Eu e Diego Ramiro detonamos no Bronx e arrebentamos em Nova York com o super game de Jackie Chan para o PS1: Stunt Master.
Arquivo do autor:Marcel Bonatelli
As cinco coisas mais insanas já conquistadas com auxílio de Video Games
Eu gosto de videogames. Algumas pessoas vão até dizer que eu gosto de videogames até demais. Mas nem de perto eu gosto de videogame o suficiente para chegar ao nível desses cinco mestres – esses cinco seres quase celestiais que mostram que capacidade nem sempre significa inteligência.
Ou prudência.
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Pode ser que, em alguns pontos deste texto, eu tenha, acidentalmente, feito humor utilizando de comparações sexistas baseadas em estereótipos imbecis. Eles estão no texto única e exclusivamente com a função humorística e não devem ser levados a sério. Logo, se por acaso, você acredita que mulheres merecem estupros ou que uma raça de seres humanos é melhor que a outra, faça um favor a todos nós e faça uma chupeta numa espingarda calibre 12. A humanidade agradece.
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5 – Os cinco personagens de mais alto nível de World of Warcraft pertencem ao mesmo jogador
World of Warcraft, ou WOW, para os intímos que jogavam de cueca cobertos por resto de comida as duas da manhã, foi desenhado, por Satã, para ser um jogo eterno. Existem 1797 conquistas (achievements) no jogo e cada uma delas pode levar horas, semanas ou mesmo meses para serem obtidas. Leva tanto, mas tanto tempo para obtê-las, que passar das 1000 conquistas significa que seu corpo já trocou seu orgãos sexuais atrofiados por coisas mais úteis, como bexigas extras e um reto maior, de forma que você não tenha que parar de jogar para se aliviar. De fato, na China, onde reside a maior população mundial de jogadores de WOW, o nome do game, em Mandarim, pode ser traduzido como “O Noble e diveltido plano do govelno vermelho para estelilizar os jovens estúpidos”.
Então. Um jogador, não chinês e nem mesmo oriental, conseguiu 1954 conquistas (157 a mais que o máximo) e o fez com cinco personagens diferentes, Ataxius, Ataxas, Ataxus, Ataxxus e Ataxa. Todos em classes diferentes mas com um set de conquistas idênticas devido a um sistema absurdo de entrega computacional chamado multiboxing. Para quem tem, e usa, seus órgãos reprodutores e, portanto, não faz a menor ideia do que é multiboxing, eu explico: é um sistema que interliga diversos computadores para que o jogo entenda que, de um mesmo ponto de controle, você corresponde a cinco pessoas diferentes. Mas ou menos como eu fazia antes da minha cirurgia de redução de estomago, quando eu tentava convencer o Pizza Hut que eu era um pequeno time de futebol de salão faminto.
Quanto tempo isso levou?
Se você ou alguém que você ama tem três mamilos extras, você já sabe como é difícil brincar com 5 coisas diferentes quando se tem apenas duas mãos. Simultaneamente jogar com cinco personagens em WOW transforma o que já não é uma brincadeira relaxante em um emprego de período integral imensamente estressante. Um erro simples de botões pode fazer seu paladino se masturbar violentamente enquanto dança ao invés de soltar um crusader strike(se você não sabe o que é um cruzader strike, sua vida é melhor que a minha).
Meu ponto é: Multiboxing não é exatamente um time saver. Mesmo que você esteja movendo cinco espadas ao mesmo tempo, ainda vai levar anos para conseguir todos as conquistas em WOW. Você precisa pesquisar onde um sem número de monstros e criaturas raras vão aparecer, ir até lá naquele dia e caça-los. Você tem que pescar, deixando seu personagem lá imóvel e pescando, por mais de 500 horas. Você tem que coordenar centenas de seções de jogos com outros 23 seres humanos para matar chefões complicados ou completar Catacumbas. E, acredite em mim, World of Warcraft não é um lugar onde você vai melhorar ou treinar suas habilidades de comunicação. Se comunicar com jogadores médios de MMO é como tentar falar libras através de um buraco na parede de um mictório público: As pessoas no outro lado vão estar confusas, bravas e vieram aqui só para terem algo para colocar na boca.
Logo, se você é o senhor todo poderoso dos 5 personagens mais poderosos de um jogo com milhões de jogadores isso significa anos de trabalho. É como alguém dizer que vai, sozinho e sem ferramentas, construir uma réplica do Titanic. Usando palitos de dente. E cuspe. Embora eu não seja um especialista em construção náutica, ou WOW, eu acredito que, no tempo que ele levou para conquistar 105.000 pontos de achievements em WOW esse mesmo individuo podia ter aprendido Islandês e conquistado a Islândia escavando por dentro de seus fiordes ou invocando antigos espíritos Vikings.
Porque conquistas a Islândia tem mais ou menos a mesma importância mundial de ser o melhor jogador de WOW do mundo. 5 vezes.
4 – O criador de Sim City 3000 que criou a cidade perfeita
Sim City 3000 é um jogo relaxante sobre construir sua própria metrópole. Você constrói o que bem entender, como quiser e sem inimigos a não ser seu povo, e ocasionalmente Godzilla. De fato, a parte mais difícil de Sim City 3000 é convencer seus pais, ou o pessoal do seguro desemprego, que você está procurando um emprego. Alguém, no entanto, venceu o jogo – venceu o Sistema. Um estudante de arquitetura chamado Vicente Ocasla fez isso:
Ele posicionou os blocos da cidade em losangos eliminando o espaço entre os prédios e diminuindo muito a necessidade caminhadas ou do uso de estações de metro. Aí ele aumentou imensamente o investimento em serviços policiais para manter essa massa xexelenta e mal educada, que basicamente vivia numa mega favela, sob controle e seguiu acrescentando processos para manter a massa sob controle, numa metodologia que deixaria George Orwell orgulhoso “Meus cidadão foram emburrecidos, tem péssima saúde, horríveis condições de trabalho e recebem exatamente a quantidade necessária de força policial e propaganda para que o sistema dure por milhares de anos. Aliás… já vem durando a 5000 anos no jogo. Eu os aprisionei no tempo e no espaço.”, completou o estudante.
Eu não tenho muito certeza se ele realmente ama videogames ou se realmente odeia seu atual terapeuta.
Quanto tempo isso levou?
Como vocês podem imaginar rescrever todas as leis do urbanismo não é algo que a maior parte das pessoas faz antes do café da manha. Ou por acidente. Eu gosto de matemática mas a quantidade dela que foi usada aqui, ao longo dos 18 meses (JESUSMARIAJOSÉ) que ele desenhou seus planos em papel quadriculado ANTES DE COMEÇAR A LEVAR ISSO PARA O GAME, vai muito além do que eu sou capaz de entender. Acumuladamente o projeto levou mais de dois anos para ser concluído. É fácil, e talvez até divertido, apontar o dedo para Ocasla e dizer que foi perda de tempo, visto que ele gastou dois anos da vida dele para descobrir como enfiar mais pessoas, em condições de vida deploráveis, no mesmo espaço que antes caberiam duas máquinas de café e um esfregão, mas eu já estive em faculdades de gestão por tempo o suficiente para que esse projeto seja uma vitória acadêmica.
3 – Estudantes do MIT jogando, mal e porcamente, Tetris em um prédio
Não importa quão intenso e imenso seja o esforço necessários para conquistá-los, não há como fugir de uma realidade meio chata: Recordes de videogame são meio insossos. Por exemplo, o jogo mais rapidamente completado na história dos recordes de internet pertence a um game de detetive de SEGA Genesis/Mega Drive em que o jogador imediatamente acusou o Coronel Mostarda de matar com a faca no Hall E ACERTOU. Ou seja, foi mais uma aplicação de uma matriz matemática de derivação de possibilidades limitadas (também chamado, em linguagem de leigo, de PUTA CHUTE DE SORTE SEU FILHODAPUTA) do que uma demonstração real de habilidade. E eu descobri, para o meu terror, que quando se está gravando recordes de maratonas de jogos de videogame, você pode tirar até 17% do tempo registrado para descansar! Isso não é uma maratona! É, no máximo, uma caminhada meio acentuada.
Ainda assim, um grupo de estudantes do MIT tentaram entrar para o livro dos recordes fazendo isso…
Nós vivemos num mundo muito estranho quando se descobre que transformar um prédio de 21 andares em um jogo de Tetris gigante não foi exatamente original . No entanto a coisa fica ainda mais estranha somada a imensa combinação de terrível habilidade ao jogar com a pior sorte possível no tipo de peças caindo, que criaram o pior, e maior, jogo de Tetris da história da humanidade. Eu tenho certeza que os programadores sadisticamente desenharam o game para que o jogador recebesse a pior peça possível em cada dado momento. Não ajuda em nada que o jogador em questão tenha a mesma noção e habilidade organizacional de um vala mortuária somaliana a céu aberto.
Como o Kid Bengala tentando entrar dentro de uma camisinha, este jogo de Tetris de 21 andares acabou por se tornar um imensidão de frustração prestes a se tornar uma imensa dor anal: Quando o jogador acabou, lembrando que ele faz parte de um time de pessoas inteligentes o suficiente para entrar na mais renomada escola de engenharia do mundo, inteligentes o suficiente para transformar a porra de um prédio em um jogo de Tetris, o desgraçado NÃO TINHA LIMPADO UMA ÚNICA LINHA. Nem uma. Eu tenho certeza que se eu cobrir um Game Boy em placenta e dar para um gato tentar comer ele vai conseguir completar pelo menos uma linha.
Quanto tempo isso levou?
Preparar o prédio deve ter levado semanas de trabalho combinado de diversos campos (elétrica, eletrônica, programação, etc…). Assistir ao vídeo de um adulto não conseguindo completar uma única linha de Tetris não importa o quanto ele tente, parece, no entanto, levar bem mais tempo.
2 – A casa do horror de Skyrim
Digam o que quiserem sobre os Bugs: Skyrim é o jogo perfeito para Psicanalise. O jogo permite fazer o que você quiser e sejamos honestos, principalmente depois das expansões: Isso provavelmente significa um Animal Crossing “de macho” onde você mantém sua fazenda, entrega cartas, cuida das suas plantações e do seu guarda roupa, etc… Não precisa ficar chateado, não é sua culpa. Para a maior parte das pessoas, RPG de mundo aberto tem o mesmo efeito de estrogênio sintético.
Me pegue como exemplo: Durante boa parte da minha adolescência, se eu tivesse um game que me permitisse remover as roupas de todas as lindas e formosas heroínas, e deixá-las combatendo dragões nuas ou seminuas eu provavelmente não teria conquistado muita coisa. Ou saído da casa dos meus pais.
Aí eu vi esse vídeo. E eu entendi que meu sonho de um jogo formado por lindas mulheres aventureiras semi nuas não era NADA. NADA! Perto das loucuras de algumas pessoas…
Essa maluca “decorou” sua casa com pedaços, e principalmente cabeças, de dúzias e dúzias de mulheres. Isso é realmente maluco. Maluco no nível de dentista que fala coisas no seu ouvido quando você está dormindo. Maluco no nível de pessoas que comem batata frita com sorvete. Maluco no nível de quem põe Ket Chup na Pizza. Jogadores de Skyrim tem a rara oportunidade de viver suas mais insanas fantasias e essa menina… bom… é.
Sempre temos que pensar no lado bom, no entanto. Pense que ela poderia estar fazendo isso na vida real. Ou jogando Shaq Fu.
Quanto tempo isso levou?
Skyrim tem um sistema de física que permite que jogadores levantem e rodem objetos em 3D. Por mais que isso possa parecer legal, no fundo, o próprio jogo não entende muito bem como os objetos se relacionam um com o outro em 3D, o que resulta neles chacoalharem imensamente ou explodirem randomicamente em diversas direções. Fazer um objeto ficar numa estante, paradinho, na posição que você quer, enquanto mantém diversos outros objetos na estante, também parados, na posição que você quer é como um grupo de pessoas com mal de parkison tentando tirar uma selfie estática. Usando um pau de self. Não que a demora em si importe nesse caso. Quando alguém chega e vê você calmamente organizando sua pilha de restos humanos de forma organizada, elas não vão ficar mais tranquilas se você disser “É… agora não deve demorar muito mais.”.
Skyrim rodando numa máquina power fodida com um mod de ultra realismo
1 – As núpcias do DS
Um monte de gente desinformada imagina que não existe romance na vida de um gamer. Isso não poderia estar mais distante da verdade. 20.000 casais se uniram em um só dia, em um mega casamento, em RIFT e qualquer pessoa com uma voz um pouquinho mais fina, seja ela um homem ou uma mulher, recebe propostas de estupro e casamento, de forma alternada, assim que solta a primeira palavra em uma partida de CoD na XBOX Live. Mas um jogador japonês quebrou todas essas barreiras: Sal 9000 (não… eu não inventei isso e isso não é um apelido… é o nome real desse sujeito, escolhido por ele mesmo, quando já era um adulto) legalmente se casou com uma personagem de um jogo de DS depois que ela concordou em se casar com ele no jogo.
Eu vou repetir para que a noção consiga entrar na cabeça de vocês… porque se vocês forem relativamente normais, não comerem fezes e não ofertarem bebês a Yoh Sothot, o demônio ancestral, isso pode ser um pouco difícil de entender. Esse japonês, que quando adulto mudou seu nome para Sal 9000 casou-se, legalmente, com a personagem Nene Anegasaki, de um simulador de namoro do DS chamado “Love Plus”.
“Love Plus” é um simulador de namoro, o que por si só já é o sub produto de uma sociedade que lida com expressão sexual por meio de quadriculados em genitais e um monte de tentaculos. O jogo nunca foi lançado por aqui por que os japoneses acreditam que seríamos incapazes, como os ocidentais estúpidos que somos, de entender as minúcias de um namoro, as necessidades especiais das personagens e o fato que as personagens tem entre 11 e 15 anos.
Sim… é um simulador de namoro que tem personagens de 11 a 15 anos.
Como eu disse lá em cima Sal 9000 se casou com a Nene Anegasaki, uma IA sofisticada o suficiente para entender gemidos de excitação e choro, mas, obviamente, não sofisticada o suficiente para cobrir o filhadaputa de spray de pimenta.
Num artigo da CNN sobre o assunto, Sal 9000 é descrito como saudável, embora o termo possa ser discutido visto que ele é fotografado em um dia “normal” (e eu estou estendendo o senso da palavra até o ponto ele rompe e a gente pode ver as entranhas funcionando) com sua esposa…
… andando por aí…
… e casando online na frente de 3000 pessoas!
Você deve estar pensando “E daí que ele casou com uma personagem de um jogo da Nintendo? Eu enfiei meu pênis mastôdonico num prato de macarrão a bolonhesa ontem. Cadê meu prêmio por isso?” (e caso você esteja pensando isso, por favor, não procrie) – bom… eu nunca disse que o feito dele era um ganho para a humanidade. Na verdade, esse feito compromete a humanidade inteira e seu futuro. É um vitória para as máquinas. Uma garota virtual de um jogo de videogame conseguiu convencer um homem de verdade a casar com ela – por gerações essa será a história que objetos inanimados vão contar um para o outro para inspirar grandeza. Nene Anegasaki é o que velhas fraudas usadas vão cantar para encorajar Modess jogados no Tietê a absorverem o rio inteiro.
Quanto tempo isso levou?
Tá aí um feito difícil de recriar. Eu imagino, embora não tenha certeza, que se você cercar um bebê com robôs que mostrem a imagem de Vaginas todas vez que ele grita e recompensar abraços amorosos com choques elétricos essa criança irá crescer para começar um ciclo de negligência emocional tão grande que, eventualmente, seu neto conseguiria namorar e se casar com um simulador de namoro. Mas eu acho que alguém louco o suficiente para fazer isso com um bebê se casaria com seu próprio Game Boy.
Acho que estamos relativamente salvos!
Sábado Retrô – Pepsi Man (PS1)
O mini traz o primeiro Running Man game da história num dos jogos promocionais mais bizarros já criados: Pepsi Man no Playstation.
Nintendo + Netflix = Zelda ?
A Nintendo e a Netflix (sim… a Netflix onde você assiste “How I met your mother” e “House of Cards”) fizeram um contrato de distribuição de mídia. Isso temos confirmação.
O que não temos confirmação, mas foi noticiado pelo Wall Street Journal (que tem uma certa transparência com essas coisas), é que o contrato, entre outras coisas, prevê uma série Live Action (com atores reais) se passando no universo de A Lenda de Zelda. Mais do que isso, a publicação do WSJ diz que a série seguiria um Link jovem em busca de salvar a princesa Zelda e que séria como uma versão bem mais leve de Game of Thrones.
Nem a Nintendo nem a Netflix, por razões óbvias, não abrem o conteúdo do contrato assinado, mas acredito que, mesmo que isso venha a ser verdade, são bem maiores as chances de uma série mais próxima de “Once upon a time” do que o pesado e cheio de sexo “Game of Thrones”. Ainda assim, se um contrato foi assinado em janeiro de 2015, deve levar uns bons 2 anos antes de vermos qualquer coisa chegar as telas… afinal alguém tem que contratar um escritor, contratar atores, achar diretores, filmar, entre muitos outros pequenos problemas.
E espero sinceramente que fique assim…
Sábado Retrô – Hook (Super NES)
Nunca cresça! E que lugar melhor para nunca fazer isso do que num jogo sobre Peter Pan!
Eu adoro esse jogo!
É oficial: Nintendo Club vai deixar de existir!
O clube de vantagens da Nintendo vai deixar de existir, da maneira como o conhecemos, no dia 31 de Junho deste ano. Novas contas e novos produtos comprados, tanto para Wii U, quanto para 3DS, ainda podem ser cadastrados no Nintendo Club até 31 de Março e TODAS as moedas e estrelas ganhas TEM que ser gastas até o final de Junho – a Nintendo vai disponibilizar centenas de jogos por download, presentes, camisetas e outras quinquilharias para que gastemos nossas lindas moedas.
Vou frisar de novo: Seja qual for o novo modelo de clube de vantagens que a Nintendo criar suas moedas e classificação NÃO MIGRARÃO! Logo gaste todas agora agora agora!
A Big N confirmou que um novo modelo para o Nintendo Club, talvez com um outro nome, surgirá muito em breve (provavelmente vai ser apresentado na E3 ou no Nintendo Direct da E3) e substituirá o atual modelo, com uma maior integração com plataformas mobiles, maior integração com o e shop e sem a necessidade constantes daqueles sacais questionários (eu tenho centenas de produtos Nintendo registrados lá… foram centenas de questionários…. um para cada jogo, console ou acessório registrado).
O Club Nintendo, que teve sua origem a partir da Nintendo Power (revista da Nintendo fundada nos EUA em 1987), começou suas atividades em 2007 e vem presenteando jogadores fiéis com as mais incríveis regalias…
Como essa estatueta incrível!
… sem falar em games para download e um monte de ” coisinhas” como estojos, lápis, band aids, roupas, tudo com logos ou imagens de personagens e aparelhos Nintendo.
Adeus… Club Nintendo!
Vamos sentir saudades!
Jogando: Resident Evil HD Remaster
Embora o Super Nintendo seja o melhor videogame de todos os tempos o Game Cube tem um lugar todo especial no meu coração: Foi meu primeiro videogame de adulto… por assim dizer. Um videogame comprado fora da casa dos pais, quando eu estava morando “sozinho” (na verdade eu dividia tanto o apartamento, quanto os custos do Game Cube, com uma namorada, à época) e mantido pela minha labuta no universo adulto. Videogames anteriores até tinham dinheiro meu investido… mas quando você acabou de sair da casa dos seus pais e a coisa mais cara que você já adquiriu sem ajuda externa foi um Game Boy Advance, quando você entrou na recebeu seu segundo salário, um Game Cube é coisa para caralho.
Mas voltando ao foco do Cube – eu adoro o Game Cube! Eu realmente gosto dele! Embora não tenha sido necessário eu teria atravessado a geração 128 bits somente com ele sem problemas. Claro que eu não teria tido Final Fantasy (Aquela coisinha chamada Crystal-sei-lá-o-que não conta como FF) ou MGS 3 (Embora tive a melhor versão, Hands down, de MGS 1 – Twin Snakes), mas as versões extremamente mais rápidas (os carregamentos eram extremamente mais rápidos devido ao disco menor combinado com um leitor muito melhor de discos) e melhor acabadas (a GPU do Cube conseguia lidar com textura 6 vezes comprimidas, ou seja, uma textura podia ser comprimida 6 vezes no seu tamanho sem perder qualidade – o que levou muitas produtoras a utilizar texturas incrivelmente mais bonitas nas versõrs do Cube do que das outras plataformas, vide os Splinter Cell de GC) de jogos Third Parties somada a uma quantidade inimaginável de exclusivos de excelente calibre mais do que me manteria tranquilo no Cube. E um desses exclusivos era Resident Evil.
Resident Evil no Game Cube
Veja bem… o jogo não chamava Resident Evil Remake, Resident Evil Reboot ou o que o valha. Ele chamava Resident Evil e deveria ser a versão definitiva do primeiro game da franquia. Graças a GPU do Cube (e a capacidade absurda dela de lidar com texturas), imagens pré renderizadas e algumas novidades de controle e história, RE foi um dos melhores games da plataforma e um jogo sensacional. Tão bom que foi relançado para o Wii quase que sem mudanças e, agora, está chegando as novas plataformas em um remake HD – o que é bom porque comprar esses jogos hoje, seja na versão para GC seja na versão para Wii é CARO!
Resident Evil HD Remake é exatamente igual a versão do GC em termos de conteúdo. A mesma história, as mesmas novas áreas da mansão, as mesmas recompensas destravadas, tudo exatamente igual. Então, se você destruiu a versão do GC e defenestrou a versão do Wii, a mansão não tera segredos novos para você. Dito isso o jogo ainda é muito muito muito bonito, mesmo rodando no modo Original (4:3 480p Progressive Scan) mas fica ainda mais legal no novo modo visual (720 ou 1080p 16:9)…
Sim… bonito assim!
O som também é igualzinho a versão do Cube – o que não é nem um pouco ruim, porque o som da versão do Cube era estelar! As vozes são muito bem escolhidas, os barulhos te enchem de medo e as músicas são bem legais, servindo para melhorar ainda mais o clima. O controle também tem uma novidade: Você pode escolher entre jogar no modo clássico de controle, onde seu personagem se move como um tanque, ou pode escolher o novo modelo de controle, onde seu personagem se move na direção que o analógico aponta e não é necessário botão de corrida para ele disparar. O novo modo de controle, principalmente para um jogo em que a câmera é fixa, me pareceu um pouco menos metódico do que o necessário – eu explico… considerando que você ainda tem que ficar parado para ser capaz de atirar e que a câmera não pode ser controlada, ficando fixa em um ponto, o novo controle não terá muito efeito em termos de tornar o processo de jogar mais fácil. Talvez torne mais simples para novatos, que nunca enfrentaram o controle “tanque” de RE 0,1,2,3 e Code Veronica, mas não vai tornar esse passeio menos brutal.
Porque Brutal ele era e continua sendo. Meu Deus como esse jogo é difícil! Não só você tem pouquíssima munição, contada e difícil de achar, mas você ainda tem que pensar se realmente vale a pena matar cada Zumbi ou simplesmente desviar deles – porque se você matar um deles sem explodir a cabeça ou queimar o corpo (uma nova mecânica do remake) ele se levantará novamente como um Zumbi Zumbi(?) chamado Redead, com a pele vermelha (RED EAD – eu vi o que você fez aí Capcom… engraçadinha) muito mais rápido, mais mortal e com uma resistência muito maior as balas. Junte a isso centenas de puzzles, nem sempre muito bem montados, e o pequeno inventário que você tem como carregar consigo (tendo que parar de tempo em tempo nas salas de save de forma a trocar de arma ou estocar mais munição) e o jogo fica imensamente desafiador. Armas de auto defesa, como facas e teasers permitem liquidar Zumbis de uma vez só, mas são ainda mais contadas que a munição padrão e a mansão é imensa, com uma área inteiramente nova que não estava no game original de PS1 (e que me fez quase me borrar de medo no GC).
Resident Evil HD Remake é um bom jogo. Nada disso é mérito do HD, no entanto, e esse jogo continua o mesmo que você teria acesso num GC (ou Wii). Se você gosta de jogos de terror pedreira, com um ótimo clima, longa duração e muitos, mas muitos mesmo, clichês, esse jogo é para você. Só não vá para cima esperando por RE 4 – esse é um ancião mais velho, mais sábio e bem mais vagaroso do que o jovem, rápido e vigoroso RE4.
Hora de matar Zumbis! Com uma bazuca!
Jogando: Watch Dogs (Wii U)
Sim…. eu estou fazendo um review de Watch Dogs.
Em janeiro. 8 meses depois do lançamento inicial do jogo e 2 meses depois do lançamento no Wii U.
Querem saber… eu não me importo nem um pouco. Até porque quase não tem nenhum review desse jogo no Wii U e eu não achei um único review em português desta versão dele. O jogo não vendeu quase nada na plataforma da Nintendo e existem ótimas, maravilhosas e completamente inteligíveis razões para isso. Mas para chegarmos nela temos que entender quão frustrante foi esse jogo como um todo.
Watch dogs começou a ser mostrado em 2011 como uma clara demonstração do poder de processamento das futuras plataformas. Um GTA com uma mecânica imensamente interessante de hacking, WD (Porque escrever Watch Dogs toda hora dá no saco) tinha tudo para ser O jogo de 2013 quando os novos videogames fossem lançados.
Na E3 de 2012 o jogo ganhou mais um Trailer, lindíssimo, mostrando efeitos de luz e sombra bárbaros e efeitos de partículas massivamente incríveis. Na E3 de 2013 essa versão lindíssima ganhou um demo jogável dizendo que estava rodando em um PS4. O mundo inteiro se preparou para abocanhar WD no lançamento dos novos aparelhos. Novembro chegou e nada de WD.
A Ubisoft falou que estava atrasando o jogo para “polimento”. Que os meses de atraso até janeiro valeriam a pena. Em janeiro novo atraso “para resolver problemas de multiplayer”, até o lançamento do jogo em 27 de Maio de 2014.
Agora me responda: Isso…
… parece com isso?
Enquanto polia e retirava os Bugs a Ubisoft deu um senhor downgrade nos gráficos, jogando os mesmos, mesmo nas plataformas de nova geração, em 720p com 30 fps. E mesmo no PC os gráficos eram iguaizinhos aos dos consoles. Alguma coisa estava errada.
E estava mesmo! Quando Hackers conseguiram descobrir como desbloquear os gráficos de altíssimo nível mostrados na E3 de 2012/13, a Ubisoft foi forçada a uma situação embaraçosa de dizer que “Diminuiu a qualidade dos gráficos para garantir a estabilidade do jogo”. Fontes vazaram informação interna que afirmava uma razão muito mais funesta: O jogo teria tido o gráfico reduzido em todas as versões para que as das novas plataformas não ficassem muito aquém da de um PC parrudo.
Ou seja – Ubisoft comprometeu a qualidade do game de todo mundo em nome de não deixar uma plataforma, na qual ela vende mal e porcamente, ter gráficos melhores do que os consoles atuais.
Way to go Ubisoft! Só que não!
Não satisfeita em cagar em cima de seu público a Ubisoft entregou um jogo com um personagem principal desinteressante e imbecil, com uma história simplória, recheada de clichês e completamente previsível e com músicas imensamente esquecíveis. E falou que a versão do Wii U estava sendo modificada para utilizar plenamente do aparelho e só sairia daí a 6 meses. Em Novembro.
Sim… 6 meses para modificar a versão do Wii U e deixá-la “especial” para o console.
A única coisa “especial” nessa versão são as pessoas “especiais” que programaram ele.
Graficamente Watch Dogs no Wii U não faz feio, mas está bem longe de fazer bonito: Texturas são iguais as do PS4, mas animação e geometria foram tiradas das versões de PS3 e XBOX 360. Distância de horizonte é de PS3 mas iluminação é da nova geração. Esse frankestein gráfico faz com que o game, que já não era o produto prometido lá em 2012, gere uma experiência ainda mais bizarra e tacanha. Ainda mais estranha. Não é, no entanto, o pior gráfico que você vai ter no seu Wii U, mas não é, nem de perto, a experiência que a máquina de Hype da Ubisoft queria te vender. O departamento sonoro é exatamente igual ao do PS3, o que significa que as músicas são esquecíveis, as vozes são, por vezes mecânicas, apesar de bem escolhidas e o som ambiente é bem montado, se não estelar. Não dá para reclamar muito do som – ele é meramente medíocre.
O Gameplay é, como colocamos lá em cima: um misto bizarro de GTA e Split Second, onde você hackeia câmeras (para ter novos pontos de vista), acessa contas bancárias, explode coisas ou cria bleakouts, tudo isso enquanto anda por uma versão porcamente construída de Seatle controlada pelo sistema de computação CtOS (construído pelos templários de Assassins Creed). Se pareceu pouco inspirado e repetitivo é porque, francamente, é mesmo. Combine esse sistema repetitivo com um controle flutuante e descuidado, que funciona mal e é mal dimensionado (muitas operações truncadas em pouco espaço de controle) que não aproveita em NADA uma imensa tela SENSÍVEL AO TOQUE, que poderia controlar milhares de funções, indo de inventário ao sistema de hacking, e você terá um pesadelo em mãos.
Ahhh… e a única diferença de controle que, supostamente, levou 6 meses para ser implementada, é que o Game Pad tem um mapa da cidade de Seattle… e é isso. Ainda bem que eu esperei 6 meses para não ter que apertar Start hein?!
O multiplayer não está aqui (se bem que ele é porco e mal feito e não tem muita graça… logo… não perdemos nada), os DLCs não estão aqui (e não virão) e o jogo funciona a 30 frames com ocasionais quedas de frame rate. Isso não é digno de ser chamado nem de game no dia do lançamento antes da otimização… quanto mais para ser a versão polida e desenhada em torno de um determinado hardware. Existem diversas razões pelas quais esse jogo não vendeu bem no Wii U – e ter atrasado 6 meses para sair é só uma delas!
Passe longe!
Jogando: Mario Galaxy 2 (Wii U)
O primeiro jogo de Wii lançado no Wii U é um dos melhores jogos do Juggernaut Nintendista que tomou o mundo de assalto com seus controles por movimento. Isso não significa, no entanto, que esse jogo de 2010 vai vender um milhão de Wii Us.
Ou que você deva comprá-lo imediatamente.
Mas para conseguirmos entender os sapatos bizarros que Mario Galaxy 2 está vestindo em 2015 é preciso voltar um pouco no tempo. É preciso voltar lá para o lançamento do game. É preciso ver quão impressionante era Mario Galaxy 2 lá atrás.
Porque lá atrás ele já não vendeu uma montanha de Wiis.
Mario Galaxy 2 é uma obra prima do gênero plataformer. Você vai controlar Mario enquanto ele salta, vira abelha, cria nuvens, congela inimigos, solta fogo neles e muito mais por centenas de estágios em busca de Lumas, as estrelinhas rechunchudas. Mario Galaxy 2 tem ainda menos história que Mario Galaxy, mas isso não vai te atrapalhar nem um pouco. Se a jogabilidade é incrível o controle é nada menos que perfeito, com uma soma simplesmente fantástica de pointer com movimento por analógico que é inspirada e inspiradora ao mesmo tempo – se fosse melhor só se o game pudesse ler seus pensamentos.
Gráficos nunca foram o ponto principal do Wii, seu carro chefe, mas aqui a Nintendo prova, mais uma vez, que seu console passado podia gerar gráficos incríveis se utilizado corretamente. Das texturas as animações, dos distantes horizontes ao Normal Mapping, Mario salta vivo e lindo sobre um mundo deslumbrante. E o som não deixa nada a desejar a o melhor show de música do mundo, com as incríveis músicas do mestre Koji Kondo atingindo seus ouvidos sem perdão.
Sim! É Lindo e cheio de música boa!
“Poxa Marcel! Então é uma compra certa! Ainda mais pelo preço promocional de US$ 10,00!” você me fala. E você está PARCIALMENTE certo. Se você não teve um Wii ou não teve Mario Galaxy 2 você tem o dever, moral e cívico, de comprar esse jogo e cavalgar Yoshi por uma série de mundos 3D lindos e coloridos para salvar o dia mais uma vez. A questão complica se você já teve esse jogo no Wii… por 2 pontos principais:
- O Wii U é retro compatível com o Wii. E você pode achar esse jogo em mídia física pelo mesmo valor ou bem próximo disso, caso você só queira o jogo. A caixinha com o manual vai custar um pouco mais caro, mas não se pode precificar a felicidade de ter uma linda caixinha de jogo, maravilhosa e perfeita.
- O jogo é exatamente igual sua versão do Wii. Na verdade é a ISO (a imagem do CD… um arquivo que o aparelho lê como se fosse um disco) do jogo original sendo lida pelo Wii U em modo Wii. É como se você tivesse comprado um jogo de Wii U no e-shop mas do console anterior. Até mesmo os saves são os mesmos (se você tiver saves do seu Wii que foram transportados para o Wii U ou saves criados no Wii U enquanto você jogava a versão em disco, eles serão encontrados e mostrados pelo jogo normalmente. O contrário também vale, ou seja, saves criados nessa versão do Wii U são encontrados pelo modo Wii do Wii U se você colocar o disco).
Continua deslumbrante… mas continua o mesmo jogo!
Então… se você já tiver o jogo do Wii e não se incomodar com loadings 3 a 4 segundos mais lentos, eu recomendo fica com a versão que você já tem. Se você, no entanto, quiser ter uma versão que você não precisa colocar o disco ou você não tenha o jogo original e não deseje caçar uma versão física, eu ALTAMENTE, MASSISSAMENTE, MASTODONICAMENTE recomendo esse jogo. Era um dos melhores jogos do Wii e vem super, mega, power recomendado para vocês!
E vamos libertar os lumas!
Nintendo Direct – New 3DS vai desembarcar nos EUA: Em edições especiais e em tamanho único!
O novo 3DS está com data de lançamento nos EUA: 17 de Fevereiro! E com ele tudo que já discutimos em detalhe aqui no Mini (leia mais aqui).
Só que tem dois detalhes: Ele vem em tamanho único e com duas edições lindas!
Sim… só New 3DS XL vai ser lançado nos EUA. O tamanho menor não. A desculpa da Nintendo é a preferência dos americanos a portáteis maiores assim como as diferenças de penetração de mercado entre o XL e o 3DS padrão.
Confesso que isso me broxou um pouco a nível pessoal… porque eu queria um pequeno com os botões coloridos. Se não fosse pela trava de região eu já teria importado um do Japão e terminado com toda essa discussão.
De qualquer forma o novo console vem com duas edições especiais – uma baseada em Majora’s Mask…
… que, curiosamente, não vem com o jogo. Mas é lindão!
E uma baseada em Monster Hunter 4 – também lindão.
Os aparelhos, em qualquer uma de suas versões, custa US$ 199,99 e NÃO vem com um carregador. Sim… assim como no Japão a Nintendo parte do pressuposto que você já tem um carregador para o portátil dela (que é o mesmo para todos os modelos pequenos e um modelo diferente para todos os XL) e não coloca um na caixa. Ou seja, compre um por mais US$ 9,00 e seja feliz!









