A própria Nintendo criou o padrão: lance um portátil e depois de uns 2 anos lance uma versão melhor, com back light, mais leve, coloque a vantagem que quiser. Foi assim como o GameBoy (primeiro o Pocket, depois o Light e aí o Color), com o GBA (GBA SP e Micro) e com o DS (DS Lite, DSi e por fim DSi XL). Logo muita gente ficou esperando que, depois do lançamento de um acessório que não fez falta para ninguém, que trazia um segundo direcional analógico para o 3DS, a Nintendo fosse lançar uma versão com o segundo analógico e, talvez, com um tempo de bateria melhor.
Bom… segundo Shigeru Miyamoto, o pai de Zelda, Mario, DK e milhares de outros jogos, não é esse o caso.
“I really feel like I’m satisfied with the 3DS hardware as it is. I feel like it’s the best for this generation,” (Eu realmente sinto que estamos satisfeitos com o hardware do 3DS do jeito que está. Eu sinto que ele é o melhor para a atual geração). Considerando que o 3DS continua destruindo a concorrência (Persona 4 melhorou as vendas do Vita por duas semanas… e aí elas voltaram para o Limbo onde moram) dá para entender porque a Nintendo não quer modificá-lo. Além disso Miyamoto soltou uma outra pérola “What we’re thinking about right now is probably going to be for a future generation of handheld.” (Agora nós estamos pensando, provavelmente, no nosso futuro portátil.) só para dar uma espetadinha nos críticos do design de só um direcional.
É isso aí… da boca do mestre. Então, se você estava esperando uma nova versão para comprar, tire o cavalinho da chuva, o dinheiro da carteira e seja o feliz dono de um 3DS.
Todo mundo estava esperando o próximo Pokemon – se você quer realmente explodir de vender um portátil ponha um maldito Pokemon nele! Aí a Game Phreak e a Nintendo anunciam que Pokemon Black 2 e Pokemon White 2 vai sair no Nintendo DS. Longe de mim reclamar, afinal o 3DS é retro compatível, mas não seria melhor, sei lá, para explodir os números e contentar os acionistas, colocar um game novo em uma plataforma nova com mais recursos e… em 3D?!
Sou só eu?
Mas segundo o diretor dos games Junichi Masuda explicou que os novos jogos foram feitos em cima de várias mecânicas e idéias que não puderam ser incorporadas em Pokemon Black e Pokemon White; logo faria mais sentido lançar os games no DS onde os fãs que acompanharam os games anteriores poderão aproveitar. Enquanto isso a equipe de R&D da Game Phreak se concentra em tornar Pokemon 3DS ainda melhor.
Lindo, né? Olha o que realmente ele quis dizer…
Bom… tem dezenas de milhões de DS a mais que 3DS logo meu jogo vai ter uma base instalada muito maior e vai fazer mais dinheiro. Além disso os donos dos 3DS poderão usar o game e como estão sem um Pokemon nos 3DS… bem… mais dinheiro. Além disso nos economizamos um monte de dinheiro não tendo que mexer muito no código, fazer novas arquiteturas, nem novas animações, nem novos sons, nem novos Pokemons, logo… mais dinheiro.
Resta saber se Pokemon Black 2 e Pokemon White 2 serão bons.
As vezes entramos no E-Shop do 3DS e ficamos perdidos com a quantidade de jogos e apps que estão a disposição lá… acredite, acontece com todo mundo! Mas se o que você está procurando é diversão vamos a um rápido, e gráfico, top five do que pegar no E-Shop do 3DS:
Se eu não tivesse comprado meu 3DS 90 dias antes do lançamento mundial eu teria provavelmente comprado o 3DS especial do Zelda Ocarina of Time. Mas se eu não tivesse feito isso por uma proibição feminina (sou casado) ela cairia por terra agora. Minha mulher é louca por roxo/púrpura e essa posição não é nem exclusivamente feminina nem rara. A Nintendo percebeu isso!
Agora ela lança mundialmente a cor Midnight Purple do 3DS, pelo preço padrão do produto de US$ 169,99. Ele virá em duas edições inicialmente, uma só o aparelho e outra com o aparelho e Mario Tennis.
Durante o último Nintendo Broadcast Iwata Sama, presidente da Big N, anúnciou que uma nova atualização de firmware vai chegar ao 3DS dia 25 de Abril.
O novo firmware vai permitir suporte a patchs, que poderão dar updates a games assim como capacidade de DLC (Mario Kart 7, Kingom Hearts 3D e New Love Plus – um jogo de namoro só lançado no japão – serão os primeiros 3 games a receber patchs corretivos), além de dar aos jogadores a capacidade de criar pastas na memória do 3DS que suportam até 60 itens (e que receberão um ícone de área de trabalho igual a primeira letra do primeiro item, em ordem alfabética, colocado dentro da pasta). Na prática isso significa que se você quiser agora, organizar seu 3DS, com uma pasta de músicas, uma de jogos de Nintendinho, uma de jogos de Game Boy e por aí vai, você poderá.
Quando alguém te chama de burro uma vez, você o chama de burro de volta. Quando alguém te chama de burro uma segunda vez, você dá um murro na boca dele. Quando alguém te chama de burro uma terceira vez… bem… pode ser que esteja na hora de comprar uma cela. Essa frase funciona muitíssimo bem com a Square Enix e seu famigerado FF XIII VS que está em produção desde 2005 e ainda não ficou pronto. É claro que continuamos vendo lindos vídeos dele em funcionamento nas E3 mas é besteira esperar por um game desses agora. Seria como Duke Nuken Forever, não importa quão bom o game seja, não vai sobreviver ao Hype que ele mesmo formou.
No entanto alguma coisa tem sido feita no prédio da Square além de fermentar vinho de lágrimas de fãs de FF VII. Tetsuya Nomura, diretor da série Kingom Hearts e do fantástico The World Ends With You, veio a publicar dizer que “a escolha da artista de voz de Raimu/Rhyme, para a ponta que ele fará em Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance, foi feita com muito cuidado para com o futuro da série The World Ends With You.”.
Peraí…como é que é? Futuro… ? Quando cobrado sobre a sequência a caminho ele disse: “Em relação a TWEWY eu ainda não estou autorizado a falar nada… (risos). Mas está a caminho!”.
É isso aí pessoal… da boca do homem. Insultados? Aliviados? Deixem suas posições aí embaixo!
Eu coloquei o cartucho de Metal Gear Solid 3D: Snake Eater (que vou passar a chamar de MGS3 – por praticidade) dentro do 3DS com uma certa reverência. Esse jogo, entre sua versão normal e a subsistence, passou mais tempo dentro do meu PS2, do que qualquer outro jogo, mesmo os RPGs da Square. Sério… eu devo ter gasto mais tempo em Subsistence do que eu gastei para fazer toda a história de Dragon Quest 8. Várias dúvidas permeavam minha mente enquanto o logo da Konami aparecia na minha frente: Quão boa poderia ser a adaptação do game? Estaria toda a história, todas as vozes e todas as cenas como eu lembrava? Como eles teriam adaptado o controle do PS2 para o diminuto 3DS?
Logo deixa eu dizer duas coisas para vocês: Primeiro; se você jogou esse game no PS2, não se preocupe, o jogo está intacto e ainda é uma das maiores obras primas da história do videogame. Segundo; este é um jogo de 8 anos atrás que dá sinais claros que tem quase uma década.
Graficamente falando MGS3 no 3DS é muito bonito. Não é RE:Revelations ou Kid Icarus Uprising, nem deveria, visto que tenta ser mais bonito que um jogo que já existia no PS2, mas as texturas são boas, a animação excelente e o resultado final muito bom. O efeito 3D é utilizado de uma forma não intrusiva e, depois de uns poucos minutos, você só vai percebê-lo se mexer a cabeça para um dos lados e acabar ficando desfocado – não facilitou minha vida muito, no entanto. Houve uma diminuição no número de polígonos de vários dos objetos e inimigos (Snake e os principais chefes, no entanto, continuam iguais), mas como a tela é MUITO menor, a percepção destes problemas ficam mais sujeitas aqueles momentos onde você tem que usar o rifle Sniper e vê os cotovelos pontudos ou as insígnas que atravessam roupas. O que me leva a meu primeiro problema grave com esse jogo: ele foi feito, pensado e projetado, para ser utilizado em uma tela grande. Por mais limpida que seja a tela do 3DS e por melhor que seja a qualidade da imagem ali apresentada, por várias vezes eu rastejei com calma e sagacidade para me desviar de um toco de árvore que eu jurava ser um inimigo sentado, ou gastei três ou quatro tranquilizantes em um pedaço de pedra a distância, que, da posição que eu estava, me parecia a cabeça de um soldado despontando por cima de uma trincheira. Não acontece toda hora e a Konami colocou vários auxílios visuais (como setas que aparecem indicando a direção que Snake tomou um tiro, por exemplo) e sonoros para tentar diminuir esse problema, mas está lá e é pálpavel.
O departamento sonoro está impecável. As vozes são incríveis, a música surreal e o sons perfeitos. Fique, literalmente, na moita, coloque bons fones de ouvido e se esgueire pela mata ouvindo o som dos pássaros, da grama sendo amassada e de soldados da Gru conversando a uma certa distância. Instrumentos como o microfone direcional aumentam ainda mais a sensação de realidade do departamento sonoro (como o incrível fato que você pode localizar um certo capitão pelo barulho da diárreia dele ou que você pode encontrar The End na selva seguindo o barulho dos roncos) e o fato que nenhuma linha de diálogo foi modificada e você terá um dos melhores conjuntos de obra já presentes em um portátil. As conversas ainda são longas e, as vezes, não fazem muito sentido (porque estamos discutindo 007 no meio da minha operação de campo ou porque minha especialista em comunicação resolveu me explicar sobre Lâmen quando eu entro em um tanque russo) mas são parte do charme do game.
O controle é um ponto complicado nesse game. Vamos lá. Direcional analógico move snake, L prepara arma ou item que ele estiver usando e R utiliza a arma ou item. Armas e itens podem ser modificados na tela sensível ao toque, enquanto a câmera é controlada, aos trancos e barrancos nos 4 botões do lado direito. Sim, você controla a câmera ao estilo de Super Mario 64 com o A, B, X e Y. Parece complicado para você? Então você pode adquirir um acessório chamado 3DS Power Boat que tem um segundo analógico que permite ter o controle total da câmera como era no PS2. É obrigatório. Não! Eu acabei de passar pelo Fear, que se esconde no topo das árvores, onde achei que iá ter a maior quantidade de problemas, mas o fato que você pode mirar em primeira pessoa com a maior parte das armas resolve o problema da câmera de maneira eficaz. Você também pode utilizar o giróscopio do 3DS para mover a câmera, mas aí tem que desligar o 3D se não você vai ver tudo embaçado. O ponto é: os controles funcionam, mas de novo fica claro que este jogo havia sido desenhado para ser utilizado em um videogame não portátil, com um controle com dois direcionais analógicos.
A jogabilidade clássica do game continua lá. Você se esgueira e mata, ou desmaia, seus inimigos enquanto troca de camuflagem conforme as modificações do terreno a sua volta – tudo para manter seu Cameo Index, ou seja, quão invísvel você está. Você pode inclusive fotografar coisas com a sua câmera do 3DS e digitalizar o padrão da imagem para obter novas camuflagens, mas as que estão no jogo, salvo raras exceções, são mais utéis. O sistema de ferimentos e medicina de campo continua forte e perfeito aqui. Snake se fere durante a missão e você deve curá-lo, o que pode variar de colocar tala e ataduras em um osso quebrado a utilizar soro anti-ofídico e queimar sangue-sugas. O cansaço e disposição de Snake são medidos em uma barra de stamina, que diminui quando ele está ferido ou com fome. Stamina muito baixa causa tremedeira, dificultando a mira, alucinações (é sério… o jogo coloca movementos onde não existe nada) e, mesmo, roncos de estomâgo (que podem atrair guardas) – então além de cuidar da saúde de Sanke você tem que encontrar ou matar comida (como cobras e ratos) para manter Snake alimentado. São mecânimas muito bem feitas que tornam o jogo muito mais do que só um mata mata stealth.
No entanto, embora a jogabilidade de MGS3 tenha tantos pontos positivos ela está velha e aparenta isso. Guardas seguem padrões de patrulha constantes, voltando a eles logo que acordam de seus tranquilizantes, sem nem se dar conta do que ocorreu. Partes do cenário podem ser escaladas enquanto outras não e a única forma de descobrir a diferença é por tentativa e erro. Mas o pricipal fator que me segura com relação a esta versão do jogo é a questão tempo; MGS3 não é um jogo para ser jogado em bocadas de 15 minutos enquanto você pega um ônibus e considerando que o game não salva em qualquer lugar (e que, quando salva retorna você para o começo da área mais próxima) não pode ser utilizado como um Super Mario 3D Land. Algumas cenas tem quase 30 minutos! E se você fechar o 3DS elas continuam! Se você é como eu e utiliza seu 3DS em casa o problema se torna menos terrível… mas se você for utilizar esse game na sua casa qual é o ponto de tê-lo no 3DS? Ainda mais quando uma versão HD foi recentemente lançada (e que ainda contém o MGS2 e o MGS Peace Walker no pacote) e custa a mesma coisa que ela?
Se você não tiver um 360 nem um PS3 e não estiver interessado em comprar um PS2 só para jogar este game, ele continua muito bom e é um excelente jogo, mesmo nesta versão do 3DS. Mas considerando que há maneiras melhores e mais confortáveis de adquirir este contéudo, eu recomendaria, com dor no coração, jogar este game em um console de mesa. Bom divertimento.
Antes de todo mundo começar a chorar e gritar que até mesmo a Nintendo resolveu cobrar por coisas que ela dava de graça prestem muita atenção no que eu eu vou falar: A pokedex continua gratuita no 3DS.
O que acontece é que o sempre fantástico presidente da Nintendo do Japão, Sr Satoru Iwata, falou que os japoneses irão receber uma versão melhorada da pokedex original a partir do dia 14 de Julho. Detalhe importante: A nova pokedex terá todos os pokemons, não só os de Unova (como a atual). Então se você sonhava em ver detalhes de um Bulbassaruro ou de um Pidgeoto no seu 3DS prepare-se para gastar 1.500 yen (uns R$ 24,00) pela Pokedex expandida.
E que vantagem Maria leva? Bom, os Pokemons presendes na sua Pokedex servirão em AR games que virão acompanhando Pokemon Black 2 e Pokemon White 2, podendo ser capturados durante esses AR games. Logo se você quiser ter um Charmander bem no começo do jogo vai ter que desembolsar não só os 1.500 yen da Pokedex avançada mas também o 300 yen (pouco mais de 4 reais) por um app para a captura destes pokemons, o Pokemon AR Searcher, que sairá na Nintendo e-shop no dia 23 de Junho.
Goste ou não goste da epopeia de terror da Capcom todos temos que admitir: Alguns dos Resident Evil figuram na galeria dos melhores jogos de todos os tempos. Residente Evil 1 mudou o que se pensava de horror de sobrevivência, com balas contadas e cachorros zumbis; Resident Evil 2 expandiu o terror para toda a cidade de Raccon City e RE 4 redefiniu o que se esperava da série criando um estilo de ação/terror que vem sendo copiado a exaustão. Com a chuva de RE que inundaram os sistemas nos últimos anos temos visto essencialmente duas direções sendo tomadas: Uma mais voltada para a ação, como em RE 4, RE 5 e os RE em primeira pessoa e uma mais voltada para o terror, com munição contada e inimigos em massa, como em RE 1, 2, 3, DS e zero.
Talvez por isso Revelations sofra de personalidade múltipla, incapaz de se decidir se é um jogo de sobrevivência claustrofóbica ou se é uma galeria de tiro com alvos em enormes quantidades.
Graficamente o jogo é excelente. Os cenários tem uma qualidade gráfica comparável com o RE 4, mas com texturas soberbas – ainda que a maior parte do cenário não reaja a disparos ou qualquer outra interação. A iluminação é fantástica e a animação dos inimigos é amedrontadora e bem feita. Desde os cenários em movimento a bordo de um navio de luxo a um cassino banhada pelas luzes os gráficos de RE Revelations vão fazer os donos do 3DS se orgulharem de seus aparelhos. E isso tudo sem ativar o 3D – porque aí a onça bebe água: 3 Níveis de modificação de barra 3D indo do muito intenso ao bem leve, tornam os gráficos ainda mais vivos e a sensação de desolação ainda mais terrível. Sem falar em gosma e fragmentos que voam na direção da tela.
O som do jogo tem a qualidade esperada da série, com rugidos de monstros bem convincentes, barulhos musculares nojentos e o som das armas fazendo o game ainda mais visceral. Some a isso um sistema de controle nitidamente inspirado por RE 4 (a menos que você use o Nintendo 3DS Boat controller – para conseguir colocar um segundo analógico no 3DS) que só sofre um pouco com o fato do gatilho superior direito, usado para mirar, ser bem pequeno e muito pouco anatômico, fazendo com que o dedo deslize constantemente e, por vezes, levando a você parar de atirar ou perder a mira em horas críticas.
O gameplay é esquisito. Mais da metade do jogo se passa a bordo de um navio que foi tomado por outra arma biológica, com Jill Valentine e seu novo parceiro Parker Luciani tendo que sobreviver em um ambiente fechado, cheio de inimigos, contando balas, localizando chaves, virando chaves e encontrando itens de forma a prosseguir. Esses trechos são o auge do game com um fluxo tranquilo e bem orientado, levando-o do torpor ao êxtase em segundos, com uma atmosfera tão bem criada que você fica com medo de abrir certas portas ou andar por certas áreas do navio. O restante do jogo, no entanto, leva várias duplas de personagens a outros lugares do planeta onde o jogo ganha um estilo mais voltado para a ação, com munição de sobra sendo jogada na sua direção enquanto hordas de inimigos desmiolados entram na frente das suas balas – todo o terror desaparece em troca de uns poucos sustos aplicados em fórmulas clichês.
Isso destrói o jogo? De forma nenhuma! Mesmo com uma história tão rocambolesca que beira o inacessível e com seu jeito esquizofrênico de ser Resident Evil Revelations é um excelente jogo. É bonito, bem feito e, por mais da metade dele, realmente assustador. É o melhor RE de todos os tempos? Não, esse troféu continua nas mãos de RE 4, mas certamente é um game valioso para a franquia e uma demonstração clara do poder do portátil da Big N.
Agora está confirmadíssimo. Kid Icarus Uprising virá acompanhado por uma versão de download, reformulada para 3D, de Kid Icarus do NES. A exemplo de Excite Bike e Super Mario Bros, o jogo continuará com um gráfico falso-pixelado, mas ganhará cara de jogo novo com os efeitos em 3D.
E não machuca em nada o fato de que Kid Icarus Uprising está sendo mega-aguardado… olha por quê: