Olá pessoal! Hoje mais um clássico do Master System no Sábado Retrô. Com vocês, Jogos de Verão! Bom final de semana a todos!
Bom dia senhoras e senhores! Como de costume estamos ao vivo sempre sábado de manhã as 10h. Venha se divertir com a gente e ver o Junião morrer de montão! o/
https://gaming.youtube.com/watch?v=PMl9d2CBpfc&feature=share
Layers of
Fear é menos um jogo e mais um ride, desses de parque temático. E eu agradeço profundamente aos deuses do
videogame que eu não tenha jogado esse game usando nenhum tipo de óculos
Rift ou outro acessório de realidade virtual… porque eu teria certamente infartado e caído, morto, duro e ressecado, no chão da minha sala de estar.
É sério! Numa das muitas sequências desoladoras de solidão e demência, em que o ambiente da casa muda como num sonho de LSD,
Babu, meu cachorro, veio oferecer ao pai dele uma
lambidinha
fofinha na perna…
Fofo… para não dizer mais nada!
… e eu quase decolei em um jato combinado de urina e fezes que teriam sujado a casa toda. É realmente muito assustador! No entanto, diferente de Alan
Wake ou
Resident
Evil 4, que criam um terror opressor, que permeia toda a estrutura do jogo e mantém ele centrado e funcionando,
Layers
of
Fear (que vou passar a chamar de
LoF) é quase como um “simulador de casa mal assombrada”.
Você é colocado no papel de um artista enlouquecido tentando criar sua obra prima – tudo isso enquanto a realidade se distorce, de uma maneira atrás da outra, e cada uma mais assustadora que a última, com o objetivo de fazer você gritar e pedir pela sua progenitora. É como PT (Playable Teaser – do Kojima), mas mais longo e sem papas na língua (como se um feto se mexendo na pia mostrasse algum sinal de restrição por parte de Kojima e
Del Toro – mas vocês vão entender jogando
LoF).

E essa jogabilidade diferenciada, que permite que você “viva” o terror de
LoF, é, ao mesmo tempo, seu maior trunfo e um problema danado. Porque esse é o tipo de jogo que só funciona, completamente, uma vez. Você pode até se assustar novamente com algum
jump
scare que não lembrava, um barulho fora do lugar, ou algum outro efeito sútil que não percebeu em determinada situação na primeira vez que você jogou – mas o jogo em si, o jogo mesmo, é sempre igual e apresenta desafio basicamente zero depois da primeira vez (quando você já sabe a solução de cada um dos, poucos, puzzles). Quase como um ride, o jogo apresenta uma narrativa linear basicamente sem
destrinchamento, que encaminha você de sessão terror a sessão terror, fazendo você pensar que desenvolveu uma certa resistência, para o jogo então torcer as regras do que tinha estabelecido e fazer você se cagar todo de medo de novo. Você não vai atirar em ninguém, terá puzzles simples e não muito desafiadores (embora alguns, como o de achar peças de um jogo de damas em uma sala mega escura, é chato pacas) e não ficará travado, amaldiçoando seus neurônios por não conseguir decifrar o que está ocorrendo. Jogar
LoF é como assistir um filme de terror semi-interativo que coloca você mais ou menos no controle do pobre coitado (que não pode nem mesmo quebrar uma janela e sair da casa) e fica falando “Vai para a próxima sala! Vai! Abre essa
porra dessa porta! Seu frouxo! Olha para trás! Olha vai! Duvido que você olhe!”.
“Poxa Marcel! Você está me deixando confuso! O jogo é bom ou não?” Sim!!! Sim… o jogo é bom! Mas lembre-se sempre que é como ter um filme em casa (aliás… ele custa basicamente o mesmo que um
DVD – R$ 40,00 no
Steam). Você vai instalar, jogar, tomar um milhão de sustos que não vão tirar seu sono – e deixar lá
quietinho até aquele amigo ou amiga, que gostam de terror, virem te
visitar. E aí você vai colocar LoF para eles e ficar de lado, rindo a valer, enquanto eles tentam manter o controle do esfíncter anal, usar o
mouse/direcional e 4 botões ao mesmo tempo em um balê marrom nada simpático.
Bom divertimento.
Stream relâmpago! Jogando Cavaleiros no PS4. Chega mais!
Gone Home foi uma surpresa bacana para mim, mais de um ano atrás, quando eu o adquiri no Steam. Era um jogo diferente, estranho, encantador, que trazia um certo ar de mistério sem nunca cambear para o terror completo. O conceito de um jogo sem inimigos, sem desafios externos, em que a narração era o único objetivo, cravou o jogo no meu subsconsciente.
Agora o jogo está disponível também no XBOX One e no PS4. E o que mudou? Quase nada – a não ser talvez pela unicidade do jogo ter sido um pouco diluída, por jogos igualmente incríveis como Ether e Everybody goes to Rapture. Ainda assim é difícil não indicar Gone Home – principalmente se você nunca jogou e estiver disposto a encarar algo diferente.
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Nada de monstros. Nada de fantasmas.
Gone
Home é bonito. Mas mais do que isso ele é fundamentalmente realista e funciona. A casa da família Greenbriar é impecavelmente construída, camada sobre camada, como uma casa de verdade. A cozinha é confortavelmente
bagunçada, como a de uma família de verdade que more numa casa, enquanto cada um dos quartos conta tanto sobre seu ocupante quanto um personagem em si faria. E isso é, ao mesmo tempo, absolutamente fantástico e absolutamente necessário em
Gone
Home, visto que o jogo não tem absolutamente nenhum outro personagem além de você e da casa – e considerando que você é, essencialmente, um cursor, o único personagem é a
casa.O som cumpre o seu papel com fidelidade, com a música digna de destaque em montar uma
ambientação que é, ao mesmo tempo,
fantasticamente densa e absolutamente reconfortante. Acredite em mim, dependendo de como você encaixou a história na sua cabeça, de quais pedaços do
puzzle escolheu pegar e se concentrar, ir a algumas salas tem o efeito
psicológico de ir a
Raven
Holm em Half Life 2.
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E nós não vamos a Raven
Holm!
Gone
Home é curto? Sim… é difícil defender um jogo que dura, mesmo que você explore muito bem a casa, umas 2 horas. É difícil? De forma alguma. O jogo não tem desafios em si, apenas a narração exploratória silenciosa, que você faz em sua própria velocidade. É muito difícil passar a ideia de quão incrivelmente legal é
Gone
Home sem você jogar em si – mas é um senhor jogo, se você estiver de cabeça aberta para algo novo e completamente diferente do padrão.

Bom divertimento.
Hoje vamos acompanhar a mais poderosa e perigosa caçadora de recompensas do universo em uma missão a Talon IV – Bem vindos a Metroid Prime!
E jogando Dreamcast hoje! Começando por Garou: Mark of the Wolves….
É fácil fazer um review de Hyrule Warriors – é só dizer “É Dinasty Warriors mas com personagens de Zelda em vez de personagens clássicos da literatura chinesa.”.
Até o momento onde a pessoa, provavelmente um usuário Nintendo que NUNCA jogou Dinasty Warriors, Samurai Warriors ou Gundam Warriors, vira para você e diz: Putz…. nunca joguei um desses!
O…. K….
(Respira. Pensa. Respira de novo)
É como um beat’en up, tipo street of rage, mas com um mundo bem maior e UM MONTE de inimigos! Mas põe um monte mesmo!!! Mesmo!
Inimigos… inimigos por todos os lados!
O Wii U ganhou uma versão HD (1080p – 60fps) no ano passado e agora o 3DS vai ganhar a versão dele… que embora não esteja nem nos 480p e não descole dos 30 FPS é MUITO LEGAL.
Realmente bem legal
Em Hyrule Warriors você escolhe um dos personagens disponíveis e atravessa um campo, cumprindo pequenos objetivos espalhados (domine essa área do mapa, destrua essa criatura, etc…) enquanto faz purê com hordas de inimigos pelo caminho. Hordas! Mesmo! Não raro seu contador de mortes vai passar das centenas – algumas vezes, em batalhas colossais, vai bater nos milhares. Se as sequências em si não fossem tão curtas, a pequena variação de golpes somada a pequena variação de inimigos e ao ato repetitivo de massacrar hordas após hordas, provavelmente tornariam o jogo chato. Não é o caso aqui: Hyrule Warriors: Legends tem mapas menores, objetivos em menor número e mais bem dispostos e foi feito para ser jogado em pequenas partidinhas de 10 as 20 minutos – nunca será exatamente cerebral, mas não é cansativo.
Não é exatamente um Professor Layton, mas diverte legal
Os gráficos não são um desbunde, como no Wii U, mas seguram a onda legal, principalmente porque a tela do seu 3DS vai ser bem menor do que a TV que você joga Wii U (nós esperamos). O som é bem legal, com vozes bem escolhidas, efeitos sonoros bacanas e versões elétricas e mais agitadas dos temas clássicos de Zelda. Para uma versão de bolso de um jogo raro de ver em um portátil Nintendo, e considerando o número de coisas se mexendo e tentando te matar na tela, a apresentação é muito boa.
O jogo é bem legal, mas não é bem um Zelda. É um beat’en up relativamente repetitivo que diverte mas não encanta. Se você gosta de Dinasty Warriors, ou seus equivalentes japoneses ou de robôs vale uma compra, caso contrário, espere por uma promoção para pegar ou tente sua sorte em um dos outros 4 Zeldas de 3DS.
Bom divertimento.
