Vamos por partes. Na E3 a Cry Tek, criadora do game Crysis e uma 2nd party da EA, falou que “The Cry Engine 3 works beautifully on the Wii U.” (A Cry Engine 3– motor gráfico utilizado na criação dos jogos da Cry Tek –funciona belamente no Wii U.)mas agora a empresa está dizendo que “embora exista um game em desenvolvimento para o Wii U, que utilizará a citada engine, e sobre o qual não podemos falar nada ainda, NÃO se trata de Crysis 3”.
Logo Crysis 3 continua no PS3, Xbox 360 e PC com data de lançamento para Fevereiro de 2013.
Até o momento a posição da Capcom é de que RE6 continua no PS3 e 360. “Não há planos para levar Resident Evil 6 para o Wii U, pelo menos no momento” disse Christian Svensson. O executivo, no entanto, tentou terminar a conversa, com a equipe do site 1Up, em um tom mais leve “mas a muitas coisas realmente legais a caminho. Eu queria poder falar mais sobre elas mas eu ainda não posso. Desculpem-me.”.
Será que o futuro reserva algo para os fãs da produtora japonesa? Poderia um novo game estar a caminho? Ou seria o incrível e mais do que mitológico, Nintendo Vs Capcom mais do que uma piada de internet? Só o futuro dirá…
Sim!!! Segundo um documento interno da Nintendo, destinado a lojistas (que vazou) o novo console da Big N chega ao mercado americano no dia 18 de Novembro de 2012. Vai ter que superar um peso pesado logo na saída da porta (Halo 4 saí 12 dias antes… em 6 de Novembro) mas o Mini acredita que isso não vai nem balançar as vendas do novo console!
Não chega bem a ser uma surpresa. O Wii saiu em 16 de Novembro de 2006 e o GameCube em 18 de Novembro de 2001, então a data era mais ou menos dentro do esperado. Além disso, na E3, vários desenvolvedores haviam falado que seus novos games chegavam ao mercado entre 15 e 20 de Novembro deste ano.
Então… fiquem felizes… o novo console da Nintendo está quase no seu colo!
Depois de um atraso considerável Cold Steam alcança o 360 hoje! Custa 560 MS Points (algo por volta de US$ 7,00) e vem com a nova campanha “Cold Steam” assim como Blood Harvest, Crash Course, Dead Air e Death Toll (os outros estágios de Left 4 Dead 1 que ainda não estavam disponíveis no L4D2) revisados em controle, gráficos e uso de armas melee.
E não. Eu não estou brincando. Algum funcionário da Nasa, fã de Portal 2, gravou a Laser o Space Core em uma das peças da estação espacial internacional. Nem a Nasa nem a Valve conhecem o autor da façanha (quem ganhou pontos até com Deus com isso)…
… mas a peça vai mesmo para o espaço. Épico!!!
E para quem não conhece o Space Core (e não liga de spoilers sobre o final de Portal 2) ei-lo:
Você gosta de Zumbis? Não… ótimo! Seria estranho se gostasse. Mas você gosta de jogos com Zumbis? E de Flashback e Out of this World (dois adventures animais da década de 90), você gosta? Que tal a soma de duas partes que se tornam uma coisa ainda melhor do que as duas coisas separadas. Isso é DeadLight.
Em DeadLight você é o grosseiro, inconformado e turrão Randall Wayne (não… ele não tem acesso a Bat Caverna) que, com seu super vozeirão mega grosso no estilo Mulheres-que-gostam-de-Vin-Diesel-estão-completamente-ensopadas-agora, está em busca de sua família, perdida em Seatlle – é 1986 e não existe internet, celulares e comunicação era bem mais difícil do que é hoje. E isso tudo que eu posso dizer sem estragar as reviravoltas do jogo, que são fantásticas e muito bem feitas. Se você prestar atenção na história, que é contada pelo próprio Randall, pessoas e textos que ele encontra, cenas animadas no estilo quadrinho digital e em pistas do próprio cenários vai descobrir vários detalhes fantásticos da trama. A história é realmente boa.
Tão boa quanto os gráficos, que provam mais uma vez que jogo por download não significa jogo de pior qualidade. Eles são lindos! Bons mesmo! O fundo é bem claro, quase como se um holofote explodisse cada detalhe sujo e descuidado do cenário no seu rosto, enquanto Randall, os Zumbis e a maior parte dos outros personagens (como helicópteros, policiais, etc…) aparecem com um contraste muito baixo, formando quase que silhuetas. Se você aumentar o brilho da sua TV vai ver que Randall é muito bem feito, com detalhes em todos os cantos do personagem e texturas de boa qualidade. Fazê-lo uma silhueta foi uma escolha de design, não um tapa buraco. As animações são primorosas e o grafismo das HQs digitais que contam a história é excelente.
O som é muito muito bom! Sério mesmo… ligue seu videogame, download o jogo, inicie-o e deixe a tela lá… sem apertar o start. Vá fazer outra coisa. Eu fui fazer feijão. Sério. A música é boa assim! Os sons do jogo são competentes, nada incrível, mas a música vai destruir e massacrar suas expectativas. E você pedir por mais. O controle é bom. Funciona bem, embora Randall tem um pouco de “deslizamento” e os movimentos dele demorem um tempo para começar – como em Flashback – o que leva um tempo para se acostumar. Nada que desabone o jogo, no entanto.
A jogabilidade é que é o ponto alto do game. Pegue um terço de Metroid Fusion (um sistema um pouco mais guiado e menos aberto que o Metroid Normal), um terço de Shadow Complex (que inclusive é da mesma produtora) e um terço de Flashback/Out of this World. Misture bem. Sirva gelado. Isso é DeadLight. A visão é lateral e você teve explorar o cenário para conseguir informações, suprimentos e maneiras de escapar das terríveis hordas de mortos vivos. E isso é survival mesmo! Você até pega algumas pistolas, chega a pegar uma ou duas shotguns, mas tente atravessar uma sala que seja Rambo style e.. bem… teria sido mais fácil passar tempero de bife na testa. O combate aliás só ajuda na sensação de que você está sobrevivendo ao apocalipse Zumbi: seu machado vai funcionar contra o primeiro Zumbi… os outros 3 amigos dele vão te fazer em pedaços!
Com uma atmosfera fantástica, um sistema de jogo incrível e passando, assim como Alan Wake e poucos outros conseguiram, sensação real de medo, não há como não falar bem de DeadLight. É curto sim (cerca de 5 horas)… mas vale muito a pena! Bom divertimento!