Seu 3DS está ficando sem bateria … … … “seus plobrema se acabaram-se”!

Sim… a bateria do 3DS é ridiculamente curta. Mas parece que a rainha dos acessórios, a Nyko, tem uma saída…

… ou melhor… três!!!

Se você for o tipo discreto, pode ficar com o Nyko Game Boost, que “clica” na entrada de recarga do seu 3DS e entrega entre  uma a duas horas a mais de uso.

Se você realmente não se importar com um portátil um pouco maior, você pode pegar o Nyko Power Grip, que triplica a duração da bateria enquanto entrega um formato ergônomico com apenas um pequena aumento no tamanho e no peso.

Por fim, se você é hardcore, gosta de som e quer que todo mundo veja o seu 3DS, você pode ficar com o Nyko Shock n’ Rock que não só triplica a vida útil da sua bateria mas também vem com 4 mini autofalantes bem fortes e adiciona muito a vibração do aparelho.

Todos os três produtos chegarão ao mercado no segundo semestre. Fiquem de olho porque vale bem a pena!

Seu rádio relógio copulou com seu… 3DS?!

Nada diz que o dia será bom para um gamer do que acordar sabendo que a (curta) bateria do seu 3DS vai estar completamente recarregada para atravessar o dia com você. Agora você vai realmente dormir em paz, porque o PlayClock da Nyko vai recarregar seu 3DS e ainda te acordar pela manhã.

O aparelho é um rádio-relógio com sistema de autofalantes, uma estação de recarga que permite acessar o contéudo musical e visual do  Nintendo 3DS, tudo isso enquanto recarrega o seu portátil. E se os seus MP3 ou AAC estiverem em um outro aparelho e não no seu 3DS, o PlayClock ainda tem uma entrada para MP3 players e um port de entrada para smartphone.

Tudo isso é ainda é lindo. O meu vai ser comprado mês que vem… assim que o produto estiver disponível no ThinkGeek.com

E3 2011: Metal Gear Solid 3: Snake Eater 3D tem muitas novidades…

… e chega ainda esse ano!!! YES!!!

O melhor trabalho de Kojima na vida toda dele chega esse ano para o 3DS e a E3 foi o lugar da Konami mostrar as novidades do game. Primeiro, o novíssimo Photo camo. E o que é Photo camo, você está se perguntando?

“Photo-Camo” é uma nova tecnologia criada pela Konami que vai permitir que você tire uma foto com a câmera 3D do 3DS e um software irá transformá-la em uma camuflagem para Snake utilizar. Além de permitir vestir Snake com mihares de novas texturas a novidade, segundo Kojima, criador da série, terá funcionalidades ainda não reveladas ao longo do jogo.

Segundo, no final do trailer, que está disponível aí em baixo, Snake faz mira e encontra um Yoshi em meio as folhagens (ou mais exatamente, uma estatueta do Yoshi entre as folhagens). Embora Hideo Kojima não tenha dito nada, pode ser um sinal de que estatuetas do dinossauro do Mario irão substituir os sapinhos Keropi, espalhados pelo MGS 3.

Terceiro, as funções de detecção de movimento e giróscopios serão utilizados para Snake se equilibrar em galhos e sobre estruturas. Se ele começar a cair para um lado, você terá que “pender” o aparelho para outro, de forma a compensar.

O game trará todos os capítulos e trechos da versão de PS2 e deve chegar ao 3DS ainda no 3° trimestre.

Estamos salivando…

E3 2011: Super Smash Bros a caminho do 3DS e do Wii U

A Nintendo confirmou que uma nova versão de Smash Bros está em produção e que deve chegar tanto ao 3DS quanto ao Wii U. Nem uma única foto ou vídeo do game foi mostrado… o que nos leva a uma das duas possibilidades:

1)    O game é tão bom e tão incrivelmente revolucionário que ele daria idéias aos concorrentes… ou explodiria nossos globos oculares, fazendo-os sair em fragmentos enegrecidos pela parte de trás de nosso crânio usando nada a não ser pura inovação.

2)    O game ainda é apenas uma decisão administrativa com uma equipe e um orçamento. O trabalho de verdade deve começar nos próximos meses.

De qualquer forma… estamos de olho… e salivando!

E3 2011: Kid Icarus: Uprising é lindo!!!

Gráficos em 3D animal… check! Som perfeito… check! História fantástica… check! Multyplayer por rede local ou via internet … check! O retorno de um dos personagens mais amados da história da Nintendo…. definitivamente check!

Entre os vídeos mostrados na apresentação da Nintendo este abaixo figurava mostrando o super anjinho/paladino voador/garoto emo com asas detonando os monstros da demoníaca Medusa. O vídeo confirma o multiplayer e o super presidente da Nintendo da America Reggie Fill Aimes confirma que poderemos finalmente nos bater on-line SEM FRIEND CODES divididos em até 4 times.

O game vem até o final do ano para o 3DS e vai ganhar uma versão também para o Wii U, em 2012.

E3 2011 – Novos games confirmados

Na esteira das milhares de novidades da E3 a Big N revelou uma listinha de novos games a serem lançados para os sistemas atuais (nada de Wii U ainda) :

3DS

Wii

DS

A todos os pessimistas de plantão – Skyward Sword e Mario 3DS continuam com data de lançamento para o final deste ano.

Mais detalhes sobre o multiplayer do novo Star Fox 64 3D

A Nintendo resolveu conversar com os vendedores japoneses (que a sorte a deles) sobre Star Fox 64 3D‘ e o expressivo modo multiplayer “Battle Mode” que foi desenvolvido só para o game. Usando download play até 4 jogadores podem competir entre si com uma cópia do game – utilizando a câmera interna do 3DS para tira fotos de si mesmos e utilizá-las como avatares representados nas naves.

???  …  ??? … ainda não temos uma única foto de como isso funciona …

Apesar disso os representantes das lojas sairam da reunião extremamente impressionados com o produto final e dizendo que a novidade facilita muito a localização e a diferenciação entre amigos e inimigos.

Star Fox 64 3D tem data de lançamento para 14 de Julho, logo após The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3DS. Estamos salivando!!!

Jogando: Thor – The God of Thunder (DS)

O filme do deus do trovão chegou aos cinemas e aos videogames. A versão do Cinema é bem legal, mas a versão do DS é ANIMAL!!! Vocês lembram de Actraiser? Thor é como Actraiser do SNES, um beat up side scrolling onde você aniquila hordas de inimigos indo da esquerda para a direita com direito a centenas de golpes e animações fantásticas.

Graficamente falando o jogo é sensacional. A produtora Wayfoward conseguiu extrair cada grama de poder do DS e a utilizou de uma forma fantástica, animando pixels profundos e detalhados. Sim!!! Esse game não é poligonal! Embora utilize polígonos em alguns cenários e chefes o jogo lembram uma soma entre Shank (do XBLA/PSN) e Castlevania: Simphony of the Night – personagens extremamente bem animados (eu não vou conseguir frizar isso o suficiente… Thor, os chefes, os inimigos, os cenários… tudo é tão bem animado que parece um novo console) feitos em pixels bem delineados utilizando um visual colorido e cartunesco. Impressionante. É um dos melhores gráficos do DS, uma animação ímpar e um estilo gráfico tão vibrante que o jogo vai continuar atual daqui a dez anos.

Mas isso não iria muito longe sem jogabilidade. Se o controle do jogo responde no talo (é perfeito, sem um lag sequer) e é super enxuto, a capacidade de Thor jogar centenas de milhares de golpes em sucessão sem parada (com um contador de hits bastante permissivo) torna o jogo imperdível. Vá da esquerda para a direita, salte para a tela de cima, acabe com todos os inimigos com o poderoso Mjolnir.

E inimigos você terá! Já que a história não tem qualquer ligação com o filme, você passará por seis mundos diferentes (e temáticos) enfrentando inimigos locais até chegar a chefões imensos (que ocuparão as duas telas e muito mais – alguns deles ocuparão as duas telas só para serem mostrados até a cintura). Parece batido, mas acredite em mim… essa versão de Thor é animal.

O som é legal, mas definitivamente não é o ponto alto do game. As músicas são interessantes e acompanham o ritmo, com efeitos sonoros muito bem feitos e extremamente convincentes, mas não há nada aqui que faça você escrever para sua mães.

Mais e mais o jogo é muito muito bem feito e embora todas as plataformas (com exceção do moribundo PSP) estão recebendo suas versões (As do 360/PS3 são rip-offs de God of War, a do Wii nos vamos visitar no futuro e a 3Ds ainda não saiu) a do DS é simplesmente sensacional. Você vai sentir-se o verdadeiro deus do trovão quando derrubar Mangog ou Surtur.

Imperdível!!!

Jogando: Splinter Cell 3D

Splinter Cell: Chaos Theory, no PC e no XBOX, era a Ferrari dos jogos de stealth: o mais verdadeiro, o mais gutural e o mais conhecido. Infelizmente sua versão para o 3DS está mais para um Lotus: É estranho, chama a atenção mais para os pontos positivos mas mantém seu charme. E ainda é um ótimo jogo… só que pode decepcionar quem esperava uma versão 1:1.

 

Graficamente o jogo é muito bem feito. O efeito 3D é útil e sutil, não se tornando intrusivo e não gerando aquela sensação de que você vai perder o equilíbrio a qualquer minuto; os objetos ficam mais fáceis de serem contornados, é mais fácil perceber a distância dos inimigos e arremessar objetos como uma pedra ou uma granada se tornam mais simples. A animação de Fisher é excelente e feita toda a mão, o que cria um efeito artístico bem convincente, enquanto que a animação dos inimigos é cortada e inconsistente, com uma física de desenho do pica-pau (explosões resultam em corpos ricocheteando contra a parede enquanto um tiro a curta distância de calibre 12 nem mesmo projetará os corpos, fazendo com que eles caiam como mamulengos junto a você). Os cenários são bem feitos, mas nada que você tenha que escrever para a mãe sobre e receberam uma demanda de detalhe, que se tornou ainda mais legal com o novo sistema de direcionamento de missões, chupado de Splinter Cell Conviction, que escreve nas paredes e portas os novos objetivos. O primeiro grande problema do game reside no departamento gráfico e é fatal para um game Stealth – luz e sombra.

Em Pandora Tomorrow e Chaos Theory, do XBOX e do GameCube, você conseguia saber se estava completamente escondido apenas olhando para Sam. Com exceção do ponto luminoso e os óculos, pontos criados exatamente para você conseguir saber onde e em que posição Sam estava, quando você estava na escuridão você desaparecia, oculto pelas sombras. No 3DS, assim como no primeiro game da franquia é impossível saber se seu avatar está oculto só pelos gráficos, pois o jogo de luz e sombra, pouco ou nada afeta as texturas de Fisher e dos inimigos – forçando você a se guiar pelos medidores espalhados pela tela. Quando se explode uma lâmpada a sala mergulha na escuridão, mas tanto os inimigos como Fisher continuam perfeitamente visíveis. O que me leva à segunda falha fatal do game, a Inteligência Artificial.

Esses terroristas devem ter avançado retardo mental – eles dispensam a busca por você depois de alguns minutos, levam preciosos segundos para disparar um alarme após o verem, travam em pedaços do cenário, não conseguem vê-lo se você está encostado neles (desde de que você esteja na escuridão), entre outros fatores. Fisher passa por eles como se não houvesse amanhã e a única coisa que o game faz com os inimigos em níveis de dificuldade mais altos é aumentar o número de alvos e melhorar o armamento.

 

O som do game é bem feito, não genial, mas cumpre bem o seu papel, com vozes bem feitas e um ótimo score para os momentos mais tensos. O controle é o ponto alto do game e considerando que a última vez que jogamos este game tínhamos um controle com dois direcionais e uns 8 botões a disposição: suas armas são trocadas (e a munição dentro delas também) com a tela sensível ao toque enquanto o analógico é utilizado para controlar Fisher e os botões frontais usados para controlar a câmera – R atira, L mira. Simples e magnifico.

 No final, Splinter Cell 3D: Chaos Theory é um bom jogo, que acertou em dezenas de pontos mas deixou para trás dois fundamentais para o gênero: IA e Iluminação. É como o mais delicioso dos bolos, mas que foi deixado para fora da geladeira e ficou duro – ainda é o mais delicioso dos bolos e você ainda vai comê-lo, mas não está perfeito. A versão do GameCube é certamente melhor, mas eu não posso jogar GameCube no busão.

O 3DS implodiu-arregaçou-esmagou-foi mal educado com a concorrência em sua primeira semana!

A Big N revelou hoje que a primeira semana de vendas do 3DS nos EUA ficou um pouco aquém de 400,000 unidades. Apenas para comparação, a primeira semana do Dsi teve 435.000 unidades e a primeira do DS Lite 226.000.

Em março, principalmente por causa de Pokemon Black e Pokemon White, as vendas dos DS tradicionais (Dsi, DS e DS lite) juntas reuniram por volta de 460.000 unidades.

Nada mal, nada mal mesmo… principalmente considerando que o mês foi dominado pelos pokemons na área de software, onde os dois games combinados venderam por volta de 2,5 milhões de unidades.

“O 3D é só um agrado…” vai nessa!