Morreu ontem, vitimado por problemas na glândula biliar, o senhor Satoru Iwata, presidente da Big N.
Nossos pensamentos estão com a família do senhor Iwata nesse momento de dor. Até o momento não há informações sobre quem assumirá a presidência da empresa, mas estamos confiantes que Reggie Fill Aimes, segundo em comando da empresa, deve permanecer em seu posto.
Em desenvolvimento pela Double Helix, Justice League (nome provisório), foi encomendado pela divisão de jogos da Warner para acompanhar a primeira leva de filmes e séries de TV que viriam no encalço de Lanterna Verde, o filmes.
Só que Lanterna Verde foi uma bosta, todo mundo ainda lembrava que MK vs DC não tinha vendido porra nenhuma, e a questão de direito de uso de imagem começaram a criar conflitos entre a DC/WB e a Netherrealm.
A situação foi acertada fora da corte, a Double Helix foi paga pelo Assets e tempo de desenvolvimento, e a Netherrealms foi trabalhar em Injustice, que acabou sendo um jogo muito melhor que esse Justice League. Uma história com um final feliz.
Sim… eu não consegui resistir… era 13 duas vezes!!!!
Em desenvolvimento pela mesma equipe interna da LucasArts responsável por Force Unleashed 1 e 2, e fazendo uso de novos motores gráficos, Star Wars 1313 seria o jogo de Star Wars para uma nova geração de videogames. O game se passaria no famigerado nível 1313 de Coruscant, dominado por um cartel de escravagistas e uma quantidade interminável de prostíbulos, com um personagem principal caçador de recompensas jovem e sem qualquer ligação com o universo expandido.
Infelizmente o game nunca verá a luz do dia. Em 2013, quando o jogo ainda estava em desenvolvimento, a LucasArts foi vendida para Disney como parte do mega power ultra bilionário conglomerado de George Lucas e o novo dono não quis prosseguir com o desenvolvimento do game, passando os assets já criados para a mão da EA e fechando um contrato de 10 anos de produção de games com eles.
Mas espera…. Doom 4 ainda vai ser lançado. Eu vi o teaser.
E o trailer. Ele vazou.
Então… antes de voltarmos a festa da Salsicha em marte, com um monte de personagens masculinos em Marte Doom 4 estava sendo desenvolvido com uma história mais complexa. Se passando na Terra. Que estava perdendo uma guerra contra os demônios. E tinha o personagem principal feminino.
Sim! Impressionado já? Você deveria estar!
Infelizmente a Bethesda não achou que o resultado final se parecia com Doom o suficiente e mandou o projeto de volta para a prancheta. No entanto todos os assets criados para o Doom 4 original não foram destruídos e segundo a ID Software “Serão usados em futuros jogos.” – isso sim… uma ótima notícia.
O Game Cube foi um excelente video game – provavelmente meu segundo video game favorito em todos os tempos, perdendo apenas para o Super Nintendo, que era perfeito.
Como não consigo ouvir vocês discordarem, vou tomar que todos concordam com esse posicionamento e portanto prosseguir.
Infelizmente, ao contrário de seu irmão mais querido, o Game Cube tinha uma falha terrível: Falta de RPGs. Sim, para cada 10 adventures incríveis no Cube, havia um Skies of Arcadia. Para cada 25 FPS bem legais, havia um Baten Kaitos. E eu nem estou falando de J-RPGs pura e exclusivamente – o Cube tinha poucos RPGs de todos os tipos e ponto final.
Embora a maior parte dos RPGs dele fossem completamente incríveis e realmente muito bons.
Sabendo da importância de jogos de qualidade, e principalmente de bons RPGs para chamar de seu, principalmente depois do fiasco que o Nintendo 64 foi nesse departamento (ele tinha dois bons RPGs e ambos foram produzidos pela própria Nintendo), a Nintendo pediu que a Retro, sua nova second-partie (second-parties são empresas externas que assinam contratos de exclusividades com produtoras. É como a Naughty Dog, da série Uncharted, com a Sony ou a Fun Science, de uma gigantesca quantidade de jogos de Kinect, e a Microsoft) criasse não um, mas dois RPGs, para o lançamento do Game Cube. A produtora ainda estaria trabalhando em um projeto ligado a Metroid e um jogo de futebol americano.
Pegar uma empresa pequena, trabalhando com meras estimativas da capacidade computacional final do seu Hardware, e pedir para ela produzir 4 jogos diferentes era pedir por um desastre. E um desastre quase ocorreu – mais de um semestre de trabalho e a firma tinha quatro Alfa que não encantaram a Nintendo. Mudanças urgentes eram necessárias e Shigeru Miyamoto, o papai Mario, viajou de Kyoto para Houston a fim de colocar as coisas de volta nos eixos. A primeira mudança de Miyamoto foi cortar dois dos projetos: O de Futebol Americano foi esquecido e engavetado e os dois RPGs foram mesclados em um único RPG de ação. Toda a equipe que estava trabalhando no Futebol Americano e metade da equipe dos RPGs foi enviada para a equipe do Projeto Metroid.
Todo mundo sabe o que o projeto Metroid virou. Ele simplesmente redesenhou o que era adventure em primeira pessoa:
Metroid Prime ainda é incrível!
O RPG continuou o desenvolvimento, bastante lento visto a pequena equipe e a enorme dificuldade deles em criar um hibrido de ação com beating up, e foi mostrado na E3 de 2000, ainda sem nome (era internamente chamado de Retro Studios RPG), e novamente na E3 de 2001, com o nome de Rune Blade. O lançamento do aparelho havia chegado e a Nintendo precisava urgentemente de jogos de nome e com peso, para tirar unidades da prateleira, e o board achou que Metroid Prime era uma pedida melhor que Rune Blade, que estava sendo renomeado para Raven Blade. Toda a equipe da Retro então ficou voltada para terminar Metroid Prime o mais rápido possível (e torná-lo o melhor possível) para o lançamento no Cube. Raven Blade foi novamente deixado de lado.
Quando o desenvolvimento retornou ao jogo a Nintendo ainda não estava contente com os resultados mostrados pela Retro, e estava preocupada que, com a fantástica recepção de prime, uma continuação se tornava mais do que necessária. Depois de meses de novas tentativas, mudanças gráficas e tentativas de sobrevida para o game, Nintendo e Retro chegaram a conclusão que era hora de tirar Raven Blade do suporte de vida. Em junho de 2002, durante a E3, ambas as empresas confirmaram o cancelamento do game.
Segundo diversos envolvidos no desenvolvimento do game nada do protótipo foi perdido, visto que o game era extremamente ambicioso, e que o Hardware do Cube simplesmente não conseguiria entregar tudo que os designers queriam. Será que veremos Raven Blade ressuscitado no futuro? Só o tempo dirá.
Sonic Xtreme é provavelmente o jogo não lançado mais conhecido de todos os tempos. Era um gigantesco projeto da SEGA of America (que por alguma razão foi deixado na mão de apenas 15 funcionários e terminou seus dias na mão de apenas dois… mas isso não vem ao caso) que deveria salvar o Saturn e fazer frente ao Nintendo 64 e ao PS1. Seria o glorioso renascimento do porco espinho mais conhecido do mundo em 3D.
Mas eu não escrevi errado lá em cima não… nós vamos falar de Sonic: The Hedgehog Extreme, um jogo completamente diferente.
Sonic Xtreme está vindo. Eu prometo. Tenho uma coisa especial para ele.
De qualquer forma, Sonic: The Hedgehog Extreme era um jogo de hover boards com muita “atitude” criado Vigil Entertainment e apresentado para a SEGA como proposta para ser lançado no XBOX Clássico, por volta do ínicio de 2004. Era composto, essencialmente, de um modo de batalha, em que você controlava ou Sonic ou Shadow por uma arena, batalhando em cima de hoverboards armados de mísseis, lasers e granadas, e de um modo single player, onde você seguia por uma série de pistas (o protótipo só tinha duas, aparentemente baseadas em Green Hill e Star Light Zone respectivamente) usando itens e tentando chegar em primeiro lugar.
Ou seja, clone de Mario Kart antes de Sonic and SEGA Racing.
Infelizmente a SEGA não ficou muito impressionado com o jogo em desenvolvimento, e não só não liberou “a bufunfa” para o projeto como imediatamente soltou uma ordem de “Parar e Desistir” (Cease and Desist – uma ordem judicial dada por uma firma a outra firma ou a indivíduos que a primeira entenda estarem fazendo coisas que possam prejudicá-la. Costuma ser o último aviso amigável antes de uma ação judicial.). A ideia, no entanto, parece ter encantado aos executivos, que depois de paralisarem o desenvolvimento da Vigil, requisitaram o seguinte jogo a um dos estúdios internos da SEGA…
O protótipo, que foi encontrado em um disco de desenvolvimento para XBOX Clássico, foi desenvolvido em cima do motor gráfico de Sonic Adventure 2 e parecia realmente muito bonito, principalmente se você considerar que era essencialmente o Alfa não terminado de um jogo que tinha pelo menos mais 8 a 12 meses de trabalho pela frente. Infelizmente, Sonic: The Hedgehog Extreme é um daqueles jogos que nunca descobriremos quão bom seria.
Ohhhhh Meu Deus! Hideo Kojima vai deixar a Konami! É o fim! O universo de videogame morreu!
Coloquem suas calças e saias de volta pessoal… porque está na hora de vocês entenderem o que diabos aconteceu na Konami. A Internet está pirando em volta de 4 mitos que tem quase nada de verdade – e é hora de colocá-los para dormir.
A Missão principal do mini!
1) Hideo Kojima está saindo da Konami
Não…. não, não, não, não, não!
O senhor Hideo Kojima já deixou de ser funcionário da Konami a bastante tempo. Desde o momento que o senhor Kojima criou a Kojima Productions e começou a produção de Metal Gear Solid V e MGS Ground Zeroes ele já não era mais funcionários da Konami, mas sim um contratado externo prestando serviços. Então não… o senhor Kojima não está deixando a Konami agora.
Ele já deixou o barco a meses atrás.
2) A saída de Kojima da Konami significa o fim dos projetos paralelos dele na empresa
Kojima tem um projeto da Kojima Productions com a Square (que não tem nome mas todo mundo espera que seja Zone of the Enders 3) e outro dentro da própria Konami junto ao cineasta Guilhermo del Toro (Silent Hills). E a Konami já falou que ambos os projetos continuam com o senhor Kojima, visto que o contrato do último cobre os dois. Então, nada de temerem perder Sillent Hills ou seja lá o que mais está vindo.
3) Konami – Kojima = Nada mais de MGS
A Konami já falou que está criando uma task force para lidar com os próximos Metal Gear. E sim, a franquia continua com ou sem Kojima. Este será, definitivamente, o que vai provar se Kojima é o gênio por trás da franquia ou se é a hora de deixar a mesma nas mãos mais jovens e menos pretensiosas de uma nova geração.
4) A Konami vai perder seu melhor motor gráfico: A FOX Engine
A Konami não é a melhor das empresas da Terra. Nem uma das mais espertas. Mas nem mesmo ela ia ser burra o suficiente para não ficar com o motor gráfico no qual ela gastou milhões. Então a FOX Engine fica… e a gente vai adorar.
Mostrando o poder da engine
A única coisa certa é: Metal Gear Solid V será incrível. Mesmo que seja, de verdade, e finalmente, o último MGS.
Não existe muita informação ainda sobre o NX, mas sabe-se que ele vai cobrir todas as áreas não cobertas pelo jogos mobile ou PC. Considerando aquela enorme tela sensível ao toque no seu New 3DS e no seu celular, assim como aquele mouse lindão no seu PC, todos os gamers hardcore (e esse termo sempre me faz rir um pouco) podem esperar um console poderoso, equiparado ou melhor ao que vai estar no mercado e pronto para receber os jogos Third Partie com um controle normal.
E Nintendo… por favor… em nome de tudo que é mais sagrado… não mude esse nome!
Alguns meses atrás o Nikkon, o maior jornal de economia e mercado japonês, revelou que a Nintendo estava fazendo um acordo com a DeNA, uma empresa japonesa relativamente nova (ela começou em 1999) e que criou uma espécie de “Steam” para jogos de celulares e Tablets android, para levar conteúdo de entretenimento para celulares.
Como na metade do ano passado o presidente da Nintendo, que continua lá firme e forte, Satoru Iwata havia quase que falado que preferia comer bosta do que fazer jogos para celulares (na verdade o principal designer da Nintendo, o papai Mario, Shigeru Miyamoto lançou uma frase que causou um certo frison na época, sobre o assunto: “Na Nintendo nós fazemos jogos de verdade.” ) todo mundo que analisa o mercado (eu entre eles) tinha uma certa certeza que o contrato se referia a Companion Apps (Aqueles apps que te ajudam a cuidar do seu personagem in-game, como o do Halo: Reach ou do Destiny), Companion Games (aqueles micro joguinhos de celular que te permitem conquistar coisas in-game, como o de Assassins Creed: Black Flag ou de Assassins Creed: Unity), Filmes, trailers e fundos de telas/ícones.
Aparentemente nós estávamos enganados. Nós estávamos muito, mas muito mesmo, enganados.
Segundo o anúncio da Big N de hoje a situação é completamente diferente. Nintendo adquiriu (sim… comprou) 10% da DeNA para levar o Know How da empresa em múltiplas plataformas para ela. E o que a DeNA vai fazer, essencialmente, é:
1) Criar um ecosistema virtual para a Nintendo que envolve o 3DS/New 3DS, o Wii U, Tablets, PCs, Celulares e o NX (o novo vídeo game da Nintendo… sim… isso também foi falado só hoje ^_^);
2) Auxiliar a Nintendo no processo de lançamento, hype e buzz, de jogos NOVOS para celulares baseados em suas IPs de sucesso e em novas IPs que serão criadas especificamente para esse fim;
Ou seja: Nós veremos jogos Nintendo no PC, nos tablets e nos celulares. Com direito a um novo ecosistema que substituirá o Club Nintendo unindo plataformas externas com plataformas Nintendo, numa coisa que será um terço Steam, um terço clube de vantagens e um terço XBOX Live.
Animal! Animal! Animal! Animal! Animal!
Mal me contendo aqui de tão legal que isso é!
Para acalmar os gritos dos gamers que já correram para as tochas e os terçados, esbravejando que isso é o fim da Nintendo e que é o fim dos gamers em consoles o senhor Satoru Iwata não só garantiu que o 3DS e o Wii U não vão a lugar nenhum nos próximos anos, mas que a Nintendo já está preparando seu novo hardware dedicado para jogos, o NX.
Por favor Nintendo, mantenha esse nome. Já temos até o logo!
Só para quem não pegou: Este logo é fake e é baseado na propaganda da época do Nintendo 64 – “Get N or Get Out”
Então, para que não existam dúvidas eis as cinco coisas que NÃO irão ocorrer após esse contrato:
1) Jogos de velhos consoles Nintendo portados para os celulares
A Big N fará novos jogos para celulares, levando em consideração o uso de tela touch screen e todas as particularidades que as plataformas tem. Não existirão ports simples de jogos de Super Nintendo ou Nintendo 64 simplesmente com um direcional e botões enfiados na sua tela, como num emulador. Isso não impede, no entanto, reimaginações modernizadas de jogos antigos da Nintendo.
2) Jogos multiplataformas entre o 3DS e os celulares
Não! Segundo a Nintendo o foco dos jogos para as plataformas domésticas e portáteis será completamente diferente do foco dos jogos para plataformas PC/Android.
3) Jogos de celulares no 3DS
Menos ainda. Como colocado esses jogos serão diferenciados entre plataformas.
4) Jogos da Nintendo no Steam
Não. Pelo menos por enquanto a Big N agirá nos mercados externos ao seus consoles apenas dentro do eco-sistema criado pela DeNA. Ainda não se sabe se esse sistema será pago ou não.
5) Esse é o fim dos consoles Nintendo.
Tanto não é que a Nintendo confirmou o desenvolvimento de seu novo console de mesa – o NX.
Então, muito em breve, provavelmente na época da E3 por meio de um Nintendo Direct, nós teremos mais informações de como irá funcionar o novo eco-sistema DeNA + Nintendo e como nós poderemos, enfim e legalmente, ter acesso a novos e excitantes jogos em nossas plataformas Mobile.
Confesso que a ideia de um remake de Pokemon Yellow para celulares me faz salivar.