Jogos Difíceis, Jogos Pedreira, Jogos Impossíveis ! Eles te divertem?

Videogames, como todos sabem, nasceram como uma forma de diversão pública, e seus mais diretos ancestrais são as máquinas de leitura da sorte e pinball que se abarrotavam em parques e bares do começo do século 20. As primeiras apresentavam sua sorte por uma moeda… e eu imagino que o fator replay de uma máquina dessas fosse muito baixo (eu sei… péssima piada) mas o pinball era uma história completamente diferente; construído do início ao fim para levar suas economias em direção a derrocada a máquina era impiedosa, engolindo bolinha após bolinha em cada mínimo erro seu, pedindo sempre mais moedas para liberar mais um grama de diversão – por vezes o erro era verdadeiramente seu, por vezes era incompetência do desenhista da pista (o nome que os colecionadores dão as “áreas de jogo” das máquinas de pinball) e por vezes era um problema mecânico da máquina, mas isso não importava… ops! Lá se foi sua última bolinha… insira outra moeda.

Essa metodologia viajou para os arcades, quando eles surgiram na década de 60, fossem eles beat-up (como Double Dragon) ou Amusements (o nome que o David Wrick, do “History of Video Games” dá para games como Dig Dug e Pac Man) você era constantemente desafiado a vencer a máquina, colocar seu hi-score, e gastar partes expressivas do seus rendimentos em fichas. O Atari não mudou muito a história… poucos games possuíam final e com isso as brigas contra o sistema era para durar mais algum tempo e jogar mais e marcar um hi-score.

ninja_gaiden_ii__the_dark_sword_of_chaos rockman2bionic-commando-20080602094142079_640w

Só que aí surgiu o Nes. Um faixo de luz no meio da inequidade que era a raça humana na década de 80 o Nes trouxe melhores controles, melhores gráficos, melhores sons e histórias imensamente adequadas ao videogames da época, mas uma coisa não mudou… em sua absoluta e completa maioria os jogos eram difíceis… as vezes insanamente difíceis. E eu não falo de um jogo “quebrado” – onde a dificuldade é criada por um glitch ou um problema de controle – e sim de jogos difíceis por serem assim desenhados. Jogos programados do início ao fim para não só te derrotar… mas chutar sua bunda no processo. Jogos como Mega Man (o 2 era um pesadelo), Ninja Gaiden (tente terminar o primeiro e verá quão excruciante é) e o famoso Contra (que era impossível mesmo com as trinta vidas do código Konami – imortalizado em cartazes, episódios dos Simpsons e camisetas) faziam o possível e o impossível para acabar com sua raça.

A questão é: Era divertido?

3051713-1-konami-code contra_ok

A resposta: Sim!!! E não!

Sim, todos os jogos citados são games excelentes e eu tenho todos eles em algum formato (Megaman 2 no Megaman Collection, Ninja Gaiden no Virtual Console e Contra – bem eu tenho Super Contra, também chamado Contra III – também no Virtual Console) e eu tenho tenras lembranças de infância envolvendo todos eles (e definitivamente não quero que Michael Bay toque em nenhum deles).  Só que tenho mais lembranças de controles jogados através da sala e no sofá, de gritos, choros e soluços do que de momentos felizes envolvendo eles. E eu me considero um jogador moderadamente bom… não sou um ás, mas tenho mais de duas décadas de experiência com o D-Pad e isso aumenta a minha angústia… pois imagino que muitas pessoas (eu tenho um monte de exemplos) tem menos habilidade, paciência e traquejo do que eu. E estão jogando. Mas serão que estão curtindo… ou odiando.

As questão deste artigo nesse momento é o imenso revival, um momento retro, se me permite, que a indústria de videogame parece estar passando. Jogos como Ninja Gaiden (No XBOX, XBOX 360 e PS3), Megaman 9 (Wii, Xbox LA e PSN), Bit Trip (Wii), Bionic Commando (XBOX 360 e PS3) tem sido lançados contra um público que se acostumou com check points freqüentes, interface amigável, rotas simplificadas e níveis de dificuldades mais moderados. Recentemente em uma conversa com o Mahou e dois amigos mais novos ouvimos um deles dizer o quão difícil era Megaman X2 e eu e o Mahou explodimos em risos. Megaman X2? Difícil? Por Deus! Eu como Megaman X2 no café da manhã! Eu uso Megaman X2 de papel higiênico! Depois de terminar Megaman 2 (e Megaman 9 – que é difícil pacas) você encara qualquer Megaman! Só depois dos risos nos demos conta de como os jogos foram ficando mais fáceis e acessíveis com o tempo… e o advento do Wii e do DS (e seu público casual) acelerou essa curva. Os jogos passaram de chutadores de bundas que o desafiavam a parceiros de diversão que o convidam a explorar seus recursos e o carregam por mundos inesgotáveis de encanto e magia…. Eu já disse que não sou gay!

E com isso voltamos a pergunta inicial: Dificuldade diverte você? Você realmente se sente motivado em atravessar hordas de inimigos utilizando apenas uma pistola d´água e linguagem chula, lutando por arrancar cada vitória dos dentes da derrota, como o Mahou, ou você é como eu, que acredita que os games devem lhe dar um universo imersivo e tirar da sua frente todo o excesso de bagagem como chefões difíceis, hordas de inimigos que respawnam e seqüências intermináveis de abismos mortais (Sim Shinobi… eu estou olhando para você!)?  Por favor dê nos sua opinião!

Round 1! F I G H T!

Por que nós amamos propaganda!!!

Eu nunca vou esquecer, como o gamer que sou, que o NES não tinha propaganda na Tv brasileira, enquanto Alex Kidd do master tinha comerciais até no intervalo do fantástico. Mas um dia eu vi um comercial que me fez babar: Em uma tela inteiramente preta, uma voz de comentarista de futebol dizia “A Tec Toy traz o mais rápido game do mundo. Preste atenção porque ele é quase supersônico!” e entrava a música de “Green Hill Zone” enquanto em rápidos cortes eram mostrados diversos trechos de Sonic 1 do MD/Genesis. Eu tive um Mega Drive/Genesis, e Sonic nem foi meu jogo favorito, embora eu o tenha em 4 coletâneas posteriores (o jogo favorito do Genesis/Mega Drive é Landstalker – The Treasure of King Nole) mas nunca esqueci o comercial. Agora vejam coletâneas de comerciais Nintendo de todo o mundo…

Em ordem, começamos com o NES

Depois o Game Boy

O Super Nes

O Nintendo 64

O Game Boy Advance (algumas das melhores propagandas… muito engraçadas)

O Game Cube

O Nintendo DS

E por fim o Wii, até agora…

Faz a gente sentir pena de não termos toda essa badalação aqui no Brasil né?! Quem sabe com a lição da Microsoft, no futuro, quem sabe?!

PS: Um imenso abraço para o usuário “Retro Gamer TV” do Youtube, que montou essas coletâneas. Valeu cara!

       A huge hug to “Retro Gamer TV” user, from YouTube, the man behind this vids. Thanks dude!

Wii are out of space!!! – o problema da falta do HD do Wii

Nessa semana, os criadores da, agora, famosa franquia “Rock Band” disseram que a ausência de conteúdo para download no Wii deve-se única e exclusivamente a falta de um HD ou outro sistema de memória de alta performance e tamanho considerável. Se você é como nós do Mini, principalmente como eu, que moro com uma outra usuária pesada do Virtual Console já deve ter recebido a terrível mensagem “This software requires XXXX blocks in your Wii System Memory. You do not have enough open blocks to download this software. Go to the Wii Menu and move files to an SD Card, or delete files.”

Os míseros 512 Mb de memória flash tem sido uma fonte de frustação constante para os gamers desde de que a Nintendo revelou esse dado, de frente a uma considerável quantidade de conteúdo aberto e de possibilidade fantásticas nos jogos, a Big N mais uma vez nada contra a maré e entrega míseros 512 Mb. É claro que uso mais o Virtual Console, principalmente para fazer reviews, do que a média, além de ser um fã assumido de duas plataformas (Mega Drive Genesis e NES) que tinha e pararam de funcionar. Ainda assim, se você downlodar pouco mais do que uma dúzia de jogos receberá a mesma mensagem que mostrei acima. Faça as contas comigo:

Wii Channels e jogos são divididos em blocos, então vamos supor que você comece com um consoloe limpo – ou seja, Mii, Photo, Shop, Forecast e News. Você descobrirá que tem por volta de 1838 blocos para brincar. Um jogo típico de Nes tem entre 20 a 30 blocos, um de SNes tem entre 40 a 70, Genesis entre 30 a 50, Neo Geo entre 70 e 100 e N64 podem comer até 358 (Ocarina of Time). Isso só jogos, mas você tem mãe e namorada, que usaram o Internet Channel (233 blocos) e o Everybody Votes Channel (54 blocos).

Enquanto escrevo existem mais de 200 jogos disponíveis no Virtual Console, uma seleção mais do que apetitosa, principalmente para jogadores hardcore. Com tamanha variedade é bem possível que você goste de mais do que um ou dois jogos. Não é um problema se você for como o Mahou, nosso companheiro do Mini, que é estritamente um jogador de NEs, Hardcore old school, mas muito muito pior se você for um fã de N64. Considere que nas condições postadas acima – o seu Wii limpinho – você não conseguiria downlodar 10, isso mesmo, míseros 10, jogos completos de N64 sem receber a fátidica mensagem. Você precisaria de 2173 blocos em média.

Eu sei, na verdade está queimado no fundo dos meus olhos de tanto que já li, a resposta da Nintendo. Os usuários típicos não farão um uso tão extensivo da opção, sem dizer que você pode apagar um jogo a qualquer momento e redownlodá-lo sem custo nenhum. Ou movê-lo para um cartão SD, onde ele poderá ser redownlodá-do a qualquer momento. Mas você realmente quer fazer isso? Eu digo do ponto de vista da praticidade. A última atualização de sistema permitiu que jogos transferidos para o SD pudessem ser usados normalmente sem exigirem o retorno a memória interna, mas jogos nessas condições não suportam a parada em jogo (quando você retornar ao jogo ele estará resetado), não aceitam saves e nem records. Funciona para muitos jogos de aventura ou games das antigas que possuem passwords, mas não para a grande maioria dos jogos. Para um videogame que preza pelos fãs não hardcore e pela simplicidade dos usuários, esse parece um aproach meio equivocado.

E resolver esses problemas não é nem necessariamente custoso ou díficil. Os jogos downlodados em um determinado HD no XBOX 360 pode ser usado em outro 360 se você acessar a live com o ID Tag do comprador original. Permitir o uso C O M P L E T O dos jogos e transferência de saves funcionais para o SD seria uma saída, assim como permitir, através de drivers de software, o uso dos HD SD, cartões SD de até 32 Gb, hoje utilizados em certas filmadoras. Mesmo o uso de um cartão de SD comum, de 8 gb geraria mais de 15 vezes a pequena memória interna do sistema e são muito muito baratos. Como alternativa a big N podia permitir o uso de um HD externo, através das portas USB do sistema, já que se consegue um HD Fail safe de boa qualidade por US$ 50,00 na internet. São tão simples de permitir e a pirataria tão fácil de combater que estou francamente chocado que a Nintendo não tenha se manifestado sobre o assunto ainda.

Talvez a Nintendo esteja trabalhando em um projeto de HD externo para o Wii, ou quem sabe um novo modelo, com HD interno e saída HDMI. Mas acho mais fácil chover vacas coloridas do que qualquer uma das possibilidades acima. E se ela estiver pensando em algo é melhor colocar rápido no mercado. O Wii não foi lançado a poucos meses, está quase com 2 anos e temos pressa.

Tenho uma lista sadia de amigos e colegas que possuem o mais criativo dos sistemas e não estou sozinho em minhas reclamações. Tenho certeza que muitos fãs tem passado pelo mesmo problema. E agora é a hora de sermos ouvidos.

Ou ninguém mais vai ter espaço para downlodar Killer Instict, Chronno Trigger e Final Fantasy VI quando eles, finalmente, saírem.

Editora de EGM americana entra com pedido de falência

Segundo o site Next-Gen, o grupo americano Ziff-Davis Media, que edita revistas como a EGM (Electronic Gaming Monthly) e opera sites como a 1UP, entrou com um pedido de falência nos Estados Unidos.

A empresa pretende manter as operações normalmente e sair desta situação no terceiro trimestre deste ano.

O acordo prevê um plano de reestruturação com um grupo de acionistas para reduzir a dívida da companhia.

Jason Young, executivo-chefe da empresa, comentou: “Apesar de o mercado da mídia impressa tenha sido algo desafiador [em 2007], continuaremos a ser líderes nos mercados que atendemos”.

Será o fim de um dos maiores simbolos do Video Game americano.

Metapost

Olá atodos que visitam nosso site.

No que parece nosso post não são de muito agrado, pois percebo a falta de cometários ou sera você leitor timido? 🙂

Gostariamos neste começo de ano um feeback de vocês para que podemos melhorar o site.

Deixe  a timidez de lado e por favor escreva num comentário o que deve ser mudado, o que pode ser melhorado.

Obrigado pela atenção

Wireless Nunchuk… Primeiro aqui no Mini

O Wii é Lindo, e não só por que tem uma das mais divertidas bibliotecas de jogos ao seu acesso, mas também porque vem num branco perolado, é fino, clean e fica bem em qualquer sala. Seu controle, o Wii mote é outro chamativo em potencial, acompanhado do Nunchuk, é ergônomico e fácil de usar. Mas o que põe tudo a perder são os fios. O fio que liga a barra IR ao Wii é fino demais e rompe com facilidade. A solução: Comprar uma bela barra Wireless da NYko, por meros US$ 19,99 e para de pensar nessa besteira de fios. Mas é o fio entre o Wii mote e o Nunchuk. Lembra quando dissemos que era questão de tempo para ele ser eliminado? Adivinha. Pode comprar em 2008.

A Nyko, a mesma da barra Wireless e do suporte com recarga para Wiimote vai colocar ao alcance do público na CES de Chicago, em Janeiro o Wireless Nunchuk.

nyko-wireless-wii-nunchuck-20071206015739449.jpg

O Nyko’s Wireless Nunchuck irá usar wireless de 2.4-GHz para se comunicar com um receiver que fica encaixado na base do Wiimote, exatamente onde iria o fio do Nunchuk. O novo Nunchuk tem botão de ligar e desligar e carrega seu próprio set de pilhas (mais duas AA)

nyko-wireless-wii-nunchuck-20071206015738949.jpg

Testes preliminares do controle por revistas e sites especilizados estrangeiros mostraram que a adição de peso é mínima e não afeta, de nenhuma forma, a jogabilidade. Agora nos resta esperar e testar.

nyko-wireless-wii-nunchuck-20071206015733574-000.jpg

Metroid Dread Ressucitado?

No final de 2005 IGN.com e 1UP. com noticiaram uma lista interna da Nintendo com jogos a serem lançados no ano seguinte, alguns em estágio avançados de produção. Todos os jogos na lista, incluindo títulos que erão risíveis na época (como Super Princess Peach). Todos esses jogos forão ou estão para ser lançados. Menos um. Um pelo qual eu, e muitos fãs, estamos esperando. Um projeto interno da Nintendo chamado “Metroid Dread”.

Dread seria uma continuação de Metroid Fusion, cronologicamente o último game até agora, e seria um side scroller adventure, usando gráficos 3d em um ambiente 2d, com animações lindas e bem feitas e mais de 10 horas de jogo. Isso era o que diziam as fontes. Mas o jogo não teve fotos (teve muitas e muitas hoax) oficiais e depois de mais de um anos de especulação foi dado como morto pela comunidade. O silêncio da Nintendo sobre o assunto não ajuda em nada.

Mas agora, nas profundezas de Metroid Prime 3 – Corruption, em uma sala isolada, um único computador trás uma mensagem de alento aos fãs desesperados. Ao ser escaneado o computador revela o seguinte:

metroid-dread.jpg

“Experiment status report update: Metroid project ‘Dread’ is nearing the final stages of completion.”

“Relatório de melhoria no status do experimento: Projeto Metroid Dread está perto dos estágios finais de finalização.”

Piada interna? Se for, de quem? Nintendo? Retro? Um programador rebelde? Ou a ponta de um Iceberg de conspiração e morte? Alguns jogadores mais velhos vão lembrar de Banjo Kazzoie, que trazia imagens e zonas dentro do jogo, onde personagens avisavam descaradamente que ele só poderia acessá-las na continuação. Mas por outro lado Perfect Dark trazia tudo para uma continuação e acabou… no limbo. A sorte está lançada… cruzem seus dedos fãs.

Ele tem o meu voto!

A principal razão pela qual nós, brasileiros, pobres e assalariados, são massacrados por preços enormes e avassaladores é a pesada carga tributária que incide sobre os mesmos no país. Trata-se de um fator que afastou as fabricantes de videogames do território nacional por bastante tempo, matou a Playtronic e, se Deus quiser, fará o mesmo com a Latamel(da). Dizia a lenda, no entanto, que um heroí vestido de verde surgiria e destruiria o mal, trazendo paz e felicidade (e preços baixos) aos gamers. Nosso heroí é o deputado Carlito Merss (PT-SC).

Sr. Carlito apresentou o Projeto de Lei 300/07, que prevê a extensão dos benefícios da Lei da Informática aos jogos eletrônicos, servindo tanto ao hardware quanto ao software e outros acessórios; segundo ele, a carga tributária sobre os consoles é de até 275% sobre o valor básico do sistema, não levando em conta frete, seguros, impostos e taxas de embarque. Merss relata: “O desenvolvimento de jogos ainda é incipiente, em razão da elevada carga tributária incidente sobre tais equipamentos e, sobretudo, da exclusão desse segmento dos incentivos fiscais estabelecidos pela Lei de Informática”. Um exemplo de sucesso na mudança tributária foi o México: “O mercado mexicano cresce a taxas superiores a 30% ao ano após a adoção de mecanismo de desoneração tributária”.

De acordo com o portal da Câmara de Deputados, “o projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania”. Clique neste link para ler a íntegra da proposta do Projeto de Lei 300/07.

Tomara que dê certo!

WIIncomodos e DeSempregos

Depois de operar em Seatle desde a sua entrada no mercado americano, a Nintendo da America está mudando sua base operacional para endereço desconhecido em Nova York. A(s) causa(s) da mudança não foram explicadas e a Big N é famosa por não comentar suas decisões administrativas, então ficamos chupando o dedo.

O que realmente nos assustou, no entanto, foi o estranho comportamento da empresa em relação a sua revista especializada: Nintendo Power, cujos funcionários foram avisados que não iriam ser levados para Nova York, sendo ou transferidos para outros setores da Nintendo ou saindo em busca de nova oportunidades (leia-se Despedidos). Seria o prenúncio do fim da NP, a revista de videogames mais querida da America?  A cerca de  1 ano atrás, Iwata comentou a dificuldade de manter funcionando uma revista como a Nintendo Power, tendo em vista que os sites especializados eram atualizados de hora em hora e traziam vídeos e música além das informações.

Será esse o fim da revista NP, que tem milhares de assinantes, ou apenas uma reestruturação buscando mais agilidade? Poderia a revista deixar de ser impressa e se tornar um WebSite? Seria criada por uma outra equipe? Terceirizada? Amigos… a falta de informação está nos matando!

Hardcore é com nóis – diz Papa Shigeru!

Myamoto falou… tá falado! O “papai” de Mario e Zelda falou a revista Gamepro que embora a estratégia da Nintendo seja focar um público maior, o público “Hardcore” não será esquecido… e a muitos jogos “sérios” em mente. “Outras melhorias para a interface e o desenvolvimento do Wii estão sendo planejadas para tornar os games mais interessantes e divertidos aos jogadores ‘hardcore'”, disse Miyamoto. “Muitas pessoas se enganaram sobre a Nintendo não estar interessada nos jogos em rede”, completou, deixando no ar um gostinho de que vem boa coisa Wireless por aí. Nós mal podemos esperar!