenal que derruba os queixos dos donos de 3DS. O jogo é tão bonito, dentro de sua temática, quanto Ocarina of Zelda ou Super Street Fighter IV, e o efeito 3D torna tudo ainda mais vívido e charmoso – você verá quando chegar no espelho d’água no final da primeira fase… é animal!!!

O som ainda é tão bom quanto era no Nintendo 64, embora em novos arranjos, as músicas ainda são bem características. É gostoso, algo tão bom que você vai sair cantarolando depois. A jogabilidade permanece a mesma, com dificuldade moderada, controlando sua nave em três visões (do cockpit, por cima do “ombro” da nave e por trás da nave) enquanto desvia de milhares de inimigos e explode outros milhares. Os tiros podem ser melhorados e você pode usar bombas, mas é no campo da jogabilidade que o game dá Barrel Rolls em volta dos concorrentes.

Além do modo de controle tradicional, usando o direcional para controlar sua nave e R e L para fazê-la virar de lado e inclinar-se mais rapidamente para a direita ou esquerda (respectivamente), com dois apertões seguidos dando um “Barrel Roll” (uma volta completa da nave que desvia tiros, muito útil contra inimigos múltiplos) – que é excelente – você pode optar por jogar com o detector de movimento do console e movimentar o portátil para esquerda e para direita para puxar nave, inclinando-o para um Barrel Roll. Comigo falando parece imbecil… mas acredite… é bem divertido a hora que você perde a vergonha. Não muito recomendado para usar no ônibus ou no almoço do serviço… mas bem legal, mesmo assim.

Enquanto o single player ficou o mesmo a Nintendo adicionou um Time trial (para vencer chefes e fazer os estágios) e um modo multiplayer local para até 4 jogadores usando só um cartucho que foi melhorado com o uso de poderes especiais, semelhantes aos de Mario Kart (como super velocidade, tiro reforçado, etc….).

No mais, o jogo continua tão bom quanto era no Nintendo 64. Ou seja, animal! Se você jogou no Nintendo 64 está na hora de entrar na sua Arwing denovo e frustar os planos de Andross mais uma vez. Se você nunca jogou Star Fox 64… não poderia haver hora melhor.

 

Cansado de esperar por Twilight Princess? Que tal um Zelda de graça?

O misterioso Zelda que será dado de presente para todos os usuários de 3DS e Dsi foi revelado como sendo The Legend of Zelda: Four Swords. Mas o jogo foi modificado para ter uma história melhor, mais longa e intrincada e… permitirá ser jogado no multiplayer. Infelizmente o game não vem acompanhado de The Legend of Zelda: A link to the Past como vinha no GBA.

Por outro lado ele custa R$ 0,00…

O game estará disponível para download a partir de 28 de Setembro (e até 20 de Fevereiro do ano que vem) no eShop.

Um pouco sobre o novo Mario Kart e uma data de lançamento para ele e Super Mario 3D Land

Se você não consegue mais aguentar esperar pela continuação “espiritual” de Super Mario 3 – o Super Mario 3D Land do 3DS – está com sorte. O game chega as lojas nipônicas no dia 3 de Novembro e nos Eua no dia 13 de Novembro.

Mas se o seu negócio é velocidade o novo Mario Kart do 3DS está a acelerando e vai chegar no dia 7 de dezembro no Japão e 4 de Dezembro nos EUA. O novo Mario Kart vem com dois novos personagems – Lakitu (sim, aquela tartaruga que mora em uma nuvem… não me perguntem nada eu só trabalho aqui!) e Metal Mario (a versão T1000 do Mario) – e incorpora um novo item a jogabilidade, a flor de fogo, que permitirá jogar bolas de chamas pela frente e pela traseira do veículo. O game permitirá até oito jogadores por multiplayer local ou via internet , com funções especiais para o StreetPass e o SpotPass.

O game permitirá ainda customização total do kart ou moto, com troca de pneus, aerofólios e chassis. Cada peça terá funcionalidade e influenciará a corrida: pneus pesados e grandes, por exemplo, darão mais tração e melhorarão a dirigibilidade em pistas off-road enquanto pneus finos permitirão melhora aceleração nas estradas.

Eu definitivamente estou salivando!

O 3DS vai mesmo ganhar um segundo analógico!

É! Não é um 3DS Lite (graças a Deus), mas é uma benção dos céus. A Big N confirmou, através da maior revista de videogames do mundo, a Famitsu, que irá lançar um acessório para adicionar um segundo direcional analógico ao 3DS – o acessório sai no Japão dia 10 de dezembro deste ano, por 1,500 yen (aproximadamente 15 a 20 doláres) e vai exigir uma bateria AAA para funcionar.

A pergunta óbvia que esta se formando na sua cabeça é: Por que não saiu com essa porra logo no começo?

É…. pois é…. não é…. porra podia ter saído com essa merda logo de início!!! Mas a Nintendo disse (e continua dizendo) que o segundo analógico pode ser substituído pela função de giróscopio e detecção de movimento do console , ou seja, você pode controlar a câmera mexendo o console ao ínves de usar um segundo analógico. Mas a Big N quer garantir que as pessoas tenham a opção de um segundo analógico, se assim preferirem.

A lista inicial de jogos que serão compatíveis já foi revelada: .Monster Hunter 3G, Resident Evil Revelations, Metal Gear Solid Snake Eater 3D, Ace Combat 3D Cross Rumble, Dynasty Warriors Vs e Kingdom Hearts 3D.

E aí? O que você acha disso? Ponha sua opinião aí embaixo!