Um jogo “muito diferente” e “exótico” no nosso sábado retrô – Fighting Masters!
Infelizmente ainda não achei um vídeo de qualidade razoável da abertura japonesa… mas vamos capturar e trazer para vocês com toda a certeza!
Um jogo “muito diferente” e “exótico” no nosso sábado retrô – Fighting Masters!
Infelizmente ainda não achei um vídeo de qualidade razoável da abertura japonesa… mas vamos capturar e trazer para vocês com toda a certeza!
A Sony do Japão confirmou semana passada!
A americana essa semana!
A produção de jogos para o Vita, por parte da Sony e suas subsidiárias, como a Naughty Dog e outras, acabou. Segundo a empresa, em nota oficial, o portátil ainda receberá muitos jogos Third Parties e adaptações de jogos de PS3 (X Com – Enemy Unknown está para chegar ao portátil), além de contar com mais de 60% da biblioteca do PSP e uma vasta quantidade de jogos de PS1, mas não há mais razão comercial para a Sony desviar investimentos do PS4, que está liderando o mercado com uma larga vantagem, para o PS Vita.
O Vita prometia muito!
Isso significa que o Vita está comercialmente morto? Claro que não! A literalmente centenas de jogos ainda a caminho do portátil – principalmente se você gostar de J-RPGs e souber ler japonês. Mas isso manda um claro sinal as Third Parties que, possivelmente, seria melhor começar a abandonar o braco e não fazer planos de longa duração envolvendo o Vita. Para mim o Vita continua sendo uma fascinante peça de Hardware que eu constantemente uso para jogar PS3 e PS4 da minha cama!
Nosso review do Vita!
Se você não assistiu Metroid: The Sky Calls, da pequena Rainfall Films, e você gosta de a) ficção científica; b) Metroid ou c) efeitos especiais muito legais; d) Power armors – você não sabe o que está perdendo.
Eu sei… por isso vou corrigir isso!
Nintendo… depois disso e disso aqui…
… o que diabos você está esperando para levar Metroid para os cinemas?
Olá pessoal! O Sábado Retrô de hoje é um pouco diferente porque o jogo é para Master System mas vamos jogar em outra plataforma! Ficou confuso? Veja o vídeo:
Eu sou um GRANDE fã da franquia Halo – nada nem perto do nível de loucura que eu tenho por Zelda ou Mass Effect, mas um grande fã da franquia mesmo assim. Eu tenho os livros, tenho os filmes, as animações, quase todos os quadrinhos e, é claro, os jogos em si. Eu estava realmente esperançoso, depois do fiasco que as constantes falhas e problemas de Master Chief Collection geraram, que a 343 e a Microsoft teriam aprendido e que Halo 5 estaria perfeito.
Eu também tinha uma tépida esperança que esse jogo tirasse Arkham Knight da posição de jogo do ano no meu coração.
Não funcionou. Nem de longe. Se Halo 5 fez algo foi me deixar ainda mais certo que, por enquanto, Batman: Arkham Knight é meu jogo do ano de 2015.
E não, antes que os sonystas caiam como urubus sobre o game, eu não acho que ele merece os 5 em 10, 2,5 em 5, 6 em 10 ou 28 em 40 que ele tem recebido por aí. Halo 5: Guardians é um excelente jogo. Ele só não é um bom Halo.
O problema começa no principal e mais sólido ponto do jogo: A Jogabilidade em si. Halo sempre teve um sistema de jogabilidade mais metódico e mais travado que os outros FPS da praça, com personagens em enormes power armors utilizando esperteza, escudo e cobertura para destruir hordas de inimigos enquanto iam de um ponto A para um ponto B, normalmente apertar um botão, destruir alguma coisa ou enfiar uma mulher azul numa USB cósmica.
A 343 joga a primeira metade inteira da minha sentença pela janela, e, embora você ainda ande de um ponto A para um ponto B, normalmente apertando um botão ou matando algo no fim dessa jornada, você vai fazer isso usando saltos duplos, jet packs super rápidos, escalando paredes verticais e se mexendo por aí em uma velocidade enorme. Você vai ter novos métodos de assassinatos super ageis, um monte de movimentos no ar super ageis e golpes meele super ageis.
Como vocês devem ter percebido as duas descrições são incompatíveis.
E eu entendo perfeitamente que a equipe Osíris, do mais-sem-sal-nem-açucar-que -o-Alckimin Agente Locke, deveria ser bem ágil, para gerar cenas animais…
… e bater de frente com a dureza e movimentação “quadrada” da equipe Azul, do Master Chief.
Mas mesmo o Chief se movimenta como se estivesse numa espaçonave, usando saltos com Jet Packs, socos com o auxílio de foguetes, uma quantidade gigante de movimento vertical, entre outras novidades da jogabilidade. A sensação que eu tenho é que a 343 jogou muitas e muitas horas de Call of Duty:Advanced Warfare e ainda mais horas de TitanFall, e chegou aquela conclusão que “Ei! É exatamente isso que precisamos para revitalizar Halo!”.
E lá foram eles… agora os Spartans se mexem como uma mistura de ginastas e ninjas e não parecem em nada estar vestindo 350 Kg de armadura auto propelida. Way to go 343.
“Mas Marcel… é divertido de jogar?”
Sim! É imensamente divertido de jogar! Embora eu acredito que a história não faça absolutamente nenhum sentido se você não jogou pelo menos Halo 4, todos os episódios do Spartan Ops e leu os livros Ghosts of Onyx, Glasslands e Thursday War. Mas mesmo se você não entender nada do que está ocorrendo você vai se divertir pacas simplesmente jogando o game. Principalmente no modo multiplayer, onde a história não faz a menor diferença e a verticalidade torna tudo ainda mais divertido – vou tocar mais nele mais tarde.
Graficamente o jogo é muito muito bonito e é impressionante ver que ele roda liso a 60 frames por segundo – mesmo que para isso ele fique míope. Eu explico: Para garantir que o jogo rodasse o tempo todo a pelo menos 60 fps a 343 criou um sistema de alcance dinâmico de gráfico que muda a resolução de objetos ou partes do cenário conforme o sistema tem mais ou menos memória livre. Com poucos inimigos na tela e poucos projéteis o jogo roda a 1080p com 60 fps. A partir do momento que os inimigos começam a surgir de buracos que você não havia visto antes, como uma homicida e determinada trupe de circo, e o ar se enche de projéteis, os gráficos caem para 900p e continuam nos 60 fps. Por fim, a hora que o sistema estiver quase pegando fogo e a quantidade de inimigos no mapa já tiver levado você para aquele estado de euforia violenta onde você começa a arremessar granadas direto no rosto dos inimigos, ao invés de aos pés deles, para ver se consegue algum dano a mais, o jogo pede arrego e desce para os 720p. Além desse sistema os objetos mais distantes, que estão além do horizonte de ataque e que não estão fazendo parte da batalha, tem uma resolução e uma velocidade menor.
Divertido pacas! Mas não parece Halo!
Acredite em mim… nada disso vai fazer a menor diferença quando você estiver lutando pela vida em enormes batalhas campais recheadas de inimigos, mas, a hora que o clima começar a suavizar, ou quando o jogo te forçar a fazer a mesma batalha pela quarta vez, normalmente devido a imbecilidade da inteligência artificial dos seus parceiros de equipe (vou tocar nisso mais tarde) você vai começar a perceber quão bizarro é essa diferença de resolução/velocidade o tempo todo – principalmente quando inimigos distantes parecem estar se movendo em uma atmosfera de melaço com vários frames sendo esquecidos em uma qualidade de animação que está mais ou menos no mesmo nível dos primeiros desenhos do Scooby Doo – na década de 70/80.
O som é bem bacana, com músicas bem feitas e bem escolhidas e vozes que cumprem bem o seu papel – destaque para Natham Fillion, da série Firefly, reprisando seu papel como Buck, de Halo 3: ODST e Steve Dowes como um muito austero e cansado Master Chief. Os inimigos soam legal e as armas não parecem que foram feitas pela Fisher Price, o que é sempre muito bacana. É uma pena que tanto o fireteam Osíris quanto o fireteam Blue não tem muitas conversas dignas de nota e que Locke, que se você estiver jogando single player é o personagem que você controlará por 75% do game, é chato de dar dó.
Aliás esse é outro ponto que me chateou. Locke é um personagem vazio e sem sal, um assassino de armadura que segue ordens sem questioná-las e que não tem o mínimo discernimento que está caçando uma lenda viva. Salvo as horas que Buck está falando o time Osíris é chato de escutar e poderia ter sido substituído por 4 robôs caçadores de Spartans lendários que não faria a menor diferença. E já que estamos falando dos 4 personagens obrigatórios de cada grupo, melhor tocar no elefante branco: Esse jogo foi inteiramente concebido para ser jogado em 4 jogadores – o tempo todo. Estou conseguindo levar uma campanha single player no heroíco com um pouco de custo, mas jogar no lendário sem apoio humano é simplesmente horrível. E não tem como usar matchmaking para completar a galera que vai jogar a campanha contigo – você tem que trazer 3 amigos seus para jogar com você.
E acredite em mim, a IA é horrível! Péssima, grotesca, nojenta e asquerosa! Agora, quando sua energia acaba, você cai, prostado, e precisa esperar ser reerguido pelos seus companheiros de equipe. Você pode apertar X para avisá-los da sua situação, mas saiba que, principalmente nos níveis de dificuldades mais altos, se você estiver com dois ou três inimigos por perto, você já está morto. Porque seu time não vai limpar possíveis adversários, se preocupando em posicionar-se de forma segura para te regenerar. Nem um pouco. Eles vão correr em linha reta, direto para você, e vão tomar pipoco após pipoco até caírem (ou serem atingidos pela mesma Fuel Rod ou espadada na bunda que você) e morrerem logo ali, do seu lado. 343… se você vai forçar todo mundo a jogar com mais 3 IAs – porque nem todo mundo tem 3 amigos que tenham Halo 5 e você não nos deixa jogar com desconhecidos – suas IAs tinham que ser top of line, as melhores, e tudo mais.
Master Chief ruleando
E já que tocamos no ponto de jogo cooperativo obrigatório eu ainda estou espumando de raiva de não poder sentar com um amigo, ou com meu irmão (que faz aniversário hoje, falando nisso – Parabéns!!!) e jogar a campanha Cooperativamente no meu sofá. Uma coisa que eu pude fazer EM TODOS OS OUTROS HALOS ATÉ HOJE. Mesmo quando não fazia sentido na história!!! E contar essa historinha babaca de que “os gráficos do jogo sofreriam um baque” e que “pouca gente usa o couch co-op” é ficar sambando na nossa cara de otário 343. Aceite de uma vez que você queria forçar mais pessoas a comprarem mais cópias do seu jogo e vamos para o próximo tópico.
É claro que a maior parte dos problemas que eu citei até agora só atingem a campanha – porque fica óbvio até ao mais imbecil de nós que Halo 5 foi quase que integralmente pensado em direção ao multiplayer. E o multiplayer altamente competitivo, no nível de E-Sports mesmo. E nesse sentido Halo 5 brilha fortemente – e se mostra como o jogo incrível que ele é. Uma pena que ainda não pareça Halo.
Os Req packs
Há dois grandes sistemas de multiplayer em Halo 5: Arena games e Warzone. Arena consiste nos jogos que nós já mais ou menos conhecemos, como Swat (dois grupos de 4 ou 5 jogadores, armados apenas de rifles e pistola, sem escudo de energia e com tiros na cabeça sendo letais), free deathmatch (todo mundo contra todo mundo), team deathmatch (um time, normalmente de 4 ou 5, versus outro time do mesmo número) entre outros. Existem algumas novidades, e a melhor delas é Breakout, um modo de jogo 4 vs 4 em que todo mundo começa com uma submetralhadora com pouca munição e uma granada de fragmentação, não há recarga de munição a não ser pegar a dos inimigos (e amigos) caídos, ninguém tem escudos e a morte é permanente (você só volta quando a partida terminar). Isso cria um nível completamente novo de tensão, porque você não pode simplesmente se jogar na batalha como se não houvesse amanhã – você tem que planejar seus movimentos e ir devagar, se comunicando o tempo todo com a sua equipe e, ainda por cima, capturar a bandeira inimiga. É animal!
Aliás… os Spartans falarem por si foi um ponto muito legal 343! Agora, durante o multiplayer, quando seus colegas estão cercados, ou sob fogo inimigo, ou receberam um tiro de sniper que arrancou o escudo, ou milhares de outras situações, eles gritam isso (coisas como “I’m Pin Down!”, “Under heavy fire” e “I’m being sniped”), aparecendo no HUD e no mapa de todo mundo, mesmo através de paredes. Isso permite correr até lá e dar suporte (ou morrer bestamente tentando chegar lá… as vezes da mesma coisa que estava matando seu colega). Em algumas situações eles até gritam sobre veículos desocupados ou sobre pontos de movimento não tomados no mapa. É uma adição bem bacana, principalmente se você estiver jogando com desconhecidos que não papeiam muito.
Warzone é bem diferente. É uma arena gigantesca onde lutam 12 contra 12 jogadores, com direito a centenas de veículos, terrestres e aéreos, com três “Chefes” e duas “bases”. Você pode invadir a base inimiga, capturar a bandeira e levar para a sua base, destruir os chefes que rondam o mapa (que podem ser elites com um contingente de grunts ou dois pares de Hunters juntos, etc…) ou simplesmente guerrear até o fim do tempo e ver quem tem mais pontos. E é nessa zona que entram em ação os Rec Packs – pequenos pacotes de itens, veículos, diferenças cosméticas ou habilidades que podem ser comprados com dinheiro real ou com pontos ganhos nas partidas. Você pode usar a Rec Energy para chamar suas cartas para a partida, ganhando rifles sniper, shotguns ou mesmo veículos, embora, se você morrer, eles ficam lá jogados e qualquer um pode pegar. Isso significa que você fica constantemente pensando quando e como usar efetivamente suas rec cards e queimar sua rec energy porque o risco de simplesmente entregar para o time inimigo um veículo ou arma boa pode ser superior ao desejo de simplesmente pegar algo enorme e brilhante para si. Por outro lado, toda vez que você chama a arma, e realmente consegue usá-la, a sensação é boa demais, visto que você sabe o diferencial que aquilo fez para você.
Halo 5 é um excelente jogo – eu totalmente discordo dele ser meramente mediano. Tem uma série de problemas graves que deveriam ter sido solucionados muito antes do jogo ser colocado a disposição dos jogadores – mas ainda assim é muito bom. Ele só parece demais com Call of Duty para ser um Halo que eu vou realmente amar. Se você devorou Call of Duty: Advanced Warfare e quer algo com uma história milhões de vezes melhor, talvez seja o momento de dar uma chance a saga Halo. Se esse for seu primeiro Halo você vai adorar. Mas se você é um grande fã da série, vindo diretamente do Master Chief Collection prepare-se para uma possível decepção.
Bom divertimento.
Castlevania: Bloodlines, chamado Castlevania: The New Generation na Europa, foi o primeiro Castlevania a ser lançado para um sistema SEGA desde que a franquia surgiu no NES/MSX/Sharp 68000. Lançado para o Mega Drive/Genesis em 1994 o jogo teve um sucesso moderado e deixou vários adeptos da SEGA com gosto de quero mais na boca.
Um senhor castlevania
Não era difícil imaginar então que tanto SEGA quanto Konami tinham razões de sobra para começar um novo projeto envolvendo Castlevania – e Bloodletting seria exatamente isso: Um novo Castlevania para os fãs da SEGA chamarem de seu. Segundo o projeto, mostrado em 1994 pela Konami de forma muito reservada, para investidores e jornalistas, na E3 e na CES, o game seria lançado para o 32X e envolveria Maria Reinard, seu casinho Richter Belmont e um rival de Richter que nunca teve nome… e era chamado nas brochuras meramente de Rival.
A única imagem disponível do sprites do jogo
Felizmente o jogo não viu a luz do dia. As péssimas vendas do 32X somadas ao lançamento extremamente bem sucedido do Playstation no Japão levaram os executivos da Konami a repensar em qual aparelho lançar o jogo. Quando Koji Igarashi viu o que podia ser feito com o hardware muito mais poderoso do PS1 mesmo os mais básicos assets do projeto do 32X foram abandonados em favor de um completo redesenho de gráficos, som e estilo de jogabilidade que levariam ao melhor Castlevania de todos os tempos…
Se você pensou em qualquer outro Castlevania… você pensou errado!
Ou seja: Você e eu nunca jogamos Bloodletting, mas se ele não tivesse sido cancelado, muito provavelmente nunca teríamos jogado Symphony of the Night. E isso sim teria sido um crime contra toda a humanidade.
Eu sugiro comemorarmos nossa sorte e brindarmos a morte de Bloodletting com mais um gameplay de Castlevania: SotN. Quem vem comigo?
Um dos melhores jogos de luta dos 16 bits que morreu por chegar no horário errado!
Estivemos em 2014 também! Eu tomei café com o Tallarico!
Pior que não é Photoshop! Eu sou feio assim mesmo! kkkkkk
Em 2014 o VGL acabou sendo no primeiro dia das minhas férias e acabei ficando sem acesso a um PC por um bom tempo. Quando voltei a sensação era que todo mundo já tinha falado tudo que havia para ser falado do evento e eu fiquei sem ter muito o que dizer.
E dizem que se você não sabe exatamente o que escrever… não escreva nada. Ou vem do coração ou nem toque no teclado!
Mas esse ano o evento era muito muito muito especial para mim – em particular. Eu consegui levar meu pai, que é músico, ao evento comigo. Strike 1. Foi o primeiro local que meu irmão foi depois de ser baleado em um freak assalto e ir parar no hospital. Strike 2. E foi o evento de 10 anos do concerto no Brasil. Strike 3. #Best Event Evar
Peraí… Strike 3 no Minicastle.org + 10 anos de VGL – 10 anos desde Half Life 2 + 10 anos de Minicastle…
Meu Deus! Half Life 3 confirmado!!! Você leram aqui primeiro!!!
Não… tá… eu paro com as brincadeiras…
Logo depois dessa! (Percebam a terceira faca… HL3 Confirmado!)
E… embora Half Life 3 não tivesse dado as caras nesse ano (e provavelmente não vai dar por muito tempo ainda) nós fomos o primeiro país a sediar, na mesma cidade, ininterruptamente, 10 anos de VGL. Foi uma marca para o concerto, para o próprio Tommy Tallarico, idealizador do evento e deus sedutor da guitarra, e para nós gamers brasileiros – que estamos lá ano após ano gastando nosso suado dinheiro.
Antes de prosseguirmos agradecemos de coração a Petrobrás, por trazer o VGL mais uma vez ao Brasil, por continuar fomentando o público gamer braisleiro, com projetos culturais ligados a games e por ser uma empresa brasileira enorme que leva nossa bandeira lá para fora com muito orgulho! Valeu Petrobrás! Aqui no Mini nos adoramos o logo “O Desafio é a nossa energia!”
Valeu Petrobrás!
E chegamos eu, a maravilhosa Louise Cardim, vulgo “Minha esposa”, vulgo “Eu vou jogar Animal Crossing no seu 3DS e no meu!” e Seu Douglas, vulgo “O capturador de onças de Pirajuí”, vulgo “Meu Pai” ao local do evento. Encontramos com meu irmão Erick, vulgo “Meu irmão” e com a Sabrina, que não tem vulgo se não ela bate em todos nós!
Meu pai, meu irmão e um cara simpático vestido de Leonardo
O show começou como já começa tradicionalmente a anos, com o vídeo da Ms Pac Man sendo perseguida…
… seguido de Tommy Tallarico vindo ao palco e regaçando nossa mente com Castlevania.
Depois que a música para Tallarico fala um pouco sobre como é incrível vir ao Brasil por dez anos ininterruptos, como ele sabe que a situação financeira do país não é a melhor do mundo (e num gesto muito legal todos os produtos do evento estavam com 50% de desconto – Way to GO Man!!!) e que ele agradece demais a energia dos brasileiros em vir, ano após ano após ano para o show ademais tudo. Ele conta que tem diversas surpresas para comemorar 10 anos e que a Maestra do ano será a mesma do ano passado, a magistral Eimear Noone, compositora de uma porrada de músicas da Blizzard e condutora do Zelda 25 years Symphony que correu os EUA alguns anos atrás.
E lá vamos nós com mais músicas – indo para o robô de ferro e fogo…
Essa é a versão do DVD do VGL – não achei uma gravação desse ano minimamente boa
E aí Laura “Flute Link” Entravia vem ao palco, linda, num vestido de noite, e explode meu irmão da cadeira com a abertura de Metal Gear Solid 3: Snake Eater.
O evento para um pouquinho para os músicos conseguirem tomar água, respirar e tudo mais enquanto a tela é tomada pelo primeiro videogame VS da noite…
E Kingdom Hearts veio em seguida… provando que Disney + Square sempre será uma união que tirará lágrimas minhas!
Seguido de Sonic e todas as músicas fantásticas do primeiro jogo no Mega Drive/Genesis!
De novo… não consegui uma boa versão local – eis a do Level 2.
E quando eu já sabia que a noite ia ser estelar… vem Laura Entravia e joga Donkey Kong na minha cabeça. Com aquela flauta dela que parecia que ia chorar. Você ver seu pai, músico, fechando os olhos para ouvir música de videogame que você jogou na infância… best experience evar!!!
E sem nem dar tempo para respirarmos os dragões revoaram pela tela com a sala unida num só grito:
Fuz
Roh
Dá
De dois anos atrás mas o melhor que consegui!
E veio o segundo Videogame VS
Depois de todos esses anos indo ao VGL eu meio que já sei que eles fecham com Portal e Chronno Trigger/Chronno Cross. Então eu quase tive um mini enfarto quando Laura e Tommy tocaram as aberturas dos dois melhores RPGs da Square no meio do show… do nada…
Com todo mundo gritando eu não consegui um bom vídeo desse ano…
Enquanto eu me perguntava o que viria no final veio uma opera de Tetris…
… seguida da parada de intervalo. Porque músicos também são gente!
No intervalo uma tela de Load com um tempo de carregamento digno do Neo Geo CD
E voltamos do Intervalo com força total com Blanka detonando todo mundo ao som de diversos estágios de Street Fighter 2…
A melhor e mais próxima que consegui!
E enquanto eu me recuperava de gritar que Blanka Ruleia, Laura vem vestida de Link, a maestra tira o Wind Waker, mostra todos que ela tem nele escrito “Wake the Winds!” e literalmente acorda o universo!
O show podia acabar ali para mim e eu iria embora feliz da minha vida até o ano que vem.
Mas tinha mais….
Tinha mais…
E continuou com uma música feita por milhares de músicos em conjunto ao redor do mundo. De World of Warcraft para vocês: Malach Angel Messenger.
Meu Deus essa música!
E quando a gente não esperava por isso, vem HeartStone da Blizzard
Seguido de um jogo que pouca gente mas muita gente deveria conhecer: Grim Fandango.
Sério mesmo! Se vocês não jogaram esse game… peguem nos videogames atuais. É muito bom!
E pela primeira vez no Brasil, ainda dentro dos jogos inesquecíveis de PC, Command and Conquer: Red Alert…
… mas…
… aparentemente…
… ninguém filmou…
… porque não achei um único vídeo.
Tenho uma foto!
E sucumbimos a doce e fantástica melodia de um dos melhores jogos do PS2: ICO.
Tommy Tallarico promete que termos TOP GEAR ano que vem (Meu Deus! Preciso ir!) e nós entrega a terceira “Game VS”
E para realmente comemorar os 10 anos no Brasil, atendendo milhares e milhares de pedidos, pela primeira vez no mundo, é a música de Phoenix Wright, da Capcom.
Meu Deus! Completamos o círculo! Tão boa!
Todo mundo sai do palco e começam os gritos de “Tallarico! Tallarico! Tallarico!”. Como de costume ele retorna ao palco, trazendo não só Laura Entravia mas um novo convidado, Moises Lima, da família Lima, um exímio Violoncelista, para juntos tocarem o tema do vilão mais famoso da Square!
One!
Winged!
Angel!
E, como vem fazendo a 5 anos já, o show termina com Laura Entravia e Tommy cantando o tema de Portal. Mas esse ano teve um toque fantástico. Alguém entregou uma bandeira do Brasil para Tommy, que a entregou a Entravia, que cantou embrulhada nela. Lindo e muito tocante.
Melhor gravação que consegui – 2010.
E com isso terminou mais uma Video Games Live. E mais uma vez eu fui acompanhado de pessoas que eu gosto muito para curtir um pedaço maravilhoso desse nosso Hobby tão incrível. E mais uma vez eu falo a mesma coisa que falo todo ano quando alguém me pergunta se deve ir: Se você é gamer, você devia ser obrigado por lei a ir! É bom assim!
Bom divertimento e espero encontrar com todo mundo lá ano que vem!

Aconteceu a oitava edição do que é hoje a maior feira de videogames e diversão eletrônica da América Latina. Quer saber mais sobre a edição desse ano. O Minicastle esteve lá representado pelo Junião então relaxem que nós vamos contar um pouco para vocês do que foi o evento. Mas antes de mais nada, veja o vídeo oficial de apresentação da Brasil Game Show:
Nossa! Quanta coisa, não? Pois é… A Brasil Game Show desse ano foi realmente show! Vamos dar uma passeada pela feira? Temos bastante imagens para mostrar e vamos comentando o que estava acontecendo com cada uma delas.
O evento funcionou do dia 8 ao 12 de outubro. O dia 8 é reservado para imprensa e negócios. Logo na entrada percebemos que a entrada estava bem organizada, com filas bem montadas e catracas especiais para cada tipo de credenciamento, além das catracas para o público convencional.
Logo que entramos na feira, automaticamente eu fui procurar as novidades e como o extinto me manda, achei as tantas estações de PlayStation 4 rodando o beta de Street Fighter V com todos os personagens anunciados já liberados para teste. Detalhe que a Laura (personagem brasileira do jogo) ainda não tinha sido oficialmente anunciada, apesar da notícia ter sido vazada dias antes na internet.
A galera estava “fritando” no Street Fighter. Isso me deixou muito feliz porque ano passado mal teve alguma coisa relacionada a Street Fighter em toda a feira. Bola fora principalmente da empresa que estava encarregada de prover as máquinas. Bem, eles se redimiram esse ano. Vejamos:
Bom, teve uma bela variedade de máquinas (cerca de 80 fliperamas) com jogos bem variados. Deu muito que bem para a galera desfrutar e despirocar em contras alucinantes em todos os jogos que eu gamer e / ou rato de fliperama poderia desejar.
Já quando chegamos na seção “a evolução dos videogames” ficamos ainda mais impressionados. O acervo de consoles em exposição, com relação ao ano passado foi diversificado. Dessa vez até publicações em papel como revistas da época estavam em amostra. Vamos dar uma olhada em algumas fotos dessa seção:
Ufa! Quantos consoles… Todas as gerações de videogames foram representadas. Todos os consoles foram cedidos direto do acervo pessoal do Marcelo Tavares, criador da feira. Encontre mais informações sobre a coleção particular dele em: http://marcelotavares.com/
E para todos os lados que a gente olhava tinha alguma propaganda / painél / anúncio para um jogo top de linha. PlayStation, Xbox, Ubisoft, Warner Bros. Games entre outras marcas de peso estavam presentes com suas novidades e lançamentos.
E é claro que o pessoal aproveitou para jogar, jogar e jogar! Tinha filas para praticamente todos os jogos disponíveis. A fila que mais me chamou a atenção foi com certeza a de Dark Souls 3. Tinha apenas 4 estações rodando o primeiro beta do jogo e como a procura foi muito grande a fila estava imensa. Dentre toda essa brincadeira, flagramos a Princesa Peach jogando Star Wars Blattlefront 3! Vejam:
E além das celebridades todo mundo tava curtindo uma jogatina esperta:
Trailer do novo jogo dos Cavaleiros do Zodíaco que está incrivelmente lindo!
E a fila do Dark Souls 3 tava tão grande que nos contentamos em gravar um minuto de gameplay!
E também teve o Star Wars Battlefront 3.
E além de tudo isso a Toy Show estava com uma loja dentro do evento com muitas, eu disse MUITAS miniaturas, action figures e bonecos de heróis.
E depois desse monte de bonequinhos show de bola vamos aos cosplayers. É claro que eles não poderiam ficar de fora dessa né? Veja alguns cosplays que achamos durante os dois dias de evento que nós participamos.
E assim encerramos a nossa cobertura da Brasil Game Show. Espero que tenham gostado! Nos vemos ano que vem na feira? Abraços e até a próxima!
Um mundo de notícias sobre o NX enquanto jogo “Die Hard Arcade” no SEGA Saturn.
Para quem não quer mergulhar no vídeo e ver os comentários eis as notícias em si: