Lindas como o Mario… O que?

Quem é ela? (Não vale olhar mas para baixo no artigo nem passar o mouse por cima da foto)

E agora, ficou mais fácil?

E aí nós resolvemos imaginar como será que outras lindas artistas ficariam com o mustache mais famoso do mundo! É só clicar que elas crescem…

E aí, quantas são reconhecíveis? E quantas ficaram melhor com o Mustache?

E só para vocês uma Lady Gaga… Wario

Lego é legal! Mas pode ser mais legal….

Se tiver Zelda!!! Mingles, um artista que tem seu próprio site, fez estas imagens como uma forma de proposta para o que poderia ser o Lego mais legal da história. Eu compraria, vocês comprariam e todos nós seríamos felizes.

 

Para quem nunca chegou no final de nenhum Zelda… aí está uma mistura legal entre o final de Skyward Sword e de Ocarina of Time

Sim… é mega épico!!!

Equipamento! Porque Link não é nada sem equipamento!

Aliás eu não sei como ainda tem gente que confunde ele com a princesa…

E poderia vir numa caixa assim!!! Lego… faça acontecer!

As especializações de Halo 4. O multiplayer mudou para sempre…

Mas o que exatamente é uma especialização em Halo 4? Funciona assim: cada classe em Halo 4 vai liberar certos tipos de peitorais, capacetes, ombreiras, glaives, tornozeleiras, coquilhas, protetores dorsais, botas, joelheiras, emblemas, texturas de armadura,  texturas para armas e uma cor de visor. Tudo isso é liberado do nível 1 ao nível 9 (ainda não sabemos se é liberado automático… mas aparentemente você ainda tem que comprar as peças liberadas com pontos). No nível 10 de cada especialização você ganha uma qualidade (perk) que pode ser aplicada ao seu personagem  MESMO QUE VOCÊ ESTEJA SUBINDO NÍVEIS DE OUTRA ESPECIALIZAÇÃO. Ex: Você atingiu nível 10 no Wetworks , tendo o perk, e começou a jogar com o Pionner, usando o perk ganho do Wetworks. Apenas um perk funciona por vez… logo vamos conhecer cada uma das especializações.

Um detalhe: Todo mundo que NÃO comprar a versão de colecionador começa com apenas duas possíveis especializações – o Pionner e o Wetworks. Todas as outras serão, segundo a 343, colocadas a venda na Xbox Live ao longo dos meses seguintes do lançamento. Acredite em mim, a vantagem que elas dão, sozinhas, vale o preço da edição de colecionador.

Wetworks  (sem uma tradução direta para o português – mas é a gíria utilizada para soldados americanos que fazem missões ocultas).

Se você é fã de missões stealth, oculto no meio do inimigo, você vai adorar essa classe. Ela premia com armaduras mais finas, esguias e voltadas para o mínimo de visibilidade. Além disso o perk permite que você corra sem fazer barulho, suas animações de assassinato sejam mais rápidas (deixando você menos tempo aberto a um contra ataque, um pig ou um show stopper) e torna você invisível a Promethean Vision (uma habilidade de armadura que permite ver através das paredes). Só para clarificar você NÃO fica invisível no radar. O detalhe legal é que, em Halo 4, as armaduras fazem MUITO barulho (pense em uma pessoa de 140 a 150 Kg, vestido uma armadura tão ou mais pesada que ela…), logo essa classe fica especialmente útil.

Pionner (Pioneiro)

A maior parte dos jogadores vai conhecer pela Pionner. Não só porque as peças de armadura premiadas vão ser mais próximas do padrão de Halo: Reach mas porque o perk desta especialização chama Fast Track (literalmente “pista rápida”). E o que ele faz? Quando você ativa o Perk ele vai dando multiplicadores a XP ganho por morte, dependendo do tipo de morte, quantidade ou velocidade. O detalhe é que o Fast Track tem um tempo, e acaba, fazendo com o que jogador tenha que esperar um pouco antes de reutiliza-lo. Outro detalhe é que ele não pode ser usado por partes – ex: ligá-lo logo antes de matar alguém e desligá-lo em seguida até achar outro alvo. Ligou, já era! Ele fica ligado até acabar a barra. Isso forçará os jogadores a lutar de forma agressiva.

Enginner (Engenheiro)

Em Halo 4 as armas mais poderosas não aparecem nos pontos de Spawn… elas caem do céu. Literalmente! A cada tanto de tempo, randomicamente, um caixa caíra do céu, em algum lugar do mapa. A primeira pessoa que chegar lá  tem três escolhas: uma arma (lança foguetes, rifle sniper, laser spartan, etc…), algumas granadas ou um Power up (munição infinita, saúde infinita, armadura infinita, velocidade duplicada, etc…). O perk do engenheiro faz com que ele receba um aviso, no visor, cerca de 15 segundos antes da queda, informando que  uma caixa vai cair e ONDE.  Além disso, se você estiver muito distante da caixa, de forma que seria impossível alguém da sua equipe se aproveitar dela, você será informado o próximo ponto de queda… mas não quanto tempo vai levar para a próxima caixa cair. Um formidável auxílio para qualquer equipe.

Tracker (rastreador)

Enquanto o Enginner sabe aonde o objeto vai cair, o Perk do Tracker, chamado Requisition form (literalmente “formulário de requisição”),  permite que ele modifique o interior da caixa de equipamento que caiu. Como assim? Bom… vamos supor que a caixa tem uma arma de combustíve OU 3 granadas incendiárias OU escudos duplos. O Tracker pode usar o perk para “reabrir” a caixa, com um novo conteúdo dentro. O novo conteúdo ainda é randômico, mas não terá nada que apareceu na vez anterior. Com o uso disso o Tracker pode, realmente, tirar uma arma poderosa do nada e espalhar o terror.

Rogue (pode ser traduzido como renegado ou ladino, mas aqui foi usado no contexto de alguém que age sozinho)

A especialização dos snipers! Antigamente, em Halo, quando você levava um tiro, usando a mira de longa distância, você era retirado dela. Não mais. Com o Perk dessa classe, nomeado de forma hilária soak up (algo como “engula quieto” ou “agüente”), o personagem não perde a mira mesmo sob fogo cerrado. Segundo a 343 “Nada além de ser atropelado ou explodido, vai tirar a mira deste soldado”.

Stalker (Perseguidor)

Se você atira em alguém, tenha certeza que você o matou. Porque seu dia vai ficar bem chato se ele for um Stalker. O Perk dos Stalkers é o nemesis vision, que marca com um ícone, no seu visor, a posição da última pessoa que te matou, assim como dá última pessoa que atirou em você mas não conseguiu te matar. Mesmo que a pessoa esteja usando o Wetworks, ela é visível para você! Pense nisso em um grupo com comunicação constante e os resultados serão mais do que satisfatórios.

Pathfinder (Algo como “Encontrador de Caminhos” ou “Guia”)

Minha especialização surgiu – obrigado do fundo do coração 343. O Perk do Pathfinder faz as armas dos veículos funcionarem por mais tempo e demorarem menos para recarregar. Além disso o Perk, chamado Gunner (atirador) permite que você carregue turrets pelo campo de batalha SEM PERDER VELOCIDADE. Você literalmente poderá fazer o sprint (aquela corridinha) com um turret lança foguetes na mão. Como eu sempre digo a minha equipe “Let the big man do his job!!!” (Deixa o grandão fazer o serviço dele!).

Operator (Operador)

Se você é o motorista designado eis a sua especialização. No passado você podia paralisar ou derrubar um veículo usando um tiro da pistola de plasma convenant, que funcionava como um EMP – mas se o jogador no comando do veículo tiver o Perk desta especialização, nomeado Wheelman (literalmente “motorista”), ela terá um pouco mais de resistência a isso. Se for uma nave vai perder alguma altura ou perder os escudos, se for um veículo vai ficar sem poder usar as armas, mas não vai parar de se mexer. Além disso o Perk permite que o veículo comandado pelo jogador recupere energia bem mais rápido que o normal. Só um detalhe, para o perk funcionar o Operator tem que estar dirigindo o veículo… ou seja, nada de sentar na cadeira lateral ou querer ser o atirador. “Em Halo 4 vamos dar mais incentivos para quem dirige bem e presta assistência. Os jogadores vão querer dirigir!” disse a equipe da 343 sobre o Operator. Só posso concordar.

Eu já estava excitado com Halo 4. Agora mais do que nunca…. para ficar perfeito, só faltou a especialização “Chief” que permitira atirar com duas armas ao mesmo tempo. Vamos lá 343! Eu quero, vocês querem e o Master Chief quer! Façam acontecer!

Rayman Legend é exclusivo do Wii U!

Você gostou de Rayman Origins? Quer mais? Então trate de comprar um Wii U! A continuação de um dos jogos mais aclamados pela crítica especializada do ano passado se tornou exclusivo do novo console da Nintendo. O jogo estará no lançamento do aparelho ou muito próximo do lançamento do mesmo, visto estar listado para o final de 2012.

Jogando: Darksiders 2

Chegou! Darksiders 2 chegou! E o meu dia melhorou muito depois disso. Não que estivesse ruim antes, mas esse é um game feito para mim. É quase como se os criadores do jogo tivessem dito “Sabe o Marcel? Aquele gordinho, Brasileiro, que curte mangás, comics, Zelda e God of War? Vamos fazer um game para ele!”. E Darksiders 2, assim como Darksiders 1, traz quase tudo que eu gosto em um só pacote! E não se preocupem… esse review foi feito sem Spoilers da história, que é animal!

Dito isso é um jogo perfeito? Não. Tem seus problemas, e nós vamos comentar cada um deles. Mas é um jogão!

O Gameplay do jogo é muito legal… e tem que ser, porque copia descaradamente e sem vergonha de três fontes maravilhosas: Zelda, God of War e Prince of Persia.  Death se move como uma versão imensamente puta e muito mais pesada de Kratos (sim… mais puto que o Kratos), todos os movimentos, mesmo os mais graciosos, são cheios de força e energia e a forma de realizar o combate não é muito diferente do que sua contra parte Grega: um botão de ataque fraco (normalmente uma arma mais fraca e rápida), um botão de ataque forte (normalmente uma arma bem mais pesada, como a foice grande ou um martelo), um botão de pulo e um botão para ataques de longa distância (pistolas, chakras, chicotes de energia, etc…). Além de lutar como um Deus grego Death se move como um certo príncipe das Arábias: ele salta de um ponto ao outro com facilidade, anda na parede e no teto e usa movimentos nitidamente inspirados em Parkour para superar obstáculos ou não perder velocidade na movimentação pelos cenários.  E usa itens como um certo Hyruleano: Você conseguirá dezenas de equipamentos, desde de botas que dão habilidades extras, a pedaços de armaduras, armas que podem ser usadas para puxar e empurrar coisas, etc…

Sumarizando, o Gameplay do game é animal! E o controle não fica nem um pouco atrás… responde no talo e é facílimo de comandar. Death se move como um espectro, ataca como um raio e tem uma velocidade de resposta que não atrapalha nem enfadonha. É muito muito bom.

O som é muito bom. Dos barulhos que as armas fazem a sonoplastia do cenário, o departamento sonoro é nota dez. As vozes foram bem escolhidas e salvo uma ou outra interpretação canastrônica, seguram bem o clima. As músicas são muito legais… mas nada para escrever para a mãe!

Os gráficos, infelizmente, podem ser considerados um dos dois pontos mais baixos no jogo. Death é lindo, assim como os chefes e os principais inimigos e amigos (talvez como muitos detalhes copiados de Senhor dos Anéis…) mas o resto dos inimigos não tiveram o mesmo tratamento: animações picam, inimigos atravessam cenários sem dar um passo, surgem de dentro de objetos da geometria da sala, por vezes tem texturas pobres ou que demoram para carregar, etc… Os cenários, embora vastos, tem uma qualidade gráfica semelhante a de Twilight Princess do Wii, o que não é ruim, mas considerando que este Zelda saiu em 2006 em um sistema que não suporta gráficos HD, a comparação é mais uma crítica do que saudação. Some a isso alguns glitchs, como ficar preso em pedaços dos cenários e ver partes dos inimigos ficarem invisíveis e você vai começar a achar que esse jogo tinha que ter continuado em produção por mais um tempinho.

O único outro ponto que pode ser considerado um empecilho para alguns é a repetição: Death literalmente pinta o chão com purê de onda após onda de inimigos.  As lutas com os chefes são imensamente legais e bem feitas e lembram uma mistura curiosa, e extremamente bem sucedida, de God of War com Shadow of Colossus, se tornando memoráveis, mas o mesmo não pode ser dito dos centenas de inimigos secundários que são varridos por sheer awesomeness emanando de Death. Não foi um problema para mim, mas pode ser um problema para alguns.

Se você jogou Darksiders 1, e sabe como o jogo termina, não haverão surpresas – pegue esse jogo agora e seja muito muito feliz. Se você nunca jogou Darksiders, não tem mais desculpas, o jogo original (Darksiders 1) está R$ 59,00 na Xbox Live e o jogo novo é ainda mais legal. Se você é um fã de Zelda, God of War ou Prince of Persia, faça um favor a si mesmo… não deixe de jogar. Darksiders 2 é um jogão que vai passar abaixo do radar de muita gente – NÃO SEJA UM DELES!!!

Bom divertimento!!!

 

Jogando: Kingdom Hearts Dream Drop Distance

Kingdom Hearts 3D ou, como a Square quer que todo mundo chame, Kingdom Hearts Dream Drop Distance é um jogo muito estranho. Eu não sei se minha incapacidade de entender o roteiro dos últimos 2 Kingdom Hearts é que fez isso comigo, ou se o jogo é realmente confuso no departamento história, mas o fato é que as referências são obtusas e difíceis de seguir. Eu já havia me sentido assim em KH2 do PS2, portanto acho que é um problema da franquia que vou ter que aprender a lidar. Ainda assim fãs ardorosos devem ter um tempo muito muito muito melhor que o meu… se conseguirem entender o roteiro. O manual diz que o jogo é uma continuação direta de KH: Recoded, logo, pode ser que quem jogou tenha mais facilidade do que eu em entender a história. Eu só joguei as versões do PS2.

Roteiros a parte o game é bom. Bom, veja, não muito bom. Alguns pontos graves ficaram no caminho do que poderia ser um game colossal e nós vamos a cada problema por parte. Aliás vamos começar por onde não há problemas: o departamento sonoro. O som de KH3D é incrível! Músicas advindas da Disney, de Final Fantasy, dos KH e novas canções originais dão um charme simplesmente fantástico ao game. As vozes são bem escolhidas, com direito a quase todo o elenco dos jogos anteriores,  e se somam a um conjunto de sons bem criados e que realmente fazem os mundos de KH3D parecerem vivos e emocionantes. É lindo para não dizer mais nada.

Graficamente o jogo é bonito, competente mesmo, mas não é glorioso, como Super Mario 3D Land ou Resident Evil Revelations. A não ser nas CGs… aí a porca torce o rabo: ELAS SÃO AS COISAS MAIS LINDAS QUE JÁ PASSARAM PELA TELA DO MEU 3DS!!! E DO SEU TAMBÉM!!! As animações são bem feitas, com movimentos para os personagens criados de forma competente e movimentação diferenciada para cada inimigo, amigo ou peça de cenário.

Mas se os gráficos contentaram você o controle vai te frustar… pelo menos no começo. O analógico funciona bem e o combate bebe profundamente no sistema de combate de KH 2, com a habilidade de customizar o que  é necessário em cada botão ou em seus menus. Eles incluíram um novo método de movimento chamado Flowmotion, que essencialmente permite que você bata Riku e Sora contra postes, paredes e outros objetos, ricocheteando nos inimigos ou facilitando o movimento pelo cenários. Parece bom, né?! Só que é um pesadelo até você se acostumar e o game simplesmente não permite que você chegue muito longe sem fazer uso do Flowmotion. Eu literalmente fique com ódio do jogo, chegando a desligar o 3Ds e ir jogar outras coisas, por duas vezes, antes de começar a ter uma ideia de como usar o sistema. Quando você se acostuma e “pega o jeito” é sensacional e vai ser difícil imaginar um KH sem isso agora, mas até lá… é foda. O controle de câmera é porco e por muitas vezes eu tomei pancadas por não conseguir enxergar onde estavam os inimigos ou meus personagens, e isso se torna ainda mais complicado quando, em um ambiente grande, você vem zunindo em Flowmotion e acaba não conseguindo saber direito onde está porque a câmera ficou parada em uma única posição.

Aliás, já que estamos falando do sistema de combate e gameplay do jogo, do que diabos os inimigos são feitos? Não basta eu ter que acertá-los várias vezes com a arma ainda tenho que lutar com um sistema de detecção de colisão que é, meio, que palavra devo usar, preguiçoso… ele registra quase todos os golpes, esquecendo de um ou de outro, principalmente de ataques especiais, só porque eu estou fora da direção do inimigo por um ou dois graus… frustrante. Além disso chegar a vários lugares no cenário, mesmo sem inimigos, é irritante, com um sistema de plataforma que nem sempre funciona da melhor maneira. Somado a isso a Square incluiu um sistema de troca, que força você a jogar a história de Riku e Sora, mudando de personagem a cada tanto tempo… eu não estou zoando. Há a porra de um medidor de tempo na base da tela, e quando ele acaba, esteja você explorando a cidade ou lutando com um chefão, seu personagem é levado a uma hibernação e a história segue com o outro – você pode, imediatamente troca de personagem de novo, mas a, curta, animação que rola nas trocas não pode ser pulada.

Nossa como esse review soou negativo. Vamos sumarizar assim: Kingdom Hearts Dream Drop Distance é um bom jogo, mesmo que você não conheça nem ame a franquia. Ele não se importa em se explicar, na maior parte do tempo, mas sua história é fechada o suficiente para que você entende pelo menos o básico dela até o final. Os mundos criados são extremamente divertidos coloridos e bem feitos – e você vai querer retornar até eles várias e várias vezes – infelizmente o ato de ficar trocando em momentos importantes da trama bagunça um pouco o coreto. O controle não é o melhor do 3DS, mas gráficos e sons seguram a onda. Se você for um fã da série não vai nem ligar para os problemas (que são essencialmente os mesmos de KH 2, só que piorados pela ausência de um segundo analógico) e vai curtir muito mesmo o jogo. Altamente recomendado para fãs… se você não for um deles, pense duas vezes.

Bom divertimento!

 

Algumas datas de lançamento para o seu 3DS!!!

Se você é como nós está jogando Kingdom Hearts 3D (review a caminho) apenas para ocupar o tempo de seu New Super Mario 2 chegar. Mas nem só de New Super Mario 2 vive o 3DS e tem algumas coisinhas bem legais vindo na nossa direção…

  • Art Academy: Lessons for Everyone – 1 de Outubro
  • Crosswords Plus – 1 de Outubro
  • Sparkle Snapshots 3D – 18 de Outubro
  • Skylanders Giants – 21 de Outubro
  • Style Savvy: Trendsetters – 22 de Outubro
  • Professor Layton and the Miracle Mask – 28 de Outubro
  • Freakyforms Deluxe: Your Creations, Alive – 5 de Novembro
  • Paper Mario: Sticker Star – 11 de Novembro
  • Epic Mickey: Power of Illusion – 18 de Novembro
  • Sonic and All-Stars Racing Transformed – 20 de Novembro

Jogos como Fifa 13 e Scriblenauts ainda não tem data de lançamento confirmada, logo não foram incluídos na lista. E o final do ano guarda muita coisa legal… logo vamos falar dele mais para frente.

 

Shemue HD e Shenmue 2 HD estão prontos

Segundo a IGN e a 1UP a SEGA está sentada sobre versões revitalizadas dos clássicos esperando dois fatores: A decisão final sobre Shenmue 3 (fãs… desistam de uma vez… temos mais chances de um FFVII remake do que de Shenmue 3) e uma oportunidade de lançamento.

Na época do lançamento de Shenmue ele era uma das maiores obras do mundo dos games de todos os tempos. Resta saber se o game vai aguentar o teste do tempo.

PS: Mais uma cuspida no olho do Mini que comprou um Dreamcast para jogar Shenmue (que vai ganhar versão HD), Jet Grind Radio (que vai ganhar versão HD) e Ju Ju Bizarre Adventure (que vai ganhar versão HD), entre outros.