Mad Gear – Super Analisando a gangue de rua mais legal do mundo

ATENÇÃO – Essa é uma matéria humorística gerada por construção de hipérbole e Reductio ad Absurdum. Ela não deve ser entendida como uma crítica real a cidades violentas, gangues de rua, cartéis de venda de drogas, ninjas, body builders, profissionais do sexo ou Prefeitos Wrestlers sem pescoço. Agradecemos a compreensão.

Eu gosto de jogos da Capcom.

Não… você não entendeu… eu REALMENTE gosto de jogos da Capcom.

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Crônicas da História do Videogame – O Nintendo Play Station – Parte 1

Um projeto antigo finalmente chega ao Minicastle.org. O crônicas será uma coleção de vídeos explicando, de uma forma divertida e engraçada, os principais pontos da história do videogame, sejam eles grandes ou pequenos, decisivos ou não.

E hoje… venham ver o começo de como a Nintendo criou sua pior inimiga.

Dúvidas? Sugestões? Elogios? Reclamações? Comentários abaixo ou no vídeo!

Não quer tirar seu Amiibo da caixa? Se você comprar o do Shovel Knight não vai ter problemas!

O pessoal da Yacht Club Games também não gosta de tirar seus Amiibos da caixa.

“O protetor magnético na base do Amiibo serve para evitar que alguém entre com um 3DS em um Walmart e faça a festa com Amiibos que nunca comprou. Mas nosso Amiibo é vendido apenas online. Não faz sentido fazermos colecionadores e entusiastas destruírem a embalagem simplesmente para conseguir acessar os dados.” disse David d’Angelo, da própria Yacht Club Games. Então, se você adquirir o Amiibo do Shovel Knight… não vai precisar abrir a caixa.

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Com a vantagem…

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… de evitar as marcas de dedo.

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Lindão!

O NX é Unreal (ou pode ser)

AVISO: Nenhum dos demos contidos aqui são produtos em desenvolvimento para o novo console da Nintendo. Eles estão simplesmente sendo utilizados para demonstrar poder de processamento da máquina.

O NX está chegando esse ano. Eu consigo sentir em meus ossos. E ele vem armado com um belo poder de processamento e a capacidade de levar nossos jogos por aí – mas como serão os jogos do NX?

Ninguém sabe! Mas a gente pode tentar adivinhar!

Abaixo seguem alguns exemplos de personagens Nintendo em ambientes ou com partes criadas através do uso da Engine gráfica Unreal 4 – o mais poderoso motor gráfico da atualidade. E, surpresa das surpresas, o NX vai conseguir usá-lo.

O cabelo da Princesa Peach nunca pareceu tão real!

Mario anda por uma área de desenvolvimento…

… e por um campo enorme.

E, é claro, pelo castelo da Peach

 

O que nós perdemos – Virtua Fighter 3 (SEGA Saturn)

Virtua Fighter 3 é um senhor jogo de luta. Isso não quer dizer que eu sei jogá-lo – como é possível ver em todo o explendor aqui:

Venha conhecer nossos sábados retrôs!

Mas mesmo em minha total falta de habilidade com ele eu consigo vê-lo como o jogo de luta que vinha para fazer as modificações necessárias a uma fôrmula que perdia cada vez mais jogadores para Tekken. Lançado em Julho de 1996 o jogo trazia gráficos fantásticos, cortesia da SEGA Model 3 (muita gente acha que o jogo roda na Naomi, baseada na arquitetura do Dreamcast, mas ela foi o primeiro jogo da Model 3), som animal e uma velocidade e fluidez de movimentos de explodir a tanga das meninas dos olhos de todo mundo. Era certamente um jogo que atraia olhares e trouxe milhares de fichas para a SEGA.

Na época a SEGA estava em uma posição bastante complicada no mercado de consoles domésticos: enquanto no Japão seu Saturn desfrutava de uma sólida base instalada e muitos RPGs e jogos de estratégia queridos dos nipônicos, esse amor não se repetia no Ocidente, onde o Nintendo 64 disputava uma guerra, morro acima, contra o Playstation. A Europa e os EUA pareciam não adotar o Saturn ademais qualquer campanha tentada pela SEGA o que resultava em vendas muito baixas. Virtua Fighter 2 e Virtua On conseguiram números expressivos mas ausência de um Sonic e de jogos adequados ao paladar Americano e Europeu colocaram o Saturn numa situação muito semelhante a atual do Wii U.

Diante dos números de jogos de luta e esportes sendo vendidos no aparelho e desesperados por um novo best seller a SEGA iniciou a produção de uma adaptação de Virtua Fighter 3 para o Saturn. Uma tarefa quase impossível visto que era um jogo extremamente parrudo e totalmente poligonal rodando em um hardware notoriamente voltado para lidar com sprites. Taka-Arashi, o personagem enorme lutador de sumo, já foi cortado de bate pronto na primeira reunião de planejamento (ele exigia toda uma dinâmica própria de funcionamento e consumia uma quantidade muito maior de processamento), os cenários foram limitados a menos da metade dos originais do Arcade e sem a maior parte dos efeitos de terreno (água não mais influenciaria os lutadores, etc…) e o jogo utilizaria o novo kit de desenvolvimento, que permitia usar mais recursos do aparelho e tirar até o último restinho de suco dos dois processadores do Saturn.

Desenvolvimento seguiu por 96 e entrou em 97 – com resultados que, embora não fantásticos, eram excelentes para o Saturn. Infelizmente a SEGA começou a perceber que o mercado americano estava realmente perdido: Mesmo que as vendas do Saturn dobrassem, todos os meses, pelo próximo ano, ainda assim a SEGA não alcançaria o número de unidades vendidas pela Sony. Era simplesmente impossível combater Nintendo e Sony com o Hardware e a biblioteca que ela tinha no momento.

Não só isso mas em 1997 a decisão final entre os protótipos Dural e Katana (falaremos mais deles em breve) foi tomada – com um novo console de 128 bits sendo engatilhado para lançamento entre o final de 98 e o começo de 99, com uma arquitetura poderosa, plástica e elástica, que facilitasse conversões entre Arcades e o aparelho em si. E, na falta de um Sonic no lançamento, a SEGA via Virtua Fighter 3, em sua nova versão Tournament Battle, perfeitamente portado do Arcade, como um substituto a altura. E uma versão, ainda que inferior, rodando no Saturn, poderia tirar o brilho de um jogo de lançamento do futuro console. Ou roubar vendas.

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O resto da história você já sabe: O Dreamcast lança no final de 98 no Japão, com um sucesso absurdo de vendas e uma versão porca de Virtua Fighter 3 TB no pacote. Uma versão melhorada do jogo, ao estilo do Virtua Fighter Remix chega a ser pensada na SEGA para um lançamento posterior no Dreamcast mas, com a AM2 ocupada em lançar novos Arcades usando a Naomi e o curtíssimo período de mercado do console, a ideia foi engavetada.

Teria uma versão de Virtua Fighter 3 salvo o Saturn? De forma nenhuma. Ela provavelmente nem teria vendido o tanto que a própria SEGA imagina que venderia, ainda mais sendo lançada contra Tekken 3 e Tobal 2, no Playstation, e contra jogos do Capcom que fazia uso do cartucho de expansão de 4 Mb, como X-Men VS Street Fighter, no próprio Saturn. Virtua Fighter 3 no Dreamcast pode não ser uma transcrição perfeita do Arcade, mas fez um serviço muito maior para a SEGA como um chamariz para um novo console.

Jill Valentine como ela deveria vir ao mundo!

E eu aposto que um monte de gente clicou na matéria achando que iá ver uma moça com pouca ou nenhuma roupa.

Seus… seus… seus… gamers perfeitamente sensatos… parabéns… eu induzi vocês todos ao erro.

O fato é que Julia Voth, a atriz que fez Jill Valentine na abertura do RE original de PS1, Saturn e PC, voltou a roupa da personagem mais voluptuosa de RE para um sessão de fotos animal.

O resultado está aí embaixo.

E aí? O que vocês acharam?

LucasArts está morta. Longa vida a LucasArts.

Eu cresci jogando videogame em videogames – começando a jogar jogos em PC, com mais frequência, apenas depois dos primeiros PCs com “Kits Multimídia”.

Por volta de 1993/1994.

No entanto, uma lembrança muito vívida que eu tenho de jogar no PC se deve a LucasArts, a divisão de games de George “Star Wars I am your father” Lucas, e seus incríveis adventures. De vencer tentáculos malvados…

… a ajudar motoqueiros…

… a desvendar os enigmas de outro mundo…

… a vencer piratas Zumbis…

… todos os jogos da LucasArts eram muito legais. E, quase todos os adventures deles ganharam versões em CD, com diálogos gravados por atores muito competentes.

Então, é com imensa alegria, que eu relato que a Disney iniciou os processos para a retomada da LucasArts em 2016. E a primeira coisa que você está pensando é a mesma coisa que eu pensei: “Podemos esperar um Force Unleashed 3 ou Kotor 3?”.

E a resposta é um sonoro não. Daqueles enormes. Com todas as letras maiúsculas. Segundo a Disney o contrato com a EA para jogos com a franquia Star Wars permanece válido e não será alterado.

Mas então o que diabos fará a LucasArts?

Aparentemente a Disney tem interesse em voltar a trabalhar com licenciamento de franquias diversas da LucasArts ou “Reavaliar contéudo criativo em outras mídias”. O que isso significa é voltar a ter jogos de Indiana Jones ou ver The Dig ou A maldição da Ilha dos Macacos no cinema um dia.

Não é exatamente a notícia que eu queria dar aqui… mas já é uma boa notícia para começarmos o ano.

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Seja bem vinda de volta LucasArts!