Na lista das pequenas coisas que as vezes passam despercebidas quando muita gente está falando do mesmo game, uma pequena novidade sobre The Last Story o próximo Uber RPG da produtora Mistwalker passou despercebida. Ele tem funções online. Mas calma galera… não entrem em modo de fúria ainda… esperem que a gente já explica.
O jogo “normal” single player tradicional, mas com algumas pequenas modificações, que vem sendo alardeado como o grande salvador dos RPGs japoneses está lá, como papai Hinoboru Sakagushi prometeu, mas também haverá um lobby para até seis jogares entrarem em modos coopera- tivos e competitivos online. Sejam em batalhas de personagem vs personagem, em dois grupos de 3, ou de 3 a 6 personagens juntos em batalhas contra sequências de inimigos e chefões.
Ainda não foi dito se haverá algum modo de multiplayer local, mas já foi confirmado que o single player será afetado pelo multiplayer, provalvelmente no formato de uma arena ou itens únicos para aquelas que se aventurarem online.
Os japoneses pegam o game dia 27 de janeiro… o lançamento no ocidente, segundo a Nintendo, não deve acontecer antes do segundo semestre.
O Nintendo Club, clube de vantagens americano para os usuários dos produtos Nintendo, explodiu todas as expectativas de presente para seus sócios platinum. Apenas como um adendo rápido, cada jogo que você comprar e colocar o registro dele no site (com o número único que vem no manual) , além de downloads e games do virtual console, valem pontos, e depois de juntar por um determinado tempo você pode trocar por posteres, camisetas, botons e os super cobiçados Gold e Platinum prizes…. e o platinum desse ano é:
Quase 6 meses depois do lançamento oficial do segundo game na franquia de simuladores de vôo do super escritor de ficção militar Tom Clancy para os consoles HD a Ubisoft, ensaduichada pelo seus diversos jogos para Kinect, achou tempo para construir uma versão para o Wii. O game sai amanhã (11/11/2010) no mundo inteiro e tem o valor de venda médio de US$ 29,99. O game trará modos de single player e multiplayer local, tanto cooperativo, competitivo e contra-operativo (onde um jogador tenta realizar as missões single player e o segundo jogador controla um inimigo por vez, respawnando em um novo inimigo quando morto e tentando derrubar o primeiro jogador).
E não… eu não estou tirando sarro com isso. A Activision, dona da franquia, registrou os nomes “Future Warfare,” “Advanced Warfare,” “Secret Warfare,” e “Space Warfare” a um tempo atrás. Mas informações da responsável pelo próximo game da franquia Call of Duty, a empresa americana Sledgehammer games, formado pelo pessoal despedido da visceral, antigo estúdio da Eletronic Arts, mostra que a empresa está criando um game mais Sci Fi, talvez até baseado em Sci Fi Hard (aquele tipo de ficção científica mais séria onde as pessoas morrem no vácuo e não existe a força). Não obstante a Activision não comentar o rumor os membros da Sledgehammer disseram que os fãs de halo devem segurar seus chapéus.
O novo game chegará no primeiro semestre de 2011 para o PS3, Xbox 360 e Wii.
Em 1997 o Nintendo 64 ganhou um dos melhores jogos de primeira pessoa do mundo. Goldeneye era uma reimaginação do filme lançado dois anos antes, e o primeiro com Pierce Brosnam, e trazia um dos single players mais completos e instigantes da história somado a um multiplayer cavalarmente bem executado e finamente equilibrado – a menos que você fosse um dos covardes sem culhões que jogava usando o Odd Job… nesse caso você, e sua genitora, não prestam.
Agora, mais de 13 anos depois, a Activision “recicla” o clássico game da Rare com exclusividade para o Wii. Uma reimaginação da reimaginação! Colocando Daniel Craig, o novo e muito muito mais legal Bond, no lugar de Brosnam e refazendo a história completamente para torná-la mais atual, o game traz os mesmos desafios de outrora mas com toda a modernidade que os jogos de primeira pessoa ganharam nos últimos anos. O resultado final?
O melhor FPS do Wii! Sem brincadeira!
Goldeneye 007 não é uma sequência feitas as pressas apenas para ganhar um troco fácil em cima da lenda da época do Nintendo 64. É um jogo feito desde o ínicio levando em consideração as capacidades e limitações do Wii e trazendo uma engine que faz miséria com representação de cenários enormes, com efeitos meteriológicos realistas (Sua arma vai ficando coberta de flocos de neves se você ficar parado por mais do que alguns instantes, nevascas diminuem sua capacidade de visão, vapor atrapalha e difunde a iluminação de ambientes internos). Graficamente o jogo é excelente, com sincronia labial bem trabalhado, animação excelente, efeitos de iluminação e de física geniais e cenários destrutíveis. E ainda mais legal se proteger em uma barricada de concreto que vai aos poucos se desfazendo e mostrando a estrutura de aço por baixo dela… ou matar vários inimigos atirando em enormes barris de combustível que arrancam e arremessam pedaços enormes de cenário por toda a parte. Os estágios ficam ainda mais interessantes quando você jogou a versão do 64 anos atrás e vê como os gráficos avançaram e como o design de estágios era fantástico na época e se tornou ainda melhor com o tempo. Além do que Craig tem mais Bond no dedinho mindinho dele do que Brosnam tem em todo o corpanzil fora de forma dele.
O som é outra estrela do game. Desde a abertura refeita em gráficos poligonais do filme, com direito a música da musa Tina Turner, as refeitas músicas dos estágios e as constantes entradas da música tema de Bond, a parte sonora de Goldeneye é soberba. As vozes são bem realizadas, com o retorno de Judi Dench como a chefona de Bond, M, Izaabella Scorupco, como Natalya Simonova e Famke Janssen, como a deliciosa e mortal Zenia Onatopp (“Onatopp? Onatopp. Onatopp?! Always!!!” – se você não se lembra desse diálogo compre o filme agora… é a diferença no cinema entre ser sexy e ser vulgar) e os inimigos grunhem, gritam e se desesperam de forma muito realista. Som em 5.1 ajuda muito mesmo, mas mesmo um Home Theather com Dolby vai transformar esse game em um espetáculo.
O controle é sem igual, golpeie com o Nunchuck e atire com o Wiimote. Simples e direto. Se você golpeiar uma pessoa pelas costas (ou em algumas situações específicas, como se ela estiver pendurada na porta de um caminhão) você verá uma pequena animação, que tem centenas de variações, que mostram Bond liquidando de forma sorrateira e definitiva, aquela pessoa (ou chutando a porta do caminhão com força e fazendo a pessoa atingir a parede de um tunel e cair de costas no chão). As armas tem pesos e tempos de reação diferentes e o controle é simples e funcional com todas elas. A jogabilidade não deixa a peteca cair e mostra que a Activision realmente quis usar todo o apredenzido da série Call of Duty no novo game do 007 – as fases são longas sem serem chatas e ação é funcional e direta, sem ser imbecil e sem cansar. O jogo não é muito longo, no entanto, contanto com umas 6 a 8 horas na campanha normal do single player. Mais se você quiser terminar na dificuldade 007. E muito mais se quiser usar o novíssimo modo 007 classic. O que é o modo 007 classic? Lembram-se como era o mundo antes de energia que recarrega sozinha e pistola de munição infinita? Então… é isso. Você tem que coletar vestes para recarregar o life o tempo todo, quatro ou cinco tiros e você está morto, uma só explosão por perto (o míssel ou granada nem precisa te acertar) e você já era e quando a munição acaba você tem que se virar com as mãos. Awesome!!!!
Mas é no multiplayer que Goldeneye 64 explodia o barraco e todo mundo estava esperando para saber se a reimaginação iá conseguir entregar os pontos necessários neste departamento. E entregou. Você pode jogar com até 4 pessoas em tela dividida no aconchego do seu lar, mas pode ir para até 8 jogadores online, seja em um deathmatch ou em uma competição de dois times de quatro gamers. Há os modos clássicos de jogo, como Deathmatch, modos cooperativos como capture de flag (pegue a bandeira do inimigos) e black box (mate quem está carregando a caixa e leve-a para o seu lado da arena, com sua equipe te protegendo) e novíssimo Legends, que faz com que, cada vez que você ressucite, após uma morte, você volte como um personagem diferente da galeria de heroís e vilões do Bond, como Odd Job, Ouromov, etc…
Embora não seja perfeito, algumas cenas com muitos objetos tem uma queda de frame rate considerável, o uso do tanque podia ter sido melhor explorado, entre outras coisas; Goldeneye 007 é, sem dúvida nenhuma o melhor FPS do Wii. Se a palavra do Mini vale alguma coisa corra agora mesmo até uma loja e consiga uma cópia para você – o final desse ano está ótimo para os donos do Wii.
Agora dá licença que eu tenho um multiplayer para jogar.
A Nintendo, apertada de um lado pelo Kinect e do outro pelo Move, deu uma demonstração enorme de confiança no taco do Wii. “Não haverá redução de preço do Wii neste natal” disse o presidente da Nintendo da America Reggie Fill-Aimes “Acreditamos que estamos no patamar correto de preço e de produtos para o mercado. A Nintendo vai focar, nesse natal, nos bundles e promoções para o comprador final.”. E ele não estava brincando, Goldeneye do Wii vem com controles dourados e tem uma versão do Wii que vem direto com o game, a versão especial de 25 anos do Mario já chegou as lojas e tem feito estrago… aparentemente nem a perda de dinheiro com a queda do Yen amedrontou a gigante de Kyoto.
Apimentando mais ainda a conversa Reggie prosseguiu “Atingimos um patamar onde a plataforma está tão difundida que queria comprá-la já o fez ou está em vias de fazê-lo… agora é hora de fazê-los acreditar no que compraram.”. Considerando que o 3Ds já está na boca do forno… estamos com você Reggie.
Quando a Nintendo , depois de 25 anos de personagem, mais de 4 livros sobre a história da Companhia e do game e mais de 20 versões dos jogos do Encanador, nos disse que iria mostrar coisas que nunca vimos nesse aniversário de 25 anos, muitos foram céticos. E nós do Mini confessamos, nós fomos também… mas não aponte o dedo que você também foi.
Só que há coisas que ninguém nunca viu… ou mesmo ouviu falar, nos imensos arquivos da Nintendo. E algumas delas estão a caminho no documentário que acompanha o pacote japonês e Europeu de Super Mario All-Stars. Que tipo de coisas, Marcel?
Coisas como o principal ataque do Mario originalmente ser um chute, quando você apertava “A”?! E que ele recolhia rifles e pistolas lasers pelas fases?! E que além de pular com o “B”, quando o botão era segurado Mario dava uma “corridinha no ar” para alongar o pulo, um movimento que ficou famoso com a Peach e depois com o Yoshi?! Ou que Mario pegava, em determinados segmentos das fases, um jetpack, que permitia a ele voar, segurando o “B”?!
Que absurdo, você está pensando, que falta de senso que quase matou um personagem querido de todos. E nós concordamos com você. ao que parece, em seu início, Mario é muito menos Sonic e muito mais Alex Kidd.
E embora seja um fator conhecido e documentado que o Super Mario original do Nes passou por centenas de revisões pelo analmente detalhista Miyamoto, as novas informações mostram uma versão do game rodando, com todas as modificações acima citadas, datados de 20 de fevereiro de 1985, e assinados pelo “Chefe da Divisão de Criação Miyamoto”. PASMEM E TREMAM… MENOS DE 7 MESES ANTES DO LANÇAMENTO AO PÚBLICO (Super Mario Bros viu a luz do dia em 18 de Setembro de 1985) !!!
A maior parte dos documentos apresentados no documentário estão em japonês e carregados de jargões técnicos… estamos esperando para colocar nossas mãos na versão européia em Dezembro desse ano para sabermos como ficou o resultado da tradução para os falantes de outras línguas. Até logo vamos tentar escavar outras coisas…
Lembra aquele Wii vermelho, comemorativo, do aniverário de 25 anos do Mario, que vem com Super Mario All Stars na memória – mas em que os gráficos foram modificados para que os blocos de moedas ficassem com o número “25”. Pois né, a Big N ouviu nossas preçes e está trazendo aquela lindeza toda para o ocidente:
O conjunto será vendido por US$ 199,00 e vem com Wii, Wii mote plus (sim… o Wii mote = Wii motion plus) ambos em vermelho e com New Super Mario Bros, Wii Sports e Donkey Kong (sim… o originalzão do NES), o último na memória. Até o momento a Nintendo não confirmou se a versão americana virá com os atrativos da japonesa (Olho no Link: https://minicastle.org/2010/10/09/3002/) mas esperamos que sim!
E portanto você, se morar em território americano (ou tiver algum parente que mora), pode gastar 450 moedas da sua polpuda conta do Club Nintendo – o super mega power nitro com queijo extra e fritas clube de vantagem da Nintendo Americana – para conseguir esse conjunto de 4 pins bem legais que vão enfeitar mochilas, jaquetas e outras coisas… porque Mario faz tudo ficar bem mais legal!