SEGA anuncia Sonic Boom!!!

Um projeto ambicioso e imensamente caro, feito em conjunto com a Nintendo, vai levar dois jogos, com histórias e situações diferentes (um no Wii U e um no 3DS), assim como uma série de TV e, possivelmente, um filme, para as mãos dos fãs do ouriço mais rápido do mundo.

Trailer do desenho

A série leva Amy Rose (a eterna namorada do Sonic), Tails Miles (a raposa de duas caldas que todo mundo ama odiar), Sonic (se você não sabe quem ele é sai daqui antes que eu te dê uma coça) e uma versão power Bombada do Knuckles até uma nova terra… um suposto paraíso. O desenho deve ser lançado no segundo semestre de 2014, na Cartoon Network americana, e terá 52 episódios de 11 minutos na primeira temporada.

Trailer do game

Os games utilizaram uma nova engine e parecem beber muito fortemente numa mistura entre Sonic Generations e Sonic Lost World. Agora só resta esperar! E torcer!

 

Decisões… decisões: O que a Nintendo mostrou para os acionistas

Ok. Vamos tirar o elefante branco da sala!

Como nós falamos quando a Nintendo mostrou sua expectativa de perda, alguns dias atrás, a situação não era a melhor do mundo. Não era terrível (estamos falando de uma empresa que mais de 10 bilhões de dólares líquidos aplicados em bancos, fora assets e tudo mais. A Nintendo poderia ter um prejuízo real desse tamanho por mais de 20 anos sem ter que fechar as portas.) mas não era bom.

E no dia 30 de Janeiro houve a reunião do senhor Satoru Iwata, presidente da companhia, com os acionistas. O mesmo Satoru Iwata que, junto com seu principal designer, Shigeru Miyamoto, e os principais executivos da Nintendo, aceitaram uma redução de 50% dos próprios salários até a situação de perda se regularizar. Esse cara, que realmente acredita na sua companhia, veio conversar com seus acionistas e com o mundo para acalmar todos os ânimos.

Foi como apagar uma fogueira com gasolina.

Então vamos lá. Primeiro ponto. A Nintendo NÃO IRÁ produzir nada Mobile ou disponibilizar nenhum de seus jogos antigos, em nenhum formato, em plataformas Mobile. Isso quer dizer que, por sabe-se lá quanto tempo, você não poderá, oficialmente, jogar nenhum jogo Nintendo em iOS ou Android. Segundo o senhor Iwata os aparelhos não refletem a melhor condição de uso para os produtos desenvolvidos pela Nintendo e competem de forma direta com sua linha de portáteis.

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Segundo ponto. Nada de Nintendo Fusion ou de novos videogames pelos próximos 3 anos, pelo menos. E Nada de deixar de lado o GamePad no Wii U. Segundo o senhor Iwata o GamePad enfrenta a mesma resistência enfrentada pelo Wii mote e pelo controle com um analógico do Nintendo 64… e vai vencê-la. “Sempre fizemos isso na Nintendo. Sempre impusemos a mudança. E sempre conseguimos transformar o diferente no padrão.”. Então o Wii U continua firme e forte e diversas empresas, principalmente japonesas, serão adquiridas ou farão joint-ventures para aumentar o número de jogos produzidos para ele. E irá aumentar consideravelmente o investimento em Marketing e publicidade para aumentar o awareness (como eu traduzo isso… é um termo técnico de publicidade. Acho que posso traduzir como “Visibilidade” mas não é bem isso. É o seu público conhecer seu produto e procurar por ele) do aparelho. E já entrou em negociações com diversas Third Parties americanas para retomar a produção de certas franquias multiplataformas dadas como  “obrigatórias” (durante a apresentação, nesta parte, o senhor Iwata mostrou um Slide contendo o logo de diversas companhias, entre elas a EA, a Activision e Valve).

Terceiro ponto. E já que estamos falando do controle e da experiência que ele proporciona o senhor Iwata colocou que ele entende que nem todo mundo quer utilizar o GamePad e que nem todos os produtores vem ele como a melhor saída para seus jogos. Então, nos próximos meses, haverá um corte de preço no Wii U pro controller, uma nova versão do controle será lançada, contendo Rumble e, por fim, novas versões do aparelho virão com o controle incluído JUNTO com o GamePad. É claro que ainda não temos data para tudo isso… mas parece uma solução e tanto.

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Quarto ponto. Mais jogos virão para o Virtual Console por semana, segundo o senhor Miyamoto assim como jogos de DS e GameCube chegarão nos próximos meses (modificados para ter uma resolução melhor). O papai Zelda ainda se desculpou pela falta de grandes jogos no Wii U “Os jogos estão sendo produzidos e estão chegando. Mas sentimos, como a maior parte da empresas japonesas, uma grande dificuldade em produzir nessa nova era de altíssima resolução. Mas não estamos aqui para dar desculpas. Os jogos virão. E Mario Kart 8 é o primeiro deles.”. Além disso Miyamoto afirmou que os próximos jogo farão cada vez mais uso do GamePad – diferenciado as versões do console.

Quinto ponto. Acessibilidade e internet. E aqui houve uma demonstração incomum de humildade por parte de Iwata “Não estávamos preparados para o desafio no Wii e estávamos igualmente despreparados no Wii U. E por isso pedimos desculpas.”. Após o pedido de desculpas o executivo afirmou que empresas externas foram contratadas para prover a Nintendo uma melhor qualidade de conexão e para “modernizar” o Nintendo e-shop e o multiplayer online da Nintendo. Além disso o Miiverse e o e-shop poderá ser acessado do seu celular até o final do trimestre, o que permitirá comprar jogos e iniciar o download deles sem ter que estar na frente do seu Wii U e jogá-los assim que chegar em casa. Comentários também poderão ser feitos através do seu celular via o novo serviço, que será disponibilizado por um app no Android (iOS será, eventualmente, servido também… mas não inicialmente).

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Por último mas não menos importante a Nintendo está procurando outros caminhos para se diferenciar. Um deles é um projeto enorme de bem estar físico e psicológico que vai usar o Wii U e uma série de acessórios para checar dados do seu dia a dia e procurar pontos passíveis de melhoria (Iwata disse que mais informações sobre isso estarão disponíveis em breve) e outro, e esse é MUITO interessante, é que a empresa está em estágios finais de conversa com diversos parceiros, sobre comercializar seus personagens em itens e outras mídias, como SÉRIES DE TV E FILMES, além de produtos físicos. Então uma série de Tv de Zelda ou Metroid, ou uma animação Disney de Star Fox não estão assim tão distantes.

Ou isso!!! Que já seria awesome!

Então essa é a nova plataforma da Nintendo… impressive. Melhorar o aparelho, torná-lo mais rápido e fazer mais jogos para ele. Parece uma estratégia vencedora… mas como dizia Zun Tsu “Nenhuma estratégia sobrevive o contato com o inimigo.”. Resta saber se o mercado vai achar as ideias da Nintendo tão bacanas quanto a Nintendo acha.

Guia de presentes de Natal do Minicastle!!!

Somos gamers! E sejamos homens, mulheres, crianças ou bestas vorais de Trax queremos presentes no nosso Natal. Mas se eu fizesse uma lista de Natal apenas com minhas próprias ideias de presentes – não sairíamos da seção de jogos de Video Game e Cinema de uma livraria Cultura. Então eu pedi ajuda a minha super namorada, Louise Sato, para formarmos uma lista de natal um pouco mais longa, robusta e diversificada.

A brincadeira vai funcionar assim: A lista vai estar separada em três partes, “Lembrancinhas”, com presentes até R$ 70,00,  “Presentes”, com qualquer valor entre R$ 70,00 e R$ 500,00 e “Seu filho-da-puta eu nem imaginava que essa porra existisse!!! Vem aqui e me dá um beijo!!!” com coisas que valem mais do que R$ 500,00.

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Video Games Live 2013 – Como foi? O que teve? Valeu a pena?

Já a vários anos eu vou ao Video Games Live – é quase que uma tradição… minha medida de que o ano está acabando. Considerando que raramente vou a shows e eventos, e os que vou tem relação a trabalho, o VGL é um dos grande momentos do meu ano.

Só que milhares de coisas aconteceram nesse ano que mudaram a maneira como eu iria no show: eu me divorciei, estou modificando o Mini, estou em um cargo diferente na empresa em que trabalho, entre outras coisas. Então eu fiquei pensando, nesse mar de mudanças, que uma das poucas coisas que eu queria fazer era ir até o Video Games Live com boas companhias e curtir esse momento do meu ano em paz e com calma.

E eu consegui isso!

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Eu fazendo minha homenagem ao ano do Luigi!

Como sempre, no caso de um evento gigante como o VGL, que depende de um patrocínio gigantesco e uma dinheirama infernal, a gente se prepara para o pior e espera pelo melhor: esperamos que o evento seja numa sexta ou num sábado e respiramos aliviados se ele não acontecer numa quarta feira (como foi no meu primeiro VGL). Nesse ano foi em um domingo, dia 06 de Outubro para ser mais exato, o que permitiu uma certa preparação e uma alívio palpável no sentido que, no dia seguinte, embora fosse segunda, nenhum de nós trabalhávamos.

E lá fomos nós, com a super Daniela “Marcel me dá água!” Ladeira dirigindo (aliás… Kudos doutora… you Rock), nosso co-piloto e perdigueiro localizador/mapeador Ademar “Junião””Dá esse GPS aqui por favor” Secco Jr, Louise “Túnica nada! Aquilo é um vestidinho verde com um legging!” Sato e eu. Saímos de Campinas as 16:10, com direito a 14 minutos do Junião usando antigos rituais maias para expulsar espíritos ancestrais do GPS da Dani e garantir que chegaríamos ao HSBC Hall. Partimos com calma e quase sem sobressaltos e chegamos ao local do evento mais de 40 minutos antes do show.

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Meus companheiros de viagem e VGL!

E ao chegar ao evento eu tive minha primeira surpresa: ao invés de separar o pessoal apenas na entrada do salão, entre pista, camarote e VIP, a separação já era feita lá fora mesmo, com uma segunda passada de pente fino na entrada do salão. Com isso quem estava com camarote e VIP nem teve fila (que foi o nosso caso) e entrou direto, enquanto uma fila faraônica se formava com o pessoal que era da pista (e que só entraria 20 min antes do evento começar).

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A fila lá fora!

Isso nos permitiu entrar rapidamente no salão e constatar 3 coisas:

1) Assim como no ano passado a única coisa que tinha para jogar era Guitar Hero;

2) A Petrobrás (Aliás… uma agradecimento sem tamanho a Petrobrás por sempre ajudar a trazer a VGL ao Brasil) tinha um boot de fotos divertidas com roupas que você podia colocar. Infelizmente quem montou o boot achava que gamers gostavam de se vestir de piratas, odaliscas e ursinhos de pelúcia – o que foi uma pena, se tivesse as fantasias certas teria sido animal;

3) 40 minutos antes do evento começar e não havia mais uma ÚNICA camiseta para comprar do VGL… e só haviam os Blu Rays da VGL primeira edição, nada do Second Stage, então nem rolou comprar nada (e eu tinha levado um monte de dinheiro… -_-);

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O salão. Com bem menos Cosplays do que deveria!

É claro que, num evento de videogame, você sempre vai ter Cosplayers. E havia muitos deles lá e bons. E nós capturamos alguns….

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… como essa princesa Zelda HYPER SUPER DUPER bem protegida…

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… Anakin Skywalker pego no meio de seu sequestro do mestre Yoda…

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… e o casal mais paracronicamente (paracrônico é tudo que envolve viagem no tempo + múltiplas dimensões… a palavra existe mesmo, eu não inventei) confuso do universo: Serge e Kid (way to go caras! Muito foda!)

Passamos pela leve e super rápida checagem de entrada do salão e fomos nós para as mesas. Aqui houve minha primeira decepção da noite: Havia mais (muito mais) mesas colocadas no salão do que as que apareciam no mapa inicial de venda do evento. Para vocês terem uma ideia, eu comprei a mesa que estava mapiada como o canto esquerdo do salão, com outras 17 mesas naquela fileira, mas cheguei lá para me deparar com outra mesa a nossa esquerda (que, graças aos céus, ninguém sentou, se não eu e Lou não íamos conseguir nos mexer… ou respirar) e mais 21 mesas naquela fileira, totalizando 22 mesas – NO MESMO ESPAÇO DAS ORIGINAIS 18!!!

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Apertados que nem sardinha!

Sentamos (ou melhor… nos esprememos) nas cadeiras e esperamos. Como sempre surge a frase “Video Games Live will start… soon” (Video Games Live vai começar… em breve) e vem a sempre simpática Super Mario World…

… seguida de um concurso de Cosplay mega romântico onde, o vencedor, vestido de Rayden de Metal Gear Rayden Revengeance…

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Sim! Esse Rayden!

… pediu em namoro a amiga que o ajudou com o Cosplay (verifiquei a informação depois e ela ACEITOU!!! Que fofo!!!!).

Em agradecimento ao suporte e ao constante patrocínio toca-se o tema da Petrobrás…

… confesso que ficou muito bonito e bastante especial. Aí voltamos ao reino da piada pronta (e velha) com o engraçado (mas que já deu no saco porque tem todo ano) Ms Pac Man…

… e finalmente somos apresentados ao maestro da noite. O sempre incrível Emmanuel Fratianni (Oblivion, Advent Rising) que, com um movimento põe o salão em silêncio, as luzes se apagam e…

Tommy Talarico sob ao palco sobre uma chuva de aplausos e um coro de “Tallarico! Tallarico! Tallarico!”. Ele fala sobre como ama o Brasil e sobre como tocar aqui é sempre uma experiência apaixonante e fala que tem vários presentes para os Brasileiros esse ano.  E começa com um, a música do ainda não lançado Assassin’s Creed IV: Black Flag.

Pirei loucamente por gostar da série e pirei mais ainda quando descobri que o gráfico utilizado era da versão do Wii U.  E falando em Wii U, Tallarico fala sobre um jogo Nintendo que não estava no VGL a alguns anos mas que recebe pedidos a dar com pau. E hora de atender esses pedidos…

Esbaforido e louco eu tento parar de gritar enquanto surgem na tela alguns videozinhos engraçados…

Tallarico volta a carga e retira 4 jogadores de Super Smash Bros Melee (que, como ele mesmo coloca, é o melhor dos SSB… e é mesmo!), faz uma ligeira pressão nos caras (Joguem bem ou passem vergonha na frente de 3000 pessoas) e deixa eles jogarem SSBM enquanto a platéia toca a opera de abertura de Super Smash Bros Brawl.

Para considerações dos não especialistas… aqui está a abertura de Brawl:

E o que ocorreu na VGL SP 2013:

É claro que o vencedor foi um Japa sem alma usando uma camisa havaiana com imagens dos aliens de Space Invaders.

E o primeiro convidado especial da noite vem ao palco, Giulia Inversa, cantora e compositora que trabalhou com Martin O’Donnel e Michael Salvatori na trilha sonora de Halo 1 a 3, ODST e Reach. E ela cantou e tocou durante as músicas de Halo.

Logo em seguida Giulia participou em uma música que ela não tinha qualquer conexão… mas que ficou linda em sua voz. A sempre lindíssima Ballad of the Highborne, de World of Warcraft.

Mais videos engraçados:

E aí surge Koji Kondo no telão, o mestre, a máquina, o Mito e fala sobre a trilha sonora de Super Mario Bros…

… e antes que a emoção no peito da galera esmoreça eles arrebentam todo mundo de novo, com o fantástico, incrível, sensacional, Shadow of Colossus (Eu não conheço uma única pessoa que não tenha se impressionado com esse game. Se você não se sentiu pelo menos tocado por SoC… cheque seu pulso!).

Mais um videozinho engraçado….

… e a galera indo ao delírio com Kingdom Hearts (e eu chorando como uma criancinha!).

E, atendendo aos pedidos de muitos, Tallarico traz a lúgubre, e maravilhoso, Silent Hill 2 a galera…

… e destrói a galera com uma ópera baseada em Tetris! Sim! Ópera! Tetris!

E aí Tallarico vem ao palco e fala que, para mudar ainda mais o cronograma do Evento, vai tocar as duas músicas mais pedidas, e que sempre ficavam para o final, ali mesmo… e dá-lhe os belíssimos Chronno Trigger e Chronno Cross:

E surge mais um game que eu não posso começar a jogar (sorte que ele ainda não foi lançado) sob o perigo de esquecer de fazer coisas… como… trabalhar, respirar, comer: Dota 2

A galera vem abaixo de tanto rir com os 10 piores Voice Overs de todos os tempos:

O telão acende de novo, com o mestre Yuji Naka falando sobre sua maior criação: Sonic

O vencedor do concurso de Guitar Hero sob ao palco para tocar “The Pretenders” do Foo Fighters acompanhado pela orquestra e Tommy Tallarico. Ele destrói e me convence que tem um aranha treinada no lugar da mão! O cara ganhou uma conquista! Depois da ovação Tallarico conta ao mundo que Paul McCartney estava trabalhando junto com O’Donnel e Salvatori na música do novo mega-projeto da Bungie… E eu foi atingido na boca com a música do ainda não lançado Destiny:

O mestre Koji Kondo surge de novo e fala sobre Zelda… e meu coração pula uma batida. E aí para quando a música começa…

… e aí quando eu volto a respirar… Tallarico me atinge de novo com Monkey Island. Monkey Island. Sim! Uma das séries mais legais de todos os tempos no VGL!

Tallarico fala sobre seu Kick Start e sobre como eles quebraram todos os recordes e a cara de todo mundo e juntou todo o dinheiro necessário para o maior projeto de música de video game de todos os tempos. E depois disso Tommy e Giulia cantaram Still Alive… acompanhados pela galera e sob a possibilidade de ter a música gravada e aparecendo no DVD/Blu Ray da 3 fase.

E assim acaba a VGL 2013… onde não participei do Meet and Greet porque a fila estava imensa (e muito mal organizada). Mas tive companhias fantásticas, um evento incrível e me diverti como realmente precisava. Recomendo a todo mundo que gosta de música e de videogame!

E que venha 2014!!!!

O Steam quer a todos dominar

Eles haviam colocado um contador na página principal que terminou de contar a 3 dias atrás… e novas informações ainda continuam chegando! A Valve, e por sua vez a Steam, decidiram que não só vão participar do mercado de videogame e de hardware…

… eles vão a mudar a maneira como isso é feito até hoje!

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Para começar temos o Steam OS. Sim… um sistema operacional gratuito desenvolvido pelo Valve para ser utilizado em hardware específico do Steam. Quase que um Kubuntu ou Ubuntu da vida, o OS usa uma robusta partição de Linux, com foco em operações relativas a gráfico de qualidade, som de qualidade e diminuição de latência de input e output, assim como em um sistema de transmissão de dados de qualidade desconhecida até então.

E as boas notícias não param por aí!

O código fonte do novo sistema é aberto e ele pode ser modificado, ou ter apps feito para ele, sem nenhum custo. E essas modificações, se estáveis, serão disponibilizadas pela própria Steam para download a todos os interessados. Além disso o novo OS vai vir com Netflix, Hulu, Last FM, além de melhor controle de jogos,  controle e criação de grupo familiar para uso, facilidade de utilização interna de músicas e vídeos (sem controle de DRM…. YYYYEEESSSSS!!!!!!!!!!!!!!!!!!) e Streaming caseiro simples, para qualquer PC ou Mac, para que você possa não só ter a proeza Steam (as conquistas/troféus do sistema) mas possa gravar em vídeo o processo de ganhá-las e se gabar dele depois.

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Só que um sistema operacional não roda no ar, certo?! Ele precisa estar instalado em uma máquina, certo?! Ok…  a Steam vai te dar essa máquina.

E não… nós não estamos falando do uber poderoso, e imensamente caro para a configuração dele, Piston (embora ele faça tudo e esteja disponível em dezembro).

Estamos falando de mais de 20 fabricantes trabalhando em volta de criar um PC voltado para games que rode o Steam OS na sua sala de estar… e não estamos falando dos produtores padrões de computadores (embora a Intel e a HP vão apresentar produtos nesta linha); estamos falando de Samsung, Panasonic, Phillips e outros grandes produtores de eletrodomésticos trabalhando para produzir, essencialmente, computadores modulares que podem sofrer upgrades de memória e de placas de forma simples, caseira e feita pelo usuário com um manual de instruções.

E isso vai direto na sua TV. E você vai poder controlar com qualquer controle que funcione em um PC comum (sim… inclusive com os do XBOX 360), mouse e teclado, controle Arcade ou…

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… com um controle feito pela Steam.

Gabe Newell já havia falado a um tempo atrás que considerava que a tecnologia dos controles de videogame estava limitando os jogadores, limitando as experiências (na época ele disse que o Wii mote, embora fosse um bom passo na direção certa, ainda era muito simples). Agora eles oferecem algo que pretendem utilizar para mudar isso tudo.

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E por onde vamos começar? Que tal essas enormes áreas que parecem auto falantes? Então… eles não são direcionais, nem telas sensíveis ao toque. São trackpads… trackpads com uma resolução tão absurda que eles são semelhantes ao um mouse de 4000 dpi – eles também são clicáveis, agindo como um botão, e permitem, com sua superfície macia que recebe vibrações de dois geradores logo abaixo dela, repassar aos dedos dos jogadores texturas, vibrações e, até mesmo, gerar sons, funcionando como um auto falante. E eu sei qual a primeira reclamação que veio a sua cabeça, porque veio na minha também: Trackpads, como a superfície de celulares, nunca vão ser tão bons quanto analógicos reais!

Então… a Valve diz que serão sim… e ela explica porquê; segundo a empresa as superfícies tem capacidade Háptica, ou seja, é capaz de gerar feedback a ação do jogador, instantâneo e concomitante com a ação em tela do jogo. Por exemplo: Se você tentar virar um carro para a direita, o controle vai gerar mais resistência naquele lado do que no outro, gerando a sensação semelhante a um controle, tudo isso enquanto passa para o seu dedo também a trepidação da estrada – inclusive, quando você for ajustar o carro na estrada, terá que lidar com a resistência do volante, devido a manobra, sendo devolvidas para a sua mão pelos trackpads. Então mirar vai ficar muito mais fácil e quem estava acostumado a usar mouse e controle para jogar vai tirar de letra o uso do controle.

E isso é só o começo, ou melhor, as laterais: no meio do controle você tem uma tela sensível ao toque, que vai tanto funcionar como o seu mouse, como vai trazer informações para você em tempo real – e para não te distrair do jogo principal na tela da sua TV, todo o toque que você fizer na tela sensível ao toque (que muitas vezes vai estar funcionando como seu mouse) vai gerar um cursor na sua tela principal; simples e funcional! Além disso a tela funciona como um enorme botão clicável também (clicável existe? Seria clicável uma palavra?), será capacitativa (você vai usá-la com o seu dedo) e terá uma resolução semelhante a usada em celulares top de linha hoje em dia – a tela pode até mesmo ser dividida em quatro botões clicáveis… caso isso seja necessário.

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Fora isso 4 botões na parte de cima e quatro botões frontais garantem que, não importa o que você precise para o seu game, vai estar ali, na sua mão. E o controle tem todos os diagramas entregues pela Valve já no primeiro dia, para que seja completamente modificável pelos próprios usuários! Um controle revolucionário para um conceito revolucionário.

E se você não gostar… pode continuar utilizando o mouse e o teclado de boa.

A Valve, através do Steam, parece estar querendo mudar o mundo. Mas o que você acha disso?

Sega confirma que Phantasy Star Online 2 virá para o Ocidente

Só o que ela não diz é quando!

A empresa já havia comentado, anteriormente, que tinha planos de trazer uma versão em inglês do game para os milhões de órfãos das versões do Dreamcast e do GameCube, mas não tinha falado em datas. Durante a TGS eles falaram novamente no caso, ainda sem uma data correta, mas dizendo que o jogo deve chegar em mãos americanas, completamente em inglês, no PC, iOS e Android, até o final de 2013.

Por favor Sega…. estamos salivando

Ps: Sou só eu ou vocês também acham que é um péssimo negócio carregar armas de fogo nesse planeta. Espadas cortam monstros pela metade, armas de fogo irritam eles…

3D Realms retira a ação contra a GearBox…

… e pede desculpas publicamente.

Segundo um porta voz da empresa, originalmente dona dos direitos sobre Duke Nuken, “Sentimos muito pela ação e pelo posicionamento descabido que tomamos e esperamos que isso não tenha ferido a atmosfera que temos com a equipe da GearBox ou novas possibilidades de joint ventures no futuro”. A 3D Realms abriu a ação 4 meses depois do lançamento de Duke Nuken Forever sob a alegação que a GearBox não estava repassando os lucros advindos do game.

Considerando que o jogo é horrível e vendeu mal para caramba não é difícil entender porque não havia quase nada a ser passado.

Meu Deus como eu detesto esse jogo!

A resposta da GearBox foi “Sempre há uma lição a ser aprendida das situações. E a dessa foi: Nunca se junte com empresas com mais processos do que games lançados”. Ouch! O processo foi arquivado de forma pacífica, devido ao pedido de arquivamento ter sido feito pelo autor, e os custos judiciários foram integralmente pagos pela 3D Realms.

Que papelão!

Game Champz Arena 2013 – Nós estivemos lá!!!

Sábado, 31 de Agosto de 2013, no colégio Santana em São Paulo, foi realizado o Game Champs 2013. E eu e o Junião estávamos lá, representando o Streetfighter.com.br – e é claro que eu não iá deixar o Mini de fora!

Organizado pelo pessoal do GameChampz o evento estava cheio, mas não lotado (com banheiros limpos e sem filas monstruosas para comer ou participar de nada), super organizado e realmente convidativo, gostoso mesmo.

Logo que você chegava passava por uma área com doces com temática gamer e anime, todos deliciosos, por uma versão tamanho gigante de um set de angry birds (onde você podia arremessar pássaros de pelúcia contra porcos de pelúcia e derrubá-los), por um stand da SAGA (Conheça o trabalho deles aqui – provavelmente uma das melhores escolhas de design e criação de videogames do país) e por um Stand de SideQuest (um RPG indie desenvolvido abertamente na internet em que o personagem só se move para os lados… daí o nome side quest). Caminhando um pouco mais você se deparava com a área de alimentação e com piso principal da escola, onde os cosplayers começavam a se aglomerar.

E fomos surpreendidos por Bison e seu quase clone lutando até a morte!

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Eles são parte de um grupo que faz Cosplay a alguns anos, o cappela cosplayers, e tem um panache por Street Fighter, Comics e jogos Capcom em geral. E, embora dois membros do grupo estivessem vestidos como o sedutor Ezio Auditore…

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… e o melhor Lanterna Verde de todos, John Steward, acabamos apaixonados pela qualidade do modelo de Cosplay que eles usam.

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E mais Cammy e Bison

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Aliás. Já que tocamos no tópico Cosplay, viramos e demos de cara com a matadora de Zumbis máxima da Capcom, Jill Valentine, que estava na fila do restaurante como uma amiga inusitada, Lara “Tomb Raider”Croft.

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Passamos pelo corredor principal do evento, que dava para a sala de imprensa (bem organizada e com Wi Fi… pena que meu computador de 17,3 polegadas e pesa 8,5 Kg… então não dava para levar e postar de lá! E o do Junião não é muito mais leve não! ) e parecíamos crianças enlouquecidas em uma festa de doces. Arcades… dezenas deles… em Free Play.

Eu morri e fui para o céu e me deram uma chance de voltar como gamer!!!!

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As máquinas eram tão legais que nem mesmo Jason e Chucky, o boneco assassino, resistiram a jogatina. Com o Baraka ali, esperando a vez dele.

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Eles vazaram correndo quando a Kitana chegou, afinal ninguém que levar uma lequada na cara.

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Mas conseguimos alcançar Baraka e Chucky e conseguir uma foto exclusiva!

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E conseguimos até uma foto da ilusiva e super difícil de encontrar, raríssima, “Mortal Kombat vs Mario” – LOL

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O segundo e terceiro andar da escola estavam tomados pelas salas com a NParty (uma sala de Nintendo onde estava rolando o campeonato Pokemon, um mini campeonato de Smash Bros Brawl e muito, mas muito mesmo Mario Kart 7)…

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… a PsParty (com um PS3 – que ninguém podia chegar porque estava atualizando) e um monte de gente jogando PSP – e 3 Vitas), uma sala para o Card Game Contágio, que estava bombando e não conseguimos entrar, uma sala para o campeonato de Gran Turismo 6…

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… uma para Fifa 13, uma para PES 2013 (bem cheias) e uma para Mortal Kombat.

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E duas salas para todos dominar. Duas salas com o coração Capcom batendo forte. Duas salas mega animadas. Onde estavam rolando os soberbos  Super Street Fighter 4 Arcade Edition e Ultimate Marvel vs Capcom 3. Infelizmente houve um problema com o projetor da sala de UMvsC3 e o campeonato teve que rolar em uma tv Led de 32…

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O que não diminuiu o ímpeto nem a fúria da Galera. E descobrimos mais dois Cosplayers lá. Um fantástico casal, bem inesperado, formado por Poison e Stryder Hyriu.

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E na sala de SSF4AE o campeonato rolou furioso, com mais dois membros do grupo Cappela Cosplayers participando – Guy e Yun…

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… que resolveram descobrir quem era o mais ágil no tapa…

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… enquanto o campeonato continuava soltando faísca lá dentro. Terminando em uma sensacional luta de Adon vs Crimson Viper, com a vitória de Crimson Viper – sendo utilizada por Chu Chu, egamer profissional.

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A LUTA (com todas as letras maiúsculas) entre Xitão e Chu Chu, na final, foi de sentar para ver e os dois mereciam o troféu.

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Veja a final aqui!

Depois disso teve uma fantástica palestra com o professor Willians Monteiro, da Fatec de São Carlos, sobre desenvolvimento de jogos, que abriu para um papo com todo o pessoal que estava ali sobre o futuro da profissão e do video game, como um todo no país.

O evento terminava com uma balada gamer e uma apresentação de Cosplay, que, infelizmente, não pudemos ficar para assistir, por questões de transporte e horário. Mas saímos, muito muito felizes de lá. O evento foi excelente, muito bem organizado, sem dificuldade de encontrar ou estacionar e com facilidade para usar toda a estrutura do colégio. As salas de competição estavam ferrenhas, o pessoal estava bem e foi uma tarde gostosa e bem animada. Realmente… nota 10 para a organização.

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E que venha o GameChampz 2014 – O Street Fighter Web Site Brasil vai estar lá!!!